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Quaest: O derretimento de Flavio em setores bolsonaristas; PL admite “naufrágio”

Pesquisa mostra Lula abrindo vantagem enquanto Flávio perde força entre evangélicos, jovens, mulheres e regiões estratégicas para o bolsonarismo

Osenador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, registrou queda em redutos considerados estratégicos para o bolsonarismo, segundo a pesquisa Quaest de junho. O movimento atinge evangélicos, jovens, mulheres e regiões-chave como Sudeste e Centro-Oeste/Norte, justamente após vir à tona o escândalo de seu envolvimento com Daniel Vorcaro, preso no caso do Banco Master.

Em um cenário de segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou a liderar com 44% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. A vantagem de 6 pontos rompe o empate técnico que vinha sendo registrado desde março e acendeu o alerta no entorno do filho 01 de Jair Bolsonaro.

Lula abre vantagem e muda o clima da disputa
A pesquisa Quaest de junho consolidou uma virada no cenário eleitoral que o campo bolsonarista não esperava tão cedo. Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o presidente aparece com 44% das intenções de voto, contra 38% do senador.

Desde março, os dois vinham em situação de empate técnico nas simulações da Quaest. A abertura de vantagem foi captada justamente na semana em que as relações de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro vieram à tona.

A reversão do quadro tem peso político concreto. Não se trata apenas de uma oscilação isolada, mas de uma mudança de tendência em segmentos que eram tratados como bases seguras da extrema direita.

Quando os dados são desagregados por região, faixa etária, gênero e religião, o que aparece é um processo de erosão simultânea em múltiplas frentes da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

Redutos bolsonaristas entram em alerta
Os dados da Quaest mostram que Flávio Bolsonaro perdeu apoio entre evangélicos, mulheres, jovens e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste/Norte. O Sudeste concentra dois dos maiores colégios eleitorais do país, São Paulo e Minas Gerais, e era tratado como peça central da estratégia eleitoral bolsonarista.

Na região, Flávio chegou a ter 12 pontos de vantagem sobre Lula. Agora, aparece em empate técnico com o presidente, que vem em tendência de alta desde abril.

No agregado Centro-Oeste/Norte, o recuo também foi expressivo. Flávio oscilou 8 pontos para baixo: a vantagem de 14 pontos registrada em maio caiu para apenas 2 pontos em junho.

O recorte geracional amplia o problema. Na faixa de 16 a 34 anos, Lula ultrapassou Flávio, que antes liderava entre os jovens. O dado é especialmente sensível porque atinge um eleitorado decisivo para a construção de imagem pública, presença digital e capacidade de mobilização de uma candidatura.

Evangélicos deixam de ser fortaleza inabalável
Os números sobre evangélicos se tornaram o principal sinal de alerta para a campanha de Flávio Bolsonaro dentro da pesquisa. O apoio ao senador nesse segmento caiu de 61% para 52% em apenas um mês.

No mesmo período, Lula subiu de 24% para 31% entre os eleitores evangélicos. Entre os católicos, Flávio manteve os 34% registrados em maio, o que indica que a sangria tem endereço político específico: o eleitorado que o bolsonarismo sempre tratou como sua fortaleza mais sólida.

A queda entre evangélicos é mais grave porque não aparece isolada. Ela se combina com a perda de fôlego entre jovens, mulheres e regiões estratégicas, formando um quadro de desgaste que atinge a base social e eleitoral da pré-candidatura.

Para uma campanha que dependia do voto evangélico como âncora, perder terreno nesse segmento para um governo petista representa um desafio estrutural. Não é um problema que se resolva apenas com presença em cultos, acenos religiosos ou gestos públicos de devoção.

Caso Vorcaro agravou crise de confiança
Entre as pesquisas de maio e junho, dois episódios dominaram o noticiário e ajudam a explicar a movimentação nas intenções de voto. O primeiro foi a exposição da relação de Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro, preso na Operação Compliance Zero.

O senador teria recebido R$ 61 milhões de Vorcaro, dono do Banco Master, sob o pretexto de financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro, Dark Horse. O caso colocou Flávio no centro de uma crise que mistura dinheiro, família e política em um momento no qual ele tentava se consolidar como alternativa eleitoral viável.

Paralelamente, os Estados Unidos anunciaram duas medidas de forte impacto para o Brasil: a classificação das facções criminosas CV e PCC como organizações terroristas e o aumento de tarifas sobre produtos brasileiros. As duas decisões foram divulgadas após uma visita de Flávio Bolsonaro a Donald Trump e a integrantes do alto escalão do governo americano.

A associação, que poderia ter sido explorada como demonstração de prestígio internacional, acabou gerando questionamentos sobre os resultados concretos da aproximação.

Nos bastidores do PL, clima é de “naufrágio”
Nos bastidores do Partido Liberal, o ambiente mudou de tom. Interlocutores já descrevem reservadamente a situação como “naufrágio” da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.

O principal motor do pânico instalado no comitê bolsonarista é a debandada do eleitorado evangélico, que corrói a principal fortaleza eleitoral da extrema direita antes mesmo de a campanha ganhar corpo.

Líderes evangélicos afirmam que a rejeição a Flávio Bolsonaro se consolidou após ele ter sido “pego na mentira” no escândalo do Banco Master.

A percepção desses líderes encontra respaldo nos números. A aprovação do governo Lula entre evangélicos, segundo a Quaest, subiu de 28% em abril para 35% em junho, enquanto a desaprovação recuou de 68% para 60%.

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Política

Evangélicos começam a abandonar Flávio e a olhar para Lula

Em apenas um mês, intenções de voto de Flávio entre evangélicos caíram de 61% para 52%, enquanto Lula avançou de 24% para 31%.

Durante anos, a extrema direita tentou tratar os evangélicos como curral eleitoral. Sua narrativa se apoiava em quatro pilares: conservadorismo moral, guerra cultural, antipetismo e instrumentalização religiosa. Foi com base nisso que, desde 2018, o bolsonarismo construiu nesse segmento uma base social poderosa, organizada e altamente mobilizada.

Agora, porém, surgem sinais de erosão no grupo que se consolidou como principal sustentáculo eleitoral do clã Bolsonaro. A nova rodada da pesquisa Quaest, contratada pela Genial Investimentos e divulgada nesta quarta-feira (10), revela uma movimentação expressiva entre os evangélicos brasileiros.

Na corrida presidencial, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) continua liderando nesse segmento. Mas a vantagem encolheu de maneira abrupta em apenas um mês. De maio a junho, suas intenções de voto entre evangélicos caíram de 61% para 52%. Ao mesmo tempo, Lula avançou de 24% para 31%. As mudanças, para um período tão curto, foram politicamente significativas, indo além da margem de erro nesse recorte, que é de quatro pontos percentuais.

Mais revelador ainda é o crescimento da aprovação do governo Lula entre evangélicos. Em abril, 28% aprovavam a gestão federal. Em junho, esse índice chegou a 35%. A desaprovação caiu de 68% para 60% no mesmo período.

A resposta da esquerda

Pela primeira vez desde a ascensão do bolsonarismo, o campo progressista parece ver brechas reais para dialogar com uma parcela expressiva do eleitorado evangélico sem partir da defensiva. O governo Lula, em especial, compreendeu que a disputa política no País passa necessariamente por esse universo.

De acordo com o Censo 2022, o Brasil possui aproximadamente 47,4 milhões de evangélicos, o que corresponde a 26,9% da população total do País. Institutos como o Datafolha apontam, em projeções mais recentes, que essa parcela continuou crescendo e já se aproxima de 30% a 32% da população brasileira, respondendo por mais de 60 milhões de pessoas.

Tratar esses milhões de trabalhadores como um bloco homogêneo, impermeável ou automaticamente reacionário sempre foi um erro grave e, em muitos casos, elitista. A carta divulgada pelo PT aos evangélicos na segunda-feira (8) mostra o empenho de desfazer qualquer leitura preconceituosa do governo Lula e do próprio campo progressista.

O documento, aprovado no 4º Encontro de Evangélicos do PT, rejeita o discurso de confronto religioso, além de enfatizar o respeito às igrejas, à liberdade de culto e à presença crescente dos evangélicos nas periferias e no mundo do trabalho. Em vez de aceitar passivamente a narrativa bolsonarista, a esquerda vai à disputa de valores, linguagem e presença social – e encontra terreno fértil.

Para o bolsonarismo, além do desgaste natural de oito anos de radicalização permanente, existem contradições morais que ficaram mais difíceis de esconder. Com o caso Daniel Vorcaro-Banco Master, Flávio Bolsonaro foi apanhado em incoerência com declarações anteriores.

A Quaest procurou medir esse desgaste, testando desde o conhecimento do caso até a percepção de ocultação de crimes. O prejuízo do clã Bolsonaro aparece em todos os recortes. Para um eleitorado que faz da integridade moral um critério central de escolha, ser pego numa mentira é uma ruptura de contrato simbólico.

Críticas à guerra cultural

A tentativa de intensificar a guerra religiosa também cobrou seu preço na Marcha para Jesus, em 4 de junho. Levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, citado pela jornalista Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo, monitorou mais de 17 milhões de menções públicas ao nome do senador nas redes sociais nas primeiras 20 horas após o evento. O resultado foi acachapante: 51,9% das manifestações eram negativas.

Segundo os pesquisadores, muitas críticas vieram de cristãos incomodados com a transformação do evento religioso em palanque eleitoral agressivo. No palco da Marcha para Jesus, Flávio bradou sobre uma suposta “guerra espiritual” e prometeu expulsar o “mal” do governo. O candidato tentou vender uma profecia que, no fim, foi interpretada como instrumentalização da fé.

Além disso, a memória do governo de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022, continua em disputa. A extrema direita utilizou o segmento evangélico naquele período como o principal pilar de sustentação e blindagem de sua agenda econômica regressiva. De acordo com o Vermelho, acreditavam que o apelo ao pânico moral e às fake news ajudaria a mascarar a destruição dos direitos trabalhistas e a fome.

Só que parte dos evangélicos privilegia questões concretas da vida cotidiana, como emprego, renda, estabilidade e proteção social. Nas periferias urbanas, onde o evangelicalismo cresceu entre trabalhadores precarizados, autônomos e famílias endividadas, medidas de alívio de renda possuem efeito político direto. Nesse terreno, o governo Lula possui ativos importantes, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, o Desenrola 2.0, a melhora gradual do emprego e os programas sociais.

Não é exagero dizer que essa disputa pode definir o futuro político do país. A muralha evangélica do bolsonarismo mostra sinais de rachadura. Cabe à campanha de Lula reduzir a diferença para Flávio entre os evangélicos a um patamar administrável e impedir que os indecisos – hoje em 11% nesse segmento – migrem para o campo adversário.

Caso a extrema direita perca parte relevante do eleitorado evangélico – ou mesmo se deixar de vencer nesse segmento por margens esmagadoras –, as consequências podem ser profundas. Se a muralha continuar rachando, o bolsonarismo se distanciará da base social que o transformou em fenômeno nacional.


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Pesquisa

Quaest: Lula amplia vantagem sobre Flávio Bolsonaro no segundo turno

Na simulação de 1º turno, o atual presidente chega a 10 pontos de vantagem sobre o presidenciável do PL

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) indica que o presidente Lula aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno das eleições presidenciais. Segundo o levantamento, Lula registra 44% das intenções de voto, enquanto o parlamentar alcança 38%.

O resultado representa uma mudança em relação aos levantamentos anteriores. Em maio, Lula aparecia com 42%, contra 41% de Flávio. Já em abril, o senador tinha vantagem numérica, com 42% ante 40% do presidente. Em março, ambos registravam 41%, configurando empate.

Com os números atuais, Lula passa a abrir uma vantagem de seis pontos percentuais sobre o adversário, encerrando uma sequência de pesquisas marcadas por empate técnico ou diferenças mínimas entre os dois.

A pesquisa mostra o presidente Lula na liderança das intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial, com 39%. O senador Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar, com 29%.

No levantamento anterior da Quaest, divulgado em maio, Lula também aparecia com 39%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 33%.

Naquele momento, o cenário pesquisado incluía 10 pré-candidatos. Agora, a pesquisa considera 13 nomes na disputa.

Na sequência do levantamento, surgem o fundador do MBL Renan Santos (Missão) e o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3% das intenções de voto.

O deputado federal Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) registram 2% cada.

Esta foi a primeira vez que a Quaest incluiu os nomes de Aécio Neves e Joaquim Barbosa entre os possíveis candidatos à Presidência.

Aécio, que disputou o Planalto em 2014 e foi derrotado por Dilma Rousseff, volta a ser testado como opção do PSDB. Já Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece como possível candidato do Democracia Cristã, substituindo o nome de Aldo Rebelo nas simulações do instituto.

Metodologia
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.

*ICL


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Política

Kassio Nunes suspende pesquisa que mostrou Flávio Bolsonaro ladeira abaixo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu a divulgação da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg publicada em 19 de maio, que apontava o derretimento das intenções de voto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A decisão liminar foi tomada pelo ministro Kassio Nunes Marques, presidente da corte e relator do caso.

A ação foi apresentada pelo Partido Liberal (PL), que questionou a metodologia do levantamento. Segundo a legenda, o questionário teria sido elaborado de forma a influenciar os entrevistados e prejudicar a imagem do pré-candidato ao Planalto.

Na decisão, Nunes Marques afirmou que existem indícios de comprometimento da metodologia utilizada. Para o ministro, os elementos analisados sugerem possível “contaminação das respostas” e levantam dúvidas sobre a regularidade da pesquisa.

O magistrado destacou que a suspensão da divulgação não representa uma conclusão definitiva sobre o caso. Segundo ele, a medida busca evitar efeitos da publicação enquanto o mérito da ação é analisado.

“Os elementos trazidos aos autos após manifestação da representada reforçam, em juízo de cognição sumária, os indícios relevantes de comprometimento da metodologia da pesquisa impugnada, inclusive no cotejo com o questionários de outras pesquisas registradas no TSE pela mesma empresa”, escreveu.

Nunes Marques também alegou que há indícios de que “a pesquisa possa ter extrapolado os limites da regular aferição estatística”. Para ele, “a controvérsia suscitada nos autos não se limita, portanto, à mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.

A decisão menciona ainda que outras 27 pesquisas registradas pela AtlasIntel no TSE não utilizaram perguntas semelhantes nem incluíram a veiculação de áudio como ocorreu no levantamento questionado. De acordo com o DCM, o ministro determinou que a empresa apresente documentação técnica complementar sobre a metodologia adotada, especialmente em relação ao uso desse recurso.

Na pesquisa suspensa, Lula aparecia com 48,9% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, que registrava 41,8%. Em levantamento anterior realizado em abril, os dois estavam tecnicamente empatados, com 47,8% para o senador e 47,5% para o presidente. O Ministério Público Eleitoral ainda deverá se manifestar antes da análise definitiva do caso.


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Política

Os inúteis antipetismo e o antilulismo são a marca da direita, sempre

A principal plataforma da direita, desde que Lula chegou ao poder, pela primeira vez em 2002 e segue até os dias que correm, é o antipetismo, como se fosse um livro sagrado.

Ocorre que, na prática, a coisa se dá ao oposto, ou seja, isso é uma ferramenta de preguiçoso, típica de um saco de gatos que não consegue fazer um depate político que não seja o ramerrão antilula e antiPT, então, é derrota sobre derrota para a direita e, a solução é golpe sobre golpe, como ocorreu com Dilma e processado por Carla Zambelliom a condenação e prisão de Lula sem prova de crime.

Foram duas farsas que se arrastam nas línguas de trapo dessa direita falida moralmente e economicamente, já que os casos concretos de corurpção no Brasil são justamente da direita, que acusa o PT de corrupção e, na economia, não tem graça comentar.

Todos os governos, absolutamente todos de direita, incluindo os da ditadura, entregaram o Brasil aos brasileiros na bancarrota.

Mas por que isso ocorre? Porque a direita não tem ideologia, apenas um bate-estaca neoliberal que, desde sempre, na prática, deu mais do que errado, fois desastroso. E ao contrário da crença dessa gente, fora os esquisitos que tomam detergente, é que a direita é um monumento de excrementos que antipetismo nenhum os salva da derrota.

Agora mesmo, independente de toda essa lambança e corrupção dos vigaristas trapalhões do clã Bolsonaro em que criou-se uma meleca política, misturando Trump com Vorcaro, Master com EUA, muita gente, por devoção, inclusive na mídia, vendia Flavio como vencedor na disputa presidencial. Aliás, a mídia parece que não pode ver um pangaré, que se apaixona.

Foi assim com Pablo Marçal, foi assim com Bolsonaro, que jamais chegaria à Presidência da República, se não fosse por um juiz corrupto e ladrão, como disse o deputado Glauber Braga, ao classificar Sergio Moro., já que este conseguiu um fato inédito, ser malvisto pelos eleitores de direita e de esquerda, tal o borralho de seu caráter e burrice aguda.

Mas o que dizemos aqui é que essa direita, que vive de compartilhamentos de mentiras com o seu exército de robôs, levou um tranco, sem poder revidar nos escândalos que envolvem Flavio e Vorcaro, que também estão associados a Eduardo Bolsonaro e aos diabos menores, assim como não tem qualquer rabisco de projeto de país que não seja para prejudicar a vida de uma gigantesca massa de brasileiros pobres e trabalhadores que se veem ameaçados de perda de direitos com as titicas tecnocratas que brotam na cabeça da imbecilidade reacionária.

Seja como for, o que o antipetismo e o antilulismo conseguiram provar até agora é que a direita é formada por amebas oportunistas, e disso não passa.

Independente dos escândalos que envolvem o clã Bolsonaro, Flavio tomaria um sarrafo de Lula nas urnas, simplesmente por ser um pária, filho de outro que devolveu 34 milhões de brasileiros à mais absoluta miséria e o Brasil ao mapa da fome, sem falar na rede de corrupção envolvendo compra de vacinas, que acabou porr provocar a morte de mais de 700 mil brasileiros.

O antipetismo só consegue provar que é uma prática criminosa e que só os pulhas vivem dela para justificar a própria burrice e limitação intelectual.

 


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Política

Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH

Legislação alcança apenas os bons condutores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (5) a lei que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para bons condutores.

A medida autoriza a renovação sem custos para motoristas que não cometeram infrações de trânsito sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses.

A sanção presidencial ocorreu após o Senado aprovar a Medida Provisória (MP) 1327/25), criada em dezembro do ano passado pelo governo federal beneficiar os condutores.

De acordo com o Palácio do Planalto, cerca de 2 milhões de motoristas já foram beneficiados com a renovação automática.

Economia
De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a renovação gratuita já fez a população economizar R$ 854,8 milhões.

Confira as principais mudanças na renovação da CNH

  • Renovação da CNH: A nova lei garante a renovação automática sem custos para motoristas cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores (RNP).
  • Exames: Os exames de aptidão física e mental continuam obrigatórios. Os procedimentos só poderão ser feitos por médicos e psicólogos especialistas em medicina do tráfego e em psicologia do trânsito.
  • Custos: A lei tabelou os preços dos exames, que deverão ser fixados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além disso, ficou instituído o reajuste anual dos preços dos exames pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPCA).

*Agência Brasil


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Pesquisa

Lula amplia vantagem e começa migração de votos bolsonaristas

Pesquisa Vox mostra crescimento de Lula, recuo de Flávio Bolsonaro e avanço de Caiado e Zema na disputa pelo eleitorado conservador

A mais recente pesquisa do Instituto Vox Brasil indica uma mudança relevante no cenário da sucessão presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 42,1% das intenções de voto no primeiro turno, abrindo vantagem de 8,5 pontos percentuais sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 33,6%.

O movimento é significativo porque ocorre em meio a uma recuperação gradual da aprovação do governo federal e após uma sequência de episódios políticos que colocaram o bolsonarismo sob pressão. Desde meados de maio, Lula avançou quase oito pontos percentuais, enquanto Flávio perdeu quase três pontos, ampliando uma diferença que anteriormente era muito mais estreita.

Migração de votos fortalece nomes da centro-direita

O levantamento revela um fenômeno que começa a ganhar força na corrida presidencial: parte do eleitorado identificado com a direita parece buscar alternativas fora do núcleo bolsonarista.

Os principais beneficiados são o governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo). Caiado alcança 6,9% no primeiro turno e aparece em empate técnico com Lula em uma eventual segunda rodada. Zema registra 5,1% e também reduz significativamente a distância em um confronto direto com o presidente.

A evolução desses números sugere uma fragmentação do campo conservador. Enquanto Flávio Bolsonaro perde apoio, candidatos da direita tradicional ampliam espaço entre eleitores que demonstram resistência ao governo Lula, mas também apresentam dúvidas sobre a viabilidade eleitoral do bolsonarismo.

Efeito Trump e desgaste do bolsonarismo
A pesquisa foi realizada após a visita de Flávio Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e depois da decisão norte-americana de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

Embora seja prematuro estabelecer uma relação direta entre esses acontecimentos e a movimentação eleitoral, os números mostram que o senador não conseguiu converter a exposição internacional em crescimento político. Pelo contrário: o levantamento registra perda de apoio justamente no período em que a agenda externa ganhou destaque.

Ao mesmo tempo, a defesa da soberania nacional diante das ameaças de novas tarifas contra produtos brasileiros tornou-se um tema central do debate político, favorecendo o discurso adotado pelo governo federal.

Lula mantém força entre mulheres e baixa renda

A liderança do presidente continua sustentada por segmentos decisivos do eleitorado. Entre as mulheres, Lula abre vantagem de mais de 15 pontos sobre Flávio Bolsonaro. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, a diferença é ainda mais expressiva: 55,1% contra 23,5%.

O desempenho também permanece forte entre idosos e entre os eleitores com menor escolaridade, grupos que historicamente apresentam elevada participação eleitoral.

Já Flávio Bolsonaro mantém seus melhores resultados entre homens, eleitores de renda mais alta e setores com maior escolaridade, mas esses nichos têm se mostrado insuficientes para compensar as perdas registradas em outras faixas do eleitorado.

Segundo turno reforça tendência de recuperação
No cenário de segundo turno, Lula aparece com 47,8% contra 41,3% de Flávio Bolsonaro. O dado chama atenção porque representa uma reversão completa do quadro observado em maio, quando o senador liderava numericamente a disputa.

A pesquisa também mostra que quase 40% dos eleitores ainda admitem mudar de voto até a eleição, indicando que o cenário permanece aberto à argumentação de campanha. Ainda assim, os números atuais apontam duas tendências simultâneas: o fortalecimento da posição de Lula e a crescente disputa, dentro do campo conservador, pelos votos que tradicionalmente orbitavam em torno do bolsonarismo.

Reconfiguração da disputa de 2026
Mais do que uma simples vantagem numérica de Lula, a pesquisa sugere uma reconfiguração do tabuleiro eleitoral. O presidente consolida sua liderança enquanto a direita vive um processo de reorganização interna.

O avanço de Caiado e Zema indica que uma parcela do eleitorado conservador busca alternativas capazes de dialogar com a agenda econômica liberal e com pautas da direita sem carregar o elevado índice de rejeição associado ao sobrenome Bolsonaro.

Se essa tendência se confirmar nos próximos meses, a disputa presidencial poderá deixar de ser apenas um confronto entre lulismo e bolsonarismo para incorporar uma terceira variável: a concorrência pela sucessão da liderança do campo conservador brasileiro, claramente em derretimento em relação à família Bolsonaro. Com Vermelho.


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Brasil Mundo

Trump declara guerra ao Pix, e Lula vai jogar a bomba na cabeça de Flávio Bolsonaro

O governo Donald Trump propôs ontem uma cacetada tarifária de 25% aos produtos brasileiros como punição por atos que, segundo ele, atrapalham empresas norte-americanas e listou, entre os culpados, a nossa verdadeira paixão nacional: o Pix. O governo Lula pretende associar a proposta de sanção contra o sistema de pagamento eletrônico à visita a Washington do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, na semana passada.

Em julho do ano passado, os EUA haviam aberto uma investigação comercial contra o Brasil e incluíram o Pix como possível prática desleal. A razão não era o Pix ser ruim para o povo brasileiro, mas ser bom demais sem depender deles.

A ferramenta virou mais do que um instrumento de pagamentos. É símbolo de eficiência estatal num país acostumado ao oposto. É inclusão financeira real. E, sobretudo, autonomia. Atacá-lo, portanto, não soa como debate técnico, mas como tentativa de enquadrar o Brasil ao papel de coadjuvante no sistema financeiro global.

Trump baixou um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, em meados do ano passado, causando o fechamento de empresas e a perda de empregos no Brasil. Uma das razões apresentadas por ele foi o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. O então deputado federal Eduardo Bolsonaro, que se autoexilou nos EUA, disse que a decisão havia sido fruto de articulações que ele havia realizado junto à Casa Branca.

Em março, dirigindo-se ao público da principal conferência conservadora norte-americano, Flávio Bolsonaro pediu que os EUA aplicassem “pressão diplomática para que nossas instituições funcionem adequadamente” visando a eleições “baseadas em valores de origem americana”.

Ao ameaçar punir o Brasil por causa do Pix, o governo Trump acaba dando um presente eleitoral a Lula. Porque tudo isso começou com uma família que não aceitava que o pai fosse punido por tentar um golpe de Estado.

O governo Lula vai jogar a bomba no colo da família Bolsonaro caso as negociações para evitar tarifas não prosperem. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) afirmou que vai continuar dialogando com o Brasil sobre a investigação aberta no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio, mas avisou que uma decisão final sai até 15 de julho. Deixou uma lista longa de exceções, como carne bovina, café, frutas, aeronaves e, óbvio, terras raras.

Além do Pix, também são citadas na decisão supostas tarifas preferenciais desleais concedidas a outros países, ordens do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de remover conteúdos de perfis de residentes nos EUA nas redes sociais e de responsabilizar financeiramente as empresas norte-americanas de mídia social pelo descumprimento dessas ordens, impondo multas e restringindo seu acesso a ativos.

Também alega a insuficiência da aplicação de medidas anticorrupção e de proteção da propriedade intelectual, a falta de acesso ao mercado brasileiro de etanol e o desmatamento ilegal. Segundo o USTR, essas condições “oneram ou restringem o comércio”.

De uma maneira geral, os EUA reclamam que o Pix os deixou de fora de um dos maiores mercados do mundo. “O Brasil prejudicou injustamente empresas dos EUA envolvidas em serviços concorrentes de pagamentos eletrônicos, inclusive por meio de políticas que favorecem seu campeão nacional, o Pix”, afirma o documento divulgado ontem pelo USTR.

“O duplo papel do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas procedimentais adequadas. O banco atuou como regulador para prejudicar prestadores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA e favorecer o Pix”, diz.

Cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas e determina que o sistema seja exibido na tela principal dos aplicativos das instituições participantes com destaque não inferior ao de qualquer outra funcionalidade de pagamento ou transferência.

Também reclama que o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços ao exigir que as instituições participantes ofereçam o Pix gratuitamente a pessoas físicas e ao limitar a taxa que essas instituições podem cobrar de empresas por transações via Pix.

“Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que concorrentes concedam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina fornecedores de serviços de pagamentos eletrônicos dos EUA ao conceder essas vantagens apenas ao campeão nacional brasileiro”, afirmam.

Para o governo Donald Trump, “os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial dado ao Pix representam um ônus ou restrição ao comércio dos EUA ao impor custos aos prestadores de serviços norte-americanos e ao forçar fornecedores dos EUA a promover seu concorrente brasileiro, sem compensação”.

A questão em jogo não é só o Brasil. Outros países vêm buscando entender o Pix e analisando sua replicação. Se isso ocorrer, vai ser um banho de água fria para os EUA. Ou seja, o Pix é tão bom que causa problemas a eles.

Imagine o Brasil dependente de uma plataforma estrangeira para pagamentos, como uma conectada ao WhatsApp ou ao Google. Sob uma lei como a Magnitsky, bastaria uma decisão em Washington para travar transações no país. Não é ficção, mas risco concreto quando se abre mão da soberania sobre a infraestrutura própria.

Para o brasileiro comum, isso não é análise geopolítica abstrata, mas cotidiano. O Pix paga contas, sustenta pequenos negócios, conecta famílias. Mexer com isso é mexer com a vida real. E, na política, isso tem consequência. Ironicamente, ao ameaçar sancionar o Pix, o governo Trump acaba ajudando o adversário eleitoral de seu preferido.

*Leonardo Sakamoto/Uol


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Lula vence todos os adversários no primeiro turno e deixa Flavio no chinelo no segundo turno

Levantamento da Real Time ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 e 30 de maio

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (1º) pelo Instituto Real Time Big Data mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários testados. A pesquisa foi feita após a revelação do áudio de Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro e da classificação do CV e do PCC como terroristas pelos EUA.

No principal cenário avaliado, Lula aparece com 38% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 31%. Na sequência estão Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 6%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Aécio Neves (PSDB) e Joaquim Barbosa (DC), com 3% cada, e Augusto Cury (Avante), com 1%.

Outros candidatos somados alcançam 1% das intenções de voto. Brancos e nulos representam 3%, enquanto 4% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não responder.

Na simulação de segundo turno, o presidente Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 8% e 7% não sabem ou não responderam. Comparado ao último levantamento do mesmo instituto, Lula subiu dois pontos e Flávio Bolsonaro perdeu quatro.

Em cenário de segundo turno contra Ronaldo Caiado, Lula aparece numericamente empatado com o ex-governador de Goiás, com os dois marcando 43%. Contra Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, Lula tem três pontos percentuais de vantagem: 43% contra 40%.

Na disputa com Renan Santos (Missão), Lula vence por 46% contra 30%. Contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB), o petista tem a maior vantagem e vence de 47% contra 23%.

Em um segundo cenário de primeiro turno, que inclui Aldo Rebelo (DC) no lugar de Joaquim Barbosa, Lula mantém os mesmos 38% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro permanece com 31%. Renan Santos e Ronaldo Caiado registram 6% cada, Romeu Zema sobe para 5%, Aécio Neves alcança 3%, enquanto Aldo Rebelo e Augusto Cury aparecem com 1% cada.

Nesse cenário, os votos em outros candidatos também somam 1%, os brancos e nulos permanecem em 3% e os indecisos representam 5%.

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-05864/2026.


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PoderData: Aprovação de Lula salta 13 pontos em dois meses

O levantamento PoderData/Aya divulgado nesta sexta-feira (29) mostra que a aprovação do desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu 13 pontos percentuais em dois meses e chegou a 44%. No mesmo período, a desaprovação caiu de 61% para 49%, enquanto 7% dos entrevistados disseram não saber responder.

Os números divulgados no Poder 360 indicam uma melhora na percepção sobre o presidente em meio à corrida eleitoral de 2026. A avaliação sobre o governo em geral aparece em patamar semelhante: 44% dos entrevistados afirmam aprovar a gestão petista, enquanto 50% dizem desaprová-la. Outros 6% não souberam opinar.

Na avaliação do trabalho de Lula, 36% consideram o desempenho “ótimo” ou “bom”. Outros 16% avaliam como “regular”, e 46% classificam como “ruim” ou “péssimo”. O índice positivo reforça a recuperação registrada pelo presidente desde a última rodada da pesquisa.

O levantamento foi realizado pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. A divulgação tem parceria com o Aya Bancah, plataforma digital que reúne jornais e revistas nacionais e internacionais.

Os dados foram coletados entre 25 e 28 de maio de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Ao todo, foram realizadas 2.400 entrevistas em 651 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. DCM.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04882/2026. Segundo a metodologia do PoderData/Aya, as entrevistas são distribuídas proporcionalmente conforme sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica dos entrevistados.

Para chegar ao total de 2.400 entrevistas, o instituto afirma fazer dezenas de milhares de telefonemas. Em alguns levantamentos, o número de ligações supera 100 mil até que sejam encontrados entrevistados capazes de representar de forma fiel o conjunto da população.


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