6 de agosto de 2020
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Certamente, Bolsonaro, mandando Pazuello ligar para Gilmar Mendes para manter uma linha de diálogo com o Supremo, numa tentativa de contornar a crise, como noticiou Monica Bergamo, na Folha, só tem um motivo, Bolsonaro, que usou o Exército, melhor dizendo, um general da ativa para viabilizar uma política genocida que desconsidera a ciência e qualquer noção de bom senso, agora, usa-o para manter boas relações com Gilmar Mendes, que é o relator no STF, ou seja, o mesmo que definirá a instância em que seu filho Flávio será processado.

Nisso não há a menor surpresa, já que, desde que assumiu a presidência da República, Bolsonaro tem governado a crise da própria família envolvida em várias frentes de diversas organizações criminosas, mas certamente, no caso de Flávio, o herdeiro da relação promíscua entre Bolsonaro e Queiroz, é o mais complicado.

Está nas mãos de Gilmar Mendes o destino de Flávio e, consequentemente a cadeira de Bolsonaro na presidência da República.

O que não se entende nessa história é por que Bolsonaro mandou o general Pazuello se desculpar com Gilmar Mendes, por este dizer a verdade, que Bolsonaro promove um genocídio, faz de conta que não tem a menor responsabilidade com a pandemia e usa sim um general do Exército como boi de piranha, e este, atendendo à ordem de Bolsonaro, liga para Gilmar Mendes, para selar a paz entre o governo e o STF, o que só confirma o que foi dito por Gilmar.

Isso somente reforça que o general não tem a mínima autonomia e confirma o que todos dizem, que o verdadeiro ministro da Saúde é o próprio Bolsonaro, pior, um genocida com o rabo preso com Gilmar Mendes, que usa Pazuello para afagar o relator do caso Flávio/Queiroz.

O nome que se dá a isso é, pedir penico, porque a água está batendo na bunda. Se vai funcionar, são outros quinhentos. Mas que Bolsonaro, com essa atitude, desmoraliza um general da ativa, quanto a não há a menor sombra de dúvida.

 

*Carlos Henrique Machado Freitas

Celeste Silveira

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