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Terra arrasada: Propostas de Flavio são, anistia para o pai, escala 7×0 e trava na reforma tributária

Pré-campanha do senador já associa anistia, revisão tributária e flexibilização trabalhista

A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro começa a ganhar contornos mais claros no debate público. Até agora, as principais propostas e bandeiras associadas ao senador do PL passam pela defesa de uma anistia ampla para Jair Bolsonaro, pela suspensão da reforma tributária e pelo apoio à PEC 12/2026, proposta apelidada por críticos de “PEC da escala 7×0”, que flexibiliza regras trabalhistas e cria um regime baseado em horas trabalhadas.

Embora Flávio ainda não tenha apresentado oficialmente um plano completo de governo, o entorno político do senador já vem sinalizando quais deverão ser as prioridades da candidatura bolsonarista para 2026.

A fala mais explícita sobre o peso político da eleição veio do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em abril deste ano, ele afirmou que, se o partido não vencer a eleição presidencial, Jair Bolsonaro ficará “mais dez anos preso”. A declaração reforçou a leitura de que a disputa presidencial passou a ser tratada pelo núcleo bolsonarista como peça central para reverter a situação jurídica do ex-presidente.

A anistia é justamente o tema mais assumido publicamente por Flávio até agora. O senador já defendeu uma medida ampla para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro e afirmou que seria necessário “zerar o jogo” político no país. Em outra declaração, disse que só abriria mão de uma candidatura presidencial caso Jair Bolsonaro estivesse “livre e nas urnas”.

Na área econômica, a principal proposta divulgada pela pré-campanha envolve a reforma tributária. Segundo informações publicadas pela CNN Brasil e pela Folha de S.Paulo, a equipe de Flávio pretende apresentar uma PEC para suspender por um ano a entrada em vigor da reforma aprovada pelo Congresso.

De acordo com Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, a ideia seria “corrigir distorções” e rever exceções criadas no novo modelo tributário. O entorno do senador também passou a defender a redução da alíquota-padrão prevista no novo IVA.

O próprio Flávio já falou publicamente sobre revisar ou até revogar a reforma tributária aprovada pelo Congresso, sob o argumento de que seria necessário construir um sistema “realmente simplificado”.

No Senado, outra frente ligada diretamente ao senador envolve a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho. Flávio aparece formalmente entre os autores da proposta, que altera o artigo 7º da Constituição para permitir que trabalhadores escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo flexível baseado em horas trabalhadas.

Na prática, o texto abre espaço para contratos mais flexíveis, remuneração proporcional às horas efetivamente trabalhadas e possibilidade de acordos individuais entre empregado e empregador. Críticos da proposta passaram a apelidar a PEC de “PEC da escala 7×0”, argumentando que o texto flexibiliza direitos trabalhistas e amplia a precarização das relações de trabalho.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, a proposta ganhou força política após ser despachada rapidamente pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para análise da Comissão de Constituição e Justiça. O movimento ocorreu enquanto a PEC do fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara, permaneceu sem despacho imediato no Senado, gerando críticas de parlamentares governistas e centrais sindicais.

As três frentes — anistia, revisão da reforma tributária e flexibilização das relações de trabalho — passaram a concentrar parte importante do debate em torno da pré-campanha presidencial do senador do PL e já desenham os primeiros contornos políticos da candidatura bolsonarista para 2026.


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Política

O filhote da Ditadura

A biografia do “jornalista” Paulo Figueiredo é uma só, é netinho do último ditador brasileiro, João Figueiredo.

Isso basta para entender por que partiipou ativamente do ataque à democracia brasileira, par e passo com o clã Bolsonaro.

Esse mesmo filhote da ditadura, que está nos EUA como fugitivo, operando contra o Brasil, contra a indústria nacional, contra o povo brasileiro, junto a um canalha que prometeu aos americanos a volta dos tempos de bonança do império que em tudo mandava.

São duas notícias que é preciso dar em torno desse duende de jardim. Uma é essa breve apresentação do vigarista golpista. A outra, é que as táticas de ataque ou contra-ataque do clã Bolsonaro estão cada vez mais pífias diante do escândao de corrupção envolvendo o Master de Vorcaro e o clã, comandado por Jair Bolsonaro e que, vendo-se diante dos últimos horizontes, busca cartucho de balas usadas.

Mas isso não importa para uma parcela de cínicos no Brasil, que sempre contemplou ditadores e políticos escroques de direita.

É uma realidade que estava fora da agenda de Bolsonaro, até porque sua liderança hoje é contestada por vários personagens da politica que, antes, lhe rendiam uma subserciência papal.

Não, não foi Bolsonaro quem destruiu a direita, foi ela com seu neoliberalismo tecnocrata nos anos de ouro de Collor, Itamar e FHC que se auto destruiu com a destruição da economia brasileira, na famosa privataria e uma série de planos que sempre recaiu a fatura  no lombo do povo brasileiro.

É disso, desse campo de terra arrasada que surge o rato Bolsonao, que viveu do resto da ditadura de Figueiredo, passando pelo governo Sarney, chegando ao governo FHC, para liquidar, de maneira irreversível qualquer tentativa de ressuscitar o poder dos neoliberais.

Foi preciso ter dois golpes de Estado, em Dilma e em Lula, para Temer e Bolsoaro, dois ratos do lixo da direita, chegarem ao poder e, depois, serem novamente derrotados por Lula. Daí bucaram, como saída, um novo golpe de Estado aos moldes de 1964 para manter Bolsonaro no poder.

Uma coisa é certa, essa gente não desistirá e fará isso para se  proteger como aqueles ratos que vivem em frestas esperando o anoitecer para agir.

O que aqui se quer dizer é que Jair Bolsonaro continua orquestrando as ações do seu clã e afins como Paulo Figueiredo, justamente por ter nascido como militat durante a ditadura, de onde surgiu seu louvor ao torturador, pedófilo, Brilhante Ustra.

Então, eles buscarão um alinhamento cada vez maior com Trump, por uma solução que prejudique o Brasil e breque, de alguma forma, o que está sendo descortinado sobre Vorcaro e Banco Master, que teve início justamente no governo absolutamente corrupto de Bolsonaro, que rendeu dinheiro que passa e muito da casa dos bilhões à gleba de vigaristas do mais baixo  nível e periculosidade para tentar voltar ao poder na base do custe o que custar e, ao mesmo tempo, enriquecer-se ainda mais.


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Política

Bacellar tenta acordo de delação e leva terror à campanha de Flávio Bolsonaro

O ex-deputado Rodrigo Bacellar, preso há pouco mais de dois meses, iniciou negociações para colaborar com a Polícia Federal em investigações relacionadas à sua atuação política no estado do Rio de Janeiro.

Segundo o blog Agenda do Poder, ele decidiu apresentar detalhes sobre supostos esquemas que teriam funcionado nas secretarias estaduais de Educação e de Fazenda durante a gestão de Cláudio Castro. De acordo com o relato, um esboço da proposta de delação já foi preparado e encaminhado para análise preliminar das autoridades responsáveis pelo caso.

Entre os documentos apresentados, há um anexo dedicado exclusivamente à origem dos recursos que, segundo a investigação, teriam sido utilizados para o pagamento de mesadas a parlamentares ligados ao seu grupo político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A colaboração também incluiria informações sobre a relação de Bacellar com o ex-secretário de Governo André Moura. Os detalhes que seriam apresentados ainda estão sob avaliação e fazem parte das negociações em andamento entre a defesa do ex-deputado e os órgãos responsáveis pela investigação.

As tratativas ocorrem em um momento em que Bacellar enfrenta dificuldades para reverter sua situação judicial. Sem perspectiva imediata de mudança no quadro atual, a colaboração com as autoridades passou a ser considerada uma alternativa para avançar nas negociações envolvendo eventual acordo.

Um dos pontos ainda sem definição é o valor que poderá ser devolvido aos cofres públicos. Até o momento, não houve consenso sobre a quantia que faria parte de um eventual acordo de colaboração premiada. As estimativas mencionadas nas negociações apontam para um montante que pode alcançar aproximadamente R$ 300 milhões.

Se aprovada, a delação terá o potencial de implodir boa parte da classe política fluminense e causar um estrago de proporções inimagináveis na campanha de Flávio Bolsonaro, aliado de Bacellar – o ex-deputado preso era, inclusive, o preferido do senador do PL para disputar o cargo de governador do Rio neste ano.

*DCM


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Política

Carlos Bolsonaro deixa escapar crise na campanha de Flávio

Carlos Bolsonaro atacou publicamente a nova equipe de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Ele compartilhou um vídeo que critica a estratégia mais profissional e moderada adotada por Flávio, acusando-a de afastar os apoiadores mais radicais (“tias do zap e tios do churrasco”) em favor de uma comunicação mais palatável e corporativa.

Conflito familiar: Carlos, responsável histórico pela comunicação digital da família, interpretou a contratação da nova agência como uma tentativa de afastá-lo do controle da narrativa.

Estratégia em disputa: Flávio busca uma imagem mais moderada para conquistar eleitores em Santa Catarina; Carlos defende a manutenção do tom radical e da mobilização das bases mais extremistas.

Dificuldades no estado: A candidatura de Carlos Bolsonaro enfrenta resistências locais, questionamentos sobre domicílio eleitoral e a tradição catarinense de votar em nomes regionais.

Riscos para 2026: O racha expõe a dificuldade do PL em unificar discurso e evitar vaidades entre os herdeiros de Jair Bolsonaro, aumentando o risco de fragmentação do bolsonarismo.

Silêncio e consequências: Flávio não se manifestou. Eduardo Bolsonaro também manteve silêncio público. O episódio foi visto como mais um caso de autossabotagem familiar.

Esses episódios evidenciam as divisões internas graves que enfraquecem a coesão bolsonarista às vésperas das eleições de 2026.


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Política

Os inúteis antipetismo e o antilulismo são a marca da direita, sempre

A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.

Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.

Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.

Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.

Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.

Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.

Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.

Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.

Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.

Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.

O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.

 


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Alexandre Frota se oferece para pagar multa de jornalista processado por Carla Zambelli

Luan Araújo escreveu que Zambelli “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”.

O vereador de Cotia e ex-deputado federal Alexandre Frota manifestou apoio ao jornalista Luan Araújo e se ofereceu para quitar a multa judicial que pode levar à prisão do comunicador.

A decisão da Justiça de São Paulo determina a prisão de Araújo em razão do não pagamento de uma multa de R$ 2.216,30. O jornalista, que ficou conhecido nacionalmente após ser perseguido armada pela ex-deputada Carla Zambelli durante o segundo turno das eleições de 2022, afirmou nas redes sociais que não possui recursos para arcar com o valor.

Diante da situação, Luan iniciou uma campanha de arrecadação online para reunir o montante necessário e cobrir as despesas do processo.

Ao tomar conhecimento do caso, Alexandre Frota comentou uma publicação do jornalista e colocou-se à disposição para ajudar financeiramente.

“Vamos pagar a multa. Se quiser, pede ao advogado para me ligar.”

Jornalista perseguido por Zambelli de arma em punho é condenado por  difamação - Folha PE

A manifestação repercutiu entre seguidores dos dois e ocorreu em meio à mobilização de apoiadores de Araújo para evitar o cumprimento da ordem judicial.

O jornalista Luan Araújo, que ganhou notoriedade após ser perseguido armada pela ex-deputada federal Carla Zambelli em São Paulo na véspera do segundo turno das eleições de 2022, foi condenado em uma ação movida pela própria parlamentar.

A condenação está relacionada a declarações publicadas por Araújo no portal Diário do Centro do Mundo. No texto, ele afirmou que Zambelli é “seguida por uma seita de doentes de extrema direita” e que “faz parte de uma extrema direita mesquinha, maldosa e que é mercadora da morte”.

A defesa do jornalista recorre da decisão judicial e apresentou um habeas corpus, além de pedir a anulação da sentença proferida pelo juiz José Fernando Steinberg, responsável por converter a pena. Procurados pela reportagem, os advogados de Zambelli não se manifestaram. O espaço permanece aberto para posicionamento.

O episódio que envolveu Araújo e a ex-deputada ocorreu às vésperas da eleição presidencial de 2022 e resultou na condenação de Zambelli pelo Supremo Tribunal Federal. A Corte fixou pena de cinco anos e três meses de prisão pela perseguição ao jornalista.

Após a condenação, Zambelli deixou o Brasil e seguiu para a Itália, onde chegou a ser presa.

No fim de maio, entretanto, a Corte de Cassação italiana revogou o pedido de extradição apresentado pelas autoridades brasileiras e determinou sua libertação.

Além desse processo, a ex-parlamentar também foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por participação na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

*ICL


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Pesquisa

Pesquisa Ipsos: Otimismo sobe e 39% veem o Brasil no rumo certo

Melhora na economia e queda na inflação impulsionam salto no índice. Criminalidade, porém, segue como grande preocupação dos brasileiros conectados

A percepção de que o Brasil está no rumo certo cresceu entre os brasileiros conectados, aponta levantamento da Ipsos. O índice de otimismo registrou um salto relevante de sete pontos percentuais: saiu de 32% e alcançou 39% dos entrevistados, revelando uma mudança expressiva no humor social desse grupo.

Os dados constam da mais nova rodada do monitoramento What worries the world (O que preocupa o mundo, em português), conduzido pelo instituto em 30 países. Os novos números se baseiam em entrevistas realizadas entre 24 de abril e 8 de maio.

“Os resultados de maio mostram um Brasil relativamente mais estável e com melhora na percepção de rumo, contrastando com um cenário internacional ainda marcado por insegurança econômica, polarização política e tensões geopolíticas”, avalia o CEO da Ipsos no Brasil, Diego Pagura.

Alívio no bolso e queda da inflação

Essa guinada na percepção é atribuída à melhora na avaliação da economia e à diminuição da ansiedade em relação à inflação. Nos últimos 30 dias, a percepção sobre o estado da economia subiu quatro pontos, indo de 31% para 35%.

A preocupação com a alta dos preços caiu para 25% — oito pontos a menos em relação a um ano atrás. O alívio contínuo do bolso aliviou a tensão do brasileiro sobre o rumo geral do país. Temas como pobreza, saúde e impostos mantêm patamar estável de preocupação.

Brasil na contramão dos EUA

O cenário brasileiro contrasta na comparação com o dos Estados Unidos. Apenas 30% dos americanos aprovam a direção do seu país, o que representa uma queda de cinco pontos de abril para maio. Ironicamente, a avaliação positiva da economia no Brasil (35%) está próxima da média mundial, que é de 37%.

Esses resultados vão ao encontro de pesquisas anteriores, como o Datafolha, que já indicavam uma pequena melhora na percepção sobre a situação do país e até na avaliação do governo.

A sombra da criminalidade e da corrupção

Apesar do otimismo generalizado, nem todos os indicadores são positivos. A grande exceção de desgaste é a criminalidade e a violência, que lideram isoladamente as preocupações no Brasil com 48% das menções. Embora estável em relação à pesquisa anterior, o tema registrou alta expressiva de sete pontos no acumulado de um ano.

Preocupações com corrupção financeira e política (37%, dez pontos acima da média global) e meio ambiente (10%, acima da média global e americana) também permanecem em patamares elevados.

A pesquisa Ipsos aponta para um alerta metodológico importante ao refletir a visão dos brasileiros com acesso à internet, um perfil mais urbano e escolarizado, próximo do universo total, mas não exatamente igual. Vermelho.


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Política

Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH

Legislação alcança apenas os bons condutores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (5) a lei que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para bons condutores.

A medida autoriza a renovação sem custos para motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses.

A sanção presidencial ocorreu após o Senado aprovar a Medida Provisória (MP) 1327/25), criada em dezembro do ano passado pelo governo federal beneficiar os condutores.

De acordo com o Palácio do Planalto, cerca de 2 milhões de motoristas já foram beneficiados com a renovação automática.

Economia
De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a renovação gratuita já fez a população economizar R$ 854,8 milhões.

Confira as principais mudanças na renovação da CNH

  • Renovação da CNH: A nova lei garante a renovação automática sem custos para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNP).
  • Exames: Os exames de aptidão física e mental continuam obrigatórios. Os procedimentos só poderão ser feitos por médicos e psicólogos especialistas em medicina do tráfego e em psicologia do trânsito.
  • Custos: A lei tabelou os preços dos exames, que deverão ser fixados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, ficou instituído o reajuste anual dos preços dos exames pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

*Agência Brasil


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Política

Candidatura de Flavio vive seus momentos finais

O troço desandou de vez. Os “criadores do bolsonarismo” estão de frente para um problema intransponível.

Os anjos bêbados, sobreviventes dessa hecatombe fascista, estão sob choque, não há retoques possíveis, tal a limpidez do rolo de corrupção envolvendo Flavio, Eduardo e o próprio Bolsonaro com o Banco Master, já que tudo começou no governo do Jair, e o resto da tropa dos Bolsonaro, não titubeou em puro jogo de interesses que, como diziam os filósofos gregos “uma mão lava a outra”.

Ninguém sabe mais que rumo tomar, o que falar, o que berrar, pior, não sabe sequer o que odiar. Está faltando um mínimo de algo que nunca houve no mundo bolsonarista, criatividade, do contrário, não viveriam do antipetismo e do antilulismo.

A fase agora é outra, o inimigo mora ao lado, a culpa é do aliado tal, que deu declarações críticas tanto à esbórnia de Flavio com o Banco Master, o filme trash de Bolsonaro e a produtora, que entornou ainda mais o caldo nessa meleca toda.

Para tentar se limpar diante dessa pocilga, Flavio resolveu se borrar da merda do Trump, oferecendo até as cuecas do Brasil para o patrocinador do genocídio de Israel em Gaza.

Esse é um ponto interessante, porque, na Marcha para Jesus, no palanque não tinha um santo, e Flavio, referendando o genocídio de Isael, sobretudo os assassinatos de crianças e bebês palestinos, mandou um, viva Israel!

O sujeito está naquela de, se ficar parado, afunda, se se mover, afunda ainda mais. Não há corda possível que o tire da areia movediça, enquanto seu partido, entre trairagens e patetices, consegue transformar a tragédia em divertimento para quem detesta essa sopa de espertos e seus interesses miúdos.

Não há saída para Jair, Flavio, Eduardo, Carluxo e cia,, vão todos para o buraco, já que o inferno político dessa falange, está dois andares acima. Eles se encontram numa cova muito mais profunda.


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Pesquisa

Lula amplia vantagem e começa migração de votos bolsonaristas

Pesquisa Vox mostra crescimento de Lula, recuo de Flávio Bolsonaro e avanço de Caiado e Zema na disputa pelo eleitorado conservador

A mais recente pesquisa do Instituto Vox Brasil indica uma mudança relevante no cenário da sucessão presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42,1% das intenções de voto no primeiro turno, abrindo vantagem de 8,5 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 33,6%.

O movimento é significativo porque ocorre em meio a uma recuperação gradual da aprovação do governo federal e após uma sequência de episódios políticos que colocaram o bolsonarismo sob pressão. Desde meados de maio, Lula avançou quase oito pontos percentuais, enquanto Flávio perdeu quase três pontos, ampliando uma diferença que anteriormente era muito mais estreita.

Migração de votos fortalece nomes da centro-direita

O levantamento revela um fenômeno que começa a ganhar força na corrida presidencial: parte do eleitorado identificado com a direita parece buscar alternativas fora do núcleo bolsonarista.

Os principais beneficiados são o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo). Caiado alcança 6,9% no primeiro turno e aparece em empate técnico com Lula em uma eventual segunda rodada. Zema registra 5,1% e também reduz significativamente a distância em um confronto direto com o presidente.

A evolução desses números sugere uma fragmentação do campo conservador. Enquanto Flávio Bolsonaro perde apoio, candidatos da direita tradicional ampliam espaço entre eleitores que demonstram resistência ao governo Lula, mas também apresentam dúvidas sobre a viabilidade eleitoral do bolsonarismo.

Efeito Trump e desgaste do bolsonarismo
A pesquisa foi realizada após a visita de Flávio Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e depois da decisão norte-americana de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

Embora seja prematuro estabelecer uma relação direta entre esses acontecimentos e a movimentação eleitoral, os números mostram que o senador não conseguiu converter a exposição internacional em crescimento político. Pelo contrário: o levantamento registra perda de apoio justamente no período em que a agenda externa ganhou destaque.

Ao mesmo tempo, a defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas contra produtos brasileiros tornou-se um tema central do debate político, favorecendo o discurso adotado pelo governo federal.

Lula mantém força entre mulheres e baixa renda

A liderança do presidente continua sustentada por segmentos decisivos do eleitorado. Entre as mulheres, Lula abre vantagem de mais de 15 pontos sobre Flávio Bolsonaro. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, a diferença é ainda mais expressiva: 55,1% contra 23,5%.

O desempenho também permanece forte entre idosos e entre os eleitores com menor escolaridade, grupos que historicamente apresentam elevada participação eleitoral.

Já Flávio Bolsonaro mantém seus melhores resultados entre homens, eleitores de renda mais alta e setores com maior escolaridade, mas esses nichos têm se mostrado insuficientes para compensar as perdas registradas em outras faixas do eleitorado.

Segundo turno reforça tendência de recuperação
No cenário de segundo turno, Lula aparece com 47,8% contra 41,3% de Flávio Bolsonaro. O dado chama atenção porque representa uma reversão completa do quadro observado em maio, quando o senador liderava numericamente a disputa.

A pesquisa também mostra que quase 40% dos eleitores ainda admitem mudar de voto até a eleição, indicando que o cenário permanece aberto à argumentação de campanha. Ainda assim, os números atuais apontam duas tendências simultâneas: o fortalecimento da posição de Lula e a crescente disputa, dentro do campo conservador, pelos votos que tradicionalmente orbitavam em torno do bolsonarismo.

Reconfiguração da disputa de 2026
Mais do que uma simples vantagem numérica de Lula, a pesquisa sugere uma reconfiguração do tabuleiro eleitoral. O presidente consolida sua liderança enquanto a direita vive um processo de reorganização interna.

O avanço de Caiado e Zema indica que uma parcela do eleitorado conservador busca alternativas capazes de dialogar com a agenda econômica liberal e com pautas da direita sem carregar o elevado índice de rejeição associado ao sobrenome Bolsonaro.

Se essa tendência se confirmar nos próximos meses, a disputa presidencial poderá deixar de ser apenas um confronto entre lulismo e bolsonarismo para incorporar uma terceira variável: a concorrência pela sucessão da liderança do campo conservador brasileiro, claramente em derretimento em relação à família Bolsonaro. Com Vermelho.


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