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Urgente: Coaf revela novo repasse de R$ 8,6 milhões de Vorcaro para Flávio Bolsonaro

O caso envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro acaba de ganhar um novo capítulo — e ele é particularmente incômodo para o candidato à Presidência. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), obtido pela revista piauí, registra um novo repasse de US$ 1.666.667, ou seja, R$ 8,6 milhões, para o fundo americano Havengate Development Fund, responsável por administrar recursos destinados à produção de Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro. A transferência ocorreu em 16 de setembro de 2025.

O detalhe explosivo é a data. Flávio Bolsonaro havia afirmado publicamente que o último pagamento de Vorcaro ocorrera em maio de 2025. O documento do Coaf mostra, porém, que o dinheiro continuou circulando quatro meses depois.

E há algo ainda mais significativo: o novo pagamento aconteceu apenas oito dias depois de Flávio cobrar Vorcaro por parcelas atrasadas. Ou seja, a documentação conhecida agora reforça a existência de uma relação financeira que se prolongou muito além do período admitido publicamente pelo senador.

Com esse novo repasse, o total enviado por Vorcaro para o projeto saltou de aproximadamente US$ 10,6 milhões para US$ 12,3 milhões, mais de R$ 65 milhões na cotação da época.

A dimensão política do episódio é impossível de ignorar. Flávio não aparece simplesmente como alguém que tomou conhecimento de um financiamento feito por terceiros. As mensagens já reveladas mostram sua participação nas cobranças relacionadas aos pagamentos. Agora, o relatório do Coaf acrescenta uma peça documental decisiva ao quebra-cabeça: havia um novo desembolso depois da data que ele próprio apresentou como o encerramento dos pagamentos.

E a explicação oferecida por sua assessoria, segundo a piauí, é igualmente reveladora: em vez de esclarecer a discrepância entre a declaração do senador e o relatório do Coaf, a assessoria transferiu a responsabilidade para a produtora do filme.

O problema, portanto, deixou de ser apenas o tamanho do dinheiro envolvido. É a falta de transparência sobre a origem, o destino, a cronologia e os responsáveis pelos milhões de dólares que cercam Dark Horse.

Flávio Bolsonaro prometeu transparência, mas os fatos continuam produzindo novas perguntas. E cada novo documento torna mais difícil sustentar a narrativa de que se tratava de uma operação simples, encerrada em maio de 2025 e sem maiores mistérios.

O Coaf acaba de colocar mais uma peça sobre a mesa. US$ 1,666 milhão que, segundo a própria versão de Flávio, não deveriam mais estar sendo repassados — mas foram. Agora cabe ao candidato explicar por que sua versão não coincide com os registros financeiros.

E, sobretudo, explicar quantos milhões ainda faltam aparecer nessa história.


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Flávio saiu menor do que entrou no JN. A campanha pagará a conta

Flávio Bolsonaro entrou no Jornal Nacional com a missão de vender a imagem de candidato preparado, seguro e capaz de enfrentar perguntas difíceis. Saiu, porém, muito menor do que entrou — e isso dificilmente será apagado pelos cortes cuidadosamente selecionados para as redes sociais.

Da primeira à última pergunta, Flávio pareceu mais preocupado em escapar das questões do que em respondê-las. Quando apertado, se embananou. Quando precisava ser objetivo, desviou. Quando a pergunta exigia explicação, entregou justificativas que abriram ainda mais espaço para novas dúvidas.

Mas foi quando entraram em cena Vorcaro e Adriano da Nóbrega que a situação ficou particularmente desconfortável. Ali, a entrevista deixou de ser apenas um teste eleitoral e passou a expor o tamanho do problema que acompanha sua candidatura: quanto mais se tenta explicar determinadas relações e episódios, mais perguntas aparecem.

E esse é justamente o pesadelo de uma campanha: o candidato sair de uma entrevista de grande audiência não com uma frase forte, uma resposta memorável ou uma proposta capaz de dominar o debate, mas com um rastro de contradições, explicações atravessadas e assuntos espinhosos repercutindo.

O JN não precisa derrubar candidato algum. Basta fazer perguntas.

Quem chega preparado responde. Quem tem domínio sobre a própria história não precisa se enrolar para explicar o passado. E quem pretende disputar a Presidência precisa entender que entrevista não é palanque particular, muito menos sessão de perguntas combinadas para produzir vídeo de campanha.

Flávio teve diante de si uma oportunidade gigantesca para apresentar-se como alternativa política. Conseguiu, em vez disso, alimentar justamente as dúvidas que sua campanha gostaria de manter longe dos holofotes.

Agora vem a parte mais difícil: a internet não esquece, os adversários vão explorar cada tropeço e os trechos mais constrangedores continuarão circulando. A entrevista acaba no estúdio, mas suas consequências políticas podem permanecer por muito tempo.

No fim das contas, o problema de Flávio não foi apenas ter enfrentado perguntas duras, até porque os entrevistadores foram maleávies com ele, foi não ter conseguido parecer confortável diante delas.

Saiu do JN com menos estatura política do que entrou. E, para uma campanha presidencial, isso é um péssimo negócio.

Deu ruim — e não foi pouco.


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Salta aos olhos que os bolsonaristas não querem que Vorcaro faça delação

Há algo que salta aos olhos no caso Daniel Vorcaro: quanto mais a possibilidade de uma delação volta ao horizonte, maior parece ser o desconforto no campo bolsonarista. E não é difícil entender por quê.

Vorcaro não é um personagem periférico. O ex-dono do Banco Master aparece no centro de uma investigação que envolve dinheiro, relações políticas e o financiamento de projetos ligados ao universo bolsonarista. As próprias informações divulgadas sobre o caso apontam que o banqueiro voltou a tentar um acordo de colaboração, agora com uma nova equipe de advogados.

O ponto politicamente explosivo é que uma delação não escolhe previamente quem será atingido. Se houver fatos, documentos, mensagens, transferências e outros elementos capazes de corroborá-los, eles podem alcançar diferentes personagens e grupos. É justamente essa possibilidade que transforma Vorcaro em uma espécie de caixa-preta que muita gente parece preferir manter fechada.

E há um detalhe especialmente incômodo para o bolsonarismo: o caso já produziu informações sobre a relação de Vorcaro com o filme Dark Horse. Mensagens obtidas pela imprensa mostraram sua atuação em decisões relacionadas à divulgação da produção, enquanto o financiamento de R$ 61 milhões passou a ser objeto de investigação.

Por isso, o silêncio sobre Vorcaro é tão eloquente quanto o barulho produzido em torno de outros personagens. Quando uma investigação ameaça atingir adversários, o discurso é de “tolerância zero”, “cadeia para todos” e “ninguém está acima da lei”. Quando a investigação começa a se aproximar do próprio campo político, surgem as explicações, as relativizações, as tentativas de mudar o foco e, sobretudo, a necessidade de desqualificar aquilo que ainda nem foi plenamente revelado.

É a velha lógica da seletividade: a delação é maravilhosa quando pode ser usada contra o inimigo e aterrorizante quando pode iluminar os bastidores dos aliados.

E talvez seja exatamente por isso que a possibilidade de Vorcaro falar incomode tanto. Porque uma colaboração premiada, se aceita e acompanhada de provas, pode transformar aquilo que hoje aparece como suspeita, versão ou disputa política em uma sequência documentada de fatos. E, nesse cenário, ninguém deveria ter o direito de escolher previamente quais nomes podem ou não aparecer.

Se não há nada a temer, por que tanto interesse em que Vorcaro não fale?

A pergunta é simples. E, justamente por ser simples, é difícil de esconder atrás de cortinas de fumaça.


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100 dias de um silêncio ensurdecedor de Mendonça e da mídia sobre o caso Flávio Bolsonaro e Vorcaro

Hoje se completam 100 dias desde que vieram a público as revelações sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo o áudio em que o senador aparece pedindo R$ 134 milhões para financiar o filme Dark Horse, produção sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Parte dos valores teria sido efetivamente repassada, enquanto as explicações prometidas sobre a origem e a aplicação dos recursos continuam sem aparecer de forma transparente.

Cem dias. Cem dias sem uma prestação de contas completa. Cem dias de perguntas sem respostas convincentes. E, sobretudo, cem dias de um silêncio que se torna cada vez mais eloquente.

O mais impressionante, porém, não é apenas o silêncio de Flávio Bolsonaro. É o contraste entre a dimensão das revelações e a aparente falta de cobrança proporcional por parte de setores da mídia. Enquanto outros personagens são submetidos diariamente a manchetes, especulações, vazamentos e cobranças incessantes, o caso envolvendo Flávio e Vorcaro parece sobreviver em uma espécie de zona de conforto político.

A própria imprensa registrou que Flávio chegou a prometer transparência sobre os recursos do filme. Mais de 90 dias depois, a cobrança continuava de pé — e sem a documentação completa que ele havia prometido apresentar.

E há outro ponto que chama atenção: André Mendonça aparece no centro institucional das investigações relacionadas ao caso, mas o ritmo e a extensão das providências continuam sendo motivo de questionamento público. Ao mesmo tempo em que o ministro determinou recentemente a retirada de um vídeo produzido com inteligência artificial que associava Flávio a Vorcaro — decisão tomada no âmbito eleitoral por se tratar de conteúdo sintético apresentado como real —, permanece a expectativa por respostas mais substanciais sobre os fatos reais que deram origem ao escândalo.

Não se trata de pedir condenação antecipada de ninguém. Trata-se de pedir aquilo que deveria ser elementar em qualquer democracia: investigação séria, transparência e igualdade de tratamento.

Se há dinheiro, contratos, pedidos de financiamento, relações empresariais e investigações em andamento, o público tem o direito de saber o que aconteceu. E um candidato à Presidência, mais ainda, tem o dever político de explicar com clareza qualquer episódio que possa afetar sua credibilidade.

O contraste fica ainda mais gritante quando se observa o tratamento dado a outros casos. O episódio envolvendo Lulinha, por exemplo, vem recebendo enorme exposição e intensa disputa política e midiática, enquanto o caso Flávio-Vorcaro, apesar das revelações documentadas e das perguntas ainda abertas, não ocupa o mesmo espaço de cobrança.

É essa diferença de régua que precisa ser denunciada.

A imprensa não pode escolher quais escândalos merecem investigação jornalística incansável e quais podem ser deixados em segundo plano. Se existem suspeitas ou perguntas legítimas, elas precisam ser feitas independentemente do sobrenome, do partido ou do candidato beneficiado.

Porque 100 dias de silêncio não apagam um caso. Apenas aumentam a pergunta: por que ninguém está cobrando as respostas com a mesma intensidade?

Flávio Bolsonaro pode dizer que o caso Dark Horse é “página virada”. Mas jornalisticamente não existe página virada quando ainda há perguntas relevantes sem respostas e quando a própria investigação continua em curso.

Cem dias depois, a cobrança permanece: cadê a transparência? Cadê os documentos? Cadê as explicações? E por que a mídia que sabe ser tão estridente em determinados casos parece tão silenciosa neste?

A democracia não pode funcionar com dois pesos e duas medidas. Se a cobrança vale para um, precisa valer para todos.


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Flávio Bolsonaro diz que não tem mais nada a explicar sobre Dark Horse e Vorcaro — mas é justamente aí que a coisa aperta

Flávio Bolsonaro resolveu subir o tom e dizer que não tem mais nada a explicar sobre a relação com Daniel Vorcaro e o caso envolvendo o filme Dark Horse. Mas essa frase, em vez de colocar uma pedra no assunto, levanta uma pergunta simples que qualquer cidadão pode fazer: se está tudo explicado, por que ainda existem tantas perguntas sem resposta?

Tem que mostrar. Tem que provar. Tem que abrir os documentos.

O problema é que o episódio do Dark Horse não surgiu do nada. A relação de Flávio com Vorcaro já foi objeto de questionamentos e reportagens. E quando surgem versões diferentes sobre essa relação, a conversa deixa de ser apenas uma questão de narrativa política. Passa a ser uma questão de transparência.

É aquela velha história: quem não deve, não teme.

Se Flávio diz que está tudo certo, então que coloque as cartas na mesa. Quanto dinheiro foi envolvido? Quem pagou? Quem recebeu? Qual foi o acordo? Quem participou das negociações? Que documentos comprovam tudo isso? Qual foi exatamente o papel de Vorcaro?

São perguntas simples. E perguntas simples merecem respostas simples.

O que não dá é transformar uma investigação séria em um jogo de empurra-empurra, como se bastasse repetir que “não há mais nada a explicar” para que as dúvidas desaparecessem.

Não desaparecem.

Muito pelo contrário. Quanto mais se tenta fechar a porta, mais a sociedade quer saber o que existe do outro lado.

E há outro ponto que não pode ser ignorado: Flávio Bolsonaro é um homem público e pré-candidato à Presidência. Quem quer comandar o país precisa entender que transparência não é favor. É obrigação.

O cidadão comum, quando precisa prestar contas, não pode simplesmente dizer que “não tem mais nada a explicar”. Tem de apresentar documento, recibo, contrato, comprovante. Por que deveria ser diferente com um senador que pretende ocupar o Palácio do Planalto?

Por isso, a frase de Flávio pode até ter sido pensada para encerrar o assunto. Mas acabou produzindo o efeito contrário.

Porque, diante de tantas dúvidas, dizer “não tenho mais nada a explicar” soa menos como esclarecimento e mais como uma tentativa de mandar o assunto para debaixo do tapete.

Só que política não funciona assim.

Se está tudo limpo, mostre os documentos. Se está tudo explicado, responda às perguntas. E se não há nada a esconder, por que tanto esforço para encerrar a conversa?

No caso Dark Horse e Vorcaro, a sociedade não precisa de frases de efeito. Precisa de fatos.

E, enquanto eles não aparecem de forma clara e convincente, o silêncio continuará falando mais alto do que qualquer discurso de Flávio Bolsonaro.

Até porque, O senador Flávio Bolsonaro prometeu apresentar a prestação de contas detalhada do caso “Dark Horse” no dia 19 de maio de 2026, estipulando um prazo de até 30 dias que venceu em meados de junho. Ele achou por bem fazer molecagem com seu compromisso, anunciando que não tem mais nada a explicar, deixando claro que não tem como explicar a montanha de dinheiro que recebeu, seu áudio com Vorcaro e sua ida à casa dele.

Que conclusão se tira disso, senão que ele não tem explicar seus crimes.


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Bolsonaro trai Flavio

A defesa de Bolsonaro foi taxativa. Bolsonaro não escreveu carta para Flavio usar em sua campanha, esta foi uma decisão dele, que Bolsonaro nega ter escrito com tal propósito.

O nome disso é traição com o próprio filho. Entre deixar o dele na reta e o do Flavio, Bolsonaro colocou a corda no pescoço do primogênito.

É ridícula essa afirmação de Bolsonaro? Põe ridícula nisso. A começar pelo título, “Carta aos Brasileiros”.

Ou seja, a coisa foi feita em comum acordo, mas se desse merda, só daria para Bolsonaro, como deu. Bolsonaro não titubeou, se alguém tem que pagar o pato, que não seja ele, nem que para isso tenha que sacrificar o próprio filho, mostrando que essa turma do Deus, Pátria e Família, não é confiável nem para a família.

Por isso essa gente tem comportamentos variantes, de acordo com o tom e do prejudicado, nesse caso, Bolsonaro tirou o pepino do seu colo e colocou no de Flavio, o que passa um recado para o gado, o de que o mito não está tão fechado assim com a candidatura do filho, do contrário, se colocaria na linha de frente para enfrentar Moraes.

Diante do ministro do STF, Bolsonaro, mais uma vez, pipocou e mandou aquele famoso, me inclui fora dessa. Para se libertar do suplício, pai não pensou duas vezes para jogar o filho aos leões no momento em que a terra cede debaixo dos pés de Flavio por conta do TariFlavio e da foto de Flavio, bonachão, sem camisa, ao lado do amigo íntimo, sicário de Vorcaro.


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TariFlavio ou FlavioSicário: O que detonou mais a campanha do 01 de Bolsonaro?

Isso é o que se pode chamar de tempestade perfeita. De um lado, as tarifas anunciadas por Marco Rubio, sicário de Trump na América Latina, ou a foto de Flavio todo bonachão, sem camisa, com o sicário do Vorcaro.

Não há limpador que possa passar pano num troço desse. Pior, TariFlavio se tornou um apelido fatal, reforçado pela fala do sabujo de Trump nitidamente voltada a meter o bedelho do tio Sam nas eleições brasileiras.

Lógio, isso foi uma patacoada que dá mais força aos memes de TariFlavio. A coisa está tão séria que nem o próprio Flavio, depois do anúncio de Rubio sobre as tarifas contra o Brasil, defendeu-se da acusação de que ele é o culpado.

Aliás, o idiota conseguiu piorar ainda mais, porque não se ouviu ou não se leu nenhuma palavra critica à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil. Ele sabe perfeitamente que mais de 90% dos comentários nas redes estão sentando o sarrafo no miliciano carioca, chefe absoluto da bandidagem que tomou conta da política em todo o estado do Rio de Janeiro.

Claudio Castro, Rodrigo Bacellar, Marcio Canella e TH Joias que o digam. Porém, todo ambicioso cai do cavalo por ser mais burro do que ambicioso., E olha que falamos de alguém que transpira ambição, e faz questão de ostentar com mansões o fruto de suas corrupções

Por isso a foto de Flavio Bolsonaro com o sicário de Vorcaro se tranformou em fogo no palheiro, em segundos, nas redes sociais.

Difícil é dizer qual das duas cerejas do bolo está mais envenenada com capacidade de levar a óbito sua pré-campanha à Presidência da República.

Para quem gosta de fazer fumaça para não sair da mídia, o vigarista mais proeminente do clã, vê sua campanha totalmente intoxicada por esses dois fatos juntos que nesta quinta (16) viraram um dos maiores assuntos.

É cedo para saber o tamanho do rombo em sua canoa, que já anda toda furada, até para saber se ele vai ou não continuar nesse suplício .

Uma coisa é certa. Nesta quinta, Flavio Bolsonaro chegou ao pico máximo de rejeição nacional, com os dois principais memes, TariFlavio e FlavioSicário.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor. Pix: 65725972704 e 24981274823. Aqui testamos apelido antes do marqueteiro.


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O clima esquentou e o tempo fechou para Flavio Bolsonaro; o jogo mudou, é o fim da política feita pelo Whatsapp

O clima mudou e mudou rápido na campanha de Flavio Bolsonaro depois do caso Vorcaro mais o filme Dark Horse. Pelo jeito, não há como apagar esse incêndio.

A chapa esquentou muito de lá para cá. Não há extintor de icêndio capaz de apagar o que está escrito sobre o caso Vorcaro. Flavio está falando como papagaio, mas, na prática, o que isso muda? Coisa nenhuma.

Na verdade, há também uma ccrise interna na comunicação, além de disputa por protagonismo e baixas na equipe. O marqueteiro digital, Fernando Pessoa, está às turras com publicitários novos.

Um dos principais estrategistas de mídias sociais, abandonou a campanha. Está cada vez mais difícil replicar aquele fenômeno mecânico do bolsonarismo promocional de parte da mídia nas redes que alavancou o mito do mito.

O tabuleiro de xadrez está turvo para Flavio. A peça de ficção do filho de Bolsonaro “moderado”, foi para as picas, capturada pela avalanche que entrou no lugar de Flavio no placar do jogo.

Com novas regras, depois do Flavio Master, além de indeciso, perdeu o discurso e as pesquisas mostram cada vez mais Lula na frente e Flavio mais atrás..

Sua campanha não tem só rachaduras, está desmoronando e virando um pardieiro. O que está em jogo é mais do que uma disputa eleitoral, mas a própria existência do bolsonarismo na política brasileira.

Dependendo do tamanho da vitória de Lula, o bolsonarismo será varrido da vida brasileira, com Whatsapp, com tudo.

A cada vídeo que Flavio faz, mais desespero ele escancara. O que parece é que não está preocupado em tirar o pai da forca, mas do próprio pescoço, por conta do que disse Merval Pereira a respeito do seu comando no crime organizado que tomou conta da política carioca.

O PT trocou de estratégia, saiu do modo defensivo e entrou no modo ataque, Flavio sentiu, e não foi pouco. Daí o barata voa de sua campanha.

Agora, o sobrenome de Flavio não é mais Bolsonaro, é escândalo financeiro ou Flavio corrupto para os mais impacientes, dois termos que caíram como luva na imagem já apodrecida do primogênito do clã.

Não é mais o mercado que dita as regras, quem dita é a PF mais o Intercept. Todos jogando no modo hard contra a campanha de Flavio.

Cada vez mais gente está apostando que Flavio jogará a toalha antes mesmi do início da campanha oficial.


Apoie o Antropofagista. Aqui a gente explica o jogo novo antes do debate coeçar.

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Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


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Cadê as explicações de Flavio sobre a lavagem de dinheiro de R$ 134 milhões de Vorcaro para o filme Dark Horse?

Flavio Bolsonaro garantiu que colocaria tudo em pratos limpos, em 30 dias, sobre o dinheiro recebido de Daniel Vorcaro. Tudo esclarecido, tudo explicado, tudo transparente. Pelo menos era essa a promessa. Passaram-se 60 dias, e nada. O senador, adoorado pela milícia carioca, colocou uma fita crepe na boca. Mas existe um pequeno detalhe capaz de transformar toda essa disposição em constrangimento instantâneo, basta alguém pronunciar as palavras “Dark Horse”.

É curioso. Quem vive exigindo explicações, investigações e transparência dos adversários parece considerar esses princípios comicamente imperaticos quando o assunto se aproxima do próprio círculo. Nesse caso, a transparência vira neblina, a objetividade vira silêncio e as respostas entram em programa de proteção à testemunha.

A Dark Horse parece ter se tornado o Voldemort da política bolsonarista, fazendo Flavio virar escravo do seu silêncio sobre essa escancarada lavagem de dinheiro. O assunto que não deve ser nomeado. Quanto menos se fala, acreditam alguns, menos as pessoas perguntam. O problema é que a realidade costuma ser teimosa e não desaparece por decreto, postagem em rede social ou mudança de assunto.

Se tudo está tão claro quanto foi prometido, seria razoável imaginar que responder perguntas fosse a parte mais fácil da história. No entanto, a cada nova oportunidade de esclarecer os fatos, surge uma habilidade impressionante para contornar o tema, mudar o foco ou simplesmente agir como se nenhum crime tivesse sido cometido pelo vigarista.

No fim, a situação produz uma ironia difícil de ignorar. O mesmo grupo político que passou anos transformando a palavra “transparência” em arma de combate parece enfrentar enorme dificuldade quando a transparência bate à sua própria porta. E quanto mais Flávio evita a Dark Horse, mais fortalece a suspeita de que o verdadeiro problema não está nas perguntas que lhe fazem, mas nas respostas que ele prefere não dar.

Ou seja, Dark Horse virou o fantasma do azarão para o “esperto”.

O filme que prometia fantasiar a história de Bolsonaro, virou uma fantasmagórica comédia de Flavio Bolsonaro.


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