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Diálogo de um monólogo: A ridícula fábula da mídia sobre o suposto diálogo entre Vorcaro e Moraes

O samba de um lado só sobre Vorcaro e Moraes que a mídia alardeou, é infinitamente mais ridículo que a movimentação da conta de Lulinha, vendida pela mídia como R$ 19 milhões de depósitos, quando, na realidade, a movimentação é produto da soma do que entrou e saiu, ou seja, R$ 9 milhões.

Se tomar omo base esse guincho da mídia, o salário mínimo do governo Lula seria de R$ 3.240,00. Não seria um espetáculo?

Mas foi essa a possível fábula confusa que a mídia jogou para seus aliados do bolsonarismo de guerra.

O Grupo Globo, famoso por estar envolvido em golpes ou tentativas de, em seus 100 anos de história, tem em seu portfolio manchetes inacretáveis, mas nada se compara ao tal diálogo entre Vorcaro e Moraes, em que somente Vorcaro escreve em mensagens pelo Whatsapp, sem uma resposta sequer de Moraes.

Mas o sabor conspiratório está ali como uma pulga manca que parece ser totalmente invisível para os olhos da nação bolsonarista, alimentando o ódio contra Moraes e ainda fazer sobrar para Lula.

Realmente, desta vez, o baronato midiático se superou em suas costumeiras farsas.

Nem em novelas espirituais tem algo que carregue tanto a mão nesse tipo de mediunidade de butequim, onde o bêbado conversa alto consigo mesmo.

Para o bolsonarismo, nada de novo no front. Essa gente, como visto por todos, costuma conversar com ETs e fazer oração para pneu ao sol do meio-dia.

Mas a mídia abraçar uma esparrela dessa na cara de quem tem um mínimo de senso do ridículo, é um isulto à inteligência nacional.

Essa luz divina que a mídia conta para catapultar a eleição do clã Bolsonaro, através do CPF de de Flavio, não é um remédio é um placebo que só faz efeito na cabeça dos convertidos.


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Quadrilha da família Bolsonaro disputando a Presidência da República é um bundalelê na cara dos brasileiros e do judiciário

A total submissão de Tarcísio a Bolsonaro, mostra que, no Brasil, a tal “direita moderada”, propalada pela mídia, é mais que uma gigantesca piada, é um indulto, uma anistia malandra que a quadrilha familiar de Bolsonaro impõe ao país tratorando leis e a própria democracia.

Esse insulto que avança no Congresso através da bandalha do banditismo bolsonarista em estado puro, teve o descaramento de produzir uma fraude na contagem dos votos da CPMI do INSS para criminalizar Fabio Luis Lula da Silva (Lulinha) diante da opinião pública.

Essa afronta deveria custar a cassação do vigarista, bolsonarista, Carlos Viana, presidente da CPMI e condenação por um crime escancarado e debochado na cara dos brasileiros.

Flavio comprando com milhões a desistência de candidaturas a governo dos estados, fato comprovado por anotações feitas pelo próprio, é obra do clã encabeçada por Bolsonaro de dentro da cadeia, como ocorre com as grandes quadrilhas criminosas que têm seus chefes presos.

Anotações de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre as possíveis candidaturas apoiadas pelo PL a governo e Senado nos estados, feitas durante reunião com a cúpula do partido

Flavio, antes mesmo de registrar sua candidatura à presidência, já ameaça de golpe de Estado o STF e o Brasil, caso a justiça não acate o  indulto a seu pai, confessando ser 100% pautado por ele.

Isso é uma espécie de projeto Brasil/Muzema.

Soma-se a isso a gigantesca falange de pastores evangélicos charlatães, comprados por Bolsonaro a peso de ouro para engrossar o número de eleitores fieis às igrejas, mostrando o uso de um esquema religioso tão criminoso quanto qualquer atividade do submundo da bandidagem em estado puro.

Flavio, ligado umbilicalmente à milícias, assim como o pai, ameaça quem o liga a tais criminosos como Queiroz, Adriano da Nóbrega e ao próprio Ronnie Lessa. Sem falar nas mansões hollywoodianas compradas pelo clã na cara do povo e da justiça, fruto de um esquema de peculato e formação de quadrilha, mimosamente chamado de rachadinha.

Lógico que estamos falando de fatos publicamente e exaustivamente denunciados diante uma estátua de bronze de Bolsonaro que se transforma num monumento grandioso da impunidade nacional.

A pergunta é daquelas, até quando essa maldição de Bolsonaro, mesmo na cadeia, será regida pelo patriarca da quadrilha com generosa anuência do sistema de justiça?


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Flavio, o chulé da frieira de Bolsonaro

Duas mulheres de campos políticos antagônicos fizeram uma avaliação da candidatura de Flavio e não foi nada animadora. A que está dentro de seu campo “ideológico”, pergunta, quem é Flavio além de filho de Bolsonaro e o que ele tem para mostrar uma na disputa presidencial? Nada.

Essa fala foi uma justificativa realista de quem diz textualmente que ele não tem a menor chance de se eleger.

A outra, que está no campo oposto ao candidato à presidência, vai ainda mais longe, além de não ter o que mostrar de bom em todos esses anos em que vive da politica, Flavio é o mais corrupto dos filhos bandalhos de Bolsonaro. O que não falta é denúncia comprovada de corrupção contra ele.

Assim, repete a mesma conclusão dizendo que ele só é candidato porque Bolsonaro não admite apoiar alguém que não tenha seu sangue.

O fato é que Flavio é um pária que nunca teve vida própria, sempre foi um pau mandado do pai em absolutamente cada passo que deu na vida política. Pior, carrega o odor do capitão genocida com uma subserviência federal de forma infame.

Na verdade, Flavio sempre foi um auxiliar do pai que o tempo todo contou com sua total obediência dentro do engenhoso sistema político que Bolsonaro construiu para que ele e seus filhos sempre mamassem nas tetas mais gordas e gostosas do Estado.

Claro que uma parte do eleitorado bolsonarista repercutiu de forma positiva sua candidatura, já a outra parte dos mesmos ociosos do pasto, especializada em ajoelhar para todas as sandices de Bolsonaro, não dá crédito ao primogênito do animal.

A camorra de Rio das Pedras/Muzema só anda de bando de modo absoluto, não tem janela para abrir, todos abaixam a acabeça para o pai, porque, na verdade, seus mandatos são propriedade de Bolsonaro e refletem a podridão do papai.

Muita gente da direita está com os olhos assombrados diante da candidatura de Flavio, que Bolsonaro trata como ponto final.

E se realmente tudo falhar, como tudo indica, Bolsonaro se sentirá vitorioso, porque manterá o naipe de líder isolado dessa direita burlesca e caricata que virou um ajuntamento de reacionários no Brasil.


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Direita em pânico: Racha bolsonarista tem cobrança de Eduardo, briga com Nikolas, e Michelle fritando ‘bananinha’

Filho do ex-presidente tornou pública insatisfação com falta de apoio de deputado e da ex-primeira-dama à pré-campanha de Flávio

Aprofundou-se nos últimos dias o racha interno do PL, com cobranças públicas e trocas de farpas nas redes sociais entre o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

O novo capítulo da antiga disputa por influência no partido e nos rumos da direita bolsonarista teve início no último dia 12, quando Nikolas anunciou uma manifestação para o dia 1° de março sob o lema “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”.

Deputados do PL por São Paulo, federais e estaduais, reagiram e publicaram nas redes um novo chamamento para o protesto, deixando de lado o “Fora, Toffoli” e priorizando a pauta da anistia e da derrubada do veto do PL da Dosimetria.

Esses parlamentares, mais alinhados ao núcleo duro do bolsonarismo, também criaram um grupo de WhatsApp para organizar o ato na avenida Paulista, esvaziando a liderança de Nikolas.

Os deputados emularam o comportamento do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, que tem evitado explorar politicamente a pauta do impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli, pressionado por conexões com o banco Master.

“A primeira convocação foi muito clara. Fora ministros [do STF], fora Lula. Quando vi que não tinha nenhuma menção [à anistia aos condenados por golpismo], me preocupou”, diz à Folha o deputado Mário Frias (PL), que pode receber o apoio da família Bolsonaro para concorrer ao Senado em São Paulo. “Para mim, não tem pauta mais importante no Brasil hoje do que [lutar para que] essas pessoas [os presos pelo 8 de janeiro] voltem para casa.”

Na sexta-feira (20), a discussão esquentou quando Eduardo afirmou em entrevista que é insuficiente o apoio de Nikolas e de Michelle à pré-campanha do irmão.

Eduardo Bolsonaro sugere desgaste com Nikolas Ferreira: 'Acham que são  favoritos ao Senado em 2026′ - Estadão

“Nikolas e Michelle estão jogando o mesmo jogo. Você vê que um, lado a lado, compartilham o outro e apoiam o outro na rede social, só estão com uma amnésia aí”, disse ele ao SBT News. “Eu não vi nenhum apoio da Michelle, nenhum post a favor do Flávio.”

Eduardo voltou a tornar pública uma insatisfação que circula entre políticos do grupo e apoiadores nas redes sociais. O entorno do filho do presidente avalia que há uma tentativa de Nikolas de se descolar de Bolsonaro e privilegiar o próprio engajamento e crescimento político — por isso, teria se aproveitado do noticiário para pedir “Fora, Toffoli”.

Como mostrou a Folha, aliados do deputado resumem as críticas como “dor de cotovelo” e disputa por protagonismo, especialmente após a caminhada liderada por Nikolas de Minas Gerais a Brasília contra as prisões pelo 8 de Janeiro.

Eles ressaltam que a pauta da anistia está inclusa no protesto anunciado por ele, mas o contrário, não, já que o grupo não se engajou pelo impeachment de Toffoli.

Eduardo também expôs insatisfação tratada nos bastidores há meses diante da falta de apoio de Michelle à pré-candidatura de Flávio. O entorno da ex-primeira-dama afirma que ela ficou decepcionada com a escolha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo filho para concorrer à Presidência — Michelle era tratada como uma possível vice caso o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fosse o candidato do bolsonarismo.

No sábado (21), um dia após a cobrança pública do enteado, a ex-primeira-dama publicou uma imagem no Instagram de rodelas de banana em uma frigideira ou panela, preparadas para o marido, preso na Papudinha. “Ele ama banana frita”, escreveu.

Aliados de Eduardo interpretaram a publicação como um deboche, já que o filho do ex-presidente é pejorativamente chamado de “bananinha”. No dia seguinte, o deputado federal cassado repostou um tuíte de um seguidor: “Continuem fritando banana enquanto o Flávio e o Eduardo estão trabalhando duro para resgatar o país”.

Também no sábado (21), após visitar Bolsonaro na prisão, Nikolas respondeu à cobrança do correligionário. Ele disse que está acostumado com os ataques, defendeu Michelle e afirmou que Eduardo “não está bem”.

No domingo (20), o vereador mais votado de Belo Horizonte, Pablo Almeida (PL), ex-assessor de Nikolas, publicou um trecho de sete segundos de um vídeo no qual Eduardo denuncia o que chama de “perseguição” do Supremo contra seu pai.

“Pode prender meu pai. Talvez vá condená-lo à morte, lamento. É triste? Com certeza”, afirma o ex-parlamentar na gravação.

*ICL


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Michelle tromba de frente com Bolsonaro através de seus reborns

O clã Bolsonaro é um califado em que o próprio Bolsonaro manda e comanda as ações de cada um dos filhos. Todos, sem exceção, rejubilam todas as pinturas impostas pelo pai.

Do ponto de vista intelectual, moral, político e outras banalidades além do patrimônio familiar, controlado por mão de ferro pelo Jair, seus filhos, na verdade, não existem além do CPF. Não têm vida própria,  nunca tiveram. São peças de um arquitetura política criada por Bolsonaro para garantir que seu sangue ampliasse espaço no poder e, consequentemente, no banco.

Isso não é um truque, é uma dominação rude, medieval, bárbara de um sujeito que sempre operou dessa forma na vida de cada filho.

Michelle, mais do que ninguém, sabe disso. Então, quando ela desautoriza os filhos de Jair, que estão no topo da corte, logo desautoriza o próprio rei, hoje, caquético e preso na Papuda por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Mais do que isso, Michelle antecipa sua ação política contra esse mesmo califado, antes até de Flavio se tornar de fato candidado à Presidência da República, afirmando que não o apoiará e menos ainda Carluxo para o Senado em Santa Catarina, já que Eduardo está inelegível e Jair Renan nada disputa.

A impressão que se tem é a de que Michelle não se sente plena somente com a prisão de Bolsonaro, é nítido que ela não quer deixar pedra sobre pedra para que Bolsonaro possa, de alguma forma, usar como degrau ao mundo político, mesmo de maneira decorativa.

Os motivos disso, que estava totalmente fora do radar especulativo, ninguém sabe, até porque muitos não se deram conta desse racha total entre Michelle e Bolsonaro.

Seja como for, o que se lê na grande mídia, é o afastamento de Michelle do principal núcleo político de Bolsonaro sem esconder sua oposição a todo o califado.


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Relatoria do caso Master vai para as mãos de Bolsonaro via Mendonça, mas a mídia segue, obsessivamente, falando de Toffoli

O campo mental onde a grande mídia assombra a população com a agudeza de um engenho pró-Bolsonaro, é tão descarada que as sucessivas manchetes que enfeitam de louros a cabeça de Mendonça, não questionando sua obediência a Bolsonaro, segue para a glória maior do golpista preso na Papuda.

Aparentemente, é uma pintura fora do quadro, mas sugere escancaradamente que Flavio já foi abraçado pela besta da oligarquia, consequentemente, a boa vontade da mídia com o rachadinha, o mesmo que transforma chocolate em ouro em pó com mansões compradas com dinheiro vivo, é a própria feição de Bolsonaro, de dentro da Papuda, manipulando o sistema de justiça via Globo e congêneres.

Como Bolsonaro não conseguiu produzir uma convulsão bélica na sua campanha crispada de energia pesada, a feição pacata de Flavio acaba por traduzir um Bolsonaro virgem e heróico, eivado de sobrecarga de poder. Sim, porque Mendonça não tem apenas o título de novo relator do caso Master, a pintura filosófica estará sob reflexos diretos da lua do próprio Bolsonaro, enquanto a grande mídia segue insuflando a sociedade contra o STF na figura de Toffoli.

Nenhuyma vírgula sequer sobre a total falta de isenção de Mendonça para julgar o caso Master, banco que patrocinou a campanha de Bolsonaro e de Tarcísio, em 2022, com R$ 5 milhões que seria suficiente para que tal fato merecesse dos escribas da grande mídia, um cadico de atenção. Sem falar no número sem fim de prefeitos e governadores bolsonaristas que colocaram bilhões de recursos públicos num banco sabidamente falido, como é o caso de Ibaneis Rocha, Claudio Castro, entre tantos outros partidários do golpista.

A verdade é que não há título de matéria na grande mídia, salvo o heróico Bernardo de Mello Franco, de O Globo, que questiona se o evangélico Mendonça tem distanciamento e autoridade suficientes para relatar um caso como o do Banco Master, coroado de bandidos evangélicos, envolvidos até a medula com Vorcaro, também evangélico, de significativo histórico com André Valadão, da Igreja Lagoinha, e sua rede templos que arrecadam bilhões anualmente e que foram o próprio pedal que ipulsionou o dono do Master no submundo do mercado financeiro.

Ou seja, a grande mídia fecha os olhos para tudo isso e tenta fazer o mesmo com seus leitores enquanto utiliza o gênio do diversionismo, colcoando Toffoli na cruz numa falsificadora e arcaica narrativa de histerias movediças, justamente para o público esquecer que, na prática, André Mendonça não existe, o que existe é Bolsonaro que, mesmo preso na Papuda por crime de tentativa de golpe de Estado, segue soprando o apito de cachorro para os burros de carroça e regendo sua orquestração em benefício próprio.


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Nem na podridão do lixo da direita, ratos, porcos e Flavios conseguem se unir

A imunda torre de babel que assola a eleição animalesca da direita, consegue estabelece um qudro ou ao menos uma pauta que reúna os intermúndios umbralescos dessa cloaca chamada direita brasileira.

Esse é o resultado da  escória.

Todos os truques são desmascarados, tudo, no debate político, fede, e a decomposição da candidatura de Flavio Bolsonaro segue avançando tornando-se inviável até pelo julgamento de seus pares,

Não há futurista deslumbrando ou puxa-saco de Flavio acredite em sua candidatura.

O modo com que Flavio utiliza as palavras, piora ainda mais sua rejeição na base de quem pode dizer o quê e aonde diante das câmeras e microfones da grande mídia, e Flavio não pode dar um passo sem pisar na própria mina que explode contra si.

O fato é que a família Bolsonaro e sua exposição no mundo do crime, tem aquele ideal que absolutamente todo o universo do crime sonha em praticar.

Assim, todos os seus ataques contra Lula, transformam-se em bumerangue e volta na testa do idiota.

Como Lula mesmo disse, a eleição, para a direita, será um vale tudo, uma guerra suja com os ratos e porcos utilizando o que há de mais podre para tentar catapultar, com palavras, o ponto de referência que une os reacionários no Brasil.

O grande problema é que não há sequer ponto para ser colocado na mesa que não se volte contra a própria direita. Esse é o dilema, essa é a realidade na Babilônia da escória bolsonarista.


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Matou a família e foi ao cinema

Michelle sempre mostrou não ter talento político para viver como embalagem econômica de Bolsonaro. Todas as vezes em que teve oportunidade de protagonizar ou até dividir locução pública, ela se mostrou extremamente ensaiada bem ao estilo político de laboratório.

Jamais Michelle se colocou abaixo do marido, que fará dos filhos. Ao contrário, ela é bastante objetiva e ambiciosa, muitas vezes até em certames menores. Foi assim que ela, em busca de moedas no fundo do espelho d’água, mandou esvaziá-lo matando todos os peixes para recolher as moedas.

Ou seja, para a moça, não existe jogo amistoso, se necessário, provoca divididas, da mesma forma, agiu politicamente dando o drible da vaca no clã Bolsonaro, tendo a delicada preocupação de desqualificar, sobretudo, Jair Bolsonaro que, na verdade, é o proprietário dos mandatos dos filhos em qualquer instância e circunstância.

Bolsonaro fez filhos para virar políticos e aumetar a renda familiar, sendo o próprio líder máximo do seu clã.

Assim como a candidatura de Flavio é tida pelo próprio como extensão do pai, bem antes disso, Bolsonaro mandou Carluxo deslocar sua candidatura para Santa Catarina para disputar uma cadeira no Senado.

Falando objetivamente, pode-se afirmar que, quando Michelle nega apoio a Carluxo na disputa para o Senado e, numa posição ativa e altiva. anuncia seu apoio à Carol de Toni, aquela com sérios problemas cognitivos, ela provocou o embate com todo o clã, pisando na cabeça da serpente do próprio marido, proprietário do esquema e dos cargos dos filhos.

Mas como o cinismo é uma das características mais marcantes da toda pura, ela, sabendo do barulho que provocou dentro do próprio ninho, fez uma declaração de amor à ratazana, quem ela acabou de envenenar com chumbinho altamente letal aos roedores, sabendo que sua ação é extremamente tóxica e prolongada.

Mas sabe como é, teatro é teatro e cinema é cinema. Ela atua sem embaraços e pudores quando entra em ação para mover as pedras do jogo a seu modo e gosto pelo bem dos seus próprios interesses.

Portanto, não seriam decalarações fugazes, como a última que fez, dizendo que Bolsonaro salvou o Brsail, mesmo matando 700 mil brasileiros, que mudarão o estrago que ela fez na campanha de Carluxo para atingir a cabeça de Jair num estado francamente bolsonarista.

Seja como for, sua declaração negando apoio a Carluxo em favor da sua concorrente, convenhamos, Michelle deixa Bolsonaro em seu próprio campo com a brocha na mão.


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Flávio Bolsonaro teria oferecido R$ 5 milhões para depoente ir contra Lula na CPMI do INSS, denuncia deputado

Deputado Rogério Correia acusa Flavio de tentar subornar testemunha

A sessão que marca a retomada da CPMI do INSS começou com tensão nesta quinta-feira (5). O deputado Rogério Correia (PT-MG) denunciou que Flávio Bolsonaro teria oferecido R$ 5 milhões para que Eli Cohen atuasse contra o governo e Lula, antecipando o clima eleitoral que deve marcar os trabalhos da comissão.

Na abertura da CPMI, Correia apresentou denúncia de que Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, teria oferecido R$ 5 milhões ao advogado Eli Cohen para que ele atacasse Lula e o governo durante seu depoimento sobre desvios no INSS. Em 24 de outubro de 2025, Rogério Gilio Gomes, ex-policial, registrou documento alegando esse suposto suborno.

Em depoimento anterior, Cohen havia relatado que José Ferreira da Silva, o Frei Chico, atuava como “laranja” em fraudes no Sindnapi. A tentativa de convocar Frei Chico não avançou, e a base governista pediu a quebra de sigilo bancário e fiscal de Cohen. Em dezembro, ele se retratou sob pressão de bolsonaristas, mas Correia indica ter novos elementos contra Flávio.

O deputado protocolou requerimento para convocar Flávio e Letícia Caetano dos Reis, administradora da Flavio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, e quebrar seus sigilos. Segundo o documento, Letícia é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, sócio de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, acusado de desviar recursos de aposentados e pensionistas.

O requerimento detalha conexões financeiras suspeitas envolvendo Willer Tomaz de Souza, advogado próximo a Flávio Bolsonaro, que movimentou R$ 45,5 milhões entre maio e novembro de 2021 e manteve relação com operadores do esquema. A investigação busca identificar possíveis crimes de favorecimento, tráfico de influência e vínculos eleitorais envolvendo Flávio e Letícia. Com Forum.


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A mando de Bolsonaro, Tarcísio confirma apoio a Flavio e tentará a reeleição em SP

Ao sair da Papudinha, Tarcísico, obedediente a Bolsonaro, se declara candidato à reeleição

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou nesta quinta-feira (29) que pretende disputar a reeleição ao comando do Palácio dos Bandeirantes. A declaração foi feita após uma visita a Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, e ocorre no momento em que o cenário eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos mais definidos no campo da direita.

No encontro, realizado na unidade prisional conhecida como “Papudinha”, Tarcísio também reiterou publicamente seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República.

Segundo o governador, a decisão de permanecer focado na política paulista não é recente e vem sendo discutida há anos com aliados. “A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo. Isso não tem controvérsia nenhuma, eu tenho uma linha de coerência. Tenho comprometimento ao estado de São Paulo. Sou grato ao estado de São Paulo”, afirmou Tarcísio a jornalistas.

A visita marcou o primeiro encontro entre Tarcísio e Jair Bolsonaro desde que Flávio Bolsonaro foi anunciado pelo pai como o nome escolhido para representar o grupo político na corrida ao Palácio do Planalto. O governador chegou a ensaiar uma candidatura presidencial, mas recuou após a pressão dos bolsonaristas.

Questionado sobre o apoio ao senador Flávio Bolsonaro, o governador foi direto ao reafirmar sua posição. “Sem dúvidas, como tenho afirmado constantemente. Não tem dúvida com relação a isso”, afinal, deve obediência a Bolsonaro.

Claro, são ordens de Bolsonaro


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