2 de julho de 2020
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A começar pela pergunta de Glauber Braga: “Por que, a pedido de Bolsonaro, o senhor botou a PF pra cima do porteiro do condomínio do presidente, se o depoimento em que ele citou a casa presidencial foi em uma investigação conduzida pela polícia civil e MP do Rio? Blindagem?”

Essa também é a pergunta que tenho feito quando vejo Moro falar em interferência de Bolsonaro na Polícia Federal.

No Fantástico, Moro, a vaca sagrada da mídia, também deveria ser perguntado o que ele foi fazer no Ceará na época do motim da miliciano, já que as imagens o mostram dando apoio aos amotinados.

E o perdão ao Onix?

Essa entrevista demonstrou o quanto Moro é evasivo, mesmo com perguntas combinadas.

Foi subserviente ao governo Bolsonaro enquanto lhe interessava e sua saída não foi por questão Moral, tanto que, dito pelo próprio em mensagens trocadas com a deputada Carla Zambelli, disse que ficaria no governo se Bolsonaro abortasse a exoneração de Valeixo.

Pior, foi o camarada dizer que não podia externar o ponto de vista numa reunião ministerial porque não tinha espaço para o contraditório.

Era  esse o herói nacional da Globo que amarela numa reunião cheia de declarações criminosas de ministros e usa a PF para intimidar um porteiro?

Moro e Globo querem ganhar eleição de 2022, usando a lava jato comandada um juiz corrupto e borra-botas com a milícia palaciana?

E a história, dita pelo próprio, que ficou mal contada sobre a pensão que ele pediu para aceitar o cargo de ministro?

E sobre o empenho dele em relação à soltura do Ronaldinho Gaúcho no Paraguai?

Como sempre, um teatro da globo, perguntas combinadas como nos cinco anos do ex-juiz na Lava Jato.

Está ficando complicado a Globo maquiar um sujeito todo cagado como Moro. Ou seja, do pavão, só sobrou o pé.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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