12 de julho de 2020
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Por encomenda de Bolsonaro, o general Pazuello usou a velha tática de dar explicações confusas para serem confusamente compreendidas, mostrando que Bolsonaro, cada vez mais atabalhoado, insiste em provar que seu governo é bem pior que ele próprio.

Não é para menos. Quando se tem um presidente tóxico, que mistura fake news, enxofre, Mundo Verde e Cloroquina, um governo se transforma em estricnina contra o próprio povo.

Junte isso a uma técnica de esconder óbitos a partir de um vídeo do Véio da Havan, está pronta uma receita de tragédia clássica.

Hoje, mostrando um inacreditável despreparo para o cargo, o general Pazuello, que comanda interinamente para a eternidade o Ministério da Saúde, deu uma das explicações mais bizarras de que se tem notícia sobre a geografia brasileira para justificar as mortes no Norte e no Nordeste.

Segundo o general, isso ocorreu porque “esses estados estão influenciados pelo inverno atmosférico norte”. Imagina isso!

Suas justificativas sobre a nova metodologia de divulgação dos dados da Covid-19 foram dignas de um slogan do Chacrinha, “eu vim para confundir, não para explicar”.

E sentenciou, “mostrar o acumulado de mortes e contaminados no Brasil não é uma informação digna para mostrar para o povo brasileiro”.

Isso tudo para justificar a ocultação dos números reais de infectados e mortos pela doença no Brasil. É isso que dá um general que se mostra um tarefeiro servil a um ex-capitão do exército cuspido das Forças Armadas por ambição pessoal e terrorismo. A pessoa perde qualquer noção do ridículo, porque não domina 1% do assunto e se propõe a falar cumprindo um papel deprimente em rede nacional.

O general, com uma máscara em que mostra, de um lado, a logo do SUS e, do outro, metade da bandeira do Brasil com os dizeres “Ordem e Progresso” e o SUS de cabeça para baixo, simbolizou exatamente como se encontra o Brasil quando ele, como timoneiro da Saúde e Bolsonaro como presidente da República.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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