14 de agosto de 2020
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Erram os que acham que FHC é a união de um leão caduco e sem dentes. FHC continua sendo o porta-voz do mercado. E numa democracia de mercado como a do Brasil, Bolsonaro “governa”, mas quem tem poder é FHC.

E se o velho ditado alerta, “quem pode manda, quem tem juízo, obedece”, Bolsonaro, como um bom soldado raso na fila do pão, obedece calado.

FHC sabe que, sem o respaldo do mercado, Bolsonaro cai. Daí os constantes julgamentos de FHC à conduta pessoal de Bolsonaro, chegando ao ridículo ponto de dizer, em seu artigo publicado no Globo, que na semana passada, Bolsonaro não arrumou nenhuma nova confusão, não demitiu ninguém e, assim, pode levar o governo como caranguejo, andando meio de lado.

FHC, logicamente, jogando para a torcida, diz-se “preocupado” com os rumos da educação, já que até o momento Bolsonaro não colocou ninguém no lugar de Weintraub.

O artigo de FHC tem um objetivo claro, o de dizer que o mercado admite que Bolsonaro faça o que quiser, sufoque o povo, produza o genocídio que vem produzindo com a Covid-19, sendo hoje o Brasil o único país do mundo com mais de mil mortes diárias, mas que Bolsonaro abandone a gritaria e se cale, mantendo-se na presidência apenas com papel simbólico.

FHC termina seu recado soprado pelo mercado a Bolsonaro com o seguinte conselho: se não sabe falar, que se cale, do contrário, cairá.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

 

 

Celeste Silveira

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1 COMMENTS

  1. João Vieira Posted on 5 de julho de 2020 at 14:38

    FHC, Serra, Aécio, Alkimin, bolsonaro, etc; são quadrilhas de famílias, todos estes, juntamente com as respectivas famílias, estão grudados nas tetas do estado como porquinhos famintos nas tetas da mamãe porca. A diferença é que os porquinhos tem fome mesmo, já estes canalhas nominados acima chafurdam as mãos no erário.

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