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É só apontar para a Papudinha: Bolsonaro tem piora na saúde em meio à guerra entre Flávio e Michelle

É muito descaramento!

Ex-presidente corre o risco de voltar ao sistema penitenciário após a descoberta de uma arma sua em poder de um de seus seguranças

Oex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que segue em prisão domiciliar, teve uma piora no quadro de saúde, de acordo com documento protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (26).

No documento assinado pelo cardiologista Brasil Ramos Caiado, o ex-presidente tem apresentado quadro de “picos hipertensivos” e precisou receber doses extras de medicação. A informação consta no relatório semanal de Jair Bolsonaro enviado ao STF.

“Do ponto de vista cardiológico, o paciente apresentou, no decorrer da semana, picos hipertensivos moderados, sendo prontamente controlados com doses extras da medicação em uso. Ausculta cardíaca normal, ausculta pulmonar com alteração residual na base do pulmão esquerdo”, diz o relatório médico do ex-presidente.

A piora no quadro de saúde de Jair Bolsonaro ocorre em meio à guerra de seu filho Flávio Bolsonaro com Michelle. A ex-primeira-dama publicou um vídeo em que acusa Flávio de ataques machistas. A publicação caiu feito uma bomba na pré-campanha presidencial do senador.

Bolsonaro vive neste momento o risco de voltar à prisão após um de seus seguranças ser pego numa blitz com uma arma sua. O ministro Alexandre de Moraes pediu manifestação à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso, se mantém o ex-presidente em prisão domiciliar ou se o manda de volta para o sistema penitenciário.

Antes de mandar Bolsonaro de volta à prisão, Moraes pede manifestação da PGR
A apreensão de uma pistola registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro levou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a pedir, nesta quarta-feira (24), uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O objetivo é avaliar se o episódio pode ter impacto nas condições da prisão domiciliar do ex-mandatário.

Na decisão, Moraes citou a Lei de Execuções Penais. O trecho mencionado prevê que comete falta grave o condenado que possui, de forma indevida, instrumento capaz de colocar em risco a integridade física de terceiros. Com isso, o ministro quer saber se a presença da arma durante o cumprimento da medida cautelar pode gerar consequências para Bolsonaro.

A apreensão da pistola
O caso ganhou repercussão após a apreensão de uma pistola Glock calibre 9 mm durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal, realizada na última segunda-feira (15). A arma, registrada em nome do ex-presidente, estava no carro de um militar responsável por sua segurança. Ela foi recolhida por não estar acompanhada do certificado de registro.

Em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, Bolsonaro reconheceu ser o proprietário da pistola. Segundo documento enviado ao STF, ele afirmou que a arma permanecia em sua residência enquanto cumpre prisão domiciliar. Também teria dito que não poderia ficar desarmado porque havia “três mulheres em casa”.

Depoimento sob sigilo
A oitiva foi conduzida pelo delegado Thiago Boeing, da 17ª Delegacia de Polícia. O policial permaneceu por cerca de 40 minutos no condomínio onde Bolsonaro mora. Em nota, a Polícia Civil informou que o ex-presidente respondeu a todas as perguntas, mas destacou que o conteúdo do depoimento está sob sigilo.

O advogado Paulo Cunha Bueno acompanhou a oitiva. Segundo ele, Bolsonaro repetiu a versão já apresentada ao Supremo. A defesa sustenta que o ex-presidente apenas pediu a um militar da equipe de segurança que verificasse o funcionamento da arma, após suspeitar de uma falha. Também nega que tenha determinado a retirada da pistola para conserto.

Paulo Bueno afirmou ainda que as medidas impostas a Bolsonaro não incluíam a entrega das armas registradas em seu nome. Por isso, considera improvável que o episódio influencie uma eventual decisão de Moraes sobre a manutenção da prisão domiciliar.

Pistola com militar da GSI
A pistola apreendida estava em poder de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), atualmente vinculado à Casa Civil. O órgão é responsável pela segurança dos ex-presidentes da República. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal e acompanhado pelo STF.

Especialistas apontam que o episódio pode resultar em sanções administrativas. De acordo com a Forum, também avaliam a possibilidade de questionamentos com base no Estatuto do Desarmamento, a depender das conclusões das investigações.


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PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu calúnia contra Lula nas redes

A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira (26) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais.

A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.

A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos.

Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”.

Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados.

“Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico”, disse a PF.

Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de Flávio Bolsonaro e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

*Agência Brasil

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Onde há fumaça: Entorno de Flávio Bolsonaro reage a rumores de desistência, ‘Zero chance’

Aliados negam categoricamente qualquer possibilidade de recuo e dizem que essa hipótese é estimulada por grupo ligado a Michelle e adversários da direita

A pré-campanha de Flávio Bolsonaro tem enfrentado um burburinho em Brasília de que o filho do ex-presidente pode desistir da disputa pelo Planalto.

O entorno do senador atribui a disseminação dessa hipótese a outras candidaturas do campo da direita e ao grupo político de Michelle Bolsonaro. A possibilidade, porém, é tratada como inexistente pelos aliados.

“Zero chance”, disse à coluna um senador do PL próximo de Flávio.

“Não faz o menor sentido. Flávio já superou momentos muito mais delicados”, afirmou outro parlamentar da legenda, citando a repercussão do áudio em que o senador cobra dinheiro de Daniel Vorcaro.

“Jamais desistiria. Nunca sequer cogitou”, emendou uma terceira fonte da campanha.

De acordo com Diego Amorim, PlatôBR, a avaliação na pré-campanha é que Flávio já respondeu ao vídeo divulgado por Michelle nesta semana e que, a partir de agora, a estratégia é voltar o foco para os ataques ao PT e reforçar a mensagem de que o pré-candidato “está empatado com Lula”.


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Carta de Flavio Bolsonaro ao Secretário de Estado dos EUA revela que ele, se eleito, colocará seu governo à disposição deles

Frase estarrecedora foi enviada ao secretário de Estado Marco Rubio; nenhum governo brasileiro foi capaz disto, nem os militares

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou, no início de junho, uma carta ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Aparentemente, o objetivo principal era pedir que o governo Donald Trump desistisse de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros. Por trás disto, no entanto, há no texto uma sabujice sem precedentes, um projeto de submissão política e econômica nunca antes vistos em nenhum governo do Brasil.

No último parágrafo do texto, o filho de Jair Bolsonaro simplesmente se compromete a colocar “à disposição dos EUA” sua equipe de transição. Veja abaixo:

“Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito presidente do Brasil em outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar imediatamente minha equipe de transição à disposição de seu governo, para que possamos concluir, o mais rapidamente possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nações –baseado em livre mercado, respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos povos merecem”, escreveu Flávio.

Submissão
A iniciativa foi recebida com forte reação de integrantes do governo Lula, parlamentares da esquerda e setores da diplomacia brasileira. A oferta foi classificada como incompatível com a tradição de autonomia da política externa brasileira.

Críticos argumentam que a disposição de compartilhar estruturas de transição governamental com uma potência estrangeira antes mesmo da realização das eleições representa uma quebra de protocolo institucional e uma demonstração de subordinação política aos interesses de Washington.

A resposta de Rubio
A resposta de Rubio acabou ampliando o constrangimento político para Flávio Bolsonaro. Embora tenha agradecido o apoio brasileiro à classificação das facções criminosas como organizações terroristas, o secretário reafirmou integralmente a posição da administração Trump favorável às tarifas contra o Brasil.

“O embaixador Jamieson Greer deixou claro que nós permanecemos com diferenças substanciais em relação à solução das irregularidades apontadas nesta investigação”, escreveu Rubio, ao citar divergências relacionadas ao comércio digital, aos sistemas de pagamento eletrônico — incluindo o Pix —, à propriedade intelectual, ao acesso ao mercado de etanol e ao combate ao desmatamento ilegal.

Estratégia política fracassada
A carta foi enviada após uma série de reuniões realizadas por Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, no fim de maio, quando o senador buscava projetar sua imagem internacional e fortalecer sua pré-candidatura presidencial.

A estratégia, no entanto, acabou produzindo o efeito oposto ao esperado. Dias depois da visita, o governo americano anunciou a conclusão das investigações comerciais que propõem novas sanções contra o Brasil. No mesmo dia, Donald Trump publicou uma fotografia ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca, ampliando as acusações de interferência eleitoral e associando diretamente o senador à política de pressão econômica contra o país.

Para críticos do parlamentar, o episódio revelou uma contradição política: ao mesmo tempo em que buscava demonstrar proximidade com a Casa Branca, Flávio passou a ser cobrado por não conseguir impedir medidas que podem prejudicar exportadores e setores produtivos brasileiros.

Nem o apoio político garantiu recuo dos EUA
Apesar de elogiar o “otimismo eleitoral” do senador e agradecer sua disposição para construir uma ponte política entre Brasília e Washington, Rubio deixou claro que os Estados Unidos trabalharão com “os líderes escolhidos pelo povo brasileiro”, independentemente do resultado eleitoral.

Na resposta fica claro que, apesar da afinidade ideológica entre o bolsonarismo e o trumpismo, Washington não pretende flexibilizar sua agenda comercial em troca de alinhamentos políticos ou promessas de cooperação futura.

Na prática, a carta que pretendia afastar Flávio Bolsonaro da responsabilidade política pelo tarifaço acabou reforçando o fato. A família tentou, de fato, utilizar sua proximidade com Donald Trump para influenciar disputas internas brasileiras sem obter qualquer resultado concreto para impedir as sanções econômicas contra o país. Forum.


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O desmoronamento do mito de barro

Muita gente está dando à Michelle o status de protagonista de uma crise fatal para o bolsonarismo, quando, na realidade, a coisa se dá de forma oposta. Ela está apenas reagindo como qualquer rato que foge quando a canoa começa a afundar, tentando salvar a própria pele.

Afinal, Michelle investiu, e não foi pouco, numa trajetória política que pudesse lhe dar autonomia, inclusive em relação a Bolsonaro. Essa é a cartada dela.

Dito isso, o fetiche, inclusive ou sobretudo da mídia, de que Bolsonaro era um idiota, mas também um mito político, cai de vez por terra.

Bolsonaro nunca sequer foi mito de alguma coisa dentro do ambiente político que sobreviveu em 28 anos de baixo clero.

Ou seja, o sujeito é um medíocre convicto, que recebeu de braços abertos tudo o que não presta nesse país, quando esteve quatro anos com o poder nas mãos, operando como sempre operou, sem jamais trabalhar, vivendo das tetas do Estado.

Como militar, praticava, de forma recorrente, garimpo ilegal e, depois, o episódio que lhe custou a expulsão do Exército, por ameaça com  bombas dentro dos quartéis e na barragem da estação de água do Guandu.

Isso é o Bolsonaro. É tão simples entender como um animal desse chegou à Presidência da República, é só observar o mau-caratismo de Sergio Moro, hoje, candidato ao governo do Paraná. O que ele disse do clã Bolsonaro quando levou um pé no traseiro, quando esteve à frente da pasta da jsutiça e como, ainda como juiz, ele chegou a um acordo com Bolsonaro para alcançar aquilo que sempre foi seu objetivo na Lava Jato.

Temos que Lembrar que, em 2018, as pesquisas apontavam que Lula venceria a eleição no primeiro turno. Lula teve que ser condenado e preso sem qualquer prova de crime para o “mito” chegar ao poder e usar, como nunca antes na história do Brasil, a cadeira e a caneta da presidência para produzir as mais expúrias alianças com os mais expúrios oportunistas, muitos que nem se imaginava existir.

Ainda sim, com o poder nas mãos, perdeu para Lula em 2022, mesmo comprando milhões e milhões de votos. É só lembrar quantos votos Claudio Castro comprou para si e para Bolsonaro no estado do Rio de Janeiro., para se ter a dimensão do crime eleitoral no Brasil como um todo.

Trocando em miúdos e graúdos, qualquer um que, de an passan, observasse aquele quadro trágico da vida nacional durante o governo Bolsonaro, daria a sentença de morte política de Bolsonaro quando perdesse o poder.

É exatamente isso que ocorreu.

Se detalhar a teia de interesses que Bolsonaro e os filhos armaram, de maneira criteriosa, se concluirá que o mito jamais passou de um traque, vivendo apenas e tão somente de embustes trágicos, que produziram a  morte de mais de 700 mil brasileiros, a devolução de mais de 33 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria, um estelionato fiscal antes nunca visto, sob a batura de Paulo Guedes, tão canhalha quanto Bolsonaro, para entender que o embuste nem um mito de pé de barro foi, mas uma escultura mal-ajambradada dos pés à cabeça, de uma lama fétida extraída do submundo do esgoto, que sempre existiu dez degraus abaixo do inferno.

Só isso.


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Lula retoma obra de fábrica de fertilizantes paralisada há 12 anos

Com investimento de R$ 5 bilhões, UFN-3 em Três Lagoas (MS) deve entrar em operação até 2029 e elevar a produção nacional de ureia, reduzindo a dependência de importações

O presidente Lula esteve nesta quinta-feira (25) na cerimônia de retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 (UFN-3), em Três Lagoas (MS). O empreendimento da Petrobras é estratégico para ampliar a produção nacional de fertilizantes, o que permite fortalecer a segurança alimentar do país, com a redução da necessidade de importação de produtos cruciais para a agricultura.

São cerca de R$ 5 bilhões em investimentos para a unidade, paralisada desde 2015, entrar em produção como parte da retomada de investimentos da Petrobras até 2030. O investimento conta com recursos do Novo PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).

Em seu discurso, Lula disse que não abre mão de debater estrategicamente o papel da Petrobras para o país.

“Eu estou orgulhoso porque eu ainda sonho que a gente vai ter, não sei quando, mas a gente vai ter acima de setenta por cento de todo fertilizante que nós precisamos nesse país. Porque um país jamais será soberano se ele não for dono de sua produção”, afirmou.

Leia mais: Brasil busca suprir 35% do mercado interno de fertilizantes

O presidente ainda criticou os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro, que adotaram uma agenda privatista e entreguista para as principais empresas nacionais.

“Não tem explicação porque uma empresa desta magnitude, que ia produzir fertilizante para ajudar no barateamento e na qualidade dos alimentos produzidos nesse país, ficou parada doze anos. Uma coisa é não começar. Não se começa por várias razões: porque não quer fazer, porque não tem projeto, porque não tem dinheiro. Outra coisa é começar, ter dinheiro, projeto e necessidade, mas quando chega a quase 85% da estrutura, de repente as obras param e ficam doze anos paradas. E o Brasil pagando preços absurdos de fertilizante que poderiam ser produzidos”, criticou Lula.

A presidenta da Petrobras, Magda Chambriard, destacou que o país e a estatal saíram de uma produção que não existia para produzir 25% da demanda nacional por fertilizantes em menos de um ano e que chegará a 35% com a UFN-3.

“A Petrobras segue crescendo. Nesse primeiro trimestre, só para vocês terem uma ideia, a Petrobras investiu no Brasil R$ 26,8 bilhões. A gente cresce porque nós estamos investindo. É 25,6% a mais do que investimos no mesmo período do ano passado”, disse Chambriard, que destacou que a estatal produz cerca de 31% de toda a energia primária consumida no país.

Leia mais: Petrobras investe R$ 72,5 bilhões em Sergipe e gera 28 mil empregos

Na ocasião, a ex-ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, que já foi prefeita de Três Lagoas, confirmou que será pré-candidata ao Senado pelo estado de São Paulo, por indicação do presidente Lula. Também estiveram presentes no ato o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e a ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli.

De acordo com a Petrobras, as obras na Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 irão gerar cerca de 8 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Quando a planta entrar em operação, em 2029 [Magda acredita que poderá ser um ano antes, em 2028], serão produzidas 3.600 toneladas diárias de ureia granulada e 2.200 toneladas diárias de amônia. Em um ano, serão produzidos 1,3 milhão de toneladas de ureia, o que equivale a 16% da demanda brasileira.

A retomada da UFN-3 faz parte da estratégia da Petrobras e do governo Lula, que compreende outras três unidades: Fafen-BA, Fafen-SE e ANSA. Com todas as quatro fábricas em operação, o país produzirá cerca de 35% da ureia que consome, antes da retomada dessas unidades, o país dependia totalmente de importações

Com a guerra entre Ucrânia e Rússia, o preço do insumo disparou nos últimos anos e expôs países dependentes de importação. Para reverter esse cenário e fortalecer a soberania nacional, o presidente Lula adotou a iniciativa para fazer o setor de fertilizantes voltar a produzir no país, contrariando a lógica entreguista que paralisou obras e vendeu patrimônios nacionais adotada nos governos Temer-Bolsonaro.


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Inferno em chamas: Michelle deixa indefinida sua presença em evento com Flávio e gera incômodo na campanha do senador

A equipe da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ficou incomodada depois que Michelle Bolsonaro evitou confirmar de forma clara quando participaria da campanha do enteado e manteve em aberto sua entrada mais ativa nas agendas eleitorais. Aliados interpretaram a postura como falta de apoio explícito ao projeto de Flávio.

O desconforto aumentou porque Michelle já vinha participando e apoiando publicamente algumas candidaturas estaduais e ao Senado, enquanto afirmava que ajudaria a campanha presidencial de Flávio apenas “no momento certo”. Nos bastidores, integrantes do PL passaram a especular se ela estaria preservando seu próprio capital político como alternativa para uma eventual mudança de candidatura.

Mais recentemente, houve expectativa de que Michelle e Flávio dividissem palanque em um evento no Ceará, mas divergências políticas locais e tensões internas entre grupos bolsonaristas mantiveram as especulações sobre o grau de alinhamento entre ambos.

Apesar dos atritos noticiados, Michelle declarou publicamente que pretende trabalhar junto com Flávio e negou que exista uma ruptura definitiva entre eles.

Em resumo, o incômodo na campanha de Flávio decorre da percepção de que Michelle demorou a oferecer apoio público e inequívoco ao senador, alimentando dúvidas dentro do próprio campo bolsonarista sobre o futuro da candidatura presidencial.


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Estamos assistindo ao vivo e a cores o fim da grotesca mentira chamada bolsonarismo

Jamais se esqueçam que Michelle era a primeira-dama da rachadinha do clã.

Até hoje, nada disse dos depósitos de Queiroz em sua conta.

Não me venham falar que ela não sabe medir as consequências de sua fala. Por isso mesmo ela está esperando sua expulsão do PL, como querem muitos do partido larápio de Bolsonaro por alta traição à pátria da milícia.

Michelle sabe exatamente por que testemunhou, in loco, o próprio esquema da cúpula bolsonarista para chegar ao poder, e dele, formar uma verdadeira comissão de caça ao tesouro, assim foi feito.

A santa está amarrada nessa história até a medula e será arrastada até o buraco que o clã que, nem com oferta na bacia das almas, terá espaço para qualquer voo solo.

Na verdade, o que Michelle está deixando claro é que o bolsonarismo já deu o que tinha que dar e o próprio Bolsonaro está, assim como Michel Temer, com valor de mercado negativo.

Sem poder e, consequentemente, sem aquela montanha de dinheiro que esquematizou com uma falange de oportunistas, nunca antes vista na história do Brasil, o “mito” volta à condição de aspirante de baixo clero.

É o que está escancarado no sincericídio da ex-primeira-dama para provocar uma crise que, praticamente, degola a candidatura à presidência do seu enteado.

É uma crise familiar? Sim, afinal ela é casada com o líder máximo da facção terrorista chamada clã Bolsonaro, mas isso não é causa, é consequência de uma realidade estabelecida com o debacle de Flavio nas pesquisas que, na verdade, coloca Lula a 1,2% de vencer a eleição já no primeiro turno, isso antes da mais recente crise michellina.

Na verdade, segundo O Globo, Bolsonaro sabia que Michelle daria essa declaração pública.

Trocando em miúdos, Michelle não está pulando fora do barco por conta do furdunço armado por ela no Ceará contra Ciro Gomes, aliadão de Flavio, a quem ele de fato chamou de corrupto. Mas Moro não fez o mesmo, não saiu do governo Bolsonaro atirando, dizendo que são todos corruptos?

Por que Michelle não se indignou com a recente aliança de Flavio com o juiz vigarista?

Na realidade, a esperta só está vendo os últimos suspiros do moribundo bolsonarismo, criado e sustentado por um número incontável de mentiras, inclusive, sobre  sua suposta força, que já havia sido desmascarada com a derrota de Bolsonaro para Lula, mesmo comprando mais de uma dezena de milhões de votos.

Só para refrescar a memória do que está acontecendo e mostrar que não tem santo nesse pardieiro. Mauro Cid, em troca de mensagens com Fabio Wejngarten, disse que “Michelle tem um passado podre”.

Em delação premiada, o mesmo Mauro Cid disse que Michelle e Eduardo Bolsonaro comandavam o núcleo mais duro da tentativa de golpe.


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O que significou o “QUASE” em caixa alta que Michelle usou para ameaçar Flavio Bolsonaro

Que Michelle quis expor publicamente o racha em família, não resta dúvida.

A desvalorização que sofria no PL por parte de Flavio, sendo desrespeitada e maltratada como prática recorrente de humilhação, não deixa dúvida de que o recado em forma de desabafo em suas redes sociais, funcionou como uma forte pressão política, já que, hoje, ela é o principal cabo eleitoral do PL.

Não foi isso que forçou o senador miliciano a pedir penico pra ela nas redes, mas sim o “QUASE” que ela escreveu para dizer que tem um estoque de denúncias ameaçando o enteado, afirmando que mostrou apenas a cabeça do prego longo e com ponta xtremamente afiado para reduzi-lo a pó.

É uma situação grave, e Flavio entendeu o recado.

Claro que a campanha de Flavio, que vem capotando desde o vazamento do Intercept, ficou ainda mais conflitada.

Agora, todos querem saber que segredos de Flavio e de todo o resto do clã, Michelle guarda consigo ara serem usados na hora certa.

Na verdade, Michelle fez uma oferta relâmpago da cabeça de Flavio nas redes sociais, deixando claro que tem foco e disposição para desequilibrá-lo ainda mais revelando suas verdades.

É isso que, subliminarmente, está escrito em sua fala quando usa o termo QUASE tudo o que precisava ser dito.

Flavio mordeu a isca dessa espécie de pré-delação de Michelle, e pipocou imediatamente e caiu naquela velha lógica de que, quem tem c*, tem medo.


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