2 de julho de 2020
  • 18:31 Como Bolsonaro ceifou a vida 60 mil brasileiros, quebrou milhares de empresas e dizimou milhões de empregos
  • 16:24 Por atuar de forma criminosa, advogado ligado a Flávio Bolsonaro é alvo de processo de cassação na OAB
  • 14:09 Bolsonaro diz que projeto de lei sobre fake news não vai vingar e que pode vetar
  • 13:13 Flávio ganhou, Carlos perdeu foro privilegiado e terá investigação acelerada
  • 11:46 O rascunho da queda: Reprovação de Bolsonaro na crise é alta mesmo entre os que recebem auxílio

A Europa chega a um acordo preliminar para publicar sua primeira lista de cidadãos de países que poderão voltar a entrar nos 27 países do bloco a partir do dia 1 de julho e deixa Brasil, Rússia e EUA de fora.

Bruxelas ainda prometeu rever os países selecionados a cada 15 dias. Mas, diante dos critérios estabelecidos, uma reabertura aos brasileiros pode não ocorrer no curto prazo e dependerá de como as autoridades no país controlarão o surto.

A lista foi finalizada nesta segunda-feira entre embaixadores e governos terão até amanhã para ainda se pronunciar se estão de acordo. Mas dificilmente haverá um veto.

A primeira lista conta com 14 países e foi alvo de uma intensa negociação nos bastidores. Governos de países que dependem do turismo temem que, ao afastar estrangeiros justamente no momento de pico da estação de férias no Velho Continente, o impacto econômico da pandemia poderá ser ainda maior.

Mas prevaleceu a preocupação com a saúde. Na primeira lista estão países que apresentam taxas de contaminação equivalentes ao que existe na Europa. Entre os sul-americanos, o único que entrou nesse primeiro corte foi o Uruguai.

Também fazem parte da lista países como Canadá, Coreia do Sul, Japão, Marrocos ou Austrália.

A China seria o 15º país a ser incluída. Mas com a condição de que o gesto seja recíproco e que os europeus possam também voltar a viajar para os aeroportos chineses.

Longo caminho

Se o Brasil ficou de fora da primeira lista, os critérios estabelecidos pelo bloco para reabrir o continente para outros países revela que a adesão do Brasil pode levar meses. Em entrevista à coluna, delegados do governo francês confirmaram que a inclusão de novos países ocorrerá diante de uma consideração “situação por situação”.

Com o maior número diário de casos e maior número de pessoas infectadas nos últimos 14 dias, o Brasil é avaliado dentro da OMS como uma das “ameaças globais”.

 

 

*Jamil Chade/Uol

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. Hilton Ferreira Magalhães Posted on 29 de junho de 2020 at 16:24

    Estamos sempre mal na foto. Somos considerados párias no campo da saúde sanitária.

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: