6 de agosto de 2020
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O governo da China anunciou nesta quinta-feira (23/07), em uma reunião virtual com os chanceleres da América Latina e do Caribe, que a vacina a ser desenvolvida no país contra a covid-19 será um bem público de acesso universal. A informação foi dada pelo chanceler mexicano Marcelo Ebrard, que participou do encontro.

“Videoconferência especial entre os chanceleres de China, América Latina e Caribe contra a covid-19. Anuncia Wang Yi – ministro chinês de Relações Exteriores – que a vacina desenvolvida em seu país será um bem público de acesso universal”, escreveu Ebrard.

O país asiático também se comprometeu a disponibilizar US$ 1 bilhão em créditos para nações da região a fim de que adquiram o medicamento. Uma das vacinas em desenvolvimento na China apresentou resultados positivos no começo da semana, gerando imunização em pacientes testados.

Além disso, a China se comprometeu a apoiar a região com equipes médicas e dinheiro tanto para vacinas, quanto para obras de infraestrutura de saúde pública, além de recursos para garantir a segurança alimentar dos países latino-americanos.

A reunião teve a presença (virtual) de diplomatas de Argentina, Barbados, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Panamá, Peru, México, República Dominicana, Trinidad e Tobago e Uruguai. O Brasil não estava no encontro.

O anúncio vem um dia depois de os Estados Unidos, que disputam influência na região, comprarem 100 milhões de doses da vacina que está sendo desenvolvida pela Pfizer, efetivamente assegurando todo o futuro estoque previsto para 2020 da farmacêutica. Após a repercussão ruim, a empresa disse que poderia produzir mais doses do que o anunciado.

Assim como a da Pfizer, as vacinas desenvolvidas por Oxford e pela AstroZeneca, além da produzida pela chinesa Sinovac Biotech estão em testes no Brasil.

(*) Com teleSUR

 

*Com informações do Sul21

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Celeste Silveira

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1 COMMENTS

  1. hiltonferreiramagalhes Posted on 24 de julho de 2020 at 14:55

    Os USA seguem a cartilha de seu atual presidente que declarou, em alto e bom som, que primeiro os americanos o resto é o resto. Enquanto isso distribui cloroquina para praticamente para o mundo todo. O Brasil foi um dos destinatário. Vejo só! O laboratório do exército produziu esse mendicamento para trinta e oito anos. Que é dê a preocupação com a sua validade e o ministério continua com um titular interino e só gastou 29% da verba destinada ao combate à pandemia. Numa clara falta de gestão e teimando no uso do tal remédio que já foi provado ser inadequado para a Covid-19. Para a ciência, ouvidos moucos! Ainda bem que somos protagonista na produção de uma provável vacina e que já a estão comparando à ida do homem à Lua.

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