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Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


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Política

Afundado em escândalos diários e descrença de aliados, Flavio Bolsonaro usa a proibição de Moraes de visitar o pai para produzir catarse da censura da cartinha

Flavio não está atolado numa areia movediça, o problema de atolamento não é a areia, é que a cada escândalo novo, é um balde de cimento que joga sobre si e sua campanha.

Aliado que vê cimento vindo, e virá muito mais, corre para não respingar nele.

É fato que, quanto mais o sujeito se rebate para explicar, mais afunda. Flavio é uma caixa de escândalos, e não de hoje, muitos deles como a rachadinha, têm nomes mimosos, mas suas mansões, as explicações não dadas, que havia prometido da parceria com o irmãozão Vorcaro de R$ 134 milhões, seguem mudas quase 40 dias além da data estabelecida pelo próprio para explicar o inexplicável.

Sem falar de viver como um político no modo, deixa eu explicar, desde sempre, Flavio tenta gritar junto com seus críticos, utilizando a proibição por Moraes das visitas a seu pai em função de sua campanha  antecipada via cartinha, fazendo com que o papai golpista asrrumasse um jeito de furar a ordem do STF de não estabelecer qualquer tipo de comunicação de dentro de sua invejável mansão luxuosa na sua suposta prisão do,iciliar..

Será que ninguém avisa a Flavio que ele está num buraco sem colete salva-vidas e não tem como sair?

Usando o clássico, me proibem, logo existo, e a portaria da casa vira palanque com edição de, não posso visitar meu pai.

Flavio segue a condição que muda seu status de senador para candidato genérico à Presidência da República, que depende da cartinha do papai para fazer campanha antencipada, e a proibição de Moraes vira combustível na esperança de produzir engajamento como o “não pode”, com argumento jurídico emocional e de marketing.

Na vitimização, Flavio tenta usar o não judicial em sim eleitoral. O que ele quer é transformar a decisão técnica de Moraes em novela trash.

Lógico, a comparação do pai com Lula não sai do roteiro, tentando criar um duelo de narrativas em que Lula, preso, sem qualquer prova de crime, tinha regalias dentro da prisão na PF em curitiba. Já o papai, com planos de golpe de Estado, assassinatos de Moraes, Lula e Alckmin e atos terroristas como o caminhão de combustível com bomba no aeroporto de Brasília, são coisas de pouca monta, do ponto de vista criminal.

Detalhe, tudo absolutamente comprovado, que desembocou no 8 de janeiro de 2023.

O fato é que Flavio está cada dia mais asfixiado pella quantidade de cimento que jogou sobre si e muitos, inclusive aliados, dizem que isso é apenas um aterro de concreto e que o pior sobre os escândalos de Flavio que ainda virão, dão conta de material para erguer um arranha-céu.

Assim, sua pífia interpretação de filho sensível contra a censura do pai imposta pelo StF, Flavio jura que essa charanga melodramática pode ser o ponto da sua virada de chave.


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Política

Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas ao pai

Campanha de Flávio Bolsonaro calcula prejuízos com proibição de visitas e reconhece impacto

A decisão que restringe visitas a Flávio Bolsonaro provocou preocupação entre aliados e integrantes de sua campanha, que já fazem contas sobre os efeitos políticos da medida. Nos bastidores, o entendimento é que a proibição produz um desgaste que vai além do aspecto jurídico, atingindo diretamente a capacidade de articulação política e a construção de uma narrativa positiva junto ao eleitorado.

A avaliação de pessoas próximas ao senador é que o episódio reforça a associação de sua imagem a investigações, controvérsias e questionamentos que vêm se acumulando nos últimos anos. Em um momento em que a pré-campanha buscava concentrar esforços na apresentação de propostas e na consolidação de apoios, o foco voltou a recair sobre temas que a equipe preferiria manter fora do debate eleitoral.

Aliados admitem reservadamente que a restrição dificulta reuniões presenciais, reduz a circulação de lideranças políticas ao redor do candidato e alimenta a percepção de isolamento. A preocupação é ainda maior porque adversários já exploram o episódio como evidência de fragilidade política e jurídica, ampliando seu alcance nas redes sociais e no debate público.

Outro temor é o impacto sobre possíveis alianças. Partidos e lideranças que ainda avaliavam um alinhamento com Flávio tendem a agir com mais cautela diante do cenário de incerteza. Em disputas majoritárias, a percepção de viabilidade costuma ser um ativo decisivo, e qualquer sinal de enfraquecimento pode acelerar movimentos de distanciamento.

A situação ocorre em um contexto já marcado por dificuldades para a campanha. Questionamentos envolvendo aliados, polêmicas recorrentes e a necessidade constante de responder a crises sucessivas têm consumido tempo e energia da equipe. Com a nova restrição, a avaliação interna é que será necessário reorganizar estratégias de comunicação e reforçar a atuação digital para tentar compensar a perda de espaço político presencial.

Embora publicamente os aliados minimizem os efeitos da decisão, nos bastidores o diagnóstico é menos otimista. A campanha reconhece que o episódio tem potencial para produzir danos duradouros à imagem do senador e dificultar a tarefa de convencer eleitores e lideranças de que sua candidatura permanece competitiva. Em um cenário eleitoral cada vez mais sensível à percepção pública, o prejuízo político pode acabar sendo maior do que o jurídico.


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Notícia

Por risco de fuga, Flávio, Valdemar, Sóstenes e Eduardo Cunha podem ter passaportes apreendidos

Deputado acionará a PGR após investigação revelar que caciques sem mandato controlavam milhões em emendas; “Existe a possibilidade de eles sumirem do país”, afirma

Deputado federal Reimont (PT-RJ) anunciou que protocolará nesta semana, junto à Procuradoria-Geral da República (PGR), um pedido de apreensão e retenção dos passaportes do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, do líder do partido na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha.

Em vídeo publicado nas redes sociais na noite deste domingo (12), Reimont afirmou que reforçará um pedido anterior contra Flávio e acrescentará os outros três nomes diante das revelações sobre um esquema de controle clandestino de emendas parlamentares.

“É alarmante ver o que a extrema direita tem feito, o que os deputados, deputadas e lideranças do PL têm feito. Portanto, esta semana, de maneira justificada, com argumentos robustos, eu vou pedir à PGR, mais uma vez, a apreensão, a retenção do passaporte do Flávio Bolsonaro”, declarou.

“Mas eu vou, neste meu pedido, acrescentar mais três nomes: o nome do Sóstenes Cavalcante, o nome do Valdemar Costa Neto e o nome do Eduardo Cunha”, prosseguiu.

O petista justificou a medida afirmando que existe risco de os envolvidos deixarem o Brasil.

“Vocês estão vendo aí as bandalhas crescentes desse pessoal. Existe a possibilidade de eles sumirem do país a qualquer momento”, disse Reimont, que pediu ainda que seus seguidores enviem outros nomes, desde que acompanhados de justificativas e argumentos.

“Tem que ter justificativa e tem que ter argumento, fazer uma coisa séria. Vai ser esta semana”, concluiu.

A representação à PGR, por si só, não resulta automaticamente na retenção dos documentos. Caberá ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, avaliar se existem fundamentos para encaminhar uma solicitação ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por decidir sobre uma eventual medida cautelar. Forum.

Veja o vídeo em que Reimont anuncia os pedidos:


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Política

Moraes suspende visitas de Flávio e exige explicações de Bolsonaro

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro e exigir explicações do ex-presidente Jair Bolsonaro amplia a pressão judicial sobre o núcleo político e familiar do bolsonarismo. A medida sinaliza que o Supremo Tribunal Federal pretende acompanhar com rigor o cumprimento das determinações impostas aos investigados e não tolerará possíveis tentativas de contornar restrições estabelecidas pela Justiça.

Ao cobrar esclarecimentos de Bolsonaro, Moraes demonstra preocupação com eventuais condutas que possam interferir no andamento das investigações ou descumprir medidas cautelares. O episódio reforça a percepção de que o ex-presidente continua no centro das atenções das autoridades responsáveis por apurar fatos relacionados às diversas frentes de investigação que envolvem seu entorno político.

A suspensão das visitas de Flávio Bolsonaro também possui forte peso simbólico. Como um dos principais articuladores políticos da família, o senador exerce papel relevante na defesa pública do pai e na mobilização de aliados. Qualquer restrição a esse contato é vista como uma tentativa de preservar a integridade das apurações e evitar a circulação de informações que possam comprometer a eficácia das medidas determinadas pelo Judiciário.

Politicamente, o episódio ocorre em um momento de crescente desgaste para o grupo bolsonarista. Enquanto aliados tentam construir uma narrativa de perseguição política, as decisões judiciais indicam que as autoridades seguem encontrando elementos considerados suficientes para manter o monitoramento e a adoção de medidas cautelares. A cada nova determinação, torna-se mais difícil para o ex-presidente afastar-se do foco das investigações e sustentar a imagem de vítima de uma suposta ofensiva institucional.

A decisão de Moraes reforça, sobretudo, que o cumprimento das ordens judiciais não é facultativo. Em um Estado Democrático de Direito, a condição de ex-presidente, senador ou liderança partidária não confere privilégios diante da lei. O recado do Supremo é claro: qualquer indício de descumprimento ou tentativa de driblar determinações judiciais poderá resultar em novas restrições e em consequências ainda mais severas.


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Política

Pode isso, Arnaldo?: De Bic na mão, Bolsonaro escreve cartinha Para o JN digital ler para o gado premiado

Bolsonaro escreveu, Flavio leu.

Isso é o mesmo que estar com o celular dando as cartas para a campanha do seu primogênito, de dentro de sua prisão fofa em seu spá de luxo particular, com direito à piscina, churrascada e outras coisitas mais, além da visita constante da campanha de Flavio e suas confabulações constantes com Michelle.

Qual outro condenado nesse país tem essa regalia, de ir, vir, voar e voltar?

As cartinhas que Bolsonaro anda escrevendo não são meros papéis, mas sim legendas em cadeia, lidas em horário nobre pelo irmãozão de Vorcaro, Flávio Bolsonaro.

Essa é a verdeira cadeia que Bolsonaro está, cadeia nacional. Agora, é o JN das redes com a mesma caneta de sempre e menos gravatas.

Na verdade, Bolsonaro escreve no comforto de seu pijama em papel pautado para pautar a estratégia de sua campanha via Flavio. A edição é feita em sua luxuosa mansão. E ainda tem gente que acredita que ele está preso.

Na realidade, suas cartinhas são verdadeiros twitters disfarçados de papel, no rodapé vai um “apoie o bolsonarismo”, “apoie Flavio”. Nem precisa ler a cartinha, basta fingir que leu e repassar o ramerrão em forma de artigo fascista.

Com isso, Bolsonaro acaba fazendo de sua prisão uma charge do próprio sistema de justiça. Nela, para variar, diz-se perseguido, carregando as tintas no vitimismo vigarista e fazendo os celulares vibrarem em todo o cenário bolsonarista como um aviãozinho de papel digital para acertar direto na timeline do adversário, no caso, Lula.

O fato é que a cartinha fofa tem alcance nacional, a autoria na base do, “sem querer”, é de um suposto presidiário com o velho drama, agora, com mais aerodinâmica.

Missão que deveria ter sido abortada já na saída, mas chegou ao seu destino final, mesmo que na caixa do spam. Assim, o aviãozinho pousa tranquilo para promover a campanha do pelelequeiro 01 com o carimbo oficial do genocida a partir do grupo da família.

Então, fica a pergunta, pode isso, Arnaldo?


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Brasil Mundo

Vídeo – Lula diz que Trump praticará “pirataria” se EUA cobrarem 20% no Estreito de Ormuz

O presidente Lula afirmou nesta segunda-feira (13) que Donald Trump praticará “pirataria” se os Estados Unidos cobrarem 20% sobre cargas transportadas por navios que cruzam o Estreito de Ormuz. A declaração ocorreu durante visita a laboratórios do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Paulo, após o presidente norte-americano defender uma cobrança pela segurança da rota marítima.

Trump disse à Fox News que os EUA serão “os guardiões do estreito” e que deveriam receber “reembolso” caso liberem a passagem. Na Truth Social, ele afirmou que pretende cobrar 20% de toda a carga transportada pela região, ponto estratégico para o comércio global de petróleo e gás.

“Hoje, tem um tuíte de Trump dizendo que vai desobstruir o Estreito de Ormuz, dizendo que vai desobstruir, mas cada navio, o dono do petróleo tem que pagar 20% pra ele”, disse Lula.

Em seguida, o brasileiro criticou a cobrança: “Antigamente, isso se chamava pirataria, um estado importante como os EUA, por muito tempo combateu a pirataria, não volte agora a virar pirata, não tem que cobrar, é da responsabilidade deles, não estava fechado, não foi o Brasil que inventou a guerra, foi ele [Trump] que inventou a guerra”.

Lula também classificou como “anormal” a tentativa de lucrar com os efeitos do conflito. “É muito delicado a gente perceber que os EUA provocam uma guerra e agora começam a cobrar pelo navio que vai atravessar pela segurança dele, não é comum, não é normal, não é democrático, não é civilizatório. É uma coisa anormal, alguém aproveitar a desgraça pra ganhar dinheiro as custas da desgraça”, afirmou. DCM.


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Política

Caminhoneiros cruzam os braços em paralisação e apontam Alcolumbre como responsável pela crise

A greve de caminhoneiros em defesa da MP do Frete expõe mais uma crise política produzida pela incapacidade do Congresso de dar respostas a demandas que afetam diretamente milhões de trabalhadores. À medida que a paralisação ganha adesão em diferentes regiões do país, lideranças da categoria apontam um responsável pelo impasse: o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Para os caminhoneiros, a situação não surgiu por acaso. A demora na tramitação da medida e a falta de definição sobre seu futuro alimentaram a insatisfação de um setor que já convive com custos elevados, fretes pressionados e crescente insegurança econômica. Na avaliação dos manifestantes, a omissão do Senado transformou um problema político em uma crise nacional com potencial de afetar a logística e o abastecimento.

O desgaste é ainda maior porque a MP do Frete vinha sendo tratada como uma demanda prioritária para a categoria. Ao deixar a proposta em compasso de espera, o Congresso abriu espaço para o aumento da tensão e para a radicalização do movimento. Não por acaso, lideranças dos caminhoneiros afirmam que a paralisação poderia ter sido evitada caso houvesse vontade política para enfrentar o tema.

A crise também reforça a imagem de um Senado cada vez mais distante dos problemas concretos da população. Enquanto disputas de poder e negociações de bastidores ocupam o centro da agenda política, trabalhadores que dependem da estrada para sobreviver veem suas reivindicações empurradas para segundo plano.

Agora, com caminhões parados e a ameaça de prejuízos à economia, cresce a pressão sobre Alcolumbre e sobre os líderes do Congresso. O custo político da inação começa a aparecer, e a conta pode ser cobrada não apenas pelos caminhoneiros, mas por toda a cadeia produtiva afetada pela paralisação.


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Pesquisa

Pesquisa BTG/Pactual: Lula mantém vantagem e venceria Flávio Bolsonaro no 1º e 2º turnos

O instituto também mediu a rejeição dos candidatos; Aécio Neves aparece como o nome mais rejeitado, com 61%; o filho de Bolsonaro está em segundo também, com 50% de rejeição

Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, segundo pesquisa Nexus encomendada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (13). O levantamento aponta vantagem do petista tanto na pesquisa espontânea quanto na estimulada e indica que ele venceria todos os adversários testados em eventuais cenários de segundo turno.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Lula registra 35% das intenções de voto. Em seguida aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 24%.

Espontaneo BTG

Já no cenário estimulado, em que os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos eleitores, Lula alcança 40%, enquanto Flávio Bolsonaro soma 34%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, e Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), ambos com 4%.

Estimulado BTG

Segundo turno
O instituto também simulou confrontos de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente teria 47% das intenções de voto, contra 44% do senador, mantendo a liderança. Segundo a pesquisa, Lula também supera os demais adversários avaliados.

BTG Segundo Turno

Rejeição
Além das intenções de voto, o levantamento mediu a rejeição aos potenciais candidatos. O ex-governador Aécio Neves (PSDB) aparece como o nome mais rejeitado, com 61%. Flávio Bolsonaro registra 50% de rejeição, enquanto Lula tem índice de 46%.

Aprovação do governo
A pesquisa Nexus também mediu a aprovação do governo Lula. Segundo o levantamento, pela primeira vez desde março, há um empate entre os que aprovam (47%) e os que desaprovam (47%) o governo.

Aprovacao BTG

A pesquisa Nexus entrevistou 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07981/2026. Forum.


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Política

Republicanos recua de aproximação com Flávio Bolsonaro e mantém distância da pré-candidatura

A tentativa de Flávio Bolsonaro de consolidar sua pré-candidatura à Presidência sofreu um revés neste domingo (12). Em nota oficial, o Republicanos desmentiu as informações de que teria fechado um acordo para apoiar o senador do PL e também negou qualquer negociação envolvendo a indicação de seu presidente, Marcos Pereira, para uma futura vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Mais do que afastar rumores de um acerto político, a legenda revelou um cenário pouco favorável ao projeto de Flávio. Segundo o partido, as primeiras consultas internas apontaram um sentimento de frustração entre dirigentes e lideranças em relação à pré-candidatura do senador, enquanto cresce a preferência pela manutenção da neutralidade na disputa presidencial. A decisão definitiva ficará para a convenção nacional da sigla, mas, por ora, o Republicanos afirma que seguirá ouvindo suas bases estaduais.

A nota representa um duro golpe para a estratégia de Flávio Bolsonaro, que buscava ampliar sua base de apoio entre partidos do campo conservador. Sem o endosso imediato do Republicanos, sua articulação enfrenta mais um obstáculo justamente no momento em que tenta demonstrar força política e viabilidade eleitoral.

O episódio também evidencia que, apesar do alinhamento ideológico de parte da legenda com o bolsonarismo, o Republicanos prefere preservar margem de negociação antes de assumir qualquer compromisso com a candidatura de Flávio. Ao rejeitar o suposto acordo e admitir a insatisfação de suas bases, o partido sinaliza que a construção de uma aliança está longe de ser consenso.

Consulta interna indica preferência por neutralidade, o que dificulta ainda mais para Flavio

Levantamentos realizados pelo Republicanos junto a dirigentes e lideranças estaduais apontam uma tendência crescente pela neutralidade na disputa presidencial de 2026. O resultado contraria as expectativas de Flávio Bolsonaro, que buscava consolidar o apoio da legenda como parte de sua estratégia para ampliar alianças no campo conservador.

Segundo integrantes do partido, a consulta interna revelou resistência a um alinhamento antecipado com a candidatura do senador. A avaliação predominante é que o Republicanos deve preservar sua autonomia política e evitar compromissos que possam limitar futuras negociações eleitorais.

O diagnóstico também expõe um cenário de cautela dentro da legenda. Em vez de embarcar imediatamente no projeto de Flávio Bolsonaro, lideranças defendem aguardar a evolução do quadro eleitoral antes de definir posicionamentos. A preferência pela neutralidade, portanto, surge como um sinal de que a candidatura ainda enfrenta dificuldades para conquistar apoios considerados estratégicos.

Para aliados de Flávio, o resultado representa um alerta. Sem conseguir atrair de forma consistente partidos que orbitam o campo conservador, sua pré-candidatura encontra obstáculos para demonstrar força política e viabilidade eleitoral. Já para o Republicanos, a neutralidade aparece como a opção mais segura enquanto o cenário para 2026 permanece indefinido.


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