16 de julho de 2020
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Apontado como cúmplice do sargento da reserva da Polícia Militar Ronnie Lessa, vizinho de Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra, e acusado de matar Marielle e Anderson, o cabo do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, o Suel, de 44 anos, foi preso, na manhã desta quarta-feira, durante a operação Submersos II.

Ele foi localizado num condomínio no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio.

Suel já estava na mira da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ) desde a prisão de Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado.

De acordo com os investigadores, coube ao bombeiro ajudar, logo após a prisão do sargento, no descarte das armas escondidas por Lessa.

O bombeiro é acusado de ter cedido um carro para a quadrilha de Lessa esconder as armas por uma noite, logo após a prisão do sargento, antes de um de seus comparsas, Josinaldo Freitas, o Djaca, recolhê-las e jogá-las no mar para evitar a apreensão.

Uma das armas, cogita a polícia, pode ter sido usada no ataque à Marielle.

O veículo de Suel ficou estacionado no pátio do supermercado Freeway, na Barra da Tijuca.

Suel tentou plantar falsas testemunhas para esconder a propriedade do carro, mas os investigadores conseguiram desmenti-las.

Isso ocorre quase 2 anos e 3 meses depois do assassinato da vereadora Marielle Franco.

Além desse mandado de prisão, os agentes também cumprem 10 mandados de busca e apreensão. A maioria na comunidade da Vila Vintém, também na zona oeste.

 

*Da redação

Celeste Silveira

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