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Com um pé em cada canoa, Tarcísio sente na nuca o bafo quente de Bolsonaro ameaçando empurrá-lo para um rio de piranhas famintas

Todos sabem que Tarcísio é um político planador, não tem motor e, consequentemente, não tem capacidade de produzir um voo solo.

Como político, Tarcísio é exatamente como o seu trazeiro largo e disforme, um bolostrô de carne mole e caída. Alguns chamam isso de bunda mole.

O fato é que, vendo Nikolas utilizar a malandra e totalmente falsa manifestação pela anistia de Bolsonaro, Tarcísio aproveitou o soneto para emendar um elogio a Nikolas e provocação a Bolsonaro, chamando-o de “fenônemo e ungido”, um dia após Eduardo espinafrar o pigmeu moral de Minas, exigindo dele continênia ao deus supremo da direita, seu pai, Jair Bolsonaro.

O grande problema é que, mesmo tendo todo o apoio da grande mídia, Faria Lima, fintechs e afins, como o PCC, Tarcísio, não dando ouvidos à exigência de Bolsonaro de apoiar de forma mais contundente a campanha de Flavio, corre o risco de ser empurrado às piranhas, não conseguindo sequer se reeleger para o governo de São Paulo, que fará para a Presidência da República.

Tarcísio, que está com cada pé em uma canoa entre a reeleição a candidatura à presidência, não tem cacife para enfrentar o pacto de sangue do clã, que já detonou as asinhas de Michelle com apenas um tiro de escopeta, tirando da espertalhona qualquer degrau político acima de uma folha de seda para lembrar a ela quem manda no submundo da política brasileira.


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Nikolas Ferreira está aprendendo na marra que ódio não é opinião e transfobia é crime

Em 8 de março de 2023, no Dia Internacional da Mulher, Nikolas usou uma peruca loira no plenário da Câmara, apresentou-se como “Deputada Nikole” e fez declarações ironizando pessoas trans.

Nessa nítida espetacularização de ódio transfóbico, Nikolas afirmou que “mulheres estão perdendo espaço para homens que se sentem mulheres”.

A ação foi corretamente considerada transfóbica por associações como a Aliança Nacional LGBTI+ e a Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh).

Em 29 de abril de 2025, a juíza Priscila Faria da Silva, da 12ª Vara Cível de Brasília, condenou Nikolas a pagar R$ 200 mil por danos morais coletivos, argumentando que o discurso ultrapassou a liberdade de expressão, configurando discurso de ódio ao descredibilizar identidades de gênero e incitar discriminação e violência.

O valor da condenação será revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

Nikolas anunciou que recáorrer, alegando imunidade parlamentar (art. 53 da Constituição).

O deputado criminoso, em 2020, quando ambos eram vereadores em Belo Horizonte, Nikolas se referiu à deputada trans, Duda Salabert (PDT-MG), com pronomes masculinos em entrevista ao Estado de Minas , dizendo: “Eu ainda vou chamar-la de ‘ele’.

Ele é homem.” A atitude foi considerada desrespeito à identidade de gênero.

Em abril de 2023, a 33ª Vara Cível de Belo Horizonte condenou Nikolas a pagar R$ 80 mil por danos morais.

Em dezembro de 2023, a 10ª Câmara Cível do TJ-MG confirma a reportagem, em segunda instância fixou a indenização para R$ 30 mil.

A decisão foi unânime, destacando que as falas careciam de respaldo científico e violavam a dignidade de Salabert.

]Em agosto de 2024, um novo recurso de Nikolas foi rejeitado.
Em 2022, Nikolas, então vereador, divulgou um vídeo gravado por sua irmã, também menor, expondo uma adolescente trans usando o banheiro de uma escola particular em Belo Horizonte.

Ele incentivou pais a retirarem seus filhos da instituição, o que o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) viu como transfobia seus discursos de intolerância.

Em setembro de 2023, a 5ª Vara Criminal de Belo Horizonte aceitou a resposta do MPMG, tornando Nikolas réu por transfobia.

O MPMG pediu instruções com pena de 2 a 5 anos de prisão, perda de mandato e multa.

Nikolas questionou a imparcialidade dos promotores, mas a ação segue em andamento.

Nikolas e sua defesa, frequentemente, invocam a imunidade parlamentar para justificar suas falas, mas a juíza Priscila Faria da Silva, no caso de 2023, argumentou que a imunidade não cobre discursos de ódio que violam a dignidade humana.

Em 2024, o ministro André Mendonça arquivou cinco notícias-crime contra Nikolas no STF, considerando as falas de 2023 protegidas pela imunidade parlamentar, mas sugeriu que a Câmara avaliasse quebra de decoro.

O Conselho de Ética da Câmara arquivou um processo sobre o mesmo caso em junho de 2023.

As condenações são vistas como marcos na luta contra a transfobia no Brasil, país que liderou o ranking de assassinatos de pessoas trans há 15 anos, segundo a Transgender Europe (TGEU).

Nikolas Ferreira, um pigmeu moral, vai entender pelo bolso e possível perda de mandato, que ódio é crime, não opinião.