Categorias
Política

Flávio, perdendo ou desistindo da eleição, Bolsonaro evapora e o bolsonarismo, idem

Derrota ou desistência de Flávio pode acelerar o fim do bolsonarismo

A eventual derrota de Flávio Bolsonaro nas urnas — ou mesmo uma desistência da disputa — teria um impacto que vai muito além de uma candidatura. Representaria um duro golpe na tentativa de sobrevivência política de Jair Bolsonaro e colocaria em xeque a própria capacidade de mobilização do bolsonarismo como força nacional.

Depois de anos apostando na transferência de capital político dentro da própria família, o ex-presidente transformou Flávio em seu principal herdeiro eleitoral. Se esse projeto fracassar, ficará evidente que o bolsonarismo não conseguiu construir uma liderança capaz de manter vivo o movimento sem a presença direta de seu fundador.

Uma derrota de Flávio significaria mais do que perder uma eleição. Seria a demonstração de que o discurso de perseguição, as constantes ofensivas contra as instituições e a estratégia de polarização permanente já não bastam para sustentar um projeto de poder. A incapacidade de conquistar apoio suficiente revelaria o desgaste de uma marca política que, durante anos, viveu da confrontação e da mobilização emocional de sua base.

Caso Flávio opte por desistir da disputa, o efeito simbólico pode ser ainda maior. A renúncia seria interpretada como o reconhecimento de que a candidatura se tornou inviável, seja pelo isolamento político, pela dificuldade de formar alianças ou pelo peso das sucessivas crises que cercam o entorno bolsonarista. Em política, desistências raramente são vistas como gestos estratégicos; quase sempre são lidas como sinais de fraqueza.

Sem um sucessor competitivo, Jair Bolsonaro perderia sua principal vitrine para manter influência sobre o cenário nacional. Sua capacidade de ditar o rumo da direita seria inevitavelmente reduzida, abrindo espaço para outras lideranças conservadoras disputarem esse eleitorado sem a necessidade de se submeter ao comando da família Bolsonaro.

O bolsonarismo, que durante anos se apresentou como um movimento sólido e duradouro, corre o risco de revelar uma fragilidade estrutural: depender excessivamente de um único sobrenome. Se esse sobrenome deixar de ser eleitoralmente competitivo, o movimento pode se fragmentar rapidamente, dando lugar a novos grupos, novas lideranças e novas estratégias dentro da direita brasileira.

Nesse cenário, a derrota ou a desistência de Flávio deixaria de ser apenas um revés individual. Seria o marco de uma transição política em que Jair Bolsonaro perderia protagonismo e o bolsonarismo, tal como foi concebido, começaria a se dissolver como principal força de oposição no país.


Apoie o Antropofagista com qualquer valor

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Não é por não ter vice que Flávio está derretendo. Ele não consegue um vice justamente por derreter dia após dia

Antes tratada como um problema de articulação política, a dificuldade de Flávio Bolsonaro para encontrar um candidato a vice passou a ser vista por aliados como um sintoma de uma crise muito maior. A avaliação nos bastidores é que a ausência de um companheiro de chapa não é a causa da perda de força de sua candidatura, mas a consequência direta de um projeto eleitoral que perde apoio e credibilidade a cada nova pesquisa e a cada novo desgaste político.

Na prática, partidos e lideranças evitam se comprometer com uma candidatura cuja viabilidade é cada vez mais questionada. Ninguém quer assumir o risco de vincular sua imagem a uma campanha que enfrenta dificuldades para crescer, acumula crises e encontra resistência até entre antigos aliados. Em política, a lógica costuma ser simples: candidatos competitivos atraem parceiros; candidatos em declínio veem esses parceiros desaparecerem.

Por isso, a falta de um vice acaba reforçando a percepção de isolamento. O problema não começou porque Flávio não encontrou um nome para completar a chapa. Ele não encontra um nome justamente porque sua candidatura vem derretendo dia após dia, tornando-se um investimento de alto risco para qualquer partido ou liderança que ainda tenha capital político a preservar.

Nesse cenário, o vazio ao lado de Flávio na chapa tornou-se um retrato da própria campanha: quanto mais ela perde força, menos interessados aparecem para embarcar nela. Não é a ausência de um vice que explica o enfraquecimento eleitoral; é o enfraquecimento eleitoral que explica por que ninguém quer ser vice.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Pressionado e isolado, Flávio enfrenta o abandono do PP e do União Brasil

A campanha de Flávio Bolsonaro atravessa um de seus momentos mais delicados. Sob crescente pressão política e diante de sucessivas dificuldades para consolidar alianças, o candidato vê aumentar o risco de perder o apoio de duas das principais legendas do chamado Centrão: União Brasil e Progressistas (PP).

Nos bastidores, dirigentes das duas siglas avaliam que a permanência ao lado de Flávio pode representar um custo político elevado. A percepção é de que a campanha enfrenta dificuldades para ganhar tração, enquanto episódios recentes ampliaram o desgaste da candidatura e alimentaram dúvidas sobre sua viabilidade eleitoral.

A possível debandada de União Brasil e PP representa mais do que uma perda simbólica. Os partidos são peças importantes na montagem de palanques regionais, na distribuição de tempo de propaganda e na mobilização de estruturas políticas em diversas cidades do estado. Sem esse respaldo, a campanha tende a enfrentar ainda mais obstáculos para ampliar sua competitividade.

O isolamento também evidencia uma mudança no comportamento de antigos aliados. Lideranças que antes demonstravam disposição para caminhar ao lado do candidato passaram a adotar uma postura mais cautelosa, aguardando a evolução das pesquisas e o desenrolar das negociações políticas antes de assumir qualquer compromisso definitivo.

Integrantes da campanha reconhecem reservadamente que o cenário se tornou mais complexo. Além da dificuldade para atrair novos apoios, cresce a preocupação com o efeito dominó que uma eventual saída de União Brasil e PP pode provocar, estimulando outras legendas e lideranças a reavaliar sua permanência na coligação.

Caso a ruptura se confirme, Flávio Bolsonaro poderá entrar na fase decisiva da disputa com uma base política significativamente menor do que a planejada, reduzindo sua capacidade de articulação e aumentando a pressão para buscar novos aliados em um ambiente cada vez mais adverso.

Enquanto isso, dirigentes do Centrão seguem adotando uma estratégia pragmática. Mais do que fidelidade a projetos individuais, prevalece a busca por alianças consideradas eleitoralmente mais competitivas. Nesse contexto, o distanciamento de União Brasil e PP é visto por analistas como mais um sinal do crescente isolamento político enfrentado por Flávio Bolsonaro na corrida eleitoral.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro, o socialista de Taubaté

Vivi para ver Eduardo Bolsonaro com um novo visual “global”, tentando vender seu irmão, Flavio, com o mesmo sabor de Lula. Tudo se dá pela dependência, agora negada, por grande parte da Faria Lima.

A estratégia não é nova, ainda está na nossa memória o sofrimento de Bolsonaro em ter que se curvar ao Bolsa Família para tentar fazer frente com Lula, em 2022, e toda uma teia de programas sociais que representam, pela lei natural das coisas, o próprio presidente Lula.

O ataque de Eduardo à ex-apoiadora, Faria Lima, dizendo que ela não passava de uma rede de especulação, vivendo somente de rentismo e agiotagem, é um sinal claro de que a serpente bolsonarista está mordida por não contar com os ratos do dinheiro grosso para alimentar a campanha e o bolso do clã.

Então, travestido numa folhagem verborrágica de um discurso social, Eduardo diz que lucro não é importante, mas sim, a sociedade brasileira, dando um chute no tronco escravocrata que sempre foi símbolo do bolsonarismo por seu histórico racista, exploração da mão de obra dos trabalhadores, em nome das burras dos patrões.

Claro, os próprios párias vegetais do clã sempre foram incoerentes, já que arrotavam diminuição do Estado na busca por redução dos custos da máquina e a manutenção dos impostos, mas os próprios filhos do maior sanguessuga desse país, chamado Jair Bolsonaro, seguiram a mesma boca do pai de se nutrir magistralmente nas tetas mais gordas do Estado, transformando-se em bandidos vegetais.

Todos tinham o mesmo sonho desde criança, crescer e alcançar as copas mais ricas da República, enquanto isso, garganteavam um estadinho para os brasileiros.

A galhaça olímpica do bolsonaro sempre quis distância da plebe raquítica. Daí a fila do osso e a devolução do Brasil ao mapa da fome durante o governo do genocida corrupto.

Seria trágico se não fosse cômico ver o belo trecho de um dos vídeos de Eduardo chamando a Faria Lima de imoral, de antinacional, de egoísta e voraz quando, na verdade, seu pai, com um agiota na pasta da economia, Paulo Guedes, devolveu à miséria absoluta 33 milhões de brasileiros, em nome da transfusão de riqueza para as veias bilionárias do 1% mais rico do Brasil.

Mas sabe como é, sentindo que a essa altura do campeonato, Lula sobe cada vez mais e Flavio segue no sentido oposto, Eduardo resolveu interpretar o socialista de Taubaté, erguendo a divisão de riquezas ao invés do lucro obsessivo dos carrascos da Faria Lima.

Tudo isso para tentar materializar um Flavio achocolatado sabor Lula.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Lula reage a apoio de Rubio a Flávio e desafia: “Venha fazer campanha no Brasil”

“Que monte um comitê”, diz Lula ao provocar Rubio após manifestação em favor de Flávio.

Lula reagiu com ironia às manifestações de apoio do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, à candidatura de Flávio Bolsonaro, afirmando que qualquer tentativa de interferência externa na política brasileira será recebida com firmeza. Durante um evento público, o presidente afirmou que Rubio tem todo o direito de expressar sua opinião, mas ressaltou que as decisões sobre o futuro do Brasil cabem exclusivamente ao povo brasileiro.

Ao comentar as declarações do chefe da diplomacia norte-americana, Lula disparou: “Se ele quiser apoiar o Flávio, que monte um comitê e venha fazer campanha”. A frase foi recebida com aplausos por apoiadores e interpretada como uma resposta direta às críticas e manifestações de integrantes do governo dos Estados Unidos favoráveis ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O presidente aproveitou a ocasião para reforçar o discurso de defesa da soberania nacional. Segundo Lula, o Brasil mantém relações diplomáticas com diversos países, mas não aceita pressões ou tentativas de influência sobre suas instituições democráticas e processos eleitorais. Ele destacou que divergências políticas devem ser resolvidas internamente, por meio do voto e do debate democrático.

A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasília e Washington, alimentadas por críticas de autoridades americanas a decisões do Judiciário brasileiro e por manifestações de apoio a lideranças da oposição. Integrantes do governo avaliam que a estratégia é transformar eventuais interferências externas em um argumento favorável ao discurso de defesa da autonomia nacional.

Aliados de Lula afirmam que a reação do presidente busca demonstrar confiança política e evitar que o tema ganhe maior relevância eleitoral. Para o Palácio do Planalto, a participação de autoridades estrangeiras no debate político brasileiro tende a produzir efeito contrário ao desejado, fortalecendo a percepção de que o país deve conduzir seus assuntos sem tutela externa.

Com a ironia dirigida a Rubio, Lula procurou transmitir a mensagem de que apoios vindos do exterior não substituem a vontade popular e que a disputa eleitoral será decidida pelos eleitores brasileiros, e não por autoridades de outros países.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Eduardo Bolsonaro antecipa derrota de Flavio a 72 dias da eleição

Uma declaração do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acabou provocando forte repercussão política ao ser interpretada como um reconhecimento antecipado das dificuldades enfrentadas pela campanha presidencial de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ao afirmar que “não haverá eleição em 2030” caso Flávio seja derrotado em 2026, Eduardo vinculou o futuro do sistema político brasileiro diretamente ao resultado da disputa presidencial, em uma fala que chamou atenção tanto pelo tom quanto pelo momento em que foi feita.

A declaração ocorreu 72 dias antes do primeiro turno das eleições e foi publicada nas redes sociais após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida foi tomada depois que o senador leu, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao pai, o que, segundo o ministro, poderia representar descumprimento das restrições impostas ao ex-presidente.

Ao afirmar que apenas uma vitória de Flávio garantiria a realização de eleições futuras, Eduardo acabou alimentando interpretações de que o próprio núcleo bolsonarista reconhece o cenário eleitoral adverso. Para analistas políticos, a necessidade de apresentar uma eventual derrota como uma ameaça ao futuro institucional do país pode indicar preocupação crescente com o desempenho da candidatura e com a dificuldade de ampliar seu eleitorado para além da base mais fiel do bolsonarismo.

A fala também reforçou a estratégia adotada por integrantes da família Bolsonaro de transformar decisões judiciais e embates com o STF em elementos centrais da narrativa eleitoral. Em vez de concentrar o debate em propostas de governo, o discurso mantém o foco na polarização institucional e na mobilização do eleitorado mais alinhado ao ex-presidente.

Nos bastidores, a declaração repercutiu como mais um episódio de tensão em uma campanha que já enfrenta desafios políticos e jurídicos. Com pouco mais de dois meses até a votação, o episódio amplia o debate sobre a estratégia do PL e evidencia a aposta da campanha em manter a narrativa de confronto como principal instrumento de mobilização eleitoral.

Soma-se a isso, o fato de Flavio Bolsonaro se ver isolado dentro do próprio campo da direita, porque não está conseguindo palanque em vários estados, enquanto Lula já tem palanque em todos os estados.

Para piorar, Eduardo Bolsonaro comemora a conquista do Green Card para viver para sempre nos EUA, confirmando que não tem a menor esperança da vitória de Flavio.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Flavio não consegue mostrar nada além de ser filho de Bolsonaro

O que não falta é exposição para Flavio subir os degraus da disputa eleitoral, mas o sujeito não consegue deixar de ser um elefante dourado. É uma espécie de pastel de nata, sem qualquer atrativo, além de escândalos.

Agora mesmo, mudou de perfil para trazer uma sensação visual de sua fumaceira e todas elas terminam terminam num peido, inclusive para exportação via Casa Branca.

Flavio não só parece filho de Bolsonaro, como age como uma criança de 5 anos sem qualquer noção esquemática.

Ele tentou dançar como um chipanzé e foi ridicularizado, agora, tenta, através dos algoritmos, muito bem pagos por sua campanha, aparecer como marombeiro sabor anabolizante, em malhação, na tentativa de pintar um Flavio que estabeleça algum paralelo com Lula.

Isso mesmo, um sujeito que tenta apoiar sua imagem física com uma moldura política, usando um contraponto contra Lula, detalhe, aos 80 anos.

O problema é que a história do sujeito é um mar de lama, e ele, além de não ter propostas, histórico ou um slogan, mínimo que seja, para animar o pasto, todos os dias o sujeito aparece nas manchetes empepinado com mais um escândalo.

Michelle, novamente, acaba de atacar Flavio, usando a disputa no Ceará como zona abençoada pela direita vendida com a bênção de Flavio na campanha de Ciro Gomes.

É fato que isso não define o jogo, mas Flavio não consegue fazer as pazes com os eleitores que perdeu no momento em que a ampulheta está de ponta-cabeça ele não para de jogar areia sobre sua candidatura. Parece que a lei natural seguirá dando outros trancos em Flavio. e ele, dificilmente, conseguirá sair da zona morta em que sua campanha se enfiou.

Pela boca dos aliados que ainda lhe restam, o único jargão que sobrou, é o de que é filho de Bolsonaro, ao meso passo em que é odiado pela madrasta.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Flavio Bolsonaro usa gíria da milícia para ameaçar Michelle

Por mais que os aliados de Flavio queiram dar amplitude ao termo estancar, todos sabem que a palavra, no mundo da milícia, principalmente na zona oeste do Rio de janeiro, tem força de apagar.

Na boca de Flavio, isso tem um cheiro de enxofre.

O fato é que, no sentido literal e dito de forma isolada, o termo pode ter mil significados, mas no contexto de sua fala, sendo quem ele é e sua histórica ligação com a milícia, o fato pareceu mais que um ato falho, uma fala nada velada contra a madrasta.

Ao comentar o pega pra capar familiar com a ex-primeira-dama, Michelle, Flavio foi enfático, “se não fosse por isso, (ela ser esposa do meu pai) não teríamos chegado a esse ponto; a gente teria estancado a situação antes”.

Ou seja, não há sentido figurado que, num jargão criminoso na linguagem das facções e de milicianos da zona oeste do Rio de Janeiro, na verdade, as expressões estancar ou cancelar CPF, são usadas pela nata da bandidagem como sinônimos de eliminar, executar ou calar à força um adversário.

Seja lá como for, a fala de Flavio, no último 15 de julho, em um podcast, não está sendo interpretada pela maioria das pessoas como ato falho ou banal.

Veja:


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Bolsonaro trai Flavio

A defesa de Bolsonaro foi taxativa. Bolsonaro não escreveu carta para Flavio usar em sua campanha, esta foi uma decisão dele, que Bolsonaro nega ter escrito com tal propósito.

O nome disso é traição com o próprio filho. Entre deixar o dele na reta e o do Flavio, Bolsonaro colocou a corda no pescoço do primogênito.

É ridícula essa afirmação de Bolsonaro? Põe ridícula nisso. A começar pelo título, “Carta aos Brasileiros”.

Ou seja, a coisa foi feita em comum acordo, mas se desse merda, só daria para Bolsonaro, como deu. Bolsonaro não titubeou, se alguém tem que pagar o pato, que não seja ele, nem que para isso tenha que sacrificar o próprio filho, mostrando que essa turma do Deus, Pátria e Família, não é confiável nem para a família.

Por isso essa gente tem comportamentos variantes, de acordo com o tom e do prejudicado, nesse caso, Bolsonaro tirou o pepino do seu colo e colocou no de Flavio, o que passa um recado para o gado, o de que o mito não está tão fechado assim com a candidatura do filho, do contrário, se colocaria na linha de frente para enfrentar Moraes.

Diante do ministro do STF, Bolsonaro, mais uma vez, pipocou e mandou aquele famoso, me inclui fora dessa. Para se libertar do suplício, pai não pensou duas vezes para jogar o filho aos leões no momento em que a terra cede debaixo dos pés de Flavio por conta do TariFlavio e da foto de Flavio, bonachão, sem camisa, ao lado do amigo íntimo, sicário de Vorcaro.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Quaest: Novo tarifaço encolhe intenção de voto em Flávio entre eleitores de direita

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (16) aponta que o tarifaço americano reduziu a vontade de eleitores de direita, inclusive bolsonaristas, de votar no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. A sondagem veio a público horas depois de Washington confirmar novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros.

Quando os entrevistadores perguntaram se o tarifaço aumentava a vontade de votar em Lula, Flávio ou outro pré-candidato, 42% citaram o presidente Lula (PT), contra 39% em junho. No caso de Flávio, o índice caiu de 30% para 27%. A opção “outro” ficou em 23%, e 8% não souberam ou não responderam.

Entre eleitores independentes, a vontade de votar em Lula subiu de 26% para 33%, variação de sete pontos acima da margem de erro de quatro pontos estimada para esse recorte. Nesse mesmo grupo, a preferência por “outro” pré-candidato, considerando o tarifaço, caiu de 45% para 38%.

O recuo de Flávio também apareceu em segmentos de direita. Na direita não bolsonarista, o senador caiu de 70% para 60%, enquanto a vontade de votar em “outro” pré-candidato subiu de 19% para 29%. Entre bolsonaristas, a intenção associada ao tarifaço foi de 88% para 81%, e a escolha por “outro” nome cresceu na mesma proporção.

A Quaest também perguntou com quem os eleitores concordam mais no embate sobre a origem da medida. Na pergunta sobre a acusação de Lula de que Flávio pediu a Donald Trump sanções contra o Brasil, 51% concordaram mais com o petista, ante 47% em junho; 30% ficaram com a versão de Flávio, contra 35% no mês anterior; e 19% não souberam ou não responderam.

Em outra questão, 49% concordaram mais com Lula na avaliação de que as tarifas são retaliações ao Pix, enquanto 33% preferiram a versão de Flávio, segundo a qual a medida seria reação a declarações do presidente brasileiro contra os Estados Unidos. Outros 10% responderam “nenhum dos dois”, e 8% não souberam ou não responderam.

O governo Lula repudiou o tarifaço e criticou os Bolsonaros, chamados de “falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros”. Flávio respondeu que Lula “não tem mais condições de ser o presidente do Brasil”, atribuiu “atraso, incompetência e vingança” à atual gestão e chamou o adversário de “Biden brasileiro”.

Flávio discursou neste mês em Washington contra o tarifaço sobre produtos brasileiros e em defesa do Pix. Em maio, o senador foi recebido por Trump no Salão Oval da Casa Branca, em agenda articulada por interlocutores ligados ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, com participação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do influenciador Paulo Figueiredo.

A pesquisa apontou que 57% dos brasileiros não sabiam da viagem de Flávio aos Estados Unidos em defesa do Pix e contra o tarifaço. Entre os que conheciam a agenda, 58% disseram que o senador não tem força para convencer Trump e o governo americano a rever as tarifas, enquanto 34% afirmaram confiar nessa capacidade.

Seis em cada dez brasileiros, 63%, disseram acreditar que as novas tarifas impostas por Trump vão prejudicar sua vida ou a de sua família; em junho, eram 55%. O levantamento ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre 10 e 13 de julho, tem margem de erro geral de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no TSE sob o número BR-07181/2026. DCM.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs