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Vídeos: Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar vídeo de Eduardo em evento extremista nos EUA

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explique uma possível violação das regras da prisão domiciliar após a circulação de um vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro durante a Conferência de Ação Política Conservadora, a CPAC, nos Estados Unidos.

A decisão foi tomada depois que imagens passaram a circular nas redes sociais mostrando o deputado licenciado afirmar que exibiria o conteúdo ao pai, mesmo com a existência de restrições expressas ao uso de meios de comunicação externos.

No vídeo, Eduardo diz: “Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro”.

A fala levou Moraes a cobrar esclarecimentos imediatos da defesa, já que a decisão que concedeu a prisão domiciliar estabelece proibição ao uso de celular, redes sociais e qualquer forma de comunicação externa, seja direta ou indireta.

Segundo o despacho, as regras impostas a Bolsonaro também vedam a gravação e o recebimento de vídeos e áudios, inclusive quando isso ocorrer por intermédio de terceiros. Moraes destacou que o benefício concedido ao ex-presidente está condicionado ao cumprimento rigoroso dessas limitações. De acordo com o DCM, qualquer indício de descumprimento passou a ser tratado como questão relevante pelo Supremo Tribunal Federal.

Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar no último dia 24, por um período inicial de 90 dias, após alta hospitalar para tratamento de broncopneumonia.

A medida determinou que o cumprimento da pena ocorra integralmente na residência do ex-presidente, em Brasília, com controle rígido sobre visitas e comunicações. O despacho do ministro ainda afirma que eventual violação das condições estabelecidas pode resultar na revogação do benefício, com retorno ao regime fechado ou transferência para uma unidade hospitalar penitenciária.

Durante o evento nos Estados Unidos, Eduardo também declarou que pretendia mostrar que o pai não poderia ser silenciado e apresentou o senador Flávio Bolsonaro como “próximo presidente do Brasil”. A CPAC reuniu lideranças da direita internacional entre os dias 25 e 28 de março.


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Brasil Mundo

Brasil teme ‘nova aventura’ de Trump na região para desviar atenção de Irã

Flávio e Eduardo Bolsonaro fazem pressão nos EUA por ação sobre terrorismo

Membros do governo brasileiro temem que a baixa popularidade de Donald Trump nos EUA e o impasse na guerra no Irã possam levar o republicano a fazer “novas aventuras” na América Latina.

A avaliação de Brasília é de que, diante do conflito, a “grande perdedora” por enquanto tem sido a credibilidade do presidente dos EUA como parceiro internacional e mesmo de imagem perante seu próprio eleitorado.

A preocupação, portanto, é de que a região seja usada para “salvar” a reputação de Trump como líder de um esforço para retomar uma postura de hegemonia no mundo. Atos “diversionistas” poderiam ser usados para tirar o foco da opinião pública dos EUA da crise no Irã.

Nesta semana, pesquisas apontaram que 59% dos americanos desaprovam o governo Trump, o pior índice do republicano em seus dois mandatos. Se não bastasse, cresce a resistência da opinião pública dos EUA diante de uma guerra no Irã que começa a se prolongar, sem uma solução em vista.

A avaliação do governo é que pode existir algum tipo de ingerência dos EUA nas eleições na Colômbia, ainda que de forma sutil. Nos últimos meses, a realidade é que o presidente colombiano Gustavo Petro se beneficiou na opinião pública do embate com Trump. Mas, nas eleições de maio, não se descarta alguma ação por parte da Casa Branca, ainda que não seja no uso de militares.

Uma situação ainda mais crítica vive Cuba. O Brasil notou que, diante do impasse no Irã, o governo americano voltou a falar publicamente sobre a ilha no Caribe.

Flávio e Eduardo Bolsonaro nos EUA
Outro fator que está sendo acompanhado de perto pelo governo Lula é a ação de Flávio e Eduardo Bolsonaro nos EUA. Neste fim de semana, os dois estarão na reunião da ultradireita norte-americana, no Texas, e Brasília acredita que vão fazer campanha para que os EUA declarem o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas.

Brasília acredita que, enquanto houver uma negociação entre Brasil e EUA nesse aspecto, a Casa Branca irá evitar seguir o caminho proposto pelos filhos do ex-presidente brasileiro. A estratégia que o Brasil usa é a de tentar talhar o lobby bolsonarista, ocupando o espaço político na relação bilateral.

Caso haja uma ofensiva de Trump nesse aspecto, a preocupação mais imediata do Brasil é de que sanções financeiras sejam estabelecidas contra empresas nacionais.

Existe ainda, num médio prazo, o risco de que isso seja transformado em instrumento para justificar uma ação militar contra focos específicos no país.

*Jamil Chade/ICL


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Política

Direita em pânico: Racha bolsonarista tem cobrança de Eduardo, briga com Nikolas, e Michelle fritando ‘bananinha’

Filho do ex-presidente tornou pública insatisfação com falta de apoio de deputado e da ex-primeira-dama à pré-campanha de Flávio

Aprofundou-se nos últimos dias o racha interno do PL, com cobranças públicas e trocas de farpas nas redes sociais entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

O novo capítulo da antiga disputa por influência no partido e nos rumos da direita bolsonarista teve início no último dia 12, quando Nikolas anunciou uma manifestação para o dia 1° de março sob o lema “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”.

Deputados do PL por São Paulo, federais e estaduais, reagiram e publicaram nas redes um novo chamamento para o protesto, deixando de lado o “Fora, Toffoli” e priorizando a pauta da anistia e da derrubada do veto do PL da Dosimetria.

Esses parlamentares, mais alinhados ao núcleo duro do bolsonarismo, também criaram um grupo de WhatsApp para organizar o ato na avenida Paulista, esvaziando a liderança de Nikolas.

Os deputados emularam o comportamento do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, que tem evitado explorar politicamente a pauta do impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli, pressionado por conexões com o banco Master.

“A primeira convocação foi muito clara. Fora ministros [do STF], fora Lula. Quando vi que não tinha nenhuma menção [à anistia aos condenados por golpismo], me preocupou”, diz à Folha o deputado Mário Frias (PL), que pode receber o apoio da família Bolsonaro para concorrer ao Senado em São Paulo. “Para mim, não tem pauta mais importante no Brasil hoje do que [lutar para que] essas pessoas [os presos pelo 8 de janeiro] voltem para casa.”

Na sexta-feira (20), a discussão esquentou quando Eduardo afirmou em entrevista que é insuficiente o apoio de Nikolas e de Michelle à pré-campanha do irmão.

Eduardo Bolsonaro sugere desgaste com Nikolas Ferreira: 'Acham que são  favoritos ao Senado em 2026′ - Estadão

“Nikolas e Michelle estão jogando o mesmo jogo. Você vê que um, lado a lado, compartilham o outro e apoiam o outro na rede social, só estão com uma amnésia aí”, disse ele ao SBT News. “Eu não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio.”

Eduardo voltou a tornar pública uma insatisfação que circula entre políticos do grupo e apoiadores nas redes sociais. O entorno do filho do presidente avalia que há uma tentativa de Nikolas de se descolar de Bolsonaro e privilegiar o próprio engajamento e crescimento político — por isso, teria se aproveitado do noticiário para pedir “Fora, Toffoli”.

Como mostrou a Folha, aliados do deputado resumem as críticas como “dor de cotovelo” e disputa por protagonismo, especialmente após a caminhada liderada por Nikolas de Minas Gerais a Brasília contra as prisões pelo 8 de Janeiro.

Eles ressaltam que a pauta da anistia está inclusa no protesto anunciado por ele, mas o contrário, não, já que o grupo não se engajou pelo impeachment de Toffoli.

Eduardo também expôs insatisfação tratada nos bastidores há meses diante da falta de apoio de Michelle à pré-candidatura de Flávio. O entorno da ex-primeira-dama afirma que ela ficou decepcionada com a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo filho para concorrer à Presidência — Michelle era tratada como uma possível vice caso o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fosse o candidato do bolsonarismo.

No sábado (21), um dia após a cobrança pública do enteado, a ex-primeira-dama publicou uma imagem no Instagram de rodelas de banana em uma frigideira ou panela, preparadas para o marido, preso na Papudinha. “Ele ama banana frita”, escreveu.

Aliados de Eduardo interpretaram a publicação como um deboche, já que o filho do ex-presidente é pejorativamente chamado de “bananinha”. No dia seguinte, o deputado federal cassado repostou um tuíte de um seguidor: “Continuem fritando banana enquanto o Flávio e o Eduardo estão trabalhando duro para resgatar o país”.

Também no sábado (21), após visitar Bolsonaro na prisão, Nikolas respondeu à cobrança do correligionário. Ele disse que está acostumado com os ataques, defendeu Michelle e afirmou que Eduardo “não está bem”.

No domingo (20), o vereador mais votado de Belo Horizonte, Pablo Almeida (PL), ex-assessor de Nikolas, publicou um trecho de sete segundos de um vídeo no qual Eduardo denuncia o que chama de “perseguição” do Supremo contra seu pai.

“Pode prender meu pai. Talvez vá condená-lo à morte, lamento. É triste? Com certeza”, afirma o ex-parlamentar na gravação.

*ICL


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Política

Michelle tromba de frente com Bolsonaro através de seus reborns

O clã Bolsonaro é um califado em que o próprio Bolsonaro manda e comanda as ações de cada um dos filhos. Todos, sem exceção, rejubilam todas as pinturas impostas pelo pai.

Do ponto de vista intelectual, moral, político e outras banalidades além do patrimônio familiar, controlado por mão de ferro pelo Jair, seus filhos, na verdade, não existem além do CPF. Não têm vida própria,  nunca tiveram. São peças de um arquitetura política criada por Bolsonaro para garantir que seu sangue ampliasse espaço no poder e, consequentemente, no banco.

Isso não é um truque, é uma dominação rude, medieval, bárbara de um sujeito que sempre operou dessa forma na vida de cada filho.

Michelle, mais do que ninguém, sabe disso. Então, quando ela desautoriza os filhos de Jair, que estão no topo da corte, logo desautoriza o próprio rei, hoje, caquético e preso na Papuda por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Mais do que isso, Michelle antecipa sua ação política contra esse mesmo califado, antes até de Flavio se tornar de fato candidado à Presidência da República, afirmando que não o apoiará e menos ainda Carluxo para o Senado em Santa Catarina, já que Eduardo está inelegível e Jair Renan nada disputa.

A impressão que se tem é a de que Michelle não se sente plena somente com a prisão de Bolsonaro, é nítido que ela não quer deixar pedra sobre pedra para que Bolsonaro possa, de alguma forma, usar como degrau ao mundo político, mesmo de maneira decorativa.

Os motivos disso, que estava totalmente fora do radar especulativo, ninguém sabe, até porque muitos não se deram conta desse racha total entre Michelle e Bolsonaro.

Seja como for, o que se lê na grande mídia, é o afastamento de Michelle do principal núcleo político de Bolsonaro sem esconder sua oposição a todo o califado.


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Política

Com um pé em cada canoa, Tarcísio sente na nuca o bafo quente de Bolsonaro ameaçando empurrá-lo para um rio de piranhas famintas

Todos sabem que Tarcísio é um político planador, não tem motor e, consequentemente, não tem capacidade de produzir um voo solo.

Como político, Tarcísio é exatamente como o seu trazeiro largo e disforme, um bolostrô de carne mole e caída. Alguns chamam isso de bunda mole.

O fato é que, vendo Nikolas utilizar a malandra e totalmente falsa manifestação pela anistia de Bolsonaro, Tarcísio aproveitou o soneto para emendar um elogio a Nikolas e provocação a Bolsonaro, chamando-o de “fenônemo e ungido”, um dia após Eduardo espinafrar o pigmeu moral de Minas, exigindo dele continênia ao deus supremo da direita, seu pai, Jair Bolsonaro.

O grande problema é que, mesmo tendo todo o apoio da grande mídia, Faria Lima, fintechs e afins, como o PCC, Tarcísio, não dando ouvidos à exigência de Bolsonaro de apoiar de forma mais contundente a campanha de Flavio, corre o risco de ser empurrado às piranhas, não conseguindo sequer se reeleger para o governo de São Paulo, que fará para a Presidência da República.

Tarcísio, que está com cada pé em uma canoa entre a reeleição a candidatura à presidência, não tem cacife para enfrentar o pacto de sangue do clã, que já detonou as asinhas de Michelle com apenas um tiro de escopeta, tirando da espertalhona qualquer degrau político acima de uma folha de seda para lembrar a ela quem manda no submundo da política brasileira.


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Política

Da direita brasileira só sobrou um Carluxo pirado, um Flávio cagado e um Eduardo desmoralizado

Revista Veja anuncia nesta segunda, uma direita de ponta a cabeça.

Sem rumo, sem nomes, sem qualquer estratégia para enfrentar Lula na eleição de 2026, a direita brasileira está restrita ao bolsonarismo, mais precisamente a Bolsonaro.

Isso, apesar de uma direita falida, é o melhor dos mundos para Bolsonaro que, mesmo condenado e encarcerado, segue sendo o líder da xepa que sobrou da direita radioativa para os objetivos do genocida golpista, está para lá de bom, porque ele se mantém vivo-morto na cabeça oca de parte da população, tanto que o PT goza do dobro de preferência do eleitorado em relação ao PL.

Ainda assim, Bolsonaro comemora.

Dane-se se a Veja acha um erro Bolsonaro indicar Flavio para a Presidência da Repúbllica, o clã não faz esse cálculo. Para os Bolsonaro, o que importa não é exatamente vencer a eleição, mas sim seus oponentes dentro da própria direita.

Para eles, o pior dos mundos seria Tarcísio assumir essa liderança, daí s irritação da Veja com a escolha calculada de Bolsonaro para não morrer à míngua.

Para o clã sobreivir dos restos mortais do bolsoarismo, ainda é a melhor opção, já que o restante da direita nem isso tem, principlamente pela sua desmoralização no Congresso Nacional.

Para Bolsonaro, pouco importa se o PT tem a esmagadora maioria de apoio da sociedade, o que interessa ao moribundo, é se manter moribuno, em decadência, mas ainda sendo líder dos reacionários paratatás.

Seja como for, essa conta bizarra, além de mostrar as cenas de guerra dentro da própria direita e a consequente atmosfera de terra arrasada, Bolsonaro, produto genuino da cloaca do baixo clero, sabe que não voltará ao poder, mas ainda terá mobilidade no lixão de uma direita que já não tinha mais o PSDB e, agora, não tem o MDB, boa parte centrão e o PL, que respira por aparelhos, mesmo de forma ofegante e sofrida.


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Política

Quem não tem Trump, caça com Claudio Castro e os porcos

Os heróis sem farda do bolsonarismo, Eduardo Bolsonaro e Paulo Fugueiredo, filhotes da ditadura, tomaram uma das maiores chineladas políticas que Lula já deu na sua longa jornada de vitórias.

Não tem como esses dois patetas sobreviverem  à tratorada que Lula lhes deu.

A operação Trump, que nasceu e viveu no chiqueiro de Bolsonaro, virou uma burundanga, num novo quadro político criado por Lula na relação Brasil e EUA.

Depois de Lula fazer picadinho dos dois idiotas e, consequentemente, neutralizar suas ações contra o Brasil na Casa Branca, sobrou a lavagem dos porcos do próprio chiqueiro bolsonarista, chamada Claudio Castro.

Sim, Claudio Castro, o “porco remanescente do chiqueiro”, virou o plano B desesperado da extrema-direita.

Imagina isso!

E o pior, ignora as milícias (base eleitoral de Castro e do Clã Bolsonaro), foca nas favelas e usa os corpos como palanque pra 2026.
Jair Bolsonaro, Eduardo, Figueiredo, Castro – representam o resíduo tóxico do bolsonarismo: sem poder federal, apostam em guerrilhas locais pra desestabilizar Lula.

Lula, de cara, tem a carta na mesa que detona a jogatina porca de Castro, com a operação da PF na Faria Lima, Sem sequer um tiro, no coração do comando financeiro do PCC em plena São Paulo, comandada pelos bolsonaristas Tarcísio e o mordomo Derrite.

Sobrou o regionalismo rastaquera das milícias cariocas que dirá à população que nada mudou depois da chacina e Lula fará petisco de Claudio Castro, o último suspiro do moribundo bolsonarismo.


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Política

A gente somos estúpido! Chorando, eles imploram para esperar mais 72 horas

A rota foi totalmente mudada.

Tudo o que essa dupla de jacus prometeu, virou matéria morta.
Trump desmentiu essas duas amebas ao mostrar que não valem a bosta que defecam, nem como traidores da pátria.

Essa dupla de farsantes, até para produzir fraudes é estúpida, nula, inútil.

Agora, os dois estão nas redes pedindo para o gado esperar 72 horas para Trump impor uma tragédia econômica e política ao Brasil, movido pela paixão a Bolsonaro.

Lula saiu bonito na fita.

Já essa dupla de incompetentes, que sonha em sancionar o Brasil, lógico, virou a chacota do século nas redes e esquinas desse país.

Os dois, Eduardo e Figueiredo, reproduziram o fracasso internacional do próprio governo Bolsonaro, que só conseguiu, em quatro anos, comprar agrotóxicos na Rússia.


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Política

Os Chacotas

A papa-fina da paspalhice nacional, Eduardo Bolsonaro e Paulo figueiredo não prestam nem pra trair a pátria.

Aliás, como esses sarnentos foram tocados da Casa Branca a pontapés, certamente seus advogados vão alegar que se eles, bolaram mas não conseguiram trair o Brasil nos EUA, não tem crime.

Essa não é a tese dos advogados que pedem anistia ao comandante da tentativa de golpe Jair Messias Bolsonaro?
Os advogados do potencial assassino alegam que Bolsonaro queria além do golpe dar cabo de Lula, Alckmin e Moraes mas sem sucesso e nesse caso não cometeram de fato o crime.

Certamente, é nessa vibe que os advogados dos patetas farão seus malabarismos retóricos para tentar livrar a cara dos cretinos incompetentes até mesmo para trair a pátria.

Pois é, Eduardo e Figueiredo, tragicômicos, ogros coloridos, viraram memes exportação, tal a chuva de gozação que estão tendo que aturar nas redes pela incapacidade de ao menos entrar na Casa Branca para falar mal do Brasil com Marco Rubio.

Essa imagem que ilustra o texto é só uma das centenas que estão animando as redes.


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Brasil Mundo

Eduardo e Figueiredo tentaram sabotar a reunião da diplomacia brasileira com Rubio, mas foram barrados

De acordo com a jornalista Maria Cristina Fernandes, colunista da *Folha de S.Paulo* e conhecida por suas análises diplomáticas, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o empresário e jornalista Paulo Figueiredo foram impedidos de acessar áreas restritas do Departamento de Estado dos Estados Unidos na quarta-feira (16 de outubro de 2025), véspera de uma reunião oficial entre o chanceler brasileiro Mauro Vieira e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio.

A intenção deles, segundo a reportagem, era interferir ou sabotar o encontro diplomático, que discute tarifas impostas pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros, além de questões políticas sensíveis, como sanções relacionadas ao julgamento de Jair Bolsonaro por suposta tentativa de golpe de Estado.

Fernandes relatou que os dois “passaram raspados” pelo prédio em Washington, sem serem recebidos por Rubio ou por autoridades relevantes. Eles foram orientados a deixar o local rapidamente, sem oportunidade de avançar em suas articulações. Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo em suas redes sociais após o episódio, criticando o Itamaraty e afirmando que “tudo que o Brasil pediu, não conseguiu nada”, mas o Departamento de Estado classificou a conversa entre Vieira e Rubio como “positiva” em comunicado oficial.

Reunião Diplomática
Objetivo foi o de negociar a redução de uma tarifa de 50% sobre exportações brasileiras, justificada pelos EUA como 10% por motivos comerciais e 40% por questões políticas e de direitos humanos.

Eduardo e Figueiredo, aliados de Jair Bolsonaro nos EUA, lideram um lobby na Casa Branca para pressionar por sanções contra autoridades brasileiras, em retaliação ao processo judicial contra o ex-presidente. Eles foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em setembro de 2025 por coação em processo judicial.

Reação de Figueiredo Em entrevista à CNN, ele descreveu o encontro de Vieira e Rubio como “improdutivo” e ironizou: “Não deu em nada”. No entanto, isso contrasta com a nota otimista do governo Lula.

Repercussão nas Redes Sociais
O episódio ganhou tração no X (antigo Twitter), com postagens criticando a dupla como “desequilibrados” e “criminosos”. Usuários como @DayseSo14485773 e @d_c_m_on_line compartilharam a notícia do *Diário do Centro do Mundo* (DCM), ampliando o debate sobre interferência estrangeira na diplomacia brasileira. No total, as menções ao incidente somam centenas de interações em poucas horas, misturando apoio bolsonarista e críticas à tentativa de sabotagem.

Esse caso destaca as tensões bilaterais entre Brasil e EUA no segundo mandato de Trump, com Eduardo atuando como elo informal – e agora, aparentemente, ineficaz – no eixo conservador transatlântico. A reunião de Vieira e Rubio não resultou em avanços concretos sobre as tarifas, mas pavimentou discussões futuras.


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