6 de agosto de 2020
  • 12:28 Para Moro, Lula chefiou o maior roubo da história em troca de um muquifo e uma reforma meia sola no sítio
  • 10:53 A continuar assim, teremos togados em liquidação no OLX
  • 09:43 A mão invisível de Bolsonaro: Bretas, juiz da Lava Jato no Rio, prende secretário de Dória em São Paulo
  • 08:42 A direita, através da mídia, consegue produzir símbolos, mas não sustentá-los
  • 21:16 Bolsonaro tentou dar um golpe militar em maio, revela matéria da Piauí

Medida se baseia em decisão do presidente, Dias Toffoli, que impõe compartilhamento às forças-tarefas.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) vai enviar nos próximos dias representantes ao Rio de Janeiro, a Curitiba e a São Paulo para coletar dados de investigações das forças-tarefas locais da Lava Jato.

A medida será tomada com base na decisão desta quinta-feira (9) do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, que determinou o compartilhamento imediato de informações pelos grupos de investigadores.

Irão visitar as forças-tarefas integrantes da Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise (SPPEA) —órgão ligado ao gabinete do procurador-geral, Augusto Aras, cuja função é prover as diferentes instâncias do MPF (Ministério Público Federal) de soluções tecnológicas para as investigações.

Um dos propósitos da PGR, uma vez obtidos os dados, é o de averiguar se as forças-tarefas usam sistemas de informações próprios, desligados da secretaria e, portanto, de conteúdo inacessível ao conjunto do órgão.

Essa eventual constatação, segundo interlocutores de Aras, poderá ensejar pedido de responsabilização de integrantes da força-tarefa.

Outro ponto a ser analisado, passível de providências disciplinares, é se os procuradores na primeira instância investigaram possíveis ilícitos de autoridades com foro especial perante o Supremo, usurpando competência da PGR —única que pode conduzir, mediante autorização da corte, apurações criminais dessa natureza.

Esse aspecto já é tratado num processo aberto pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). A PGR prestará informações em 15 dias no procedimento. Até lá, o órgão já pretende ter em mãos os dados das forças-tarefas.

Os procuradores da República da Lava Jato negam ter invadido a esfera de atuação de Aras.

As forças-tarefas da Lava Jato em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro anunciaram que irão recorrer da decisão do presidente do STF. Os procuradores afirmaram que cumprirão a ordem, mas a classificaram como “incabível” e argumentaram que o ministro partiu de um “pressuposto falso”.

A ANPR (Associação Nacional de Procuradores da República) também analisa o caso para eventual providência jurídica.

 

 

*Com informações da Folha

Celeste Silveira

RELATED ARTICLES

1 COMMENTS

  1. Fred DeMenezes Posted on 10 de julho de 2020 at 16:52

    Tudo já se sabe sobre BOZO; agora é só uma questão de deixar que a bandidagem tome conta de tudo ou não !!!!!!

    Reply
LEAVE A COMMENT

Comente

%d blogueiros gostam disto: