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Flavio e Eduardo agem contra o Brasil porque Bolsonaro está em liberdade domiciliar

A complacência das instituições com Jair Bolsonaro e seu entorno é um dos fenômenos mais difíceis de explicar na história política recente do Brasil. Enquanto milhares de brasileiros pobres enfrentam o peso implacável do sistema penal por delitos de menor gravidade, Bolsonaro continua sendo tratado como uma figura excepcional, cercada de privilégios e deferências que estariam fora do alcance da imensa maioria da população.

Qualquer análise séria sobre a atual crise política e diplomática envolvendo o bolsonarismo precisa considerar a trajetória do ex-presidente e de seu grupo político. Ignorar esse histórico é produzir uma narrativa desconectada da realidade. Não se trata apenas de discutir episódios recentes, mas de observar um longo percurso marcado por controvérsias, investigações, acusações e ataques constantes às instituições democráticas.

O que se vê hoje é um movimento permanente para preservar poder, influência e impunidade. A retórica de perseguição política serve como instrumento para mobilizar apoiadores, pressionar autoridades e tentar transformar investigados em vítimas. Enquanto isso, o debate público é desviado das questões centrais: os fatos, as responsabilidades e os interesses que movem esse projeto político.

A desigualdade de tratamento é evidente. Brasileiros negros e pobres dificilmente recebem benefícios ou considerações especiais do sistema de Justiça. Já Bolsonaro segue ocupando uma posição singular, capaz de desafiar instituições, confrontar decisões judiciais e manter uma estrutura política ativa mesmo diante de sucessivas investigações. Essa realidade transmite uma mensagem perigosa: a de que determinados grupos estariam acima das regras aplicadas ao restante da sociedade.

Também chama atenção a contradição entre o discurso de combate ao crime e as recorrentes polêmicas envolvendo figuras próximas ao bolsonarismo. Ao longo dos anos, vieram à tona denúncias, investigações e relações políticas que levantaram questionamentos profundos sobre a coerência moral daqueles que se apresentam como defensores da lei e da ordem.

O resultado dessa combinação de privilégios, tolerância institucional e poder político é a sensação de impunidade. Quanto mais o sistema de justiça hesita em impor limites claros, mais se fortalece a percepção de que determinadas lideranças podem agir sem consequências proporcionais aos seus atos. Esse é um risco que ultrapassa indivíduos e partidos: trata-se de uma ameaça à própria credibilidade das instituições democráticas.

O Brasil não precisa de cidadãos acima da lei. Precisa de um sistema de Justiça capaz de agir com a mesma firmeza diante de qualquer pessoa, independentemente de sobrenome, patrimônio, influência política ou capital eleitoral. Enquanto essa igualdade não existir na prática, continuará a impressão de que há dois países convivendo sob as mesmas leis: um para os poderosos e outro para o restante da população.


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Política

O pedido de Valdemar que irritou Michelle e fez ela deixar o PL Mulher

A conversa entre Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, que definiu a saída da ex-primeira-dama do comando do PL Mulher, foi marcada por tensão e quase terminou com a desfiliação dela do partido. O encontro ocorreu em meio à crise aberta com Flávio Bolsonaro e ao racha exposto na direita.

Segundo o Globo, duas fontes próximas tanto de Flávio quanto de Michelle, dizem que Valdemar sugeriu que ela assinasse uma carta afirmando estar abalada pelos problemas familiares provocados pela prisão de Jair Bolsonaro e pedindo desculpas pelo vídeo em que fez duras críticas ao enteado e a setores do bolsonarismo.

A proposta irritou Michelle, que já vinha reclamando a aliados dos ataques nas redes sociais feitos por apoiadores de Flávio e de Eduardo Bolsonaro. Diante do pedido de um “mea culpa”, a ex-primeira-dama reagiu mal e chegou a ameaçar deixar o PL.

Ao sair da reunião, na terça-feira (30), Michelle anunciou a saída da presidência do PL Mulher, mas não citou Flávio nem pediu desculpas. No comunicado publicado nas redes, ela afirmou que a decisão estava ligada ao “momento em que estamos vivendo em nossa família” e disse que deixaria o cargo para se dedicar “integralmente” aos cuidados de Jair Bolsonaro e da filha mais nova, Laura.

Na nota, Michelle listou ações de sua gestão no PL Mulher e agradeceu nominalmente a Valdemar pela autonomia e pela nomeação ao cargo, feita em março de 2023. Também fez um aceno à vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL), pivô da crise com Flávio após o apoio dele e de outros filhos de Bolsonaro à campanha de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará.

Valdemar, por sua vez, divulgou nota afirmando que Michelle vive “um momento difícil”. O dirigente admitiu “divergências” e “indignações” dentro do PL, mas defendeu que a decisão da ex-primeira-dama fosse respeitada.

De acordo com informações do Globo, Michelle foi convencida a não se desfiliar do partido pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e pela governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), aliadas próximas da ex-primeira-dama. As duas se reuniram com ela no Palácio do Buriti durante o auge da crise.

Na conversa com Valdemar, Michelle também sinalizou que poderia desistir de disputar o Senado pelo Distrito Federal em outubro, informação confirmada depois pelo presidente do PL em entrevista à Rádio Gaúcha. No entorno da ex-primeira-dama, porém, a avaliação é que essa hipótese está descartada. Ainda assim, ela não deve se empenhar na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro.

Caso mantenha a candidatura ao Senado, Michelle deve concorrer na chapa de Celina Leão, que tentará a reeleição ao governo do Distrito Federal. A saída do PL Mulher, porém, é vista como um revés para a pré-campanha de Flávio, que tenta reduzir resistências entre eleitoras conservadoras e evangélicas.

A relação entre Michelle e Valdemar, até então pública e cordial, também sofreu desgaste. O presidente do PL estava em Miami, nos Estados Unidos, para acompanhar a partida entre Brasil e Escócia na Copa do Mundo de 2026 quando Michelle publicou o vídeo de 27 minutos no Instagram acusando Flávio de “apunhalá-la” e “maltratá-la”.

Valdemar antecipou a volta ao Brasil, classificou a briga como “muito séria” e admitiu que, sem Michelle, a eleição de Flávio seria “muito difícil”. O dirigente já havia defendido, em diferentes momentos, uma candidatura presidencial da ex-primeira-dama e chegou a chamá-la de “fenômeno” político.

Foi Valdemar quem indicou Michelle para presidir o PL Mulher em 2023 e garantiu a ela remuneração mensal de R$ 46 mil, a mesma paga a Jair Bolsonaro. O histórico de proximidade, no entanto, não foi suficiente para evitar o clima de ruptura após o pedido para que ela assumisse publicamente culpa pela crise, segundo o DCM.


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Política

Pacto de Sangue

Michelle Bolsonaro, feminista? Tá de sacanagem né!

Mulher nenhuma, casada com Bolsonaro, pode ser considerada sequer sabor feminista.

O que está em jogo é sua suposta herança política, na mesma medida em que é rejeitada pelas bestas do apocalipse fascista, Flavio, Carluxo e Eduardo, que aprenderam desde cedo com o próprio pai que mulher não é parente, não tem o sangue do varão da família, tanto que as ex-mulheres de Bolsonaro sempre viveram do resto da xepa que lhes sobrava para servir de flecha para o arco de provedor.

Com Michelle, não é diferente, o que a moça quer é fazer parte da comnidade com o sobrenome Bolsonaro, mas não da forma com que ela faz parte.

Nas suas atualizações, pelo tanto que participou das patifarias do marido, mesmo que nao tenha o sangue do próprio, quer dividir o poder que sobrou de Bolsonaro com os três filhos, já que o quarto filho, o mais abestalhado deles, Jair Renan, entra nesse pacto como coadjuvante, o jogo mesmo é jogado entre os três irmãos desde que Bolsonaro projetou disputar a cadeira presidencial em 2018.

Não vamos nos estender nas histórias podres que os três protagonizaram para colocar o pai no topo do poder. Ninguém precisa tapar o nariz.

A questão é, ninguém conhecia Michelle antes de se tornar primeira-dama, esse é o gatilho que bloqueia sua entada no rachide do chamado pacto de sangue.

Por isso, Michelle recebeu um solene e simbólico NÃO para compor a chapa de Flavio para a Presidência da República.

Não aceitaram a troca de fuidos porque não querem se misturar com ela através da pele e não do sangue.

Ou seja, não há na cabeça dos Irmãos Metralha selo de lealdade fora de um histórico sanguíneo.

Em outras palavras, um pacto incluindo Michelle, seria na prática, pura ficção, porque, para eles, o risco grave de transmissão da doença da traição, seria iminente.

Esse é o pano de fundo da mini-série brasileira que narra a guerra de excrementos dentro da família Bolsonaro, onde as particularidades sanguíneas é que dão as cartas.

Coisa de submundo ou romance gótico pela perspectiva sombria que as tramas, de lado a lado, estão operando.

Para o clã, não há juramento de lealdade possível sem que haja um pacto do mesmo sangue. E Michelle não foi contemplada com tal DNA.

Trocando em miúdos, esqueça o papo de PL Mulhr ou coisa que o valha. E não se esqueça que Michelle e Eduardo, segundo Mauro Cid, comandaram juntos o núcleo mais duro, mais radical, mais sanguinário da tentativa de golpe do dia 8 de janeiro de 2023.

Mas como disse um filósofo da Grecia Antiga, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outrqa coisa.


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Por que os institutos de pesquisa sumiram depois dos escândalos que envolvem Flavio Bolsonaro e Vorcaro?

Até dias atrás, enquanto algumas pesquisas indicavam o crescimento de Flavio Bolsonaro na disputa presidencial, o Brasil tinha se transformado na República das pesquisas, todos os dias saia uma pesquisa, quando não duas ou até três.

Institutos contratados pelo setor corporativo para animar a tropa agora, sumiram, evaporaram, sem data para dar novamente as caras.

Eram institutos de todas as qualidades. O importante era influenciar a opinião pública para entregar o país mais uma vez ao clã mais corrupto do Brasil.

Bastou estourar os escândalos em torno do filme Dark Horse, em que estão envolvidos R$ 134 milhões, mais uma saraivada de questões envolvendo a produtora do filme, fazendo o escândalo de Flavio com Vorcaro ganhar proporções hecatômbicas, Eduardo e Flavio tiveram a infeliz ideia de pedir a Trump para pressionar o Brasil a entregar o Pix em nome dos interesses das bandeiras de cartões de crédito dos EUA e tarifar as empresas e produtos brasileiros que, lógico, atingem frontalmente parte da economia brasileira, mesmo com o governo conseguindo, mais uma vez, mitigar a tática de um império em ruínas para o qual Trump não consegue solução e, por isso, é um dos presidentes da atualidade com o maior índice de rejeição em seu próprio país.

O fato é que, tudo isso junto e misturado, acabou por produzir uma meleca antiBolsonaro que só piora a cada dia para o clã. Então, é de se estranhar que, de uma hora para outra, a banda parou de tocar e não tem hora para recomeçar.


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Política

Candidatura de Flavio vive seus momentos finais

O troço desandou de vez. Os “criadores do bolsonarismo” estão de frente para um problema intransponível.

Os anjos bêbados, sobreviventes dessa hecatombe fascista, estão sob choque, não há retoques possíveis, tal a limpidez do rolo de corrupção envolvendo Flavio, Eduardo e o próprio Bolsonaro com o Banco Master, já que tudo começou no governo do Jair, e o resto da tropa dos Bolsonaro, não titubeou em puro jogo de interesses que, como diziam os filósofos gregos “uma mão lava a outra”.

Ninguém sabe mais que rumo tomar, o que falar, o que berrar, pior, não sabe sequer o que odiar. Está faltando um mínimo de algo que nunca houve no mundo bolsonarista, criatividade, do contrário, não viveriam do antipetismo e do antilulismo.

A fase agora é outra, o inimigo mora ao lado, a culpa é do aliado tal, que deu declarações críticas tanto à esbórnia de Flavio com o Banco Master, o filme trash de Bolsonaro e a produtora, que entornou ainda mais o caldo nessa meleca toda.

Para tentar se limpar diante dessa pocilga, Flavio resolveu se borrar da merda do Trump, oferecendo até as cuecas do Brasil para o patrocinador do genocídio de Israel em Gaza.

Esse é um ponto interessante, porque, na Marcha para Jesus, no palanque não tinha um santo, e Flavio, referendando o genocídio de Isael, sobretudo os assassinatos de crianças e bebês palestinos, mandou um, viva Israel!

O sujeito está naquela de, se ficar parado, afunda, se se mover, afunda ainda mais. Não há corda possível que o tire da areia movediça, enquanto seu partido, entre trairagens e patetices, consegue transformar a tragédia em divertimento para quem detesta essa sopa de espertos e seus interesses miúdos.

Não há saída para Jair, Flavio, Eduardo, Carluxo e cia,, vão todos para o buraco, já que o inferno político dessa falange, está dois andares acima. Eles se encontram numa cova muito mais profunda.


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Política

O avesso do avesso: O impacto da foto das três múmias, Flavio, Eduardo e Figueiredo, com Trump foi extremamente negativo

Independente da péssima repercussão, para Flavio, da entrevista de Valdemar da Costa Neto, na GloboNews, entregando a sua cabeça de na bandeja, quando afirma que Flavio visitou Vorcaro em prisão domiciliar, com tornozeleira, com tudo, e a operação da Polícia Federal na casa do ex-governadpr do Rio, Claudio Castro, por conta de suas ligações pesadas com Daniel Vorcaro, já que Flavio é um aliado histórico de Castro, a imagem de subserviência das três múmias, Eduardo, Flavio e Figueiredo, atrás de Trump. gerou uma avalanche de críticas fora do restrito curral do gado premiado.

Somente os muito fanáticos do farisaísmo bolsonarista e sua conhecida prepotência e limitação intelectual, promulgaram como sucesso aquela imagem, sem classificação, dos três representantes da direita brasileira atrás de Trump

Dito isso, em bom português, o impacto geral desse “encontro” foi considerado desastroso pela maioria dos analistas políticos que sentenciam como falha a tentativa de reverter a recente queda do senador miliciano nas pesquisas eleitorais.

O efeito positico foi praticamente nulo, tal o limite dessa aventura tosca, onde os três se colocaram em condição de inferioridade, de submissão humilhante e vexaminosa.

Os principais reflexos polícitos da agenda de Flavio nos EUA, deram-lhe de brinde uma imagem ainda mais negativa, fracassando a tentativa de abafar a crise do Banco Master em que o príncipe da mlícia apostou.

Sim,, o principal motivo da viagem era desviar a atenção do que envolve áudios vazados de Flavio com o banqueiro Daniel Vorcaro sobre o filme Dark Horse.

Analistas políticos apontam que a foto de Flavio com Trump não trouxe qualquer peso para anular o tranco das investigações contra Flavio.

Até Tarcísio de Freitas declarou publicamente que Flavio ainda precisa explicar muitas questões sobre o caso.

A queda nas pesquisas e a rejeição do mercado, seguem sendo o calcanhar de Aquiles do 01 do clã Bolsonaro.

O veredito de especialistas em marketing político, é que, isoladamente, uma foto curta na sala de Trump, além de não ter o poder de converter eleitores indecisos, funcionou para desgastar ainda mais a imagem de Flavio já deteriorada pelo escândalo e denúncias financeiras no Brasil que envolvem Flavio e o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro.


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Brasil Mundo

Encontro de Lula com Trump é uma calça arriada no clã Bolsonaro

As reações de Flavio e Eduardo Bolsonaro com o encontro de Lula e Trump nos EUA, não mentem, sentiram.

Lula, numa só tacada, anula o sonhado peso político do clã na Casa Branca.

Eduardo, que vinha cantando e contando prosas sobre sua reaproximação com aquelas figuras desconhecidas do entorno de Trump, como se tivesse uma grande importância, caiu no folclore outra vez.

Lula utilizará esse encontro para estabelecer um patamar de intercâmbio dos dois países, com interesses mútuos, o que não tem nada a ver com sabukice da família Bolsonaro.

Trump e Lula, com certeza, buscarão uma harmonização de interesses de lá e de cá e não oferecer o Brasil para ser instrumentalizado como anunciou Flavio Bolsonaro, praticamente oferecendo o Brasil para ser puxadinho dos interesses norte-americanos. Isso é tradição na família Bolsonaro.

Quem se esquece daquela cena em que Bolsonaro, isolado, no encontro de chefes de Estados quando o idiota oferece a Al Gore a exploração da Amazônia pelos EUA.

Tal bossalidade, de tão grande, causou perplexidade no figurão norte-americano.

Lula estará com Trump focado na soberania nacional se alinhamentos excessivos com aquele país e muito menos atender apenas aos interesses dos EUA, como sempre fez o clã Bolsonaro.

Como não sobrou nada, sobretudo porque foram pegos de surpresa, Eduardo, paspalhão, não poderia deixar de fazer comentários patéticos sem sequer saber o contexto da visita de Lula a Trump.

Uma coisa é certa, a reação dos milicianos do clã com essa viagem de Lula foi a de quem tomou uma bola nas costas e tenta achar Lula sem saber em que parte do campo o presidente da República está  jogando.

Ou seja, Eduardo dá uma de Zema, que só abre a boca para dizer besteiras e cair ainda mais nas pesquisas.

O fato é que o clã está perdido em campo alheio.


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Política

Flávio Bolsonaro nega que escalaria irmãos como ministros e abre nova crise

Rumores na base bolsonarista colocam Carlos e Eduardo no centro e pressionam campanha

A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou uma nota à imprensa para desmentir rumores que circulavam entre apoiadores e em redes sociais sobre a possível nomeação de seus irmãos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), como ministros em um eventual governo.

No comunicado enviado ao ICL Notícias, a equipe de pré-campanha do parlamentar foi direta ao classificar as informações como falsas e sem qualquer fundamento. “As informações divulgadas não são verdadeiras. Não procedem as afirmações de que Carlos ou Eduardo Bolsonaro serão nomeados ministros em eventual governo. Trata-se de conteúdo inverídico, sem qualquer confirmação ou fundamento”, diz a nota.

Questionada pela reportagem sobre a existência de qualquer possibilidade de os irmãos ocuparem cargos ministeriais, a equipe foi categórica: “nenhuma”.

A pré-campanha também acrescenta que mantém “compromisso com a transparência e a correta informação dos fatos”, em uma tentativa de conter a disseminação do boato.

A necessidade de uma resposta pública mostra o alcance que a narrativa ganhou dentro do próprio campo bolsonarista. As especulações passaram a circular em grupos de apoiadores e perfis alinhados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, alimentando a ideia de que um eventual governo de Flávio já teria espaço reservado para integrantes da família.

Conflito de informações
Segundo membros do PL ouvidos pela reportagem, os boatos teriam partido dos próprios irmãos, Eduardo e Carlos Bolsonaro, em uma tentativa de viabilizar seus nomes em um eventual governo de Flávio, caso seja eleito. A avaliação entre aliados é que o movimento acabou gerando desgaste antecipado e obrigou a campanha a agir para conter a narrativa.

O episódio expõe um ruído interno na comunicação política do bolsonarismo. Enquanto a base antecipa cenários e projeta um governo com forte presença familiar, a campanha tenta conter esse tipo de narrativa, considerada prejudicial para a construção de alianças e para a ampliação do eleitorado.

A inclusão de Eduardo e Carlos Bolsonaro em possíveis ministérios, ainda que apenas no campo da especulação, carrega desgaste político imediato. A percepção de um governo concentrado na família tende a afastar setores mais moderados e reforçar críticas recorrentes da oposição sobre personalismo e falta de institucionalidade.

A campanha busca evitar que a imagem de um eventual governo seja associada a uma estrutura familiar antes mesmo de qualquer definição política mais ampla, como alianças partidárias, composição de base e construção de programa.

O episódio também ocorre em um momento em que o bolsonarismo ainda tenta consolidar um nome competitivo para a disputa presidencial, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Flávio tem sido apontado como uma das alternativas dentro do grupo, mas ainda enfrenta desafios para ampliar sua projeção nacional e consolidar apoios fora do núcleo mais fiel.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do partido é que o principal desafio de Flávio, tanto durante a campanha quanto em um eventual governo, pode vir de dentro de casa. A interferência da própria família, especialmente dos irmãos, é vista como um fator de risco político que a campanha tenta, desde já, neutralizar.

Nesse contexto, a circulação de boatos e a necessidade de desmenti-los publicamente reforçam a percepção de desorganização e disputa de narrativa dentro do próprio campo político.

*ICL


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Política

O bravateiro caiu do galho

Eduardo bravateiro teve que botar a viola no saco sem qualquer palavra consoladora, até porque nada foi de fato encontrado dentro dos próprios EUA que explique, justifique ou fantasie a lambança de Trump na sua derrocada contra o Irã.

É unânime entre os analistas americanos que Trump enfiou o país numa derrota mais trágica do que a do Vietnã.

Trump sai com o rabo entre as pernas, cabisbaixo, como se vê em qualquer fotografia depois de se encontrar com a realidade e pedir para descer do bonde que ele conduzia.

Isso significa que, qualquer político, supostamente aliado dos EUA coloque as barbas de molho para falar do tonto, ainda mais aqueles brasileiros, tipo Eduardo, que gostam de se autocelebrizar em posts, considerando-se o próprio Trump.

O sujeito, por conta desse mau serviço, hoje distribui toxicidade como quem carrega na boca um charuto aceso de produção de enxofre que até seus aliados potenciais fazem cara de titica para falar da brincadeira de mau gosto de Trump no Irã e o choque de ventos contrários que tomou na fuça, com o maior rolete de fumo das guerras contemporâneas.

O fato novo é que, se Trump, como dizia Eduardo, era parte da arquitetura para Jair Bolsonaro por caminhos tortos, voltar ao poder, esquece cumpade, que o peru do banquete está sendo devorado pelos próprios compatriotas, atacando de forma selvagem sem qualquer obstáculo que possa lhe defender.

O que veremos agora é que o “amor imortal” dos Bolsonaro por Trump, está moribundo, e a saída à francesa do ambiente trumpista é o porto mais seguro para Flavio não terminar no fundo do poço. Ou seja, o falastrão Eduardo, ficará caladão por um bom tempo.

Não é só Trump que não gosta de perdedores, mas o mundo todo detesta os derrotados arrogantes.

Para ser mais exato, a influência de Trump nas eleições brasileiras, agora é carta for do baralho.


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O real motivo da guerra virtual entre os pavões fascistas

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Nao é pela entrega das terras raras do Brasil, muito menos pela entrega do Pix na bandeja para Trump se lambuzar, como querem Flavio Bolsonaro, Eduardo e Nikolas Ferreira, a guerra no ninho dos ratos e camundongos é por outro motivo.

O que fez Eduardo atacar a beata de camisola da igreja de Lagoinha  com uma saraivada de insultos nas redes e ser rebatido pelos dois moleques fascistas, foi uma espécie de x-tudo que explodiu publicamente entre 3 e 4 de abril de 2026, numa mistura de gatilhos imediatos nas redes, somados às rusgas não confessadas, mas acumuladas em nome de uma suposta lealdade que, na verdade, não passa de disputa de poder dentro do inferno bolsonarista.

Isso não tem nada de ideologia, todos são entreguistas da extrema direita do PL A briga, textualmente é por influência digital, ego e cobrança de apoio total à candidatura de Flavio à Presidência da República.

É o famoso, quem manda em quem. e, como sabemos, manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Eduardo criticou publicamente o perfil, space liberdade, que é uma sucursal do capeta, porque o administrador do coliseu do coisa ruim, afirmou, com todas as letras, que não votaria em Flavio Bolsonaro.

Eduardo entreguista, que operou contra o Brasil nos EUA no caso das tarifas de Trump, disse que o sujeito é um entreguista, que nesse submundo do umbral é considerado até elogio, um cafuné no ego do sacripanta da casa.

Já Nikole do batom não se fez de rogada e compartilhou um post do mesmo perfil sem atacar Eduardo e Flavio, usando ataques a Lula como prova de amor à família miliciana.

O problema é que Eduardo, o grande anão moral, já tinha sapecado esse perfil como traidor maldito do clã. Não bastasse, o “influenciador” do bigodinho escrotinho, com um nomezinho ainda mais fuleirinho,  Kim Paim, criticou Nikolas por ter compartilhado o perfil alemão. Em seguida, a coisa ganhou dimensão de guerra de piolhos dentro do próprio ninho.

Nikolas mandou aquele kkk da Ku Klux Klan brejeira e aquela espécie de risinho dos imbecis, deixou Eduardo possesso com o comparsa André Valadão.

Ou seja, o cheiro de enxofre das fezes arremessadas por ambas as partes, tomou o ambiente digital insuportável e, além de dizer que o pouca sombra de BH tinha desrespeitado a família real, acusou o office boy do capeta de usar os algoritmos das próprias redes para dar visibilidade a quem deseja a morte fulminante do papai Jair com um raio na testa, dizendo que o sujeito comemorou a prisão do genocida golpista e que, por isso, ele odeia a família.

Flavio, no entanto, enfiou a viola no saco e ficou mudo, assim como o zero apoio público de Nikolas à sua candidatura, e aí está o buraco negro do furdunço neonazista.

O kkk de Nikolas soou como provocação e falta de lealdade ao beija-mão do condenado a 27 anos de cadeia e atual porta-voz dos presos da Papuda.

Na verdade, toda essa meleca nada tem a ver com catimbas de rachas antigos. A omissão de Nikolas, que causou ressentimentos, é bem outra e, sobretudo muito objetiva, o duendezinho não quer exaltar a candidatura de Flavio para não ser centrifugado para o esgoto que a lama de sua ficha corrida, que será exposta, de casos escabrosos de Flavio, vai jorrar.

O problema não é o que Nikolas quer, mas sim o que ele não quer, que é virar ingrediente de uma massa fétida, que será apresentada à população,  sobre o gerente da família em Rio das Pedras e Muzema, mas não só isso, as suas armações criminosas em hospitais federais cariocas que estavam sob seu controle na era em que seu papai detinha a caneta da presidência da República.

Ou seja, meus caros, o diabo ensinou a Nikolas essa maneira subjetiva de desistir dos Bolsonaro, mas principalmente de Flavio, e o custo político e eleitoral da exposição em foto oficial ao lado do queima-filme. Certamente pensou, entre pilantrão e pilantrões, fico com a igreja Lagoinha de Daniel Vorcaro e André Valadão.

A boa notícia é que essa guerra entre Nikolas e o clã continua rolando no X e deve render muito mais capítulos e exposição de vísceras. Enão, preparem a pipoca.

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