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Flávio Bolsonaro não tem programa de governo, não se interessa em ter e tem raiva de quem tem

Além dos escândalos de corrupção envolvendo Flavio Bolsonaro e sua família, no caso do Banco Master, chama a atenção o desrespeito que Flavio tem com a sociedade nas entrevistas que se propõe a dar, onde não responde qualquer pergunta relativa a um mísero programa de governo.

O sujeito vive o tempo todo na sombra do pai para driblar qualquer pergunta sobre qualquer assunto, em qualquer sabatina, mesmo que vaga, sobre um programa de governo. Nessa hora, ele faz um solene silêncio sobre o que foi  indagado.

Além dos escândalos de corrupção que envolvem Flávio Bolsonaro e integrantes de sua família, incluindo as controvérsias relacionadas ao caso do Banco Master, chama a atenção outra característica recorrente de sua atuação pública: o desrespeito com o eleitor ao participar de entrevistas e sabatinas sem demonstrar disposição para discutir um programa de governo.

Sempre que é questionado sobre propostas concretas para o país, Flávio parece optar pela fuga. Em vez de apresentar prioridades, metas ou soluções para problemas como saúde, educação, segurança, emprego ou desenvolvimento econômico, prefere recorrer a discursos genéricos, slogans políticos ou deslocar o foco para temas que alimentam a polarização.

Em muitos momentos, sua estratégia é permanecer na sombra política do pai. A figura de Jair Bolsonaro funciona como um escudo que lhe permite evitar responder perguntas incômodas sobre sua própria capacidade de governar, sobre suas ideias e sobre o projeto que pretende oferecer ao país. A identidade da candidatura acaba sendo construída muito mais pela herança política do sobrenome do que pela apresentação de um plano para o futuro.

O resultado é um contraste evidente: enquanto candidatos costumam aproveitar entrevistas para expor propostas e convencer o eleitor de sua capacidade administrativa, Flávio frequentemente transforma esses espaços em exercícios de evasão. Diante de perguntas, ainda que amplas, sobre um eventual programa de governo, o silêncio costuma falar mais alto do que qualquer resposta.

Esse comportamento transmite a impressão de que governar é uma questão secundária diante da disputa política permanente. Afinal, quem pretende ocupar um dos cargos mais importantes da República tem o dever de explicar à sociedade não apenas por que deseja o poder, mas, principalmente, o que pretende fazer com ele.

O eleitor pode tolerar divergências ideológicas, mas dificilmente deveria aceitar uma candidatura que evita sistematicamente o debate sobre propostas. Em uma democracia, pedir um programa de governo não é exigir um favor do candidato; é cobrar a obrigação mais elementar de quem se apresenta para governar o país.


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Quem tem Damares como aliada, não precisa de Michelle

Sejamos francos, o cardápio do clã Bolsonaro é um bate-entope ao molho de escândalos, chamado Flavio Bolsonaro.

Quando Damares fala que ainda está com o pré-candidato Flavio Bolsonaro, sinaliza, melhor dizendo, escancara que só está egolindo essa massaroca por honrar seu pai, o indigesto, Jair Bolsonaro.

Na verdade, ela deixa claro que engole sapo, mas o bicho deixa o gosto amargo na boca.

Há um claro sinal trocado de Damares em relação a Flavio, e não me venham dizer que uma família que briga em público, é forma de carinho. O clã ainda é um fardo pesado de carregar não só para Damares.

O discurso oficial “estamos juntos”, na prática, mostra que cada um está em lives diferentes, ou melhor, cada um aponta para uma direção diferente, para onde o nariz manda.

É uma espécie de manual de instrução faltando páginas, Não há roteiro, o que há, cada vez mais, é especulação, se o candidato será mesmo Flavio ou Michelle, e é aí que Damares estaciona o seu apoio a Flavio de forma protocolar, “ainda estou com o pré-candidato Flavio Bolsonaro”, deixando claro que está a dois passos de tirar o pé de um barco e seguir com o outro pé na canoa de Michelle para, depois, ver quem traiu quem.

Sim, é uma briga tão doméstica que nem precisa de adversário, mesmo Bolsonaro dizendo que o 01 do clã é seu herdeiro oficial. Mas pelo visto, nas palavras de Damares, não existe cadeira cativa. Na verdade, é uma cadeira que pode mudar, de estalão, se alguém da família, como Michelle, discordar.

Dizem as más línguas que a política do clã anda assim, amor em público e, no bastidor, faca nas costas.

Por isso Damares foi clara ao afirmar, com outras palavras, que está unida a Flavio até a página 2. mas deixou claro que tirou o tapete vermelho do irmãozão de Vorcaro, e que, na sequência, estendeu para Michelle.

Todavia, cinicamente, sapeca o ramerrão, “meu candidato ainda é Flavio Bolsonaro”. Mesmo detonando a campanha dele sem rodeios.

Ou seja, nessa eleição ainda não tem nada definido, sobretudo a candidatura verdadeiramente oficial do bolsonarismo.

Fora das manchetes, quem compara os processos, acha que Michelle é a favorita, mesmo em silêncio. Esse é o nome do atalho, por mais que a base chore junto com Flavio. Mas ele não tem torque, e o pior, tem muita lama que será despejada contra ele no momento certo, dizem  muitos que estão mais próximos ao sujeito, mesmo que na oposição.

O fato é que Damares não dá ponto sem nó e revela que o que ela pensa hoje sobre o candidato de Bolsonaro não tem prazo de validade, pode mudar amanhã.


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Vídeo – Malafaia escracha Flavio: “Não passo a mão na cabeça de corrupto de direita”

Pastor carioca criticou a candidatura presidencial do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro

iante dos escândalos em torno do nome de Flávio Bolsonaro (PL), o pastor Silas Malafaia tem recalculado sua rota eleitoral e buscado se afastar da pré-candidatura presidencial do senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ao ser questionado durante uma entrevista sobre a escolha do nome de Flávio Bolsonaro, Malafaia lavou as mãos e disse que “não passa a mão na cabeça de corrupto de direita” e que nunca foi “próximo” do senador.

“Não teve conversa, não teve conversa partidária, não teve conversa com ninguém. O Flávio foi e disse: ‘Meu pai disse que eu sou o candidato’. Então, o corrupto da direita a gente passa a mão na cabeça e o corrupto da esquerda a gente arrebenta. Que princípio de caráter é o nosso? […] Eu sempre fui muito chegado a Bolsonaro e Michelle; aos filhos, não. Nunca tive relacionamento chegado nem com Carlos, nem com Eduardo, nem com Flávio. Eu nunca tive relacionamento com eles, para ser bem honesto.”

Malafaia descarta filhos de Bolsonaro e aponta novo líder da direita
O pastor Silas Malafaia afirmou, durante entrevista a um podcast, que o legado político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não será levado adiante por nenhum de seus filhos, mas por outra pessoa.

Quando questionado sobre quem seria, então, esse novo líder da direita brasileira, Malafaia respondeu sem titubear: Nikolas Ferreira.

A declaração de Silas Malafaia expõe um profundo racha no núcleo duro do bolsonarismo, que se estabeleceu desde o anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O pastor, o deputado Nikolas Ferreira e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro são acusados de não dar suporte ao nome do filho 01 na disputa pelo Palácio do Planalto.

“Nikolas é o futuro. Na minha visão, Nikolas é o futuro. Ele está amadurecendo, está crescendo… já fiz críticas a ele, críticas pessoais […] estou falando da minha concepção. Para mim, não vai ser um filho do Bolsonaro que vai ser herdeiro de Bolsonaro […] o herdeiro [de Jair Bolsonaro] chama-se Nikolas.” Forum.


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Michelle dá um perdido em Flavio Bolsonaro: ‘No momento certo, eu o apoiarei’

Michelle ignora solenemente a campanha de Flavio Bolsonaro e frustra os estrategistas que queriam usá-la para atrair o eleitorado feminino.

No bom português, deu um chocolate amargo com pimenta para o clã, deixando claro que a república da milícia não pode contar com a figuraça que, segundo Mauro Cid, tem um passado podre, dando uma visão geral que, desde já, Michelle está de costas para Flavio e, consequentemente, para o maridão, Jair Bolsonaro.

O filho mais velho de Jair não pode contar com a ex-primeira dama do genocida.

Flavio, que despenca como paraquedista sem paraquedas, direto para se esborrachar no chão, numa velocidade supersônica, não pode contar com os cabelos de Michelle para se agarrar ao eleitorado feminino, muito menos mostra sinal de resgate de um eleitorado que quer cada vez mais distância do 01.

Falando em distância, o senador Girão meteu-lhe um alinha de impedimento dando um passo largo para frente, dizendo que não há como defender o rei do chocolate, afinal, a delação que o brasileiro viu, foi exercida pelo próprio Flavio contra si no vazamento do áudio caça-níquel com Daniel Vorcaro do Banco Master.

A essa altura dos fatos, além da repercussão das tarifas de Trump contra o Brasil, a entrega do Pix do pela-saco Eduardo ao laranjão americano, a cúpula sabe que os caminhos tortuosos que trilhou junto com Claudio Castro, seu office boy, ainda dará muita lã para o novelo do histórico de crimes do rei das mansões hollywoodianas.

De nada adianta a censura que Jair Bolsonaro, através de Nunes Marques, impôs sobre a pesquisa Atlas/Intel, porque a dispersão dos “fieis”, em busca de salvar a própria pele ainda mais de uma família de traidores, é inevitável, melhor dizendo, incondicional.

Na verdade, é onde Flavio está sofrendo com seus principais carrascos fantasiados de aliados.


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Política

O filhote da Ditadura

A biografia do “jornalista” Paulo Figueiredo é uma só, é netinho do último ditador brasileiro, João Figueiredo.

Isso basta para entender por que partiipou ativamente do ataque à democracia brasileira, par e passo com o clã Bolsonaro.

Esse mesmo filhote da ditadura, que está nos EUA como fugitivo, operando contra o Brasil, contra a indústria nacional, contra o povo brasileiro, junto a um canalha que prometeu aos americanos a volta dos tempos de bonança do império que em tudo mandava.

São duas notícias que é preciso dar em torno desse duende de jardim. Uma é essa breve apresentação do vigarista golpista. A outra, é que as táticas de ataque ou contra-ataque do clã Bolsonaro estão cada vez mais pífias diante do escândao de corrupção envolvendo o Master de Vorcaro e o clã, comandado por Jair Bolsonaro e que, vendo-se diante dos últimos horizontes, busca cartucho de balas usadas.

Mas isso não importa para uma parcela de cínicos no Brasil, que sempre contemplou ditadores e políticos escroques de direita.

É uma realidade que estava fora da agenda de Bolsonaro, até porque sua liderança hoje é contestada por vários personagens da politica que, antes, lhe rendiam uma subserciência papal.

Não, não foi Bolsonaro quem destruiu a direita, foi ela com seu neoliberalismo tecnocrata nos anos de ouro de Collor, Itamar e FHC que se auto destruiu com a destruição da economia brasileira, na famosa privataria e uma série de planos que sempre recaiu a fatura  no lombo do povo brasileiro.

É disso, desse campo de terra arrasada que surge o rato Bolsonao, que viveu do resto da ditadura de Figueiredo, passando pelo governo Sarney, chegando ao governo FHC, para liquidar, de maneira irreversível qualquer tentativa de ressuscitar o poder dos neoliberais.

Foi preciso ter dois golpes de Estado, em Dilma e em Lula, para Temer e Bolsoaro, dois ratos do lixo da direita, chegarem ao poder e, depois, serem novamente derrotados por Lula. Daí bucaram, como saída, um novo golpe de Estado aos moldes de 1964 para manter Bolsonaro no poder.

Uma coisa é certa, essa gente não desistirá e fará isso para se  proteger como aqueles ratos que vivem em frestas esperando o anoitecer para agir.

O que aqui se quer dizer é que Jair Bolsonaro continua orquestrando as ações do seu clã e afins como Paulo Figueiredo, justamente por ter nascido como militat durante a ditadura, de onde surgiu seu louvor ao torturador, pedófilo, Brilhante Ustra.

Então, eles buscarão um alinhamento cada vez maior com Trump, por uma solução que prejudique o Brasil e breque, de alguma forma, o que está sendo descortinado sobre Vorcaro e Banco Master, que teve início justamente no governo absolutamente corrupto de Bolsonaro, que rendeu dinheiro que passa e muito da casa dos bilhões à gleba de vigaristas do mais baixo  nível e periculosidade para tentar voltar ao poder na base do custe o que custar e, ao mesmo tempo, enriquecer-se ainda mais.


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Carlos Bolsonaro deixa escapar crise na campanha de Flávio

Carlos Bolsonaro atacou publicamente a nova equipe de comunicação da campanha de Flávio Bolsonaro para o Senado por Santa Catarina. Ele compartilhou um vídeo que critica a estratégia mais profissional e moderada adotada por Flávio, acusando-a de afastar os apoiadores mais radicais (“tias do zap e tios do churrasco”) em favor de uma comunicação mais palatável e corporativa.

Conflito familiar: Carlos, responsável histórico pela comunicação digital da família, interpretou a contratação da nova agência como uma tentativa de afastá-lo do controle da narrativa.

Estratégia em disputa: Flávio busca uma imagem mais moderada para conquistar eleitores em Santa Catarina; Carlos defende a manutenção do tom radical e da mobilização das bases mais extremistas.

Dificuldades no estado: A candidatura de Carlos Bolsonaro enfrenta resistências locais, questionamentos sobre domicílio eleitoral e a tradição catarinense de votar em nomes regionais.

Riscos para 2026: O racha expõe a dificuldade do PL em unificar discurso e evitar vaidades entre os herdeiros de Jair Bolsonaro, aumentando o risco de fragmentação do bolsonarismo.

Silêncio e consequências: Flávio não se manifestou. Eduardo Bolsonaro também manteve silêncio público. O episódio foi visto como mais um caso de autossabotagem familiar.

Esses episódios evidenciam as divisões internas graves que enfraquecem a coesão bolsonarista às vésperas das eleições de 2026.


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Com o derretimento de Flavio, o barata voa é de toda a direita

A direita é um troço só. Bolsonaro, portanto, é um verme saído das entranhas da direita, é a carranca do tribunal que virou o Brasil de cabeça para baixo, na tentativa de, na marra,  voltar ao poder.

O pensamento miúdo do bolsonarismo, do ponto de vista econômico, é o mesmo do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, tanto que coclocou 33 milhões de brasileiros na fila do osso, devolvendo-os a mais absoluta miséria, na famosa de redução do Estado.

Essa gente toda não tem ideia do que seja um país e não tem interesse em escaramuçar as questões que afligem o Brasil real, questões, diga-se de passagem, produzidas pela toxina neoliberal que sempre teve como objetivo reduzir o tamanho do bolso dos trabalhadores e excluir os miseráveis.

Essa gente, quando governou o Brasil por décadas, sempre utilizou o mesmo refrão, o de fazer o bolo crescer nas mãos dos milionários e dividi-lo depois da fornada.

Resultado. Isso jamais aconteceu. Porque é do próprio instinto selvagem do capitalismo buscar, inacreditavelmente, a pobreza para construir sua riqueza, seu acúmulo.

Diante disso, sobretudo após a priatatia tucana, a direita jamais voltou ao poder pelas regras democráticas. Teve que golpear Dilma Roussef, golpear e prender Lula para que dois ratos de esgoto, Temer e Bolsonaro, assumissem o poder e fizessem o trabalho sujo da banda podre das classes economicamente dominantes no Brasil.

Agora, o resultado está aí e, lógico, essa gente quer disvutir miudezas eleitorairas.

Bolsonaro não é uma caricatura da direita, na verdade, ele é o retrato fiel dessa política chucra que sempre permeou o universo reacionário por oportunismo vadio.

Isso fica escancarado, nesses momentos de catarse, porque não há nada e ninguém na direita brasileira para substituir o mais pilantra, o mais totalmente vigarista, o mais corrupto dos herdeiros do corrupto, Jair Bolsonaro.

Bolsonaro não é trouxa de entregar a rapadura nas mãos de gente que não tenha o seu sangue, que ele controle, como controla os filhos com mãos de ferro. Ele sabe que. se isso acontecer, sua degola é automática.

O problema da direita, então, não é o Bolsonaro, como gostam de mistificar a falência da direita, a direita puiu, evaporou por conta própria. Bolsonaro é somente o último dos restos mortais dos neoliberais tecnocratas, que fazem aquela conta tirando o lápis de trás da orelha como uma magnífica lista de custos em que, tudo o que for para o pobre, para o trablhador, é rabiscado no balcão.

Por isso, o universo político da direita está manco e amarratodo diante do tombo recente de Flavio Bolsonaro.

Não há discurso possível para tirar dos próprios fundilhos um candidato que o neoliberalismo pode cavalgar a pelo.

Trcísio, pintado com asas de ganso pela mídia de mercado, perdeu o prazo. E mesmo enfeitado para se vender como alternativa da direita para o governo de São Paulo, está perigando de tropicar e Haddad lhe tratorar.

Seja como for, o bafio que exala da campanha de Flavio seja o de corrupção,  envolverndo Vorcaro e o Master, somado ao entreguismo vira-lata para os EUA, que não para levar tranco da China na disputa pela hegemonia do mercado mundial, tem tudo para seguir a própria sentença natural dos vigaristas, vendilhões e trapaceiros, dividindo farelo com os bacorinhos que sobraram da suposta direita tradicional, como Caiado e Zema.

Fim, fora, fu! Inimigos do povo brasileiro.


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Basta de palhaçada! A direita bolsonarista não tem projeto, só ódio e rancor.

Sexta-feira, em Curitiba, Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro mostraram mais uma vez o que realmente são: parasitas políticos que sobrevivem de ódio destilado. Três horas de transmissão, 69 menções a Lula, 35 ao PT, 17 à “esquerda” e a palavra “proposta” citada uma única vez, de forma genérica e vazia. Isso não é campanha, é terapia de grupo para quem ainda baba de raiva do ódio que cultiva há anos.

O método é claro, baixo e covarde: xingar, ofender, cuspir. Chamaram Lula de “ladrão”, “lixo” e “chorume”. Atacaram a esposa do presidente. Falaram em “exorcizar” a esquerda. Tudo isso para esconder a miséria intelectual e a ausência completa de projeto para o país. Porque quando o eleitor pergunta sobre salário, saúde, escola, comida no prato e segurança, eles não têm resposta. Só têm mais ódio.

É a mesma farsa de 2018 e 2022. Tal pai, tal filho. Prometem fim da demarcação de terras indígenas, redução da maioridade penal, anistia para os golpistas do 8 de janeiro, privatização geral das estatais, desmonte do Estado e entrega total do país ao agronegócio e à mineração. Migalhas para o povo? Nenhuma. Zero. O povo que se foda, como sempre.

Enquanto isso, o Brasil lembra: durante a pandemia, Jair Bolsonaro chamou a morte de 1.860 crianças de 0 a 12 anos (e mais de 2.500 até 17 anos) de “insignificantes”. Insignificantes! Enquanto as famílias enterravam seus filhos, o “mito” seguia fazendo lives, negando a gravidade e “passando a boiada” sobre os trabalhadores.

E agora o filho quer herdar esse legado de ressentimento, ignorância e crueldade. Quer transferir o voto, o afeto e o ódio do pai para si, como se o Brasil fosse uma monarquia de araque onde o trono passa de pai para filho mesmo que ambos só saibam destruir.

Chega.

Essa direita não governa. Ela incendeia. Não propõe. Ela ofende. Não constrói. Ela destrói e depois culpa o PT pela fumaça. São especialistas em alto ruído e baixo caráter. Em 2026 querem repetir a mesma palhaçada: transformar o Brasil num grande grupo de WhatsApp raivoso enquanto o país sangra por falta de rumos.

Não vai colar de novo. O povo não é burro. Já viu essa peça barata e sabe o final: muito grito, muito ódio, muito “Deus, pátria e família” de fachada… e zero solução para a vida real.

Flávio, Moro e toda essa corja: o Brasil não aguenta mais ser palco da mediocridade de vocês.

Você, meu Camaradinha: mantenha a sua dignidade e lute até o fim, recuse-se a ser vítima.

*Luis Celso Ferreira dos Santos, nascido na cidade do Rio de Janeiro-RJ

Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


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PL estipula prazo para decidir candidatura de Flávio Bolsonaro após visita a Vorcaro

Pressionado pelo PL a explicar sua relação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu que visitou o banqueiro após sua prisão, no fim do ano passado. A revelação aumentou a crise interna em torno da pré-candidatura do filho de Jair Bolsonaro à Presidência e levou parte da cúpula do partido a considerar um prazo de 10 a 15 dias para reavaliar se ele terá condições de seguir na disputa, segundo o Globo.

Vorcaro usava tornozeleira eletrônica e estava impedido de deixar São Paulo quando recebeu a visita de Flávio. O senador já havia sido exposto em áudios nos quais cobra parcelas atrasadas ligadas ao financiamento de “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente. Segundo o Intercept Brasil, o banqueiro autorizou o repasse de R$ 61 milhões ao filme, transação investigada pela Polícia Federal.

Ao comentar o encontro, Flávio confirmou a ida até Vorcaro. “Fui, sim, até o encontro dele (Vorcaro). Ele estava restrito e não podia sair do estado de São Paulo, então fui até ele”, disse.

Em seguida, afirmou que a visita tinha como objetivo encerrar a negociação sobre o longa: “Eu fui, sim, ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco”.

Nos bastidores, integrantes do PL avaliam que a candidatura de Flávio pode se tornar “inviabilizada” se surgirem fatos que contrariem a versão de que a relação com Vorcaro se limitou ao financiamento do filme.

A revelação da visita se somou a outras turbulências, como o incômodo de uma ala do partido com a escolha de um ex-policial civil para chefiar a comunicação e o desgaste com o Centrão após operação que mirou Ciro Nogueira (PP-PI).

Flávio passou os últimos dias em reuniões reservadas com Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto e Rogério Marinho. Depois, reuniu cerca de 70 deputados e senadores do PL em Brasília, pediu desculpas por não ter explicado antes detalhes da relação com Vorcaro e repetiu que “não há mais nada” além da negociação sobre o filme.

No partido, porém, parlamentares cobraram garantias de que não haverá novas revelações. Caso a candidatura não se sustente, Michelle Bolsonaro, Tereza Cristina (PP-MS) e Rogério Marinho (PL-RN) aparecem entre as opções discutidas internamente. Marinho, no entanto, defendeu o senador: “Não existe nenhuma chance de Flávio ser substituído”.


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Flavio foi pego de calça arriada porque Jair Bolsonaro virou peça de museu

Não se pode dizer que Flavio foi entregue a si mesmo. Há um imenso cordão de isolamento tentando separá-lo de si próprio.

Isso é um papel notável dos poucos que lhe restam como aliados. Lógico que, se já não tinham qualquer entusiasmo por sua modorrenta candidatura à Prsidência da República, dependendo cem por cento do espólio vigarista do pai e do antipetismo doentio de uma massa de idiotizados que foram imbecilizados durante décadas pela mídia, Flavio se transformaria num candidato viável, não por não ter qualquer proposta, coisa que seu pai nunca teve e, por isso mesmo, não se pode nem dizer que ele governou mal o país, ele simplesmente não governou.

Bolsonaro viveu na realeza do poder, nos luxuosos aposentos, graças aos esquemas que seus colaboradores coroados lhe serviram, ainda assim, o animal está preso e volta já já para a cadeia.

Dito isso, o desenho trágico do escandaloso vazamento do áudio de Flavio para Vorcaro, aponta para um beiço generaliado que, de estalão, está sendo dispensado pelos correligionários.

Flavio ainda não está num mato sem cachorro, mas não dispõe daquela matilha de vira-latas que serviram ao pai e, hoje, por osmose, não servem ao seu primogênito.

O fato essencial desse saboroso drama a que assistimos, é aquilo que todos, que tivssem a capacidade de enxergar o capítulo seguinte da derrota de Bolsonaro, saberiam o final.

Bolsonaro, um político historicamente medíocre, dito de boca própria, voltou para a sarjeta política. Para piorar, tentou dar um golpe violento com arquiteturas montadas para cometer ao menos t5rês assassinatos, de Lula, Alckmin e Moraes.

O resto, todos sabem, mas a questão do poder, da caneta, do uso da própria  imagem diante da mídia, a la Steve Bannon, para pautar as redações com sucessivos escândalos para cobrir o anterior, findou-se.

Sem qualquer relevância ou referência, Bolsonaro se transformou numa viola sem corda, muda, típica de quem virou carta fora do baralho como corpo, mas sobretudo como espírito. A moda Bolsonaro, foi-se.

O Gastão, que tinha uma orquestra de pelegos bancados pela Secom, hoje viram-lhe as costas. Sim, porque essa traição não é apenas com Flavio e, pricipalmente, com Jair Bolsonaro.

Essa é a principal característica dos pelegos. Aquela força hipnótica do poder lhes atrai, mas trai no primeiro cheiro de que a cadeira do rei mofou.

Fosse no tempo do seu pai na presidência que, aliás, proporcionou Vorcaro a montar um império de pilantragem, através do Banco Master, Flavio teria costas de chumbo, assim como se viu no seu inquérito da rachadinha, que deu em nada, assim como também no caso de Marielle e o porteiro que foi sufocado por Sergio Moro, a mando de Bolsonaro e assim se mantém.

Poderia citar aqui uma penca incalculável de situações em que Bolsonaro interferiu diretamente na defesa dos filhos e aliados e suas patifarias cretinas. Mas como se sabe, malandro demais vira  bicho.

Sem a carteira de presidente da República, Bolsonaro voltou a ser um punguista qualquer do baixo clero. Assim, não tem a menor condição de salvar o filho da forca, mesmo que a plebe bolsonarista, a serviço da indecência, balbucie nas redes frases ridículas, perebentas de tons cinza em apoio ao enrolado, o que fará dele um personagem cansado, caso insista na disputa presidenical.

Já falam por aí que ele deve disputar o Senado, mas outros apostam mesmo na Câmara Federal.

É o que lhe resta, porque o rei da milícia já não apita mais nada, nem mesmo no Rio das Pedras e Muzema, com a limpeza que está ocorrendo no Rio de Janeiro. pelo Desembargador Ricardo Couto.

Ou seja, fim, fu, fora Flavio!


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