7 de julho de 2020
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Americanófilo deslumbrado, o procurador cérebro da Lava jato, Carlos Fernando Boquinha se diz um capitalista aos moldes americanos, seja lá o que isso for. Mas não deixa de ser revelador além da soberba nabiça do sujeito que é a expressão da tragédia que o Brasil vive hoje.

Não por ter votado em Bolsonaro, como confessou e nem porque jamais votaria em Haddad, mas pelo simples fato de Haddad ser do PT, o que já denota a parcialidade de uma fraude que ele é.

Fez pior, disse que não votaria em Haddad porque ele é uma cópia de Lula, mostrando que jamais teve qualquer atitude de imparcialidade para investigar aquele que foi o melhor presidente do Brasil e que teve a maior aprovação da história.

Certamente, não foi a sua “ideologia capitalista” que fez Carlos Fernando dos Santos Lima ter uma atitude completamente boçal como procurador da Lava Jato, como cabeça da operação e braço direito de Moro desde o escândalo mal explicado do Banestado em que sua própria esposa estava envolvida, na época. Carlos Fernando, todas as vezes que abre a boca em entrevista ou em postagens em seu facebook, tropeça na língua, cai em contradição e mostra sua parcialidade na hora de perseguir o PT, mas principalmente Lula.

Genérico, funesto e gabola, o procurador provinciano que se acha o sofisticado, como todo o suposto sofisticado se acha, é um modelo ajeitado de barbados que vincam a testa quando alguma coisa sobre a qual foi perguntado foge-lhe do agrado ou porque não sabe responder ou simplesmente porque lhe é inconveniente. Então, apela para o cinismo da generalidade com o mesmo diversionismo que criou o seu ramerrão transformado em bordão na perseguição a Lula: “nós não investigamos pessoas, mas os fatos e estes é que nos levam às pessoas”.

Essa cantilena xaropenta que dava a tonalidade de sua patente na organização criminosa Lava Jato, vem cada vez mais murchando por suas declarações vagas, bambas e vulgares, muitas vezes tomado por uma nostalgia de algo que jamais a operação teve, que é ética, retidão, imparcialidade e independência.

Agora, diz-se decepcionado com o seu candidato por se posicionar contra o seu eterno patrão, Sergio Moro. E entre um escapismo e outro, cai na tentação tola de justificar, através de um idioma falacioso, a justa medida de um comportamento nada sutil de perseguição política a Lula, grave que nos levou a esse inferno que vivemos no Brasil.

O procurador cínico agora acha que a PF está sendo usada politicamente por Bolsonaro, na época da Lava Jato, não, era uma instituição séria e honrada.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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