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Copa: petição para excluir Argentina passa de 10 milhões de assinaturas

Suposto favorecimento da arbitragem à Argentina é um dos principais temas da Copa do MundoSuposto favorecimento da arbitragem à Argentina é um dos principais temas da Copa do Mundo

Um dos principais temas da Copa do Mundo tem sido o suposto favorecimento da arbitragem à Argentina. Umapetição online que pede a exclusão da seleção do torneio, no site argentinaout.com, já ultrapassou a marca de 10 milhões.

Apesar da mobilização, a iniciativa não tem qualquer efeito jurídico ou esportivo, já que apenas a FIFA pode aplicar sanções ou excluir uma seleção

O presidente da Comissão de Arbitragem da FIFA, Pierluigi Collina, defendeu a atuação da equipe de arbitragem e afirmou que a intervenção do VAR no polêmioco jogo contra o Egito seguiu corretamente o protocolo previsto para o lance anulado.

Já o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, negou qualquer insinuação de favorecimento e afirmou que as decisões foram tomadas de acordo com as regras da competição, segundo o Metrópoles.

“Com a tecnologia e toda a exposição que existe hoje, seria impossível esconder qualquer manipulação. Erros acontecem no futebol, mas não existe tratamento especial para a Argentina”, disse o treinador.

Nesta quarta-feira (15/7), às 16h (horário de Brasília), Inglaterra e Argentina decidem quem será o segundo finalista da Copa do Mundo.

Apoie o Antropofagista. Aqui a gente explica o jogo novo antes do debate coeçar.


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NYT: Fifa anulou expulsão de jogador da seleção dos EUA após contato de Trump

A decisão da Fifa provocou reação da Federação Belga de Futebol (RBFA), que afirmou estar “perplexa”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou na última quarta-feira para Gianni Infantino, presidente da Fifa, para pedir a revisão do cartão vermelho recebido por Folarin Balogun na vitória da seleção norte-americana sobre a Bósnia e Herzegovina, pela segunda fase da Copa do Mundo de 2026. A informação foi revelada neste domingo pelo jornal The New York Times.

Dias após a ligação, a Comissão Disciplinar da Fifa anunciou a suspensão da execução da punição aplicada ao atacante, que, desta forma, está liberado para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final do Mundial.

Segundo comunicado divulgado pela entidade, Balogun recebeu a suspensão de uma partida, mas sua execução foi condicionalmente suspensa pelo período de um ano. Caso o jogador cometa outra infração de natureza e gravidade semelhantes durante esse período, a punição será aplicada, sem prejuízo de eventuais novas sanções.

De acordo com o The New York Times, a decisão representa um fato incomum na história recente das Copas do Mundo. Ainda segundo a publicação, a reviravolta acontece em um momento em que Infantino busca fortalecer sua relação com Donald Trump.

Críticas da Bélgica à posição da FIFA
A decisão da Fifa provocou reação da Federação Belga de Futebol (RBFA), que afirmou estar “perplexa” com a liberação do atacante norte-americano para a partida desta segunda-feira.

“A Real Associação Belga de Futebol (RBFA) está perplexa com a decisão da FIFA de declarar o jogador norte-americano Folarin Balogun — que estava suspenso — elegível para disputar a partida entre EUA e Bélgica na segunda-feira, 6 de julho, às 17h (horário de Seattle)”, escreveu a entidade em comunicado.

A federação belga argumenta que a decisão se baseia no artigo 27 do Código Disciplinar da FIFA, que permite a suspensão da execução de sanções disciplinares. No entanto, a RBFA sustenta que o artigo 66 do mesmo código e o regulamento da Copa do Mundo determinam a suspensão automática do jogador para a partida seguinte após um cartão vermelho.

Diante disso, a entidade informou que estuda todas as medidas possíveis para preservar os direitos da seleção belga e os princípios de fair play da competição.

Confira a nota na íntegra:
“A Real Associação Belga de Futebol (RBFA) está perplexa com a decisão da FIFA de declarar o jogador norte-americano Folarin Balogun — que estava suspenso — elegível para disputar a partida entre EUA e Bélgica na segunda-feira, 6 de julho, às 17h (horário de Seattle).

A FIFA baseia sua decisão no Artigo 27 do Código Disciplinar da FIFA. Tal dispositivo estabelece que o Comitê Disciplinar da FIFA pode decidir suspender a execução de uma sanção disciplinar previamente imposta.

No entanto, o Artigo 66.4 do mesmo Código Disciplinar da FIFA determina claramente que um cartão vermelho (expulsão) resulta automaticamente em suspensão para a partida seguinte da equipe, como ocorreu com todos os cartões vermelhos aplicados anteriormente nesta Copa do Mundo da FIFA.

Além disso, e independentemente do exposto acima, a decisão contradiz diretamente as disposições do Regulamento da Competição da Copa do Mundo da FIFA 2026, conforme estabelecido no Artigo 10.5:

“Se um jogador ou membro da comissão técnica for expulso em decorrência de um cartão vermelho direto ou indireto (segunda advertência), ele será automaticamente suspenso da partida subsequente de sua equipe. Adicionalmente, outras sanções poderão ser impostas.”

O caráter automático de tal suspensão também foi explicitamente reafirmado na Circular nº 16 da Copa do Mundo da FIFA 2026, distribuída a todas as associações-membro participantes em 12 de maio de 2026.

A mesma regra é reiterada em todas as reuniões de coordenação de jogos da Copa do Mundo da FIFA 2026, antes de cada partida, e consta em todas as apresentações dos workshops do torneio.

Com o objetivo de salvaguardar os direitos legítimos de todas as equipes participantes e proteger os princípios fundamentais do *fair play* em nosso esporte — tanto nesta Copa do Mundo da FIFA quanto em futuras edições do torneio —, a RBFA está analisando todas as opções possíveis.”


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Esporte

Quem é Vozinha, o goleiro de Cabo Verde que parou a Espanha e virou ‘herói’ dos brasileiros

O empate sem gols entre Espanha e Cabo Verde, na primeira participação da seleção do país africano em uma Copa do Mundo, apresentou aos fãs de futebol um personagem especial: Vozinha.

Aos 40 anos, o goleiro de Cabo Verde foi um dos grandes responsáveis pelo resultado histórico de sua equipe no jogo da segunda-feira (13/6) contra a atual campeã europeia e segunda colocada no ranking da Fifa de seleções.

O reconhecimento veio dentro e fora de campo. Pela atuação, marcada por grandes defesas, Vozinha ganhou o troféu da Fifa de melhor jogador da partida.

Já nas redes sociais, ele ganhou milhares de seguidores, muitos deles brasileiros, que encheram o perfil do goleiro de comentários como “Muralha”, “Vem jogar no Campeonato Brasileiro”, “O Brasil está com você”, “Paredão de Cabo Verde”.

Alguns até brincaram: “Quanto você cobra para fechar o gol do Brasil?”.

Ao ver a explosão de seguidores nas redes sociais, Vozinha não escondeu a alegria e agradeceu aos brasileiros pelo apoio em entrevista à CazeTV logo após a partida.

“Eu tinha quase 50 mil seguidores. Isso é louco, isso é louco. Muito obrigado, sempre os brasileiros tiveram muito carinho por nós e sentimos isso nas eliminatórias para a Copa. Agora chegamos aqui no maior palco do mundo e estamos sentindo esse apoio e carinho dos brasileiros. Só temos a agradecer!”, disse o goleiro de Cabo Verde, que agora soma mais de 2 milhões.

Mas, conforme os brasileiros foram conhecendo Vozinha, descobriram que a ligação dele com o país vai muito além da língua portuguesa.


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Esporte Mundo

Vídeos: “Parece a Carreta Furacão”: abertura da Copa 2026 é detonada nas redes

A cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026, realizada nesta quinta-feira (11) no Estádio Azteca, na Cidade do México, movimentou as redes sociais antes mesmo de a bola rolar para México x África do Sul. Com apresentações de Shakira e do cantor nigeriano Burna Boy, intérpretes da música oficial do torneio, “Dai Dai”, o evento recebeu reações variadas do público, mas as críticas acabaram dominando boa parte dos comentários online.

A abertura marcou o início do primeiro Mundial sediado por três países: México, Estados Unidos e Canadá. Apesar da expectativa em torno do espetáculo, muitos internautas demonstraram decepção com a produção. Comparações com eventos anteriores surgiram rapidamente, especialmente com a cerimônia realizada no Brasil em 2014, que teve uma produção maior e voltou aos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Entre os comentários publicados nas redes sociais, diversos internautas fizeram críticas à produção da cerimônia. “Tá parecendo a Carreta Furacão”, escreveu um usuário. Outro ironizou: “Amei a ref carreta furacão + terno do Didi Mocó”. “Eu prefiro ver o filme do Pelé”, comentou um perfil.

Outros espectadores compararam a apresentação a eventos escolares. “Parece uma gincana de colégio do ensino fundamental”, publicou um internauta, em uma das mensagens que repercutiram durante a abertura da Copa do Mundo de 2026.

As críticas também foram direcionadas ao formato da cerimônia e à execução artística. “Achei um 8. Esperando por nossa Álvaro Cabral: Anitta”, publicou um usuário. A presença de personagens Labubu durante uma das apresentações também chamou atenção e provocou reações bem-humoradas. “Do nada os labubu na abertura da copa do mundo”, escreveu outro internauta.

A comparação com a Copa de 2014 apareceu em diversas publicações. Muitos usuários relembraram a cerimônia realizada no Brasil como referência de espetáculo. “a abertura da copa do mundo no brasil sempre será superior”, afirmou um comentário. Outro destacou: “Falem bem ou fale mal, mas todo mundo sabe que a abertura da copa do mundo de 2014, foi incrível e inesquecível! We Are One, você sempre terá um lugar no meu coração!”

Mesmo com a repercussão negativa predominante, parte do público elogiou algumas atrações musicais. Shakira foi um dos nomes mais citados positivamente pelos espectadores. A cantora colombiana participou pela terceira vez de uma cerimônia oficial de Copa do Mundo e recebeu elogios de fãs durante toda a apresentação.

“O look polêmico” da artista também esteve entre os assuntos mais comentados nas redes sociais. Além da discussão sobre o figurino, muitos usuários apontaram a presença da cantora como um dos pontos altos da festa. “Shakira salvou mais uma vez”, resumiu um internauta.

*DCM


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Esporte

Flamengo é o primeiro brasileiro tetra da Libertadores; veja ranking de campeões

A CONMEBOL Libertadores consagrou o primeiro brasileiro tetracampeão neste sábado (29). Em Lima, no Peru, o Flamengo superou o Palmeiras no jogo único da final e se isolou como o maior vencedor da competição entre os times do Brasil.

Até a decisão de agora, Verdão e Rubro-Negro estavam empatados com Grêmio, Santos e São Paulo, todos com três títulos. Agora, o novo campeão se isola no ranking.

Entre os brasileiros, as outras equipes campeãs da Libertadores são: Internacional, Cruzeiro, Atlético-MG, Botafogo, Fluminense, Vasco e Corinthians.

Veja abaixo o ranking de brasileiros campeões da Libertadores:

  • Flamengo: 4 títulos
  • Palmeiras, Grêmio, São Paulo e Santos: 3 títulos
  • Cruzeiro e Internacional: 2 títulos
  1. Atlético-MG, Botafogo, Corinthians, Fluminense e Vasco: 1 título

Brasil chega a 25 conquistas e empata com a Argentina
Além de se tornar o primeiro tetra do Brasil, o Flamengo conseguiu um feito que até pouco tempo parecia distante: igualar o números de títulos da Argentina, que era líder absoluta há décadas. Agora, os dois países se dividem como os maiores campeões, com 25 títulos cada.

Vale lembrar que o Brasil emplaca campeões seguidos desde 2019. O River Plate, em 2018, foi o último não brasileiro a levantar o caneco mais cobiçado da América do Sul.

Títulos de cada país na Libertadores:

  • Argentina e Brasil: 25 títulos
  • Uruguai: 8
  • Colômbia: 3
  • Paraguai: 3
  • Chile: 1
  • Equador: 1

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Esporte

Nova camisa da seleção brasileira será vermelha na copa de 2026, diz site inglês

A Seleção Brasileira deve estrear um uniforme vermelho na Copa do Mundo de 2026, segundo informações divulgadas pelo site inglês especializado Footy Headlines nesta segunda-feira (28). Tradicionalmente, o Brasil adota o azul como cor alternativa ao uniforme principal amarelo, mas para o próximo Mundial, a segunda camisa pode romper essa tradição. O lançamento oficial está previsto para março de 2026.

O uso do vermelho em uma competição oficial, caso seja confirmado, pode marcar uma mudança histórica para a equipe pentacampeã. Embora o tom exato ainda não tenha sido revelado, a expectativa da fabricante é que a cor cause impacto visual e comercial.

A camisa também deve trazer outra novidade: o logotipo da Jordan, marca ligada ao ex-jogador de basquete Michael Jordan, substituirá o tradicional símbolo da Nike. As duas empresas frequentemente colaboram em projetos especiais.

O ano da próxima Copa do Mundo de futebol masculino será um momento politicamente sensível no Brasil. Em 2026, o país realizará eleições presidenciais, e a combinação das camisas amarela e vermelha da Seleção pode gerar repercussões além do campo. Assim, a polarização política pode ser explorada comercialmente pela Nike, alavancando as vendas de ambos os uniformes por públicos distintos, num cenário em que cores carregam significados ideológicos.

A Seleção já rompeu com a paleta tradicional em outras ocasiões. Em 2019, o Brasil usou um uniforme branco em homenagem aos 100 anos da primeira conquista continental. Mais recentemente, a equipe vestiu preto em uma campanha contra o racismo. O vermelho, no entanto, nunca foi adotado de forma oficial. Com BdF.

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‘Sem o Bolsa Atleta a gente não ia ver 50% do que está vendo em Paris’, afirma Diogo Silva

Bem Viver traz um bate-papo com a estrela do taekwondo brasileiro, que agora está no Ministério do Esporte.

Há exatos 20 anos, o Brasil era marcado por dois momentos históricos: um no tatame das Olímpiadas de Atenas e outro na política pública para o esporte.

Em agosto de 2024, o atleta Diogo Silva perdeu na semifinal do taekwondo dos Jogos Olímpicos da Grécia, mas aproveitou o momento, até então nunca antes alcançado na modalidade pelo Brasil, para mandar um recado.

Ele vestiu uma luva preta e ergueu o punho, repetindo o histórico gesto dos Panteras Negras, o grupo ativista do movimento negro dos Estados Unidos. O mesmo gestou havia sido realizado anteriormente pela dupla de atletas estadunidenses John Carlos e Tommie​ Smith nos Jogos da Cidade do México, em 1968.

Na época, a pauta do protesto do lutador brasileiro foi a falta de estrutura para o taekwondo na Grécia. Desde então, a modalidade cresceu e, paralelamente, também cresceu o incentivo ao esporte.

Também há 20 anos, o primeiro governo Lula criou o programa que, por meio do Ministério do Esporte, se tornaria um dos mais importantes do mundo em termos de apoio individual aos esportistas, o Bolsa Atleta.

Se o protesto do atleta e a criação do programa são causa e consequência não se sabe, mas ficou a ligação no tempo e na história, que também marca a trajetória de Diogo.

“Eu fui um dos beneficiados, entrei no programa em 2005. Ver o crescimento desse programa e sua manutenção é um motivo de muito orgulho”, pontua ele.

*Brasil de Fato

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É ouro no vôlei de praia; Ana Patrícia e Duda vencem o Canadá

Dupla n°1 do mundo, Ana Patrícia e Duda enfrentaram as canadenses Melissa e Brandie e venceram o ouro olímpico no vôlei de praia.

Após oito anos, o Brasil voltou ao pódio do vôlei de praia em Paris 2024. Nesta sexta-feira (9/8), Ana Patrícia e Duda enfrentaram a dupla canadense Melissa e Brandie e conquistaram o ouro olímpico da modalidade após vitória por 2 sets a 1.

As brasileiras reeditam a vitórias nos Jogos Pan-Americanos de Santiago em 2023. Ana Patrícia e Duda foram medalha de ouro justamente contra a dupla canadense, por 2 sets a 0 no último ano.

Líderes do ranking mundial, Ana Patrícia e Duda bateram Tina e Anastasija, da Letônia, pelas quartas de final, e as australianas Mariafe e Clancy, na semifinal, no caminho até a final.

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Ouro: Ana Patrícia e Duda vão à final do vôlei de praia nas Olimpíadas

Ana Patrícia e Duda, dupla n°1 do mundo no vôlei de praia, garantiram vaga na final ao vencer as australianas Mariafe e Clancy nesta quinta-feira (8), em uma partida acirrada. O confronto, marcado por intensas trocas de pontos, teve seu primeiro set decidido nos detalhes, com as australianas levando a melhor por 22 x 20.

No segundo set, as brasileiras, mais atentas, retomaram o ritmo e, com uma defesa sólida de Duda, asseguraram a vitória por 21 x 15, forçando o tie-break. No set decisivo, a disputa seguiu equilibrada, mas, com grande atuação de Duda, a dupla brasileira fechou o jogo com uma vitória de 15 x 12.

Agora, Ana Patrícia e Duda avançam à final, onde enfrentarão a dupla canadense Melissa e Brandie, nesta sexta-feira (9), às 17h30 (horário de Brasília), em busca da medalha de ouro.

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Rebeca Andrade, 2 x prata!

Rebeca Andrade conquistou mais uma medalha de prata em Paris 2024, consolidando-se como uma das maiores medalhistas olímpicas do Brasil. Com dois saltos impecáveis e graciosos, ela garantiu sua quinta medalha olímpica, igualando-se aos velejadores Torben Grael e Robert Scheidt no panteão dos heróis olímpicos brasileiros.

ÉVencedora em Tóquio 2020, desta vez Rebeca ficou atrás apenas de Simone Biles, que executou o salto Biles II, considerado impossível por muitos. A americana mais uma vez desafiou a gravidade, realizando um elemento que só ela consegue. Sua compatriota Jade Carey conquistou a medalha de bronze.

Com suas notas na final do salto em Paris 2024, Rebeca Andrade alcançou 15.100 com seu Cheng, enquanto Simone Biles obteve 14.900 no mesmo salto. No segundo salto, Rebeca apresentou um Amanar deslumbrante, recebendo 14.833 e terminando com uma média de 14.966. No entanto, Simone Biles, com seu Biles II de dificuldade 6.4, conseguiu uma nota de 15.700 e uma média de 15.300, garantindo o ouro.

Vestindo um collant branco decorado com pedrinhas azuis, Rebeca encantou a Bercy Arena com um Cheng impecável, atingindo a nota de 15.100 para um salto com dificuldade 6.4. No Amanar, de dificuldade 5.4, ela repetiu a performance que lhe garantiu o ouro em 2020, obtendo 14.833 e fechando com uma média de 14.966.

Simone Biles iniciou com o Biles II, o salto mais difícil e impressionante da ginástica artística feminina, conseguindo 15.700. Com um Cheng igualmente belo, ela recebeu 14.900, finalizando com uma média de 15.300.

A prova começou com Valentina Georgieva, da Bulgária, que obteve 14.100 em seu primeiro salto, de dificuldade 5.0, e 13.866 no segundo, com dificuldade 4.8, alcançando uma média de 13.983. Chang An, da Coreia do Norte, apresentou um DTY cravado, conseguindo 14.066 e, em seguida, um Cheng, recebendo 14.366 e finalizando com uma média de 14.216.

A canadense Shallon Olsen alcançou 13.366 com um Cheng e um DTY, enquanto sua compatriota Elizabeth Black obteve médias de 13.933 com 14.100 e 13.766 nos respectivos saltos.