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Nunes Marques proíbe qualquer pesquisa que mostre Flavio Bolsonaro desabando de podre

A proibição de Nunes Marques da divulgação de uma pesquisa eleitoral presidencial do Atlas/Intel, que aponta o tombo nas intenções de voto de Flavio Bolsonaro, mostra não só o apodrecimento do candidato, representante das milícias, do Comando Vermelho, da própria corrupção em si, mas também a escandalosa instrumentalização do bolsonarismo na presidência do TSE.

O motivo da suspensão da pesquisa Atlas/Intel por Nunes Marques atendeu aos interesses meramente eleitoreiros de Flavio, mostrando que não há neutralidade na presidência do TSE para julgar metodologia de pesquisas.

Claro, isso é tentar tapar o sol com a peneira, peneira que virou a própria imagem de Flavio alvejado pelo áudio do próprio com o banqueiro bandido do Master, Daniel Vorcaro.

Os dados da pesquisa estão rolando nas redes, revelando Flavio em queda livre e Lula numa ascensão meteórica.

O fato é que uma fraude a mais, uma a menos, para o senador miliciano, não muda nada. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral está apenas se esbaforindo de um cerca frango inútil, totalmente nulo em que sua decisão, com base numa falácia, nada mudará na vida real dos brasileiros em relação ao que ele sabe até então sobre Flavio e sua família de corruptos.

Detalhe, o pior ainda está por vir com o desdobramentos envolvendo Claudio C astro, pau mandado de Flavio e Daniel Vorcaro em que mais de R$ 3 bilhões do povo brasileiro foi entegue através do governador larápio para o amigão de Flavio, Daniel Vorcaro.

O El Niño contra Flavio ainda nem começou, e não será Nunes Marques que erguerá diques capazes de impedir o tsunami que o 01 do pilantra mor enfrentará em breve.


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Política

TSE julga hoje decisão de Nunes Marques que esconde pesquisa com derrocada de Flavio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar nesta terça-feira (9) se mantém a decisão individual do ministro Kassio Nunes Marques, presidente da Corte, que determinou a suspensão da divulgação de uma pesquisa do Instituto AtlasIntel sobre a disputa presidencial de 2026. O levantamento, divulgado em maio, apontou queda de cinco pontos nas intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A decisão foi tomada na segunda-feira (8), após uma representação do PL, partido de Flávio. A legenda questionou a metodologia do levantamento e afirmou que o questionário teria sido estruturado para induzir respostas negativas sobre o senador.

A pesquisa foi divulgada depois do vazamento de um áudio em que Flávio pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para um filme sobre Jair Bolsonaro.

Indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por Jair Bolsonaro, Nunes Marques determinou que a AtlasIntel retire o conteúdo de seus canais oficiais e não faça nova divulgação, impulsionamento ou republicação até nova análise do caso pelo TSE. Em nota, o instituto afirmou que respeita a decisão e que está fornecendo informações sobre a metodologia usada no estudo.

“A situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo”, disse a AtlasIntel.

Além de Nunes Marques, votam no caso os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha. Toffoli tem se declarado suspeito em processos ligados ao Banco Master no STF, mas a indicação é de que participe da análise da ação no TSE.

O julgamento é visto nos bastidores como uma sinalização sobre a atuação da nova composição da Corte em casos sensíveis nas eleições. Há expectativa de que a gestão de Nunes Marques no comando da Justiça Eleitoral adote perfil mais discreto e menos intervencionista na disputa.


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Política

Eduardo Bolsonaro será julgado no STF, dia 16, por tentar coagir instituições

Deputado cassado do PL-SP procurou chantagear autoridades brasileiras com sanções dos EUA para livrar Jair Bolsonaro de julgamento por tentativa de golpe

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o próximo dia 16 o julgamento de ação penal contra o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Trata-se de processo relativo à atuação do ex-parlamentar nos EUA, visando interferir no julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe.

O crime que lhe é imputado é o de coação no curso do processo, cuja pena pode variar de um a quatro anos de prisão, tempo que pode ser aumentado conforme análise eventuais agravantes. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes.

No ano passado, Eduardo foi para os Estados Unidos pleitear, junto a integrantes do governo de Donald Trump, ações contra o Brasil e autoridades em virtude do julgamento de Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe de Estado. O objetivo era chantagear as instituições brasileiras para que a ação fosse suspensa e o ex-presidente saísse impune, o que não ocorreu.

Leia também: Diretor da PF defende inquérito sobre envio de recursos de Vorcaro aos EUA

A articulação do então parlamentar, juntamente com o jornalista Paulo Figueiredo, configurou grave afronta tanto ao Poder Judiciário quanto à soberania nacional. Na esteira de sua atuação, foram aplicadas sanções ao Brasil como o tarifaço — que causou prejuízos econômicos — e a Lei Magnitsky sobre magistrados, como Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

“O inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas (efetivadas) de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado”, assinalou a Procuradoria-Geral da República (PGR) em sua denúncia, apresentada em setembro, após relatório da Polícia Federal encaminhado ao órgão em agosto.

As alegações foram aceitas por unanimidade pela Primeira Turma em novembro. Na ocasião, Moraes destacou que “o elemento subjetivo específico evidencia-se, em tese, pelo fato do denunciado pretender criar ambiente de intimidação sobre as autoridades responsáveis pelo julgamento de Jair Messias Bolsonaro”.

Além disso, sustentou que “a grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entrada de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky a este Ministro Relator”. Vermelho.


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Política

Por que os institutos de pesquisa sumiram depois dos escândalos que envolvem Flavio Bolsonaro e Vorcaro?

Até dias atrás, enquanto algumas pesquisas indicavam o crescimento de Flavio Bolsonaro na disputa presidencial, o Brasil tinha se transformado na República das pesquisas, todos os dias saia uma pesquisa, quando não duas ou até três.

Institutos contratados pelo setor corporativo para animar a tropa agora, sumiram, evaporaram, sem data para dar novamente as caras.

Eram institutos de todas as qualidades. O importante era influenciar a opinião pública para entregar o país mais uma vez ao clã mais corrupto do Brasil.

Bastou estourar os escândalos em torno do filme Dark Horse, em que estão envolvidos R$ 134 milhões, mais uma saraivada de questões envolvendo a produtora do filme, fazendo o escândalo de Flavio com Vorcaro ganhar proporções hecatômbicas, Eduardo e Flavio tiveram a infeliz ideia de pedir a Trump para pressionar o Brasil a entregar o Pix em nome dos interesses das bandeiras de cartões de crédito dos EUA e tarifar as empresas e produtos brasileiros que, lógico, atingem frontalmente parte da economia brasileira, mesmo com o governo conseguindo, mais uma vez, mitigar a tática de um império em ruínas para o qual Trump não consegue solução e, por isso, é um dos presidentes da atualidade com o maior índice de rejeição em seu próprio país.

O fato é que, tudo isso junto e misturado, acabou por produzir uma meleca antiBolsonaro que só piora a cada dia para o clã. Então, é de se estranhar que, de uma hora para outra, a banda parou de tocar e não tem hora para recomeçar.


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Mundo

Irã ataca complexo petroquímico no norte de Israel e acusa Tel Aviv de iniciar ‘jogo perigoso’

Guarda Revolucionária Islâmica afirma que ofensiva responde aos bombardeios israelenses contra empresa de petróleo em Mahshahr

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) afirmou ter lançado mísseis contra bases aéreas e instalações petroquímicas em Israel nesta segunda-feira (08/06). Os projéteis foram disparados contra um complexo petroquímico em Haifa, no norte de Israel.

Em comunicado, a corporação afirmou que a ação foi uma resposta direta ao bombardeio israelense contra a empresa petroquímica Karoon, localizada na cidade iraniana de Mahshahr, na província de Khuzistão.

“Em resposta à agressão do inimigo sionista contra uma indústria petroquímica, lançamos um ataque com mísseis contra uma instalação semelhante em Haifa há poucos minutos”, declarou o órgão militar iraniano.

A Guarda Revolucionária também acusou Israel de iniciar um “jogo perigoso” ao atingir alvos civis e instalações ligadas à indústria petrolífera. Segundo o comunicado, as consequências dessas ações poderão “abranger todos os objetivos energéticos da região”.

O IRGC acrescentou ainda que eventuais impactos sobre a economia global seriam responsabilidade dos Estados Unidos, descritos pelo grupo como o “principal instigador” da atual escalada militar.

Além do ataque a Haifa, a agência Fars informou que a Guarda Revolucionária lançou mísseis contra as bases aéreas israelenses de Nevatim e Tel Nof, em resposta aos recentes bombardeios israelenses contra sistemas de radar em território iraniano.

Ataques israelenses
As Forças Armadas de Israel emitiram uma série de alertas desde domingo diante das sucessivas ondas de mísseis disparadas pelo Irã. A imprensa israelense também informou que um míssil lançado a partir do Iêmen foi interceptado pelos sistemas de defesa do país.

Em paralelo, Israel ampliou sua ofensiva contra o Irã. Moradores relataram fortes explosões em Teerã, Isfahan e Tabriz. De acordo com a agência estatal IRNA, ao menos duas explosões foram registradas na capital iraniana e outras três em Isfahan. Os militares israelenses confirmaram ataques contra alvos militares localizados no oeste e no centro do país.

Entre os alvos atingidos está a empresa petroquímica Karoon, situada em Mahshahr. Autoridades iranianas informaram que o ataque causou danos em parte da instalação, levando à evacuação dos trabalhadores. O Crescente Vermelho iraniano declarou estado de alerta para responder às possíveis consequências dos bombardeios em diferentes regiões do país.

A escalada acontece após ataques israelenses aos arredores de Beirute, no Líbano, classificados por Teerã como uma violação de uma “linha vermelha” do cessar-fogo entre Israel e o país vizinho. O governo iraniano afirmou que os disparos contra o norte de Israel foram uma resposta direta a essas operações militares próximas à capital libanesa.

*Opera Mundi


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Política

Kassio Nunes suspende pesquisa que mostrou Flávio Bolsonaro ladeira abaixo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a divulgação da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg publicada em 19 de maio, que apontava o derretimento das intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A decisão liminar foi tomada pelo ministro Kassio Nunes Marques, presidente da corte e relator do caso.

A ação foi apresentada pelo Partido Liberal (PL), que questionou a metodologia do levantamento. Segundo a legenda, o questionário teria sido elaborado de forma a influenciar os entrevistados e prejudicar a imagem do pré-candidato ao Planalto.

Na decisão, Nunes Marques afirmou que existem indícios de comprometimento da metodologia utilizada. Para o ministro, os elementos analisados sugerem possível “contaminação das respostas” e levantam dúvidas sobre a regularidade da pesquisa.

O magistrado destacou que a suspensão da divulgação não representa uma conclusão definitiva sobre o caso. Segundo ele, a medida busca evitar efeitos da publicação enquanto o mérito da ação é analisado.

“Os elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com o questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, escreveu.

Nunes Marques também alegou que há indícios de que “a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”. Para ele, “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.

A decisão menciona ainda que outras 27 pesquisas registradas pela AtlasIntel no TSE não utilizaram perguntas semelhantes nem incluíram a veiculação de áudio como ocorreu no levantamento questionado. De acordo com o DCM, o ministro determinou que a empresa apresente documentação técnica complementar sobre a metodologia adotada, especialmente em relação ao uso desse recurso.

Na pesquisa suspensa, Lula aparecia com 48,9% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que registrava 41,8%. Em levantamento anterior realizado em abril, os dois estavam tecnicamente empatados, com 47,8% para o senador e 47,5% para o presidente. O Ministério Público Eleitoral ainda deverá se manifestar antes da análise definitiva do caso.


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Política

Terra arrasada: Propostas de Flavio são, anistia para o pai, escala 7×0 e trava na reforma tributária

Pré-campanha do senador já associa anistia, revisão tributária e flexibilização trabalhista

A pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro começa a ganhar contornos mais claros no debate público. Até agora, as principais propostas e bandeiras associadas ao senador do PL passam pela defesa de uma anistia ampla para Jair Bolsonaro, pela suspensão da reforma tributária e pelo apoio à PEC 12/2026, proposta apelidada por críticos de “PEC da escala 7×0”, que flexibiliza regras trabalhistas e cria um regime baseado em horas trabalhadas.

Embora Flávio ainda não tenha apresentado oficialmente um plano completo de governo, o entorno político do senador já vem sinalizando quais deverão ser as prioridades da candidatura bolsonarista para 2026.

A fala mais explícita sobre o peso político da eleição veio do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em abril deste ano, ele afirmou que, se o partido não vencer a eleição presidencial, Jair Bolsonaro ficará “mais dez anos preso”. A declaração reforçou a leitura de que a disputa presidencial passou a ser tratada pelo núcleo bolsonarista como peça central para reverter a situação jurídica do ex-presidente.

A anistia é justamente o tema mais assumido publicamente por Flávio até agora. O senador já defendeu uma medida ampla para os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro e afirmou que seria necessário “zerar o jogo” político no país. Em outra declaração, disse que só abriria mão de uma candidatura presidencial caso Jair Bolsonaro estivesse “livre e nas urnas”.

Na área econômica, a principal proposta divulgada pela pré-campanha envolve a reforma tributária. Segundo informações publicadas pela CNN Brasil e pela Folha de S.Paulo, a equipe de Flávio pretende apresentar uma PEC para suspender por um ano a entrada em vigor da reforma aprovada pelo Congresso.

De acordo com Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, a ideia seria “corrigir distorções” e rever exceções criadas no novo modelo tributário. O entorno do senador também passou a defender a redução da alíquota-padrão prevista no novo IVA.

O próprio Flávio já falou publicamente sobre revisar ou até revogar a reforma tributária aprovada pelo Congresso, sob o argumento de que seria necessário construir um sistema “realmente simplificado”.

No Senado, outra frente ligada diretamente ao senador envolve a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho. Flávio aparece formalmente entre os autores da proposta, que altera o artigo 7º da Constituição para permitir que trabalhadores escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo flexível baseado em horas trabalhadas.

Na prática, o texto abre espaço para contratos mais flexíveis, remuneração proporcional às horas efetivamente trabalhadas e possibilidade de acordos individuais entre empregado e empregador. Críticos da proposta passaram a apelidar a PEC de “PEC da escala 7×0”, argumentando que o texto flexibiliza direitos trabalhistas e amplia a precarização das relações de trabalho.

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, a proposta ganhou força política após ser despachada rapidamente pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para análise da Comissão de Constituição e Justiça. O movimento ocorreu enquanto a PEC do fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara, permaneceu sem despacho imediato no Senado, gerando críticas de parlamentares governistas e centrais sindicais.

As três frentes — anistia, revisão da reforma tributária e flexibilização das relações de trabalho — passaram a concentrar parte importante do debate em torno da pré-campanha presidencial do senador do PL e já desenham os primeiros contornos políticos da candidatura bolsonarista para 2026.


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Política

O filhote da Ditadura

A biografia do “jornalista” Paulo Figueiredo é uma só, é netinho do último ditador brasileiro, João Figueiredo.

Isso basta para entender por que partiipou ativamente do ataque à democracia brasileira, par e passo com o clã Bolsonaro.

Esse mesmo filhote da ditadura, que está nos EUA como fugitivo, operando contra o Brasil, contra a indústria nacional, contra o povo brasileiro, junto a um canalha que prometeu aos americanos a volta dos tempos de bonança do império que em tudo mandava.

São duas notícias que é preciso dar em torno desse duende de jardim. Uma é essa breve apresentação do vigarista golpista. A outra, é que as táticas de ataque ou contra-ataque do clã Bolsonaro estão cada vez mais pífias diante do escândao de corrupção envolvendo o Master de Vorcaro e o clã, comandado por Jair Bolsonaro e que, vendo-se diante dos últimos horizontes, busca cartucho de balas usadas.

Mas isso não importa para uma parcela de cínicos no Brasil, que sempre contemplou ditadores e políticos escroques de direita.

É uma realidade que estava fora da agenda de Bolsonaro, até porque sua liderança hoje é contestada por vários personagens da politica que, antes, lhe rendiam uma subserciência papal.

Não, não foi Bolsonaro quem destruiu a direita, foi ela com seu neoliberalismo tecnocrata nos anos de ouro de Collor, Itamar e FHC que se auto destruiu com a destruição da economia brasileira, na famosa privataria e uma série de planos que sempre recaiu a fatura  no lombo do povo brasileiro.

É disso, desse campo de terra arrasada que surge o rato Bolsonao, que viveu do resto da ditadura de Figueiredo, passando pelo governo Sarney, chegando ao governo FHC, para liquidar, de maneira irreversível qualquer tentativa de ressuscitar o poder dos neoliberais.

Foi preciso ter dois golpes de Estado, em Dilma e em Lula, para Temer e Bolsoaro, dois ratos do lixo da direita, chegarem ao poder e, depois, serem novamente derrotados por Lula. Daí bucaram, como saída, um novo golpe de Estado aos moldes de 1964 para manter Bolsonaro no poder.

Uma coisa é certa, essa gente não desistirá e fará isso para se  proteger como aqueles ratos que vivem em frestas esperando o anoitecer para agir.

O que aqui se quer dizer é que Jair Bolsonaro continua orquestrando as ações do seu clã e afins como Paulo Figueiredo, justamente por ter nascido como militat durante a ditadura, de onde surgiu seu louvor ao torturador, pedófilo, Brilhante Ustra.

Então, eles buscarão um alinhamento cada vez maior com Trump, por uma solução que prejudique o Brasil e breque, de alguma forma, o que está sendo descortinado sobre Vorcaro e Banco Master, que teve início justamente no governo absolutamente corrupto de Bolsonaro, que rendeu dinheiro que passa e muito da casa dos bilhões à gleba de vigaristas do mais baixo  nível e periculosidade para tentar voltar ao poder na base do custe o que custar e, ao mesmo tempo, enriquecer-se ainda mais.


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Política

Bacellar tenta acordo de delação e leva terror à campanha de Flávio Bolsonaro

O ex-deputado Rodrigo Bacellar, preso há pouco mais de dois meses, iniciou negociações para colaborar com a Polícia Federal em investigações relacionadas à sua atuação política no estado do Rio de Janeiro.

Segundo o blog Agenda do Poder, ele decidiu apresentar detalhes sobre supostos esquemas que teriam funcionado nas secretarias estaduais de Educação e de Fazenda durante a gestão de Cláudio Castro. De acordo com o relato, um esboço da proposta de delação já foi preparado e encaminhado para análise preliminar das autoridades responsáveis pelo caso.

Entre os documentos apresentados, há um anexo dedicado exclusivamente à origem dos recursos que, segundo a investigação, teriam sido utilizados para o pagamento de mesadas a parlamentares ligados ao seu grupo político na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A colaboração também incluiria informações sobre a relação de Bacellar com o ex-secretário de Governo André Moura. Os detalhes que seriam apresentados ainda estão sob avaliação e fazem parte das negociações em andamento entre a defesa do ex-deputado e os órgãos responsáveis pela investigação.

As tratativas ocorrem em um momento em que Bacellar enfrenta dificuldades para reverter sua situação judicial. Sem perspectiva imediata de mudança no quadro atual, a colaboração com as autoridades passou a ser considerada uma alternativa para avançar nas negociações envolvendo eventual acordo.

Um dos pontos ainda sem definição é o valor que poderá ser devolvido aos cofres públicos. Até o momento, não houve consenso sobre a quantia que faria parte de um eventual acordo de colaboração premiada. As estimativas mencionadas nas negociações apontam para um montante que pode alcançar aproximadamente R$ 300 milhões.

Se aprovada, a delação terá o potencial de implodir boa parte da classe política fluminense e causar um estrago de proporções inimagináveis na campanha de Flávio Bolsonaro, aliado de Bacellar – o ex-deputado preso era, inclusive, o preferido do senador do PL para disputar o cargo de governador do Rio neste ano.

https://twitter.com/i/status/2061570915851256019

*DCM


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Política

Carlos Bolsonaro deixa escapar crise na campanha de Flávio

Carlos Bolsonaro atacou publicamente a nova equipe de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Ele compartilhou um vídeo que critica a estratégia mais profissional e moderada adotada por Flávio, acusando-a de afastar os apoiadores mais radicais (“tias do zap e tios do churrasco”) em favor de uma comunicação mais palatável e corporativa.

Conflito familiar: Carlos, responsável histórico pela comunicação digital da família, interpretou a contratação da nova agência como uma tentativa de afastá-lo do controle da narrativa.

Estratégia em disputa: Flávio busca uma imagem mais moderada para conquistar eleitores em Santa Catarina; Carlos defende a manutenção do tom radical e da mobilização das bases mais extremistas.

Dificuldades no estado: A candidatura de Carlos Bolsonaro enfrenta resistências locais, questionamentos sobre domicílio eleitoral e a tradição catarinense de votar em nomes regionais.

Riscos para 2026: O racha expõe a dificuldade do PL em unificar discurso e evitar vaidades entre os herdeiros de Jair Bolsonaro, aumentando o risco de fragmentação do bolsonarismo.

Silêncio e consequências: Flávio não se manifestou. Eduardo Bolsonaro também manteve silêncio público. O episódio foi visto como mais um caso de autossabotagem familiar.

Esses episódios evidenciam as divisões internas graves que enfraquecem a coesão bolsonarista às vésperas das eleições de 2026.


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