20 de janeiro de 2021
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Como estava escancarado, Moro será candidato à Presidência da República. O partido será o Podemos, um PSDB-Uniclass.

Álvaro Dias, aquele senador que foi bêbado ao debate da Globo, é um dos políticos mais corruptos do país, por isso mesmo será o padrinho de Moro no Podemos.

O vigarista, que recebeu propina de Paulo Roberto Costa via Sergio Guerra, para travar a CPI da Petrobras em 2010, já anuncia aos quatro cantos que o “herói do combate à corrupção” se filiará ao partido para concorrer como cabeça de uma coligação de centro-direita.

Moro é, desde já, candidato a presidente da República na eleição de 2022, até porque, mesmo que tenha desabado 10 pontos, tem mais aprovação do seu patrão Bolsonaro.

Isso explica a sua obsessão pela prisão após condenação em 2ª instância para que Lula volte a ser preso sem provas e, como foi com Bolsonaro, Moro vire presidente.

Pelo partido que sairá como candidato e pelo servilismo ao grande capital, que marcou sua trajetória como juiz corrupto e ladrão, como disse Glauber Braga, do PSOL, Moro terá uma plataforma econômica como a de Guedes, 100% ultraliberal, para seguir enchendo as burras dos banqueiros e segregando os mais pobres com o mesmo discurso da suposta social democracia tucana que quebrou três vezes na era FHC..

A escravidão voluntária que assistimos de Bolsonaro ao sistema financeiro, Moro promete dobrar a aposta.

Moro não terá FHC estampado em policromia na camiseta do Podemos, como esteve à venda no encontro nacional do PSDB de Brasília, que marcou a guinada do partido como linha auxiliar da extrema-direita no país, mas terá FHC tatuado na alma e no coração.

Mas antes, ele terá que prender Lula e enfiar-lhe uma máscara de ferro ou será esmagado nas urnas como um rato político que é.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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