Categorias
Política

Julian Assange declara apoio a Lula: ‘lutou pela minha liberdade’

Presidente brasileiro ‘foi gentil com meus filhos e não pediu nada em troca; Jair e Flávio Bolsonaro não fizeram e nem disseram nada’, escreveu fundador da Wikileaks nas redes sociais

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, relembrou neste sábado (24/10) o apoio recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando ele esteve preso, e destacou a diferença de posicionamento de Jair e Flávio Bolsonaro, em publicação em suas redes sociais, acompanhada de uma foto com o líder brasileiro.

“Fiquei em confinamento solitário por 1.901 dias por revelar a verdade sobre os assassinatos e a espionagem do governo dos EUA, inclusive contra o Brasil e suas indústrias”, escreveu Assange, antes de enfatizar que “após deixar o poder, Lula lutou pela minha liberdade“.

Segundo o australiano, ao assumir o cargo, o presidente brasileiro denunciou ao falecido papa Francisco a perseguição sofrida por ele. Isso levou o pontífice a se encontrar com sua família e oferecer ajuda. “Lula foi gentil com meus filhos e não pediu nada em troca. Ao contrário, Jair e Flávio Bolsonaro não fizeram nem disseram nada”, enfatizou.

Referindo-se a Bolsonaro, Assange também alertou que, “sem a capacidade de dizer ‘não’ a Washington e Tel Aviv, não pode haver política nacional, apenas diretrizes estrangeiras”. “Os traidores entregam tudo em troca de uma parte do lucro, até mesmo a própria língua”, acrescentou.

“As ordens são sempre as mesmas: ‘expandam o roubo de recursos e salários e calem a boca sobre o fato de que assassinamos crianças’”, denunciou ele.

Luta de Assange
O jornalista australiano foi acusado em 2019 de receber e publicar centenas de milhares de registros de guerra e telegramas diplomáticos que incluíam detalhes sobre má conduta militar dos EUA no Iraque e no Afeganistão.

Assange foi preso em Belmarsh (Reino Unido) em 2019, depois que o então presidente do Equador, Lenín Moreno, autorizou sua prisão na embaixada equatoriana em Londres, onde ele permanecia em situação de refugiado havia sete anos, desde junho de 2012.

Em 2024, ele foi oficialmente libertado após chegar a um acordo judicial com o Departamento de Justiça dos EUA. Em seu veredicto, a juíza Ramona V. Manglona condenou Assange ao mesmo número de anos que ele já havia cumprido na prisão, sem direito à liberdade condicional, de modo que ele deixou o tribunal como um homem livre, após o que viajou para a Austrália para se reunir com sua família.

*Opera Mundi


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Lula denuncia os bilionários que financiam a extrema direita: “Atraso”

O presidente Lula (PT) afirmou que a mobilização popular nas ruas marcou a campanha presidencial de 2026 e declarou que esta será sua última eleição. No artigo “O Brasil está pronto para mais”, publicado na Folha de S.Paulo neste último sábado (24), o petista destacou a defesa de programas sociais, direitos trabalhistas e da soberania nacional. Também criticou o avanço da extrema direita, a influência de bilionários e plataformas digitais na política e os grupos que, segundo ele, se beneficiaram do governo Jair Bolsonaro. Confira trechos:

“A cada eleição, o processo eleitoral brasileiro assiste à escalada das plataformas digitais. Aos poucos, as telas foram tomando o espaço que era das pessoas. Candidatos passaram a se eleger apertando o botão do celular, sem precisar apertar a mão do eleitor. Mas, em 2026, isso mudou, e o que vimos vai entrar para a história. (…)

🔥 ESPETACULAR! COPACABANA RECEBE GRANDE PÚBLICO PARA ATO COM LULA!, 🇧🇷  Imagens deste sábado (24) mostram a movimentação de apoiadores na Praia de  Copacabana, no Rio de Janeiro, durante a mobilização ...

O povo foi para a rua pela proteção de conquistas históricas: o Bolsa Família, o Farmácia Popular, o Pé-de-Meia, o Minha Casa, Minha Vida e tantas outras políticas públicas que criamos e consolidamos. (…)

Sim. O povo brasileiro foi para a rua dizer que está pronto para mais. Nessa batalha contra o atraso, surge um país que não abre mão de mais oportunidades e mais segurança para as mulheres, de mais futuro para as crianças e de mais qualidade de vida para os idosos. (…)

Esta é a minha última eleição. Não é uma disputa comum. As eleições do Brasil ganharam destaque na disputa geopolítica do mundo moderno. A desigualdade está crescendo no planeta, e há uma desordem mundial em curso: a extrema direita cresce, patrocinada por um punhado de bilionários transnacionais. (…). DCM.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Brasil Mundo

Abstenção desaba, e Lula amplia vitória na China e Austrália; distância de Flávio no Japão cai

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva venceu as eleições nas sessões eleitorais na Austrália, China e Nova Zelândia, ampliando a diferença que havia sido registrado no primeiro turno, quando também já havia superado Flávio Bolsonaro.

Na Nova Zelândia neste segundo turno, Lula somou 80,5% dos votos, 418 dos 526 eleitores. Flávio Bolsonaro ficou com 101 votos, 19%.

No primeiro turno, Lula tinha somado 234 votos, 70% dos eleitores. Naquele momento, apenas 339 pessoas foram às urnas. A campanha para a redução da abstenção, portanto, funcionou.

Na Austrália, a onda se repetiu, com um aumento expressivo de brasileiros que foram às urnas. Lula, assim, ficou com 6 mil votos, mais de 64% do total e quase mil a mais que no primeiro turno. Flávio somou 3,4 mil votos, com 36%.

Mais uma vez, Lula ampliou a vantagem. No primeiro turno, ele havia obtido 56% dos votos.

Na China, as urnas também indicaram uma margem ainda maior de votos para o petista. Lula somou 375 votos, 73% do total, contra 26% para o senador. O aumento no caso do presidente foi de oito pontos percentuais.

Lula ainda venceu na Coreia do Sul (64,35%), com 148 votos contra 82 de Flávio (35,65%). Em Singapura, o petista obteve 63,78% dos votos, contra 36% de Flávio.

Flávio vence no Japão, mas diferença cai
O Japão, um dos bastiões mais fortes do bolsonarismo manteve a vitória para Flávio. Mas a diferença para Lula caiu. O senador somou 28 mil votos, 80%. Lula somou 19,9%. Em 2022, Jair Bolsonaro havia obtido 84% dos votos no Japão.

O senador ainda venceu nos seguintes países:

Filipinas (59%), com 39 votos, contra 27 de Lula (40,91%)
Malásia (51,76%), com 44 votos, contra 51 de Lula (57,24%)
Tailândia (51,72%) com 60 votos, contra 56 de Lula (48,28%)

Pela primeiras vez, quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior. No dia 4 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva venceu no exterior, com 53% dos votos. Mas a taxa de abstenção foi grande. 62% deles não apareceram nas sessões eleitorais no primeiro turno. Seis de cada dez eleitores.

Nos EUA, a taxa de abstenção foi de 71%, contra 70% na Espanha e 68% na Itália.

Parte do problema é a distância dos consulados em relação ao local de moradia de vários grupos da comunidade brasileira. Ainda que as urnas tenham sido espalhadas por mais de 160 cidades em 102 países, a realidade é que, para muitos eleitores, chegar até as capitais ou grandes cidades de seus países envolveu gastar dinheiro e realizar viagens.

Mas uma campanha para conseguir reverter essa abstenção da os primeiros sinais de que teve êxito, pelo menos nesses dois países.

*Jamil Chade/ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

E não é que Flavio, na Globo, correu da pauta da corrupção depois do contra-ataque de Lula na Band

Flávio Bolsonaro passou dias prometendo esfregar na cara de Lula suas acusações de corrupção. Mas bastou o presidente propor o desafio e abrir seus sigilos bancário e telefônico para a conversa mudar de rumo.

Agora, quando a cobrança se volta para ele, Flávio recua e evita o terreno que ele próprio escolheu como campo de batalha. A pergunta que fica é inevitável: se cobra transparência de Lula, por que não aceita submeter a si mesmo ao mesmo escrutínio?

O discurso de valentia tem prazo de validade quando a transparência deixa de ser uma arma contra o adversário e passa a ser uma exigência sobre o próprio candidato.

Corrupção não se combate com bravatas, mas com transparência, e esta não pode valer apenas para os outros.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Pesquisa

Vox Brasil: Lula tem 50,6% dos votos válidos; Flávio, 49,4%

Pesquisa ouviu 2.100 eleitores de todo o Brasil entre os dias 20 e 22 de outubro, com uma margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos

Segundo a pesquisa Vox Radar divulgada nesta sexta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente de Flávio Bolsonaro (PL) nos votos válidos no segundo turno à Presidência.

Categorias
Política

São dois projetos antagônicos, o de Flavio Bolsonaro, colocou 34 milhões de brasileiros na fila do osso e no mapa da fome. O de Lula, acabou com a fila do osso e tirou por duas vezes o Brasil do mapa da fome

Dois projetos opostos: a fome como herança de Bolsonaro, a dignidade como prioridade de Lula.

São dois projetos de país que se chocam frontalmente. O projeto bolsonarista, que Flávio Bolsonaro representa, deixou milhões de brasileiros entregues à fome, à miséria e à humilhação de enfrentar a fila do osso para conseguir o que comer. Sob Jair Bolsonaro, o Brasil voltou ao mapa da fome, enquanto 33,1 milhões de pessoas enfrentavam a insegurança alimentar grave, segundo dados divulgados em 2022.

O projeto de Lula segue na direção oposta: combater a fome, recuperar o poder de compra dos trabalhadores e devolver dignidade a quem foi abandonado pelo Estado. Foi assim que o Brasil saiu do mapa da fome em 2014, voltou a esse cenário sob Bolsonaro e, com Lula novamente na Presidência, conseguiu sair outra vez em 2025, segundo os critérios da ONU.

A diferença não é apenas econômica: é política, social e, acima de tudo, humana. De um lado, um projeto que produziu retrocesso social e tratou a miséria como se fosse uma fatalidade. Do outro, um governo que fez do combate à fome uma prioridade nacional.

Flávio Bolsonaro precisa explicar por que defende um modelo que levou o Brasil de volta à fome. Lula, por sua vez, tem resultados concretos a apresentar. Porque a fome não é uma abstração estatística: é o prato vazio de uma criança, a angústia de uma mãe e a dignidade roubada de milhões de brasileiros.

No fim, a escolha é entre dois Brasis: o da fila do osso e o da comida na mesa; o da exclusão e o da inclusão; o da indiferença diante da miséria e o da luta para vencê-la.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Pesquisa

Datafolha: Lula empatado numericamente com Flavio

Datafolha aponta empate entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nos votos válidos do segundo turno. Os dois têm 50% cada um nesse recorte, que exclui brancos e nulos e é o mesmo critério usado pela Justiça Eleitoral na divulgação do resultado oficial.

Jacaré fechou a boca

Levantamento mostra oscilação em relação à rodada anterior na etapa do segundo turno. Na semana passada, Flávio aparece com 51% dos votos válidos e Lula com 49%, dentro da margem de erro.

Na rodada anterior, o senador aparecia com 51% dos votos válidos, contra 49% do presidente. Na primeira pesquisa após o primeiro turno, a diferença era de 52% a 48% para Flávio.

Datafolha entrevistou 2.520 pessoas entre 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos; o levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-09709/2026.


Datafolha, Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Flávio Bolsonaro tomou um mata-piolho de Lula e ficou de calça arriada diante do Brasil

Flávio Bolsonaro passou a semana inteira prometendo esfregar na cara de Lula sua suposta corrupção. Falastrão, cheio de bravatas e pose de valentão, entrou no debate achando que encurralaria o presidente. Mas bastou Lula virar o jogo e propor um desafio direto — que ambos abrissem os sigilos telefônico e bancário — para o candidato bolsonarista sentir o chão desaparecer sob seus pés.

Lula aceitou o próprio desafio e abriu seus sigilos. Flávio, por sua vez, recuou, alegando motivos que, de tão convenientes, só aumentaram a desconfiança. O sujeito que prometia escancarar a vida alheia mostrou-se incapaz de sustentar o mesmo escrutínio sobre a própria vida.

Foi um mata-piolho político, daqueles que deixam o valentão de calças arriadas diante de milhões de espectadores. O contra-ataque de Lula desmontou a encenação, expôs o desconforto de Flávio e transformou sua bravata em constrangimento público.

Se Flávio queria dar um truco, Lula respondeu com um royal flush: uma jogada devastadora que deixou o adversário sem saber como blefar. Seus trejeitos, a hesitação e o evidente desconforto diante do desafio falaram mais alto do que qualquer discurso ensaiado.

A máscara do valentão começou a cair. Quem passa a semana prometendo revelar a corrupção dos outros e, na hora de enfrentar o mesmo teste, procura uma saída de emergência perde a autoridade para posar de paladino da moralidade.

Flávio queria colocar Lula contra a parede. Acabou encurralado pelo próprio desafio. E, depois desse episódio, sua pose de justiceiro anticorrupção ficou insustentável.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Política

Movimento Rap Contra a Direita (RCD) convoca artistas e fãs a mobilizar eleitores nas redes sociais por Lula

Idealizado por Kauan Sabino, o movimento busca mobilizar artistas e público, enquanto rappers de diferentes gerações expressam suas posições políticas

Desde o início da corrida eleitoral para a Presidência da República em 2026, muitos artistas têm sido cobrados nas redes sociais a se posicionar politicamente. Nesse cenário, trabalhos artísticos historicamente associados a ideias progressistas e à defesa de pautas sociais ganham destaque no debate público.

Lançado no Instagram em 6 de outubro, o movimento Rap Contra a Direita (RCD) reúne fãs, criadores de conteúdo e MCs com o objetivo de ampliar o debate político no universo do hip hop e incentivar a participação dos jovens nas eleições. Idealizada por Kauan Sabino, 22 anos, a iniciativa surgiu após o primeiro turno, uma maneira para transformar a insatisfação com o resultado em mobilização coletiva.

Kauan é estudante de Jornalismo, rapper desde os 14 anos e morador de Cabo Frio, no Rio de Janeiro

Kauan é estudante de Jornalismo, rapper desde os 14 anos e morador de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Ele que já está inserido há anos no cenário do rap, também é um dos responsáveis pela gravadora GhettoWlrd, criada ao lado do rapper ogLeleco para fortalecer artistas independentes. A rede de contatos construída ao longo do tempo foi fundamental para tirar o RCD do papel.

“Nasceu após um triste sentimento com o primeiro turno das eleições e com a vontade de unir o que mais amo no momento mais importante, pelo objetivo maior. Queria uma mobilização coletiva e contundente. Não podia ficar parado, precisava agir. Falei com a Gabrielly Stoeck, ela super apoiou a ideia”, conta Kauan sobre a criação do movimento.

O contato com o rap começou por meio da família: “Cresci ouvindo todo tipo de música, mas me recordo de diversas vezes em que meu tio colocava Racionais no carro, então, esse é um dos primeiros contatos de que tenho recordação”, relembra.

A articulação do Rap Contra a Direita também se beneficiou das conexões de Kauan com artistas e agentes do cenário musical: “Assim que criei o perfil, acionei alguns contatos que tinha, pois estou inserido no cenário do rap há anos e colecionei diversas amizades. Fui acionando alguns artistas, como o Gelatto Neves, e, a partir dele, fomos chegando a outros e outros. A Nanda Tsunami está na nossa equipe desde o primeiro dia e também deu uma força gigante, e muitos vieram à minha DM, e outros se posicionaram por conta de seus fã-clubes”, relata.

A iniciativa busca estimular a união entre artistas para se posicionarem em um momento decisivo para o país: “Tenho percebido que o rap ainda pode ser totalmente unido. Tenho conversado diariamente com todos os artistas sobre a necessidade de encerrar brigas e de todos criarmos algo ainda maior. Somente juntos podemos mudar nosso futuro!”, defende Kauan.

Encontro Histórico
Desde que ganhou força no Brasil, nos anos 1980, o rap se afirmou como uma importante expressão cultural das periferias. Com letras que denunciam desigualdades, racismo, violência policial e a ausência de direitos básicos, o gênero construiu uma trajetória marcada pela crítica social e pela valorização das experiências da população negra e periférica.

Essa origem ajuda a compreender a razão em que parte dos artistas e integrantes da cena considera importante o posicionamento político do hip hop, já que, questões como o acesso à educação, à cultura e aos serviços públicos estão diretamente relacionadas às realidades retratadas nas músicas.

Um episódio emblemático dessa aproximação entre o hip hop e o poder público ocorreu em 2004, quando rappers como KL Jay, Edi Rock, Rappin’ Hood e MV Bill se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o então ministro da Cultura, Gilberto Gil, para discutir políticas públicas voltadas ao movimento.

O encontro representou um momento significativo de reconhecimento do hip hop como uma expressão cultural capaz de contribuir para o debate público e dar visibilidade às demandas de diferentes gerações.

Para Kauan, o rap não pode se distanciar desse papel histórico, sobretudo diante da disputa política atual: “É fundamental que o rap, gênero musical responsável por denunciar injustiças sociais, levantar debates urgentes e dar voz a realidades historicamente silenciadas, esteja na linha de frente da luta por um bem maior no nosso país. Nós nunca fecharíamos com os ideais da direita nem com os do bolsonarismo. É preciso botar a cara agora e agir, sem medo!”, afirma.

As novas roupagens do rap
A popularização do rap ampliou seu alcance para além das periferias, trazendo novos públicos, incluindo jovens das classes média e alta. Ao mesmo tempo, a expansão da indústria cultural e a ascensão de novos artistas contribuíram para diversificar as temáticas e as sonoridades do gênero.

Com o crescimento do trap, um subgênero do rap e do hip-hop, outros assuntos também foram surgindo. E, diferentemente das reivindicações por direitos, nascem as letras que demonstram a vontade de consumo, e temas como dinheiro e carros de luxo aparecem com frequência nas composições. Essa transformação alimenta, até hoje, debates sobre as novas ideias e os rumos do gênero musical, além do quanto a relação com as questões sociais que tanto marcaram suas origens.

As pautas progressistas hoje são bem mais fortes entre as artistas mulheres da cena do rap. Elas conquistaram espaço no mainstream do rap, e temas como liberdade sexual, autonomia feminina e enfrentamento às desigualdades de gênero seguem integrando o repertório de artistas que ampliam a representatividade dentro da cena.

O Rap Contra a Direita nasce em momento eleitoral para reforçar e estimular o debate sobre os projetos em disputa nas eleições de 2026, se preocupando em mostrar o que isso pode custar para a cultura, principalmente para gêneros musicais que ainda são marginalizados socialmente dentro da indústria quando o assunto é patrocínio e visibilidade. Para Kauan, a neutralidade política defendida por parte do público não corresponde à trajetória histórica do hip hop. Ele também critica a ideia de que o rap não deveria assumir um lado na disputa eleitoral.

“Achei muito engraçado quando vieram me dizer também que ‘o rap não tem lado’. Algumas pessoas precisam largar o gênero e ir ouvir sertanejo, então. Lá tem artistas com os quais elas podem se identificar mais. Somente isso”, conclui.

Artistas que se posicionaram contra a extrema direita
Alguns artistas do hip hop e rap nacional já se manifestaram em apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em defesa da democracia e em oposição aos projetos políticos de Flávio Bolsonaro. Com trajetórias marcadas por diferentes estilos e abordagens, esses nomes também levam para a música debates sobre desigualdade social, racismo, direitos humanos e valorização da cultura.

Rappers homens:

Akira Presidente (RJ)
Alee (RJ)
AnjO 005 (SP)
Baco Exu do Blues (BA)
BK’ (RJ)
Borges (RJ)
Cae (SP)
Delacruz (RJ)
Dexter (SP)
DK47 (RJ)
Djonga (MG)
Don L (DF/CE)
Edi Rock (SP)
Emicida (SP)
Filipe Ret (RJ)
Froid (DF)
GOG (DF)
L7NNON (RJ)
Mano Brown (SP)
Marcelo D2 (RJ)
Matuê (CE)
MC Hariel (SP)
MC Marechal (RJ)
Nabru (MG)
Nikito Lebrae (SP)
Ogoin (MG)
Oklin (SP)
Pelé do Manifesto (PA)
Rashid (SP)
Ruas MC (SP)
Renan Inquérito (SP)
Rod 3030 (RJ)
Rico Dalasam (SP)
Salvador da Rima (SP)
Sant (RJ)
Spinardi (SP)
Tarcis Neggs (RJ)
TZ da Coronel (RJ)
Vandal (BA)
Xamã (MG/RJ)
Yago Oproprio (SP)
Yunk Vino (SP)

Rappers Mulheres:

Ajuliacosta (SP)
Azzy (RJ)
Barona (BA)
Budah (ES)
Ciça (RJ)
Clara Lima (MG)
Cris SNJ (SP)
Drik Barbosa (SP)
Duquesa (BA)
Ebony (RJ)
Flora Matos (DF)
Hanifah (SP)
Karol Conká (PR)
Lívia Cruz (PE)
MC Carol (RJ)
MC Luanna (SP)
N.I.N.A. (RJ)
NandaTsunami (SP)
Rubia RPW (SP)
Sara Donato (SP)
Sharylaine (SP)
Slipmami (RJ)
Stefanie (SP)
Tássia Reis (SP)
Tasha & Tracie (SP)

*ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?

Categorias
Uncategorized

Quaest: Lula reduz distância para Flávio Bolsonaro e registra queda de seis pontos na rejeição

Presidente aparece com 44% das intenções de voto, contra 45% do senador

A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (21), mostra uma disputa cada vez mais apertada pela Presidência da República. A quatro dias do segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 45%. A diferença entre os candidatos caiu de dois para apenas um ponto percentual, mantendo o cenário de empate técnico.

O levantamento aponta que Flávio oscilou de 46% para 45% em relação à semana passada. Lula permaneceu com 44%. Os votos brancos, nulos e de eleitores que não pretendem votar somam 9%, enquanto os indecisos representam 2%.

(Foto: Reprodução)

Um dos principais destaques da pesquisa é a queda na rejeição ao presidente Lula, que passou de 53% para 47% em uma semana, uma redução de seis pontos percentuais. Já a rejeição a Flávio Bolsonaro oscilou de 54% para 52%. Com isso, o petista passou a apresentar um índice de rejeição cinco pontos inferior ao do adversário.

(Foto: Reprodução)

Candidatos empatam na pesquisa espontânea
Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos, Lula e Flávio aparecem numericamente empatados, com 40% das menções cada.

(Foto: Reprodução)

O percentual de indecisos nessa modalidade dobrou em uma semana, chegando a 14%. Entre as mulheres, o percentual passou de 8% para 17%. Já entre os eleitores independentes, que não se identificam com o petismo ou o bolsonarismo, nem com a direita ou a esquerda, a parcela saltou de 13% para 31% em apenas uma semana.

Apesar do aumento dos indecisos na pesquisa espontânea, a maioria dos entrevistados afirma já ter definido seu voto. Segundo a Quaest, 90% dos eleitores dizem que a escolha é definitiva, enquanto 10% admitem que ainda podem mudar de candidato. Entre os apoiadores de Lula, 90% afirmam que não pretendem alterar o voto, contra 9% que consideram essa possibilidade. Já entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 93% dizem ter uma decisão definitiva, enquanto 7% ainda podem mudar de posição.

A pesquisa também aponta mudanças na transferência de votos de candidatos derrotados no primeiro turno. Entre os eleitores de Augusto Cury, Lula passou de 34% para 48% das intenções de voto em uma semana, enquanto Flávio Bolsonaro oscilou de 30% para 33%. Já entre os que votaram em Ronaldo Caiado, Flávio avançou de 42% para 57%, enquanto Lula passou de 23% para 21%.

Entre os eleitores de Renan Santos, Flávio passou de 40% para 51%, enquanto Lula avançou de 14% para 25%. As margens de erro são elevadas, variando de 17 a 24 pontos percentuais.

Medo de volta dos Bolsonaro volta a ser maior que o medo de reeleição de Lula
A pesquisa também revela que 44% dos entrevistados têm mais medo de uma eventual volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% apontam a reeleição de Lula como seu maior temor. Os percentuais representam empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos. Na semana anterior, os dois cenários registravam 43% cada. É a primeira vez desde 14 de agosto que o receio do retorno dos Bolsonaro aparece numericamente à frente do temor de um novo mandato do petista.

Aprovação de Lula sobe e chega ao maior patamar desde agosto
A avaliação do governo Lula também apresentou melhora na reta final da campanha. Segundo a Quaest, a aprovação do presidente chegou a 46%, o maior patamar desde 14 de agosto, enquanto a desaprovação recuou de 48% para 47%.

Há uma semana, 45% aprovavam a gestão petista. Com isso, a diferença entre aprovação e desaprovação caiu de três para apenas um ponto percentual, também dentro da margem de erro da pesquisa.

(Foto: Reprodução)

A Quaest ouviu 2.154 eleitores entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08535/2026.

*ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?