6 de agosto de 2020
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Quem anda em busca de um recanto silencioso deve visitar o twitter de uma latrina chamada Oeste, de Augusto Nunes, JR Guzzo, Guilherme Fiuza e Ana Paula do Vôlei. Os pensionistas das verbas bolsonaristas que caem do céu para irrigar as contas dos mosqueteiros do genocida estão mudíssimos.

Essa gente tão ativa em defesa do patrão do Planalto não sabe aonde enfiar a língua depois que o mecenas comprou a liberdade de Queiroz e de sua esposa foragida com uma cadeira no STF.

Poderiam comentar a respeito dessa bizarrice judiciária, porque os quatro são especialistas em negociatas de balcão com o próprio leiloeiro, mas entraram em quarentena depois que Queiroz e esposa foram repousar no doce lar, mostrando que eles têm bala na agulha para derrubar esse governo que é crime para todo tipo de gosto.

E se Queiroz é uma espécie de memória viva do clã Bolsonaro, Márcia Aguiar, a sua mulher, é um museu que cuida desse acervo.

Então, qual é o remédio para os icônicos oestes diante desse faroeste miliciano? Enfiar o rabo entre as pernas e ficar na moita, miúdos e encolhidos. Qualquer palavra até em defesa do todo poderoso que banca a latrina, pode ser mal interpretada, já que o sujeito, além de psicopata, é uma toupeira. O melhor remédio é fazer cara de paisagem, fingir que nada aconteceu, mesmo diante de um país pasmo com a barganha às claras feita entre o presidente da República e o presidente do STJ para libertar o casal Queiroz e sumir com o fantasma de uma delação premiada contra o clã.

Noronha já saiu premiando os dois na base de, uma mão lava a outra. Mas, certamente, distraídos em atacar indiscriminadamente qualquer movimento do PT, as quatro hienas bolsonaristas, se não podem rir, optaram por manter a praxe do silêncio covarde quando se deparam com a indefensável libertação de Queiroz comprada por Bolsonaro, mesmo que sejam mantidos com uma ração gorda do governo federal.

Logo eles que, nos últimos tempos, não pararam de atacar o STF. Agora sentem na bunda como arte o chicote da língua, tendo que apanhar calados.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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