6 de agosto de 2020
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Mesmo que venha com aquela velha baba de quiabo de que segue apoiando o presidente, um dos cães de guarda do bolsonarismo não esconde, com seu blá blá blá, ter sentido o pé na bunda dado por Bolsonaro para colocar alguém do Centrão em seu lugar.

O cabeça oca, que quebrou a placa de Marielle durante a campanha, faz parte do pacote que Bolsonaro entrega para o sacrifício para se manter na cadeira da presidência e seguir cercando frango para que a justiça não chegue à trilogia do crime formada por Eduardo, Flávio e Carlos.

Isso ocorre um dia depois que o Ministério Público abre inquérito para investigar o deputado do PSL, Daniel Silveira, já que o impoluto deputado pagou R$ 110 mil em dinheiro vivo por consultoria de escritório de advocacia por Silveira não apresentar nenhuma comprovação de que os trabalhos de consultora prestados supostamente por tal escritório de advocacia tivesse de fato sido realizado.

Com isso, o Palácio do Planalto, que já está todo empepinado na justiça quis se livrar de um leproso, jogando o chester de natal aos leões.

O deputado também é investigado por participar de atos golpistas do qual o ministro do STF, Alexandre de Moraes determinou a quebra de sigilo bancário. Ou seja, de problemas para Bolsonaro já bastam os três filhos e o próprio. Daí a decisão do Planalto de tirar o bombado da vice-liderança do governo na Câmara.

 

*Da redação

Celeste Silveira

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