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Eduardo Bolsonaro vira chacota após EUA retirarem sanções de Moraes: “Pateta”

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi alvo de piadas durante um evento realizado em São Paulo, na sexta-feira (12), poucas horas após o governo do presidente Donald Trump retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da aplicação da Lei Magnitsky. Com informações da coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.

Segundo relatos, o parlamentar virou assunto em rodas de conversa durante a inauguração do canal de notícias “SBT News”. Empresários e ministros presentes no evento comentaram a atuação de Eduardo junto a autoridades dos Estados Unidos em defesa de sanções contra integrantes do Judiciário brasileiro.

Em uma das conversas, Eduardo chegou a ser chamado de “pateta”. Um ministro do governo Lula afirmou, em tom de brincadeira, que o próximo passo do governo Trump poderia ser a “deportação” do deputado.

O evento reuniu o presidente Lula e diversos ministros do governo federal. O ministro Alexandre de Moraes também participou da cerimônia, assim como o ministro Gilmar Mendes, atual decano do Supremo Tribunal Federal.

Horas antes do evento, o governo dos Estados Unidos havia confirmado a retirada de Moraes da lista da Lei Magnitsky. A medida encerrou a possibilidade de sanções contra o ministro do STF, tema que vinha sendo defendido publicamente por Eduardo Bolsonaro junto a autoridades norte-americanas.

Após a decisão, Eduardo afirmou receber com “pesar” a notícia da revogação e declarou que o Brasil teria perdido a chance de enfrentar seus “problemas estruturais”. As declarações foram feitas pelo deputado ainda na sexta-feira, após a confirmação da decisão do governo dos EUA.

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A bananeira Veja lança o pateta da Disney, Dudu Bananinha, candidato à Presidência da República das bananas

Nada mais coerente que a carcumida revistona lançar um derrotado deslumbrado com a Disney, Eduardo Bolsonaro, à Presidência da República do seu país bananeiro, onde o próprio é classificado como Bananinha. Ou seja, alguém de baixa patente até para o baixo clero tão afeito ao papai.

A plataforma estrondosa do foiceiro mata-virgem, armado de provincianismo caipira, disse que está trabalhando junto à “Casa Branca”, pelo impedimento da entrada de Moraes nos EUA, o berço de Alice.

Para piorar, adicionou em sua rapadura, gesticulando de mãos livres que, se Moraes seguir nessa pegada de condenar Jair Bolsonaro, sofrerá a fantástica negativa de visitar o pateta na Disney.

Eduardo, que se encontra na linha do trem nesse momento nos EUA, tem isso para oferecer ao Brasil e aos brasileiros como plataforma política para se cacifar a candidato a presidente como o grandiloquente lascador de pedra silex na foiçada.

Armado de arco, flecha e machado de pedra nas mãos, Dudu Bananinha meteu essa como a grande arma para o desenvolvimento do Brasil fazendão.

Não se sabe dizer o que nessa epifania de bosta seca de vaca, é mais jeca, se a Veja, que coloca na capa uma galinha caipira cocoricando deslumbramentos cômicos aos EUA onde, no passado, aprendeu a ser profissional como chapeiro de hambúrguer, ou o próprio entrevistado que não economizou gaiatices funestas da idade do ferro.

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Vídeo: Depois de esperar Trump por 1 hora, Bolsonaro toma um toco com um aperto de mão e um adeus

Com a intenção de usar Trump para seu cabotinismo americanófilo, Bolsonaro, o caçador de imagens, pintou o retrato mais constrangedor da ONU. Tomou um chá de cadeira por 1 hora esperando Trump para, no momento derradeiro, ser solenemente ignorado por seu astro, levando para casa um aperto de mão apressado, um tapa no ombro de despedida e um adeus curto e grosso, deixando o pateta com a cara de jeca maior do que já tem, perdido no meio de outras pessoas.

Isso foi um torpedo na testa do imbecil e de uma legião de idiotas que votaram nele, achando que Bolsonaro teria algum espaço na agenda política de Trump.

O presidente americano concedeu a Bolsonaro míseros 17 segundos para ver se ele sairia do ostracismo num vale de sombras. O parco momento que conseguiu estar com Trump vai lhe custar caro pelo constrangimento que causou a milhões de brasileiros que assistirem a este vídeo de comédia bufa.