13 de julho de 2020
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A curva de crescimento brasileiro é explosiva. Repare que nos Estados Unidos houve um refluxo na curva, mas que voltou a subir com a flexibilização do isolamento.

Os últimos dados globais, divulgados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças, mostram uma explosão das novas ocorrências no Brasil, enquanto o general Pazuello se perde na Saúde e lideranças brasileiras – como Fernando Henrique Cardoso – se perdem nas conveniências políticas.

Cada dia a mais de Bolsonaro são centenas de mortes a mais. E a responsabilidade direta são dos que, por conveniência política, adiam o fim dessa tragédia política.

Uma das manobras estatísticas do Ministério da Saúde era a alegação de que o Brasil teria mais casos e óbitos por ter maior população. O quadro abaixo compara cinco grandes países de acordo com a proporção per capita – número de casos por 100.000 habitantes.

A curva de crescimento brasileiro é explosiva. Repare que nos Estados Unidos houve um refluxo na curva, mas que voltou a subir com a flexibilização do isolamento.

Curiosamente, a curva de óbitos, por 100.000 habitantes, é bem menor, comparando aos mesmos países. O que pode indicar uma enorme subnotificação.

Comparando os óbitos per capita com as ocorrências per capita, percebe-se que a proporção dos países europeus – Espanha e Itália – é bem maior do que nos países americanos. O que pode indicar uma proporção bem maior de exames e de notificações.

Aqui a curva brasileira de novos casos. A linha laranja mede os movimentos de curto prazo – média diária semana. Repare que continua puxando a curva para cima, indicando que as demais linhas irão atrás.

Aqui, um resumo dos dados recém-divulgados.

E os maiores crescimentos percentuais no dia mostram o Brasil em 3º lugar, mesmo sentado em cima de uma enorme base.

 

 

*Com informações do GGN

 

 

Celeste Silveira

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