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Mundo Opinião

A decadência norte-americana já passa de meio século, mesmo com todas as atrocidades que cometeram pelo mundo

É lógico que alguém ganha com as invasões, guerras, genocídios e destruição em massa provocados pelos Estados Unidos, mas não é o país.

A decadência norte-americana berra aos quatro cantos do mundo não só pela ascensão de países asiáticos, como China, Japão, Coreias do Sul e do Norte, quem está matando os EUA é o próprio.

Detroit virou uma sucata depois de ser considerada o eldorado do capitalismo por cultura única e exclusiva da política predatória dos EUA e, se houve alguma recuperação, mais fantasiosa do que real, ela segue catando cavaco. O que é pior, os bilionários, que sugam vários países mundo afora, têm os próprios EUA como sua principal vítima que, certamente, se transformará em pouco tempo num grande cemitério industrial.

A atual desindustrialização norte-americana, que segue produzindo a ruína do país, não teve quelquer reversão com as políticas alopradas de Trump.

Assim como o roubo do petróleo da Venezuela também não fará qualquer mudança na derrocada tsunâmica do império em franca decadência há mais de meio século.

O slogan de Reagan, em 1981, já apontava que o país estava mal das pernas, que tropeçava em seu próprio calcanhar de aquiles.

De lá para cá, promoveram uma política de terra arrasada em vários países de vários continentes, e nada de bom aconteceu com as terras de tio Sam, a ponto de, em plena pandemia não só depender da China para fabricação de respiradores, mas também de algo até primitivo, máscaras para a própria população.

Os Estados Unidos estão afundados numa dívida pública que os levará à bancarrota e arrastará com ele boa parte do mundo. Não haverá exército, drones, bomba atômica que salvarão o ex-império.

A frase de Reagan “Make America Great Again”, “Torne a América grande novamente”, já mostrava que a economia norte-americana já estava em modo desespero. Daí a globalização neoliberal que acabou por servir muito mais à economia, na época, ainda periférica, da Chins para se transformar na grande potência econômica do mundo, de quem os EUA são cem por cento dependentes, até para produzir seus cacos industriais.

Dos sistemas, o que interessa é o resultado concreto, por isso, chega a ser cômico o clichê de Trump, decalcado de Reagan, para desglobalizar a economia, “Make America Great Again”.

Isso mostra como os EUA estão perpetuando sua derrocada, num Estado marasmático, estúpido e autoaniquilador.

Os Estados Unidos, nesse último meio século, está de fato inclinado a se autodestruir com uma montanha cumulativa de absurdos que desempenham papel crucial na tragédia estadunidense, mas parecem insistir nesse autoflagelo.

O tempo de 50 anos não abriu os olhos dos norte-americanos, porque seguem na sua autosabotagem com um vigor trumpista impressionante.

O petróleo, que já foi o sangue da economia daquele país e alvo da indústria moderna e aé mesmo a eficiência do seu poder militar de sobeania e dominação, hoje, mostra uma fúria às avessas.

O ex-império do mundo, por meio de um Exército dominado por uma lógica de autofagia, parece que desenvolveu uma ténica infalível de proteção que, ao fim e ao cabo, está conduzindo à autodestruição.

Todos os atos mais elementares da vida econômica do país, viraram pó, com consequências absolutamente nefastas, além da total falta de eficiência, fácil de ser tratorado por qualquer país minimamente organizado na geopolítica global.

Enfim, é só pegar os dados das últimas cinco décadas e, logicamente, de todas as guerras promovidas pelos EUA para servir a seus interesses, não se importando com qualquer traço humano e civilizatório de outras populações, para concluir como chegaram a isso.


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Opinião Política

Diante de mais uma crise provocada por Trump, basta que Lula seja o Lula

No Brasil, o que mais deixa irritada essa xepa de direita, chamada bolsonarismo, é se deparar com a realidade nua e crua.

O que tem Lula de gênio político e, como tal, reconhecido no mundo, Trump tem de burro.

Lula é o que se pode chamr de solista de sete instrumentos, sem qualquer economia. É uma mistura de contista com sociólogo, de romancista com um inexorável contador de histórias brasileiras, no Brasil e no mundo.

Trump, além de infantil, é árido, até em suas abstrações econômicas que, na prática, ao invés de reduzir, cria grandes problemas ao país que governa.

É fundamental destacar esse confronto de posições diante do mundo contemporâneo.

Lula só apresenta soluções claras e precisas para qualquer caso no mundo moderno. Tump é um ferro velho da era do petróleo, que vive dos mortos dos supostos anos dourados dos EUA, apelando diretamente para sentimento de superioridade sem qualquer traço de criatividade fora da velha corrente do imperialismo ianque.

Lula é um produto exclusivo do coração, o grande e inesgotável coração brasileiro.

Ao contrário, as ideias deTrump, além de não terem nada de práticas, são dignas de um pensamento militante carregado de slogans e vazias de resultados, sempre sendo guiado por preocupações individuais, restritas a impulsos particulares sem qualquer objetivo prático para o todo da sociedade e, sobretudo, para o mundo.

Por isso, os dois não coincidem e só não se chocaram durante a crise das tarifas, porque Lula carrega com ele um idealismo prático de progresso material para o povo brasileiro, sem se esquecer de compartilhar ganhos em suas parceiras políticas e comerciais mundo afora.

Lula tem um idealismo que se nutre nas relações afetivas, do alto pensamento e da visão geral e ampla de um mundo melhor para todos. Não leva a mal, mas o homem é foda, incomparável! Seja com suas preocupações humanas, materiais e até com seus objetivos mercantis.

Esse é o principal traço da psicologia brasileira que Lula carrega consigo.

O resultado é um espetáculo de grandeza que irradia por onde ele passa nos quatro cantos do Globo.

Mas a coisa vai além. Explico: o pensamento de Lula, e vimos isso na crise das tarifas, é regenerar pontes destruídas por adversários e, ao contrário, construir grandes perspectivas e amplas possiilidades de parcerias.

Some isso à história de fracasso de Donald Trump no mesmo quesito para entender o grande valor moral e estratégico de Lula, que soube fugir dos extremos e administar a crise de forma silenciosa  profundamente cirúrgica.

A ação nefasta do imperialismo de Trump não encontrou em Lula qualquer ação contrária, como vimos, Lula esperou o resultado desastroso do acúmulo de lambanças de Trump para, no momento certo, tomar uma atitude objetiva em favor do Brasil diante de um papel internacional negativo que Trump quis impor ao mundo.

Com uma ação inapelavelmente inteligente  e de forma consciente, Lula usou um simplismo até primário, mas principalmente muito mais complexo, sabendo esperar o  bufão se esbaforir e cair de joelhos a seus pés.

Ou seja, Lula, com toda a história política anti-imperialista que viveu, soube esperar os efeitos externos de uma tática protecionista em nome de um nacionalismo arcaico que assanhou Trump, para que a verdade se colocasse acima dos arrotos de Trump a partir do código de xenofobia e histeria.

O resultado foi a substituição do confronto de Trump contra o Brasil por condições particulares altamente favoráveis ao mesmo Brasil.

Foi assim, no silêncio, que Lula se manifestou, e a história do Brasil, diante de uma grave medida dos EUA, avançou e adquiriu fisionomia de país que sabe o que faz com a bola no pé.


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Opinião Política

Trump se comporta não como um chefe de Estado, mas como líder de hospício

Tenho lido umas análises hiperbólicas, sem trazer concretamente uma perspectiva dos resultados práticos da alucinação de Trump, que se comporta como um Hitler tardio..

O que se fará aqui são perguntas sobre esse nonsense total, anunciado por Trump neste sábado.

No Brasil, quem vibrou efusivamente com a invasão terrorista do Exército norte-americano na Venezuela e o sequestro de Maduro?

Todos sabemos, só os bolsonaristas mais pirados, só os tresloucados restanes da terra plana que rezam para pneu e, com celuar na cabeça, procuram por ETs, ou seja, o hospício brasileiro, que engloba boa parte de neopentecostais, conduzidos por pastores pedófilos, estupradores e por aí vai.

É aquela mesma gente, que se diz cristã, mas que apoia o genocídio em Gaza, promovido pelos EUA e Israel, este mesmo Estado que essa gente diz ser cristão.

É esse caldo de lunáticos que troca ideia com Saci Pererê, mula sem cabeça, entre outras figuras das trevas mentais, que soltaram fogos para o tresloucado, Donald Trump.

Por que fizeram isso?

Porque siplesmente eles não têm ideia de quem são, aonde estão e para onde vão.

Diria que esse é um retrato definitivo do que vimos neste sábado, após Trump comer uma tigela de cocô, ao vivo e a cores, diante dos olhos do mundo.

Mas faremos algumas perguntas:

O povo venezuelano aceitará passivamente que Trump roube o que a Venezuela tem para sobreviver, mesmo que precariamente, que é o petróleo?

Isso ampliará o mercado norte-americano na América Latina como é aventado por muitos analistas afobados, para comprar e vender o quê?

Mercado se faz à bala?

Obrigará as populações da América Latina a consumir os caríssimos produtos dos EUA quando elas não têm poder aquisitivo para se segurar em pé?

Como o super Trump lidará com essa realidade que ele não tem bala comercial para brigar por 1% de espaço para brigar com a China nas plataformas de vendas online?

Ninguém faz comércio por decreto. Ou tem um produto competitivo ou está morto. Essa é a regra do jogo.

Alguém acha que o Veio da Havan deixará de vender bugiganga chinesa para vender eletrônicos norte-americanos porque Trump invadiu a Venezuela?

O que é imperatino na vida como ela é, é a própria dinâmica do mundo, sobretudo nas relações comerciais, e isso não será tocado ou modificado um milímetro sequer.

Nesta segunda, a 25 de março, em São Paulo, seguirá empencada de mercadorias chinesas acessíveis à população brasileira, e os EUA continuarão sem conseguir vender no Brasil uma mísera agulha, porque não tem preço, porque tem uma economia obsoleta para enfrentar uma disputa comercial no mundo.

Trump é o maior cavalo de troia que os EUA produziram contra a própria nação.

As tarifas impostas por Trump são didáticas, quem pagou o pato dessa loucura, foram os norte-americanos, empresários, consumidores, enfim, cidadãos daquele país.

Deu merda e da grossa!

Agora, vem o idiota, tira esse coelho morto do cartola empoeirada e, como o grande pimpão do mundo, anuncia um golpe de Estado, seguido de sequestro do petróleo venezuelano.

Então, vem a pergunta até tola, o que os EUA farão com mais petróleo além de coisa nenhuma?

Só o fato de Trump, em seu pronunciamento, dar ênfase 18 vezes ao  petróleo, em pleno 2026, quando o mundo busca cada vez mais soluções energéticas limpas e renováveis, já mostra que o sujeito é um caduco de pedra.

Por mais que os EUA tenham tido líderes e presidentes facínoras para sustentar o império, ninguém se mostrou com o nível de loucura sequer parecido com esse maluco careteiro.

É só olhar para the day after para perceber que não tem a página 2 nessa história. E se tem alguém que deve ficar de verdade em pânico, são os próprios norte-americanos, que têm no comando do país, em plena derrocada econômica, um idiota falastrão que, a essa altura do jogo comercial do mundo, não sabe quem é a bola.

Quer coisa mais jurássica que invadir um país para roubar petróleo?

Trump só assinou uma confissão de fracasso como líder de um império morto.

Trump não vai piorar o mundo, só continuará a piorar os EUA para os norte-americanos, como fez com suas amalucadas tarifas e foi obrigado a recuar.

Trump acusa Maduro de inundar os EUA de drogas, o remédio é roubar o petróleo do povo pobre da Venezuela?

Em que lugar do planeta, além dos bolsonaristas mais aloprados do Brasil, alguém apoiará uma meleca como essa?


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Opinião

Num pais que vaia até um minuto de silêncio em estádios, a pesquisa Quaest tem validade zero

No Globo de hoje, a Quaest manda uma quaestada para servir a patrãozada que lhe encomendou a maçaroca.

É o velho ditado, “quem paga a orquestra, escolhe o repertório”

Então, o Globo sapecou na primeira página como um julgamento supremo do povo brasileiro sobre as eleições de 2026: ” maioria quer Bolsonaro e Lula fora da disputa de 2026″

Lógico, os Marinho querem a tal terceira via, a via de Tarcísio, que é a mesma de Bolsonaro. O rastejante lambe-botas do clã é o homem que reproduz a alma do governo Bolsonaro, até porque foi parte dele e, como ministro, produziu o que o governo genocida realizou: zero!

Mas ele tem a palavra mágica na ponta da língua: privatizatudo! ou pobretemquemorrer!

Para os barões da mídia o Brasil não é um país, é um balcão de negócios e pobres não podem fazer parte disso. Só dão “prejuízo”

Em síntese, esse é o tijolo solado esculpido pela Quaest sob encomenda para os que cantam a pedra do jogo político da direita brasileira.

Um monumento de falsificação estatística que plasma a vida dos brasileiros a partir de um cardápio inútil, carregado de infidelidade e sabotagem.

Em última análise, o encomendrometro da Quaest para os Marinho tem endereço certo, Tarcisio-Derrite e PCC.

O truque da “terceira via”, que é a mesma via de Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome e à fila do osso com 34 milhões de brasileiros na mais absoluta miséria incluindo milhões de crianças e bebês.

A Quaest não mede números. Mede o que o patrão quer ouvir.
Sim, a Quaest foi fundada por ex-Ibope e tem contratos com CNN Brasil, GloboNews e Banco Genial — todos alinhados ao establishment.

Quando o cliente é patronal, o repertório é imoral.


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Opinião

Bandalha sionista: Sequestro dos ativistas da flotilha pelo Estado pirata de Israel retrata a crrueldade assassina de crianças

Pedro Dória, fundador e editor do Meio e também colunista do Globo e Estadão, não tem importância nenhuma a não ser a de transmitir ou replicar o senso comum tanto das redações quanto o que é defendido pelo sionismo nesses ambiente.

Dizendo-se sionista fervoroso, Pedro Dória saiu com uma pérola cantada pelos pares, dizendo que o grito cada vez mais forte por uma Palestina Livre é, na verdade, um grito antissemita.

Ou seja, esses crápulas que apoiam a carnificina em Gaza, sobretudo de crianças, bebês e mulheres, defendida dentro e fora de Israel pelos monstros sionistas. perderam a narrativa de décadas e partem para dar socos no ar e apanhar na cara da comunidade internacional, assim como no Brasil onde cada dia Israel é profundamente criticado e comparado à Alemanha Nazista.


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O deboche com os ativistas da flotilha é um claro sinal de destaque de que Israel já perdeu e busca essas soluções práticas que pioram ainda mais a sua destroçada imagem no planeta.

A história, todos sabemos, é um processo contínuo do que se fez no passado com o objetivo utilitário de nortear o futuro.

Assim, Israel com essa covarde e cruel política de extermínio palestino, como se fosse um recreio, diante do planeta que não há como silenciar, vai se degradando dia após dia, ano após ano, até virar um ovoide diplomático e perdendo até o espaço para existir.

A visão de conjunto que o mundo tem de Israel, hoje, é de um Estado assassino, que acha feliz a ideia de sacrificar crianças e bebês em nome de um colonialismo áspero, extremamente violento e racista até o limite do desumano, perverso, frio e imoral.

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Opinião

Deu tudo errado

Para quem queria criar a imagem de uma Ferrari política natentativa de  se cacifar a candidato presidenciável, vazou óleo no carnê e a imagem de Eduardo Bolsonaro solou.

Zambelli contribuiu para banalizar e desqualificar a “fuga” espetaculosa de Eduardo para os EUA. Fuga, diga-se de passagem, do nada.
Foi para os EUA na condição de turista.

Só depois de muita futrica brejeira, arrumou encrenca com a justiça brasileira.

Eduardo não ganhou nada além dos dois milhões que o filhinho de papai papou para gastar à vontade nas terras trumpistas. Na verdade, perdeu.

Está menor, e bem menor do que quando saiu do Brasil para fazer fumaça e espuma política nos EUA.


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Se queria se transformar num Apolo político, reduziu sua imagem a uma representação banal, opaca, um ícone as avessas.

Adicione isso ao fracasso total do governo Trump, quem Eduardo queria usar como mula eleitoral.

Trump, em termos de merda, não perde um dia sem promover lambanças nos EUA, numa trajetória das mais falidas na história do império.

Nada, rigorosamente nada deu certo em sua diabólica plataforma governamental.

As tarifas viraram um fardo para os americanos, as deportações uma batata quente para quem prometia a volta dos anos dourados devolvendo os EUA para a idade do ferro.

Sem mão de obra estrangeira, os EUA não param, mas também não andam.

As porteiras fechadas são muito mais caras aos EUA do que a política do “deixa rolar”

Trump não entregou nada que seja objeto de mudanças em seu governo. O sujeito só espalhou farinha pelo chão da cozinha deixando o americano médio apavorado com os rumos do país.

Literalmente, o ovo, tão caro ao café da manha yankee agourou.

Para piorar o picadeiro de UFC entre ele e Musk virou novela de baixíssimo nível. O treco se transformou numa poça alagadiça sem hora para secar.

Assim, o “cabo eleitoral”, Trump, hoje uiva retransido em seus próprios demônios e não empolga nem bolsonaristas.

Eduardo tem as mãos furadas por uma série de ratas que cavou ou o destino buraquento lhe reservou.

Isso significa que Jair Bolsonaro fica ainda menor rumando para o ínfero, enquanto Eduardo virou uma paródia do pai que praticamente se encontra com os dois pés na Papuda.

Por isso presenciamos um bolsonarismo cada dia mais muxoxo.

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Não existe teoria econômica em agiotagem; agiotagem é teoria do crime. Alguém precisa dizer isso ao presidente do Banco Central

Qual é, na prática, a diferença de um banqueiro para um miliciano?

Sim, porque essa é a principal atividade “econômica” da milícia.

Privatizar o Banco Central para os abutres do sistema financeiro foi o mesmo que privatizar o BC para os milicianos.

Não é sem motivos que Bolsonaro, o padroeiro da milícia nativa, entregou o BC para a Faria Lima como se estivesse entregando para Rio das Pedras.


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Não tem nada de técnico nisso.

Não precisa sequer saber ler para ser agiota e ficar rico às custas do povo.

Pobre não pode ser agiota, oficial ou não.

Então, é sobre seu pescoço que os juros da agiotagem bancária crava seus dentes de chumbo.

Agora, de posse da IA, o especulador deita e rola sem qualquer esforço para viver enriquecendo pela teoria econômica do menor esforço e as leis do mercado, que não passam de especulação em estado puro.

Pois é, fica combinado que o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, é só mais um pau mandado dos banqueiros que operam 24 horas por dia para extrair o máximo de sangue do trabalhador.

Qual a diferença comportamental do miliciano nas favelas onde a agiotagem é seu mais rentável meio de extorsão e enriquecimento ilícito?

Trocando em miúdos, a diferença entre banqueiros e agiotas está na legalidade, regulamentação e métodos de cobrança.

Enquanto bancos exploram vulnerabilidades do trabalhador com juros abusivos e práticas coercitivas, a agiotagem faz o mesmo nas periferias e favelas contra as camadas mais pobres da população.

Onde tem teoria econômica nisso? Pior. Qual a diferença de Galípolo para Campos Neto?

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Na liberdade de pensamento eu estou com Bolsonaro. Eu, por exemplo, penso que Bolsonaro está envolvido até o talo na morte de Marielle

É crime achar que a morte de Adriano da Nóbrega foi queima de arquivo do clã Bolsonaro?

Tenho que ter o direito de expressar meu pensamento sobre a prensa que Moro deu no porteiro para mudar de versão, já que entregou seu Jair da casa 58, dizendo que ele é quem deu a ordem para o comparsa do miliciano e revendedor de fuzil, Ronnies Lessa, entrar no Vivendas da Barra no dia em que o vizinho de Bolsonaro assassinou Marielle.

Cometo algum delito por gargalhar da desculpa que Flávio Bolsonaro deu ao comprar uma mansão das mais caras de Brasília, que hoje vale mais de R$ 20 milhões, com dinheiro de trufas de chocolate?


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É infração eu achar que Eduardo e Carluxo foram parar no clube de tiro da deputada da tiara, a sulista, Julia Zanata, para se encontrar com Adélio para armarem, a oito mãos, a farsa da facada sem sangue e sem faca?

Ora, deixa-me expressar meus pensamentos em paz. Só de Bolsonaro, o que não me falta é pensamento sobre seus possíveis crimes.

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Qual o motivo da mídia não perguntar por que Trump faz tanta lambança contra o neoliberalismo globalizado

O que a seita neoliberal prega na mídia brasileira de frete, foi pras picas no clero capitalista.

O Estado, tão atacado pelos nossos professores do deus mercado, como Armínio Fraga virou âncora dessa meleca toda que não tem como dar ré.

Trump é maluco, mas não é doido.

Antes de Trump, muitoa presidentes noerte-americanos prometeram a volta dos “anos dourados” dos EUA, mas a coisa só piorou e a China só avançou com sua política fortemente estatal sobre o mercado global.

Agora o “anti-estatal” EUA, é o Estado em forma de economia, agindo de forma que nem a mais estatizada economia chegou a tanto.

E a tampa da latrina ainda nem foi aberta nas economias neoliberais do planeta.

Na hora em que a fatura chegar, a cobra vai fumar.

No Brasil, essa gente ainda coloca microfones e holofotes para os Armínios e congêneres sapecarem a velharia “teórica” da nova ordem de Reagan e Thatcher.

A mídia brasileira, em grande parte, não questiona profundamente as ações de Trump contra o neoliberalismo globalizado, porque está alinhada a interesses econômicos e ideológicos que favorecem a manutenção do status quo neoliberal.

Muitos veículos são financiados ou influenciados por grupos que lucram com a narrativa do “Deus mercado”, e evitam análises críticas que exponham contradições ou revelem o colapso dessa doutrina.

Além disso, há uma inércia intelectual: figuras como Armínio Fraga, ligadas ao consenso neoliberal, continuam sendo tratadas como oráculos, mesmo quando suas ideias não explicam a realidade atual.

Trump, apesar de sua retórica caótica, percebeu algo que outros líderes ignoraram: o neoliberalismo, com sua globalização desenfreada, desindustrializou os EUA, enfraqueceu a classe trabalhadora e pavimentou a ascensão da China, que combina controle estatal com integração ao mercado global.

Ele não é “maluco” no sentido de desconexão total: suas políticas protecionistas e intervencionistas (tarifas, subsídios, sanções) são respostas pragmáticas a uma crise que o establishment neoliberal não soube enfrentar.

Os EUA agem como uma economia altamente estatal, paradoxalmente, enquanto pregam o oposto.

A mídia brasileira não explora isso porque, confrontar o fracasso do neoliberalismo, implica questionar os dogmas que sustentam o poder local.

Reagan e Thatcher venderam a ideia de que o mercado resolveria tudo, mas o resultado foi desigualdade, desindustrialização e dependência de cadeias globais frágeis.

A China, com seu modelo híbrido, expôs essa falácia, e Trump, goste-se ou não, está tentando reverter o jogo com medidas que contrariam a ortodoxia liberal.

Quando essa gente acordar se acordar, as economias neoliberais enfrentarão crises severas, e a insistência em velhas receitas só agravará o problema.

No Brasil, enquanto a mídia der palco a “Armínios”, o debate ficará preso à receitas teóricas que não querem saber da doença do paciente que já não dá conta da realidade.

Então, de fato, a cobra vai fumar, sambar e gargalhar na cara dos teóricos do coisa nenhuma.

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Opinião

A comovente história da mídia que odeia trabalhador, cobrando um presidente operário “pautas para os trabalhadores”

Eu vivi para ler na mídia linear e concatenada entre si, que Lula, o maior líder sindical da nossa história do Brasil, está em falta com os trabalhadores.

A homogeneidade da mídia é uma coisa inacreditável.

Nesse caso os discursos midiáticos querem simplificar ou distorcer a realidade para fortalecer políticas narrativas que interessam a patrãozada e nunca os trabalhadores, como é parte fundamental da história de nossa imprensa industrial. .

Isso é comum em contextos polarizados, onde os veículos de comunicação, dependendo de quem paga a orquestra, toca sua linha editorial destacando seletivamente falhas inventadas e não conquistas reais do governo em prol dos trabalhadores.

A história de Lula como líder sindical não é isenta de críticas, mas também não significa que ele automaticamente atenda a todas as demandas trabalhistas.

Governar envolve compromissos e limitações que variam do papel do sindicalista.

A mídia, por sua vez, não reflete de propósito a complexidade dessas dinâmicas, optando por narrativas que geram engajamento ou atendem a interesses políticos da direita, sempre.

Enfim, eu vivi para ver um buraco n’água da mídia como essa inacreditável “estratégia” de oposição.