5 de julho de 2020
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Líder da seita do gabinete do ódio, fundada pelo clã Bolsonaro, com a intenção de assassinar reputações de adversários, Allan dos Santos viu desaparecer o capital que financiava esse templo de picaretas que deu a ele notoriedade junto ao gado.

Pois bem, de tanto cometer assassinato de reputações alheias, o gabinete do ódio morreu envenenado por ingestão excessiva das suas próprias fake news. Ou seja, a causa da morte do gabinete foi suicídio.

Diante da depressão causada pela crise econômica que ocorreu com o gabinete do ódio depois que a Polícia Federal, a mando do ministro do STF, Alexandre de Moraes, estourou o pardieiro clandestino, houve um imediato e progressivo afastamento dos financiadores desse submundo.

Allan dos Santos, então, em nome da salvação do seu templo, criou o personagem do reverendo caça-níquel para incentivar doações dos empresários que saíram batidos. O reverendo, diante do colapso financeiro, faz um apelo entre o cômico e o trágico para que as pessoas voltem a financiar a rede de fake news montada por ele e o clã, contribuindo também com a manutenção da boa vida do vigarista que mora numa mansão aonde funciona o gabinete do ódio em área nobre da capital federal, num dos metros quadrados mais caros do país.

Com a deterioração do cofre do booker fascista e o isolamento político que sofreu depois que a PF desbaratou a quadrilha, Allan dos Santos, que adorava exibir a gengiva com suas ironias toscas, resolveu disputar com Malafaia, Valdemiro e Edir Macedo, o troféu de Jim Jones tropical. O troço é dar indigestão em sonrisal.

Suspeita-se, inclusive que, depois que perdeu o financiamento e o rebolado, Allan dos Santos bateu biela e ficou mal da caixola. Daí, está de quatro batizando empresários como heróis nacionais para ver se consegue algum para manter a boa vida do fundador e líder da seita gabinete do ódio.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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