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A trama que une o Master, Campos Neto, a Faria Lima e a Globo

Do Banco Central ao Nubank, gestão do ex-presidente do BC abriu alas para o Master, propiciou doações milionárias ao bolsonarismo e agora conta com a blindagem da imprensa corporativa

O cenário político-financeiro brasileiro assiste, atônito, ao desenrolar de um dos enredos mais complexos de nossa história recente: o Caso Banco Master. No entanto, para além das cifras bilionárias, o que emerge é uma cronologia de proximidades perigosas, doações vultuosas e uma engenharia de proteção mediática que tenta, a todo custo, inverter a lógica dos fatos. Para compreender o escândalo, é preciso conectar os pontos de uma trajetória que começa nos gabinetes de Brasília e termina nas cadeiras de luxo de bancos digitais e grandes conglomerados de mídia.

A gênese: O Banco Central de Campos Neto
De acordo com Henrique Rodrigues, Forum, tudo começa com a nomeação de Roberto Campos Neto por Jair Bolsonaro (PL) para a presidência do Banco Central. Sob sua gestão, o BC adotou uma política de abertura acelerada para novas instituições financeiras. Foi nesse vácuo de “flexibilização” que o Banco Master (antigo Banco Máxima), sob o comando de Daniel Vorcaro, encontrou terreno fértil para sua expansão meteórica. Os registros oficiais são implacáveis: Daniel Vorcaro visitou o Banco Central presidido por Campos Neto pelo menos 24 vezes durante o período em que o Master se consolidava e recebia autorizações cruciais da autarquia. Essa frequência de reuniões entre um regulador e um ente regulado, em meio a um processo de formalização institucional, levanta questões éticas profundas sobre a impessoalidade da administração pública.

Dinheiro no tabuleiro eleitoral
Enquanto o Master ganhava musculatura sob a vigilância, ou benevolência, do BC, o braço político do grupo operava a todo vapor. Fabiano Zettel, o operador, sócio e cunhado de Vorcaro, não economizou no apoio aos aliados de Campos Neto. Nas eleições de 2022, Zettel injetou R$ 5 milhões nas campanhas de Jair Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas (Republicanos), sendo R$ 3 milhões para o primeiro e R$ 2 milhões para o segundo. O investimento foi preciso. O Banco Master, que operava à margem do sistema mainstream, tornava-se um gigante em tempo recorde, enquanto seus principais entusiastas buscavam a manutenção do poder central.

A “porta giratória” e o Nubank
Com o fim do governo Bolsonaro, a trajetória de Campos Neto seguiu um caminho meticulosamente pavimentado. Ele assumiu o cargo de vice-chairman e chefe global de políticas públicas do Nubank. É aqui que a teia se expande. O Nubank recebeu autorização para operar como financeira nos momentos finais da gestão de Ilan Goldfajn no BC (antecessor de Campos Neto), consolidando-se como a “queridinha” do mercado. Coincidentemente, a Globo, através da Globo Ventures, tornou-se sócia minoritária do Nubank. O círculo se fecha: o ex-regulador agora é alto executivo de uma empresa que tem como sócio o maior conglomerado de comunicação do país.

Escândalo e a estratégia da distração
Quando o escândalo do Banco Master explode, envolvendo investigações sobre fraudes, venda de carteiras de crédito sem lastro, movimentações atípicas e o uso de fundos de pensão, a reação da imprensa corporativa foi, no mínimo, curiosa. Em vez de focar na relação promíscua entre o Master e a cúpula do BC da era Bolsonaro, ou no papel de Campos Neto enquanto facilitador institucional, assistimos a um fenômeno de “alucinose jornalística”. Veículos ligados à Globo e seus “co-irmãos” iniciam uma manobra de contorcionismo retórico aflitivo para tentar vincular o escândalo à esquerda e ao atual governo do presidente Lula (PT).

A verdade dos fatos, porém, é translúcida e derruba qualquer narrativa fantasiosa. As nomeações cruciais para o funcionamento do esquema foram feitas pela direita, assim como as doações milionárias foram direcionadas exclusivamente a candidatos desse espectro político e profundamente arraigados ao bolsonarismo-raiz. Houve reuniões constantes e documentadas entre o comando do Banco Central de Bolsonaro e os donos do Master, culminando na ocupação de cargos de alto escalão em bancos como o Nubank, que possui a própria Globo como sócia. Todos os nomes na agenda do celular de Vorcaro, apreendido e periciado, são de políticos da direita, assim como a totalidade das mensagens comprometedoras que vieram à tona até agora.

Não existe sequer um nome do atual governo ou de partidos progressistas envolvido formalmente no cerne das irregularidades investigadas. A tentativa de “esconder” Roberto Campos Neto e seu papel no fortalecimento desse ecossistema financeiro é uma nítida estratégia de proteção de ativos.

Ao culpar a esquerda por um esquema nascido, criado e totalmente operado nos gabinetes da gestão anterior, a imprensa corporativa não faz jornalismo; faz advocacia administrativa para seus próprios sócios. O Caso do Banco Master não é um mistério: é um retrato fiel de como o poder financeiro e o poder midiático se abraçam para proteger seus expoentes, enquanto tentam vender ao público uma versão distorcida da realidade.


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Política

Com caso parado no MP desde 2024, Carlos pode disputar Senado sem responder por lavagem

Caso tramita no MP-RJ desde 2019 e estava parado desde 2024; veja provas contra Carlos

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), se prepara para disputar o oitavo mandato parlamentar sem a conclusão da investigação sobre peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa que tramita no Ministério Público do Rio de Janeiro desde julho de 2019. O movimento mais recente do caso ocorreu em fevereiro deste ano quando a Procuradoria-Geral de Justiça do Rio decidiu enviar os autos que estavam com a cúpula do MP desde setembro de 2024 para a 4ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro para a “realização de diligências complementares”.

Isso ocorreu porque, em setembro de 2024, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro mandou devolver ao MP a denúncia feita pelo promotor Alexandre Murilo Graça, titular da 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada da Capital, do MP-RJ , que acusou apenas sete servidores e ex-funcionários de Carlos Bolsonaro (PL-RJ), mas excluiu o vereador do caso. No entanto, desde que o TJ determinou o reexame dos autos o caso, que tramita há quase sete anos, não teve maiores desdobramentos.

A coluna agora relembra uma série de revelações feitas pelo ICL Notícias ao longo de 2024 sobre o caso que demonstram provas do envolvimento de Carlos ignoradas pela promotoria na primeira denúncia.

Carlos era investigado como líder de uma organização criminosa que funcionou dentro do gabinete dele e que obrigava os servidores, que não trabalhavam, a devolver a maior parte de seus salários. A investigação foi instaurada em 2019 após uma reportagem da revista Época, feita por esta colunista e pela jornalista Juliana Castro, revelar até áudios de confissões de ex-servidores de Carlos sobre o esquema. Desde 2019, o caso tramitou por diversas instâncias dentro do MP do Rio, o promotor Alexandre Murilo Graça atua no caso desde 2021.

Conheça as provas contra Carlos Bolsonaro

Idas ao cofre no Banco do Brasil

Em julho de 2024, a coluna revelou que o Banco do Brasil informou ao MP do Rio a existência de um cofre que Carlos mantinha junto com Flávio Bolsonaro. O vereador acessou o cofre nos dias em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), pai do “02”, registrou as compras de duas casas no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca. Carlos também esteve no cofre no dia em que seu irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP), hoje deputado federal, comprou um apartamento em Copacabana. Neste caso, Eduardo declarou em cartório ter pago R$ 160 mil no imóvel, dos quais R$ 50 mil em dinheiro vivo.

Na análise bancária do vereador e de seus funcionários foi verificado que o chefe de gabinete de Carlos, Jorge Luiz Fernandes, pagou sistematicamente boletos de suas despesas, como faturas de cartão de crédito, plano de saúde, impostos e multas de trânsito.

Foram encontrados 23 contas do vereador e de pessoas ligadas a ele pagas por Fernandes entre 2012 e 2019, que somam um total R$ 27.929,66. Ao mesmo tempo, só foi identificado uma transferência online de R$ 8 mil de Carlos para Jorge em dezembro de 2011.

O Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e Corrupção do MP-RJ analisou por amostragem esse tipo de movimentação financeira — sorteando aleatoriamente um número de documentos. Isso significa que o número pode ser ainda superior. O chefe de gabinete foi denunciado por receber cerca de R$ 2 milhões em sua conta de seis outros nomeados por Carlos Bolsonaro na Câmara.

Carlos Bolsonaro não pagou plano de saúde com a própria conta por 9 anos

Um relatório do Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e Corrupção do MP-RJ, obtido pela coluna com exclusividade, constatou que o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) só pagou um boleto de plano de saúde com sua conta bancária em nove anos de contratação desse tipo de serviço. Existe suspeita de que os pagamentos possam ter sido feitos em espécie com dinheiro oriundo de rachadinha.

Chefe de gabinete de Carlos também pagou contas de Bolsonaro e Michelle

Perícia realizada pelo MP-RJ em dados bancários de Carlos constatou que o chefe de gabinete do vereador, Jorge Luiz Fernandes, também pagou despesas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), de sua esposa Michelle Bolsonaro (PL-DF) e de Rogéria Bolsonaro, mãe de Carlos. No documento, não foi registrado que Jair Bolsonaro, Michelle ou Rogéria tenham feito depósitos ou transferências de valores semelhantes em datas próximas a esses pagamentos efetuados com dinheiro da conta-corrente do chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro.

Carlos Bolsonaro comprou carro com 52 mil em dinheiro vivo

O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) adquiriu um carro utilizando R$ 52 mil, em dinheiro vivo, em 2010, e um apartamento no centro do Rio de Janeiro, em 2012, pelo valor de R$ 180 mil. Nesses dois anos, porém, a análise do patrimônio dele feita pelo Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e Corrupção do MP-RJ (Ministério Público do Rio) indica que ele não tinha lastro para as operações na renda em que recebeu nos dois respectivos anos.

Carlos diz que doou R$ 130 mil a Flávio; maior parte nunca entrou na conta

O vereador Carlos Bolsonaro informou à Receita Federal que fez duas doações que somam R$ 130 mil para o irmão Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje senador. Contudo, em ao menos um dos casos um total de R$ 70 mil não passou pelas contas bancárias de Flávio, nem foi declarado por ele no Imposto de Renda.

Carlos sacava todo o salário

O chefe de gabinete de Carlos, Jorge Fernandes, afirmou em depoimento ao MP-RJ que toda a família Bolsonaro “sempre sacava” os salários de suas contas bancárias integralmente. Uma cópia das declarações foi obtida pela coluna com exclusividade.

*Juliana Dal Piva/ICL


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Política

Matou a família e foi ao cinema

Michelle sempre mostrou não ter talento político para viver como embalagem econômica de Bolsonaro. Todas as vezes em que teve oportunidade de protagonizar ou até dividir locução pública, ela se mostrou extremamente ensaiada bem ao estilo político de laboratório.

Jamais Michelle se colocou abaixo do marido, que fará dos filhos. Ao contrário, ela é bastante objetiva e ambiciosa, muitas vezes até em certames menores. Foi assim que ela, em busca de moedas no fundo do espelho d’água, mandou esvaziá-lo matando todos os peixes para recolher as moedas.

Ou seja, para a moça, não existe jogo amistoso, se necessário, provoca divididas, da mesma forma, agiu politicamente dando o drible da vaca no clã Bolsonaro, tendo a delicada preocupação de desqualificar, sobretudo, Jair Bolsonaro que, na verdade, é o proprietário dos mandatos dos filhos em qualquer instância e circunstância.

Bolsonaro fez filhos para virar políticos e aumetar a renda familiar, sendo o próprio líder máximo do seu clã.

Assim como a candidatura de Flavio é tida pelo próprio como extensão do pai, bem antes disso, Bolsonaro mandou Carluxo deslocar sua candidatura para Santa Catarina para disputar uma cadeira no Senado.

Falando objetivamente, pode-se afirmar que, quando Michelle nega apoio a Carluxo na disputa para o Senado e, numa posição ativa e altiva. anuncia seu apoio à Carol de Toni, aquela com sérios problemas cognitivos, ela provocou o embate com todo o clã, pisando na cabeça da serpente do próprio marido, proprietário do esquema e dos cargos dos filhos.

Mas como o cinismo é uma das características mais marcantes da toda pura, ela, sabendo do barulho que provocou dentro do próprio ninho, fez uma declaração de amor à ratazana, quem ela acabou de envenenar com chumbinho altamente letal aos roedores, sabendo que sua ação é extremamente tóxica e prolongada.

Mas sabe como é, teatro é teatro e cinema é cinema. Ela atua sem embaraços e pudores quando entra em ação para mover as pedras do jogo a seu modo e gosto pelo bem dos seus próprios interesses.

Portanto, não seriam decalarações fugazes, como a última que fez, dizendo que Bolsonaro salvou o Brsail, mesmo matando 700 mil brasileiros, que mudarão o estrago que ela fez na campanha de Carluxo para atingir a cabeça de Jair num estado francamente bolsonarista.

Seja como for, sua declaração negando apoio a Carluxo em favor da sua concorrente, convenhamos, Michelle deixa Bolsonaro em seu próprio campo com a brocha na mão.


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Superior Tribunal Militar acata pedido de perda de patente de Bolsonaro

O STM recebeu a representação protocolada pela deputada federal Natália Bonavides (PT-RN). Relator apontou “interesse público relevante”

O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu a representação para julgar a declaração de indignidade e consequente perda do oficialato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros cinco militares. Em decisão divulgada na quinta-feira (18/12), o ministro relator do caso, José Barroso Filho, admitiu o pedido e determinou que a Procuradoria-Geral de Justiça Militar (MPM) seja oficiada e se manifeste sobre o assunto.

A representação foi protocolada pela deputada federal Natália Bonavides (PT-RN). No pedido, a parlamentar cita que Bolsonaro, Almir Garnier, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Souza Braga Netto foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

Ela pede que seja aberta a Declaração de Indignidade na Corte e, consequentemente, julgada a perda do oficialato. Para iniciar o processo, é necessário aguardar a manifestação do MPM.

Ao analisar o pedido, o ministro do STM destacou que, geralmente, a representação é feita pela Procuradoria-Geral Militar, porém, entendeu que “o tema em questão se insere em matéria de interesse público relevante, motivo pelo qual constata-se a legitimidade da deputada federal em provocar as instâncias responsáveis, para dar início ao procedimento”.

“Ressalte-se que a natureza do julgamento não se destina a revisar a condenação penal que já transitou em julgado, mas tem por finalidade específica avaliar as consequências éticas e morais da conduta que determinou a condenação do oficial, à luz dos preceitos éticos e morais descritos no Estatuto dos Militares. O escopo é determinar se a natureza do crime cometido conduz ao reconhecimento da indignidade ou da incompatibilidade para com o Oficialato”, completou o ministro José Barroso.

STM recebe representação que pede perda de patente de Bolsonaro – destaque galeria

Em nota, o STM afirmou que cabe somente ao Ministério Público Militar (MPM) apresentar ao STM representação de indignidade contra oficiais militares condenados à pena privativa de liberdade superior a dois anos, diz o Metrópoles.

“Esta Corte recebeu no dia 9 de dezembro uma Representação Criminal/Notícia crime apresentada pela deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) contendo informações sobre as citadas condenações e solicitando providências. Esta representação não deve ser confundida com Representação de Indignidade, pois constitui um mero pedido de encaminhamento. O ministro José Barroso Filho, sorteado relator do pedido da deputada, deferiu nesta quinta-feira (18) o encaminhamento dos autos ao MPM”, destacou.


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Política

A madrasta mostra as suas unhas

Sabe lá Deus de que passado sujo tem Michelle que Mauro Cid disse com tanto realismo, típico de quem sabe de coisas que nós não sabemos.

Por exemplo, para muitos de nós, a relação dos filhos de Bolsonaro com Michelle tinham rusgas, mas nada que tivesse que ser lavagm de roupa suja em praça pública. Tudo ficava no interior e de forma hermética.

Agora, o que parece é que, aliviada com a prisão de Bolsonaeo, Michelle não colocou as manguinhas de fora, mas as unhas, as garras para os filhos de Bolsonaro e para o resto da falange do PL para que todos se sentissem ofendidos e revoltados com ela.

Não há motivos para surpresas, Michelle sempre trabalhou em operação de bastidores ou na relação direta com eleitores para onstrur a sua imagem não a de Bolsonaro.

É fato é que ela tem traquejo para falar em público, mas é escancarado que isso não ocorreu de forma natural, tem método, tem técnica para Michelle aparecer tão desenvolta, sem atropelar palavras e produzindo, através de técnica emocional, um discurso e um tom de voz apropriado para cada situação.

A não ser que a ex-primeira dama tenha uma marcada guardada na manga, ela parece não ter combinado sua estratégia com os russos, porque o PL e, em bloco, os filhos de Bolsonaro deram um calor na moça, típico de quem se surpreendeu com sua ousadia, mas nem por isso saiu barato esse relevo qua a moça de passado duvidoso resolveu jogar.

Afinal de contas, o defunto político, Jair Bolsonaro,  fez a passagem.

Michelle não esperou sequer o corpo esfriar, jogou o seu traje de luto no lixo e foi à luta.

Agora é aguardar o que a turma do deixa disso, que é praticamente agulha no palheiro no univeso de intolerância bolsonarista, altamente misógino, vai aprontar para escanteá-la sem fazer alarde.

Michelle, assim como Tarcísio, tem conteúdo zero para apresentar.


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Grande dia!: Jair Bolsonaro é preso

Prisão preventiva de Bolsonaro foi para garantir a ordem pública após chamamento de vigília

PF entendeu que ato poderia gerar aglomerações e representar riscos para participantes, agentes policiais e para o próprio réu. Medida foi decretada neste sábado (22).

A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada neste sábado (22), foi para garantir a ordem pública. A decisão ocorreu após o filho dele, senador Flávio Bolonaro, convocar uma vigília no condomínio em que o ex-presidente mora e estava detido em prisão domiciliar, em Brasília.

A PF avaliou que o ato poderia gerar grandes aglomerações e representava risco para participantes, agentes policiais e o próprio réu, segundo informações obtidas pelo blog.

🔎Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma trama golpista na tentativa de permanecer no poder, apesar da derrota nas urnas em 2022. Ele estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, acusado pela Justiça de atrapalhar as negociações.

O comboio que transportava o ex-presidente chegou à sede da Polícia Federal às 6h35. Após os trâmites iniciais, Bolsonaro foi levado para a Superintendência da PF, onde ficará em uma sala de Estado — espaço reservado para autoridades como presidentes da República.

Até a última atualização desta reportagem, ele passava por exame de corpo de delito. Agentes do Instituto Médico-Legal (IML) foram até o local para realizar o procedimento e evitar exposição desnecessária.

Em nota, a Polícia Federal informou que cumpriu um mandado de prisão preventiva expedido por decisão do STF. A defesa de Bolsonaro afirmou que, até as 6h40, ainda tinha sido informada da prisão do ex-presidente, diz Valdo Cruz, G1.


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Política

Moro e fraude do INSS no governo Bolsonaro são uma coisa só

Um ex-assessor do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) foi citado nas investigações da Polícia Federal (PF) sobre o escândalo de fraudes no INSS, conhecido como “Farra do INSS” ou “Aposentão”.

As apurações, conduzidas pela Operação Sem Desconto, apontam para um esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas, que teria causado prejuízos de cerca de R$ 4 bilhões.

As menções ao ex-assessor referem-se à alterações na regulação de sindicatos e associações patronais de trabalhadores, implementadas durante o período em que Sergio Moro era ministro da Justiça (2019-2020) no governo Jair Bolsonaro.

Essas mudanças teriam enfraquecido sindicatos tradicionais, criando brechas para que entidades de fachada realizassem cobranças irregulares nos benefícios do INSS.

Não há detalhes públicos sobre a identidade do ex-assessor ou sobre o grau de envolvimento dele no esquema.

Moro negou qualquer relação do Ministério da Justiça, sob sua gestão, com contribuições associativas ou descontos em aposentadorias, afirmando que as fraudes ocorreram no âmbito do Ministério da Previdência e do próprio INSS.

O caso foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) devido ao envolvimento de figuras com foro privilegiado.


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Esse aí

Depois de tudo que já se sabe sobre o delinquente fascista Jair Bolsonaro, choca ouvir as mensagens de seu universo familiar adicionado com a fala, agora pública, do charlatão grotesco Silas Malafaia.

Impressiona observar que a revista Veja optou pela delícia do silêncio em sua chamada de capa. Só platitudes funestas para não destacar o que o país inteiro não para de comentar. o destino selado de Bolsonaro, que é a condenação e prisão que pode até ocorrer antes mesmo do julgamento pelos motivos óbvios que todos nós ouvimos.

Bolsonaro, em conversa com Malafaia, não deixa pó de dúvida que é ele o timoneiro das tarifas de Trump contra o Brasil.

Lógico que o pedófilo americano, vendo o império abrindo crateras debaixo de seus pés, deixando-o sem chão, não vacila em culpar o mundo pela decadência dos EUA. O Brasil, mesmo em desvantagem na balança comercial com os norte-americanos, acaba tendo o mesmo destino de todo o resto do mundo.

Mas é Bolsonaro, que exerce a função principal de traidor da pátria para o próprio pimpão ser, e somente ele, anistiado para não enfrentar o rigor da lei.

Eduardo só cumpre as ordens do pai, a quem chamou de ingrato do C…!

Em suma, é Bolsonaro que usa o ar, a água e o fogo contra todo o povo brasileiro na sua fórmula miliciana para o Brasil sofrer sanções dos EUA em seu próprio gozo.



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Pesquisa

Avança o líder: Lula vence de todos no 2º turno, diz Quaest

Bolsonaro e Tarcísio perdem intenções de voto e Centrão não apresenta grandes índices

Lula se consolida à frente de 8 candidatos de direita ou centro-direita
A Quaest pergunto para mais de 2 mil pessoas suas intenções de voto em diferentes cenários e a pesquisa apresenta 2 pontos percentuais de margem de erro.

A instituição levantou oito nomes de candidatos da direita ou centro-direita, sendo eles: Jair Bolsonaro (inelegível), Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro, Ratinho Júnior, Eduardo Leite, Eduardo Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado.

Foi apresentado para os entrevistados um cenário de segundo turno em que os candidatos citados disputariam a presidência com Lula.

Na cena da Quaest, Lula se consolida à frente de todos os outros candidatos, com pelo menos 41% e chegando a 43% das intenções de voto.

Os candidatos que mais se aproximam de Lula são Bolsonaro e Tarcísio, ambos com 37%. Antes, Lula empataria com Bolsonaro, mas o petista cresceu e Bolsonaro caiu 4%.

Leia também: Maioria dos brasileiros quer a prisão de Bolsonaro
Tarcísio também caiu. Antes ele apresentava 40% da intenção de voto, contra 41% de Lula. Agora o cenário é de apenas 37% para o atual governador de São Paulo e os mesmos 41% para Lula.

A pesquisa aconteceu entre os dias 10 e 14 de julho, na sequência do anúncio das tarifas de 50% pelo governo Trump, que são uma tentativa de salvar a pele de Bolsonaro da prisão por tentativa de golpe de Estado.

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Primeiro turno de 2026
A Quaest realizou quatro cenários de primeiro turno, em que considera apenas um candidato para representar o bolsonarismo (Jair, Michelle, Tarcísio e Eduardo).

Lula fica novamente à frente de todos os candidatos, oscilando de 30% a 32%. O que mais se aproxima é Jair Bolsonaro com 26% da intenção de votos.

O cenário 2 é o que Lula apresenta o menor índice com 30% dos votos em uma disputa com Michelle, que aparece com 19%. Os candidatos de “terceira via” crescem, mas não o suficiente para se classificar para um segundo turno ou apresentar problemas para Lula.

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*TVTNews


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Política

PF identificou mais de 60 mil acessos ilegais feitos pela ‘Abin paralela’ entre 2019 e 2021; Bolsonaro fez uso

A Polícia Federal (PF) descobriu que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) realizou 60.734 acessos indevidos a dados de geolocalização entre os anos de 2019 e 2021. As atividades utilizaram o sistema conhecido como “First Mile”, adquirido sem licitação por R$ 5,7 milhões, e sem autorização judicial.

O sigilo da investigação foi suspenso nesta quarta-feira (18) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o relatório final enviado à Corte, o sistema foi utilizado de maneira sigilosa para rastrear, em tempo real, a posição de celulares — incluindo os de figuras públicas como o próprio ministro, o também ministro do STF Gilmar Mendes, o ex-deputado federal Jean Wyllys e o jornalista Leandro Demori.

Segundo o portal de notícias g1, a PF apontou que parte dessas consultas ilegais teve como finalidade proteger e garantir a segurança de membros do chamado “núcleo político” do governo Jair Bolsonaro (PL), do qual faziam parte o ex-presidente e um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro.

Segundo o relatório, a estrutura de inteligência paralela dentro da Abin foi usada com propósitos pessoais, políticos e eleitorais por esse grupo, inclusive para espionar opositores e acessar dados sigilosos de investigações relevantes.

Espionagem sob o comando de Bolsonaro
O inquérito da Polícia Federal sobre a chamada “Abin paralela” aponta que Jair Bolsonaro tinha conhecimento direto das ações de espionagem contra adversários e até contra ex-integrantes de sua própria gestão.

Conforme os investigadores, essas ações visavam atender aos interesses do “núcleo político” da suposta organização criminosa instalada no topo da administração federal.

Entre os alvos monitorados estava o advogado Roberto Bertholdo, preso em 2020 durante apurações sobre irregularidades no setor de saúde do estado do Rio de Janeiro.

Segundo o relatório da PF, o objetivo da vigilância contra Bertholdo e Giacomo Romeis, da Secretaria Especial de Relações Governamentais, era, no fim, atingir o então ministro Onyx Lorenzoni.

A corporação afirma que a operação era “devidamente acompanhada por Jair Bolsonaro”, conforme anotação com o título “PR Presidente”, feita por Alexandre Ramagem, que na época era diretor da Abin e hoje é deputado federal.

Essa anotação, registrada em 5 de maio de 2020 e alterada pela última vez em março de 2023, continha mensagens encaminhadas ao presidente da República.

De acordo com a PF, as ações executadas “no interesse do núcleo político” eram relatadas diretamente ao ex-presidente.

*Sputnik


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