6 de agosto de 2020
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Bolsonaro não governou o país desde que assumiu, nem um dia sequer. Isso é coisa de governos fascistas, como bem observou Haddad, no Roda Viva, nesta segunda-feira. Ele se mantém numa permanente disputa eleitoral para que se oponha a seus opositores e, com isso, cria uma cortina de fumaça num embate constante para esconder da população que o governo não governa, pelo menos não de forma positiva para a sociedade.

No caso de Bolsonaro, isso é explícito, porque nesse tempo todo de “governo”, um ano e meio, não apresentou qualquer resultado, tendo, inclusive que inaugurar obra feita por Lula, como foi o caso do trecho da transposição do Rio São Francisco, no Nordeste.

Isso deixa claro que uma das maiores maldições do governo Bolsonaro e que deixa a direita histérica, é a completa falta de imaginação até para berrar feitos inexistentes. Por isso, o monstro é capaz de tudo para atender a uma demanda inventada e declarar o tempo todo que combate o inimigo inventado pelo próprio e, assim, não ter que apresentar qualquer resultado para a sociedade, aliás, os resultados seja do ponto de vista econômico, cultural, social, seja  sanitário, como no caso do combate à Covid-19, são unanimemente trágicos.

Com a queda do gabinete do ódio, usado como um exército de robôs em ataques permanentes a adversários políticos de Bolsonaro e que funcionava como o coração, o pulmão e o cérebro da máquina que mantinha uma carapaça que escondia o vazio desse governo, agora, desmantelado, escancara que Bolsonaro leva o país passos largos para além do fundo do poço.

O gabinete do ódio sofreu o primeiro grande baque pelo STF, a partir do comando de Allan Santos e cia, e, agora, com seu banimento do facebook, deixou Bolsonaro praticamente sem braços e pernas na principal rede social. A tendência, a partir de agora, é Bolsonaro perder muita musculatura política em pouco tempo, o que facilitará e muito a sua queda.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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