Categorias
Brasil Mundo

Brasileiros vão às urnas sob a maior ingerência estrangeira desde 1964

Não existem porta-aviões nas costas do Brasil. Mas, pela primeira vez desde 1964, milhões de brasileiros irão às urnas neste domingo sob a maior ofensiva estrangeira desde o golpe de estado que instaurou o regime militar.

Estratégico para os interesses americanos de redesenhar o mapa do Hemisfério Ocidental e sua própria posição de hegemonia global no século 21, o Brasil passou a ser considerado como crítico para qualquer plano dos EUA de enterrar a autonomia latina-americana.

Conter o avanço chinês e garantir o acesso à segunda maior reserva de terras raras do mundo estão entre os principais argumentos do interesse americano pelo país.

Asfixiar uma política externa independente por parte do Brasil, portanto, passou a ser uma prioridade no Departamento de Estado. Para o governo norte-americano, seu perímetro de segurança não termina em suas fronteiras. A influência sobre todo o continente é considerada como parte central da estratégia de defesa nacional.

Não por acaso, a operação para tentar moldar o destino da eleição brasileira começou mais de um ano antes do momento do voto, em estreita colaboração com a extrema direita brasileira. Os escolhidos para agir como “força local” – os membros do clã Bolsonaro – foram instrumentalizados como forma de garantir que, uma vez no poder, sucumbam aos interesses norte-americanos e retribuam os serviços prestados pela CIA, pelo Departamento de Estado, Tesouro e pela Casa Branca.

Se o projeto vinha sendo germinado desde janeiro de 2025, foi em 9 de julho daquele ano que ele seria colocado em marcha. Trump enviou uma carta para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na qual anunciava tarifas de 50% contra os produtos brasileiros, uma das mais elevadas do mundo. Como argumento, alega que seriam impostos cobrados como resposta aos ataques que Jair Bolsonaro estaria sofrendo por parte da Justiça do país.

No final daquele mês, o ministro Alexandre de Moraes seria alvo de sanções na Lei Magnitsky, uma vez mais numa tentativa de criar um constrangimento nas instituições brasileiras que julgavam a tentativa de golpe de estado por parte de Bolsonaro.

Um mês depois, autoridades brasileiras teriam seus vistos revogados, supostamente por terem feito parte da estruturação do programa Mais Médicos, com a presença de profissionais cubanos. Entre os atingidos estava Alexandre Padilha, ministro da Saúde.

Em setembro foi a vez da imposição de sanções contra a mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e a empresa LEX – Instituto de Estudos Jurídicos, que pertence à família do magistrado.

A barganha sobre a mesa
A barganha começava a ser desenhada. Em outubro daquele ano, o governo Trump entregaria uma proposta de acordo comercial com o Brasil. Para rever as tarifas de 50% contra os produtos nacionais, exigiam que “dissidentes políticos” fossem libertados da prisão, uma forma de exigir o fim da condenação contra Bolsonaro.

A esperança era de que, pressionados pela elite econômica do Brasil, Lula, seu governo e as cortes cedessem. Isso não ocorreu.

Em 2026, a pressão continuou. Nas primeiras semanas do ano, uma nova proposta foi apresentada pelo governo Trump ao Brasil. Desta vez, a questão do ex-presidente não estava colocada. Mas os americanos exigiam, entre tantos pontos, que o Brasil garantisse que não venderia terras raras para a China.

Enquanto isso, a operação nos bastidores continuava. Em março, Darren Beattie, assessor de Trump, tentou visitar Jair Bolsonaro na prisão. Mas teve seu visto rejeitado pelas autoridades brasileiras, depois que ele omitiu que esse seria um dos objetivos de sua viagem ao país.

Maio foi um momento decisivo. Com o escândalo do Banco Master desembarcando na campanha de Flávio Bolsonaro, a Casa Branca abriu espaço para que Trump recebesse o senador. O ato foi interpretado como uma operação para salvar sua candidatura. Em troca, Flávio ofereceu acesso às terras raras brasileiras e a adesão do país no Escudo das Américas.

Dias depois, ainda naquele mesmo mês, o governo Trump anunciaria a classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas, e colocando o tema da segurança pública no centro do debate eleitoral. Mais uma vez, o objetivo era encurralar o governo Lula e abrir espaço para que Flávio Bolsonaro pudesse se apresentar como o interlocutor predileto para supostamente “lutar contra o crime organizado”.

O Palácio do Planalto chegou a apresentar um projeto de cooperação aos EUA para lutar contra as entidades do narcotráfico. Mas a Casa Branca jamais respondeu. O objetivo, apontam negociadores, não era combater o crime.

A operação ainda envolvia uma tentativa de desestabilizar a confiança nas urnas e no processo eleitoral. Em julho, dois funcionários do Departamento de Estado americano, Riley Bernes e Samuel Samson, tentaram viajar ao Brasil para averiguar o sistema eleitoral brasileiro. Ambos tiveram seus vistos rejeitados.

Um mês depois, o consulado dos EUA em São Paulo convocou influenciadores para uma reunião supostamente sobre liberdade de expressão, em mais um gesto considerado como uma operação para promover uma ingerência num momento político complicado no país.

O passo seguinte foi a adoção de tarifas contra produtos brasileiros, em parte alegando que o sistema de pagamentos digitais do Brasil seria injusto para a concorrência estrangeira. Uma vez mais, o foco era colocar um preço elevado sobre o governo por sua audácia de manter uma autonomia em relação aos interesses dos EUA.

O processo de ingerência foi permeado por críticas de assessores de Trump e autoridades como Marco Rubio contra Lula e contra o Brasil.

Em setembro, faltando poucas horas para encerrar o prazo para aprovação de orçamentos no Senado americano, o governo Trump ainda aprovaria o envio de US$ 1 milhão a grupos no Brasil que se oponham ao Supremo Tribunal Federal. O pacote tinha como finalidade financiar uma ofensiva contra o Poder Judiciário.

O governo Lula, porém, sempre temeu que uma operação poderia ocorrer nos últimos dias da campanha, causando turbulência para o processo eleitoral. O que era apenas uma análise de risco deu demonstrações de poder ser uma realidade.

Nesta sexta-feira, dois dias antes do primeiro turno, o governo dos EUA anunciou o fechamento de seus postos diplomáticos no Brasil supostamente por conta de uma ameaça de bomba.

A Polícia Federal esclareceu que não encontrou qualquer indício de um possível crime sendo preparado e que a ameaça era apenas uma mensagem numa conta de uma rede social.

Mas, enquanto as investigações eram realizadas, o submundo da internet já propagava a desinformação de que o PCC estaria disposto a atacar a embaixada dos EUA diante do risco de uma vitória de Flávio Bolsonaro.

A disseminação de um clima de tensão era tudo o que a Casa Branca pedia.

*Jamil Chade/ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Brasil Mundo

US$ 1 milhão contra o STF

O governo de Donald Trump destinou US$ 1 milhão para financiar uma campanha contra o STF, no Brasil. As revelações foram publicadas nesta quinta-feira pelo jornal britânico The Guardian, que aponta como recursos originalmente destinados pelos EUA para a agenda de direitos humanos no mundo foram redirecionados para pautas de interesse da extrema direita americana.

Segundo a reportagem, um subsídio de US$ 1 milhão, intitulado “Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil”, financiaria grupos da sociedade civil que se opõem ao que é descrito como excesso de atuação judicial e censura por parte da Suprema Corte do Brasil.

“O governo Trump impôs sanções ao ministro brasileiro Alexandre de Moraes no ano passado, após pressão de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente”, relembrou o artigo.

De acordo com o jornal, um assessor parlamentar democrata afirmou que uma senadora do Comitê de Relações Exteriores, Jeanne Shaheen, havia mantido o bloqueio de dez repasses, totalizando US$ 22 milhões, destinados a projetos no Brasil, na África do Sul e na Nigéria, bem como à promoção de uma ideologia de direita no Reino Unido e na Europa.

Nesta semana, Shaheen mandou uma carta ao governo Trump para denunciar a ingerência na eleição brasileira e cobrar da Casa Branca um reconhecimento do resultado das urnas no país.

Segundo o assessor consultado pelo jornal, o Secretário de Estado Marco Rubio havia assinado pessoalmente um memorando para ignorar os bloqueios da senadora e autorizar o empenho dos recursos.

O dinheiro vem do Fundo de Direitos Humanos e Democracia, criado para financiar a agenda conservadora de Trump pelo mundo e, segundo seus críticos, atacar qualquer tipo de oposição.

“O maior repasse, no valor de US$ 40 milhões, foi destinado a um consórcio liderado pela Victims of Communism Memorial Foundation (VOC) — uma organização sem fins lucrativos anticomunista que, no passado, havia recebido subsídios de valores muito inferiores”, indicou a reportagem.

Um documento de verificação de antecedentes do Departamento de Estado, consultado pelo jornal The Guardian, registra contratos anteriores entre a fundação e o órgão totalizando US$ 96.997 nos últimos cinco anos — todos no ano fiscal de 2022 — e aponta que a entidade passou por uma verificação em 2019 relacionada a ingressos para o evento de gala da fundação.

O documento também identifica Andrew Bremberg — ex-assessor de política interna da Casa Branca durante o governo Trump e ex-embaixador dos EUA junto ao escritório da ONU na Europa — como um “líder sênior” da fundação.

*Jamil Chade/ICL


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3

Categorias
Mundo Política

Vídeo: Marco Rubio tenta se aproximar, mas Lula o ignora

Secretário de Estado tentou se aproximar do presidente brasileiro após não acompanhar seu discurso na Assembleia Geral

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ignorou uma tentativa de aproximação do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, após os discursos na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), em Nova York.

O momento foi registrado pela jornalista Clarissa Carvalhaes, da CartaCapital. Nas imagens, Lula aparece caminhando em meio a diversas autoridades, acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e do assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim.

Rubio se aproxima do grupo e tenta estabelecer contato, mas Lula segue caminhando sem cumprimentá-lo. O secretário americano então interage brevemente com Mauro Vieira.

Braço direito de Trump, Rubio é um dos principais integrantes do governo e tem ocupado posição central em questões envolvendo as relações entre Estados Unidos e Brasil.

Antes da cena, Rubio também não acompanhou o discurso de Lula no plenário da Assembleia Geral. O secretário de Estado só se juntou à delegação de seu país depois que o brasileiro deixou o plenário e antes do pronunciamento de Trump. A primeira-dama Melania Trump e a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, também não assistiram à fala do presidente brasileiro.

Veja o vídeo

Tensão entre Lula e governo Trump
A cena ocorre em meio à escalada de pressão do governo Donald Trump sobre o Brasil, marcada pela imposição de novas tarifas sobre produtos brasileiros e pelas suspeitas de ingerência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Washington impôs novas tarifas a produtos brasileiros, enquanto Lula classificou as justificativas para as medidas como infundadas.

Apesar do desgaste, os dois governos mantêm negociações comerciais, e o presidente brasileiro afirmou nesta semana que não pretende aplicar medidas de reciprocidade enquanto o diálogo estiver em andamento.


Queridos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Zg%3D%3D

Categorias
Política

Lula reage a apoio de Rubio a Flávio e desafia: “Venha fazer campanha no Brasil”

“Que monte um comitê”, diz Lula ao provocar Rubio após manifestação em favor de Flávio.

Lula reagiu com ironia às manifestações de apoio do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, à candidatura de Flávio Bolsonaro, afirmando que qualquer tentativa de interferência externa na política brasileira será recebida com firmeza. Durante um evento público, o presidente afirmou que Rubio tem todo o direito de expressar sua opinião, mas ressaltou que as decisões sobre o futuro do Brasil cabem exclusivamente ao povo brasileiro.

Ao comentar as declarações do chefe da diplomacia norte-americana, Lula disparou: “Se ele quiser apoiar o Flávio, que monte um comitê e venha fazer campanha”. A frase foi recebida com aplausos por apoiadores e interpretada como uma resposta direta às críticas e manifestações de integrantes do governo dos Estados Unidos favoráveis ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O presidente aproveitou a ocasião para reforçar o discurso de defesa da soberania nacional. Segundo Lula, o Brasil mantém relações diplomáticas com diversos países, mas não aceita pressões ou tentativas de influência sobre suas instituições democráticas e processos eleitorais. Ele destacou que divergências políticas devem ser resolvidas internamente, por meio do voto e do debate democrático.

A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões diplomáticas entre Brasília e Washington, alimentadas por críticas de autoridades americanas a decisões do Judiciário brasileiro e por manifestações de apoio a lideranças da oposição. Integrantes do governo avaliam que a estratégia é transformar eventuais interferências externas em um argumento favorável ao discurso de defesa da autonomia nacional.

Aliados de Lula afirmam que a reação do presidente busca demonstrar confiança política e evitar que o tema ganhe maior relevância eleitoral. Para o Palácio do Planalto, a participação de autoridades estrangeiras no debate político brasileiro tende a produzir efeito contrário ao desejado, fortalecendo a percepção de que o país deve conduzir seus assuntos sem tutela externa.

Com a ironia dirigida a Rubio, Lula procurou transmitir a mensagem de que apoios vindos do exterior não substituem a vontade popular e que a disputa eleitoral será decidida pelos eleitores brasileiros, e não por autoridades de outros países.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

TariFlavio ou FlavioSicário: O que detonou mais a campanha do 01 de Bolsonaro?

Isso é o que se pode chamar de tempestade perfeita. De um lado, as tarifas anunciadas por Marco Rubio, sicário de Trump na América Latina, ou a foto de Flavio todo bonachão, sem camisa, com o sicário do Vorcaro.

Não há limpador que possa passar pano num troço desse. Pior, TariFlavio se tornou um apelido fatal, reforçado pela fala do sabujo de Trump nitidamente voltada a meter o bedelho do tio Sam nas eleições brasileiras.

Lógio, isso foi uma patacoada que dá mais força aos memes de TariFlavio. A coisa está tão séria que nem o próprio Flavio, depois do anúncio de Rubio sobre as tarifas contra o Brasil, defendeu-se da acusação de que ele é o culpado.

Aliás, o idiota conseguiu piorar ainda mais, porque não se ouviu ou não se leu nenhuma palavra critica à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil. Ele sabe perfeitamente que mais de 90% dos comentários nas redes estão sentando o sarrafo no miliciano carioca, chefe absoluto da bandidagem que tomou conta da política em todo o estado do Rio de Janeiro.

Claudio Castro, Rodrigo Bacellar, Marcio Canella e TH Joias que o digam. Porém, todo ambicioso cai do cavalo por ser mais burro do que ambicioso., E olha que falamos de alguém que transpira ambição, e faz questão de ostentar com mansões o fruto de suas corrupções

Por isso a foto de Flavio Bolsonaro com o sicário de Vorcaro se tranformou em fogo no palheiro, em segundos, nas redes sociais.

Difícil é dizer qual das duas cerejas do bolo está mais envenenada com capacidade de levar a óbito sua pré-campanha à Presidência da República.

Para quem gosta de fazer fumaça para não sair da mídia, o vigarista mais proeminente do clã, vê sua campanha totalmente intoxicada por esses dois fatos juntos que nesta quinta (16) viraram um dos maiores assuntos.

É cedo para saber o tamanho do rombo em sua canoa, que já anda toda furada, até para saber se ele vai ou não continuar nesse suplício .

Uma coisa é certa. Nesta quinta, Flavio Bolsonaro chegou ao pico máximo de rejeição nacional, com os dois principais memes, TariFlavio e FlavioSicário.

Apoie o Antropofagista com qualquer valor. Pix: 65725972704 e 24981274823. Aqui testamos apelido antes do marqueteiro.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Brasil Mundo

Império decadente: Rubio convida Brasil para reunião nos EUA sobre suposto “terrorismo de extrema-esquerda”

Encontro convocado pelo governo Trump pretende reunir representantes de mais de 60 países, mas objetivos da iniciativa geram dúvidas entre aliados e autoridades ocidentais

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, convidou ministros e autoridades de alto escalão de mais de 60 países, incluindo o Brasil, para uma reunião dedicada ao que o governo norte-americano chama de “ressurgimento do terrorismo transnacional de extrema-esquerda”. O encontro está previsto para ocorrer em 16 de julho, na sede do Departamento de Estado, em Washington.

As informações foram publicadas originalmente pela Sputnik Brasil, com base em reportagem do jornal norte-americano The Washington Post, documentos oficiais e relatos de autoridades ocidentais. A participação brasileira no grupo de países convidados também foi confirmada pelo portal g1 junto ao Ministério das Relações Exteriores e ao Departamento de Estado dos Estados Unidos.

A reunião foi convocada pela administração do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que considera organizações e movimentos classificados como de extrema-esquerda uma ameaça relevante à segurança nacional e internacional. A maior parte dos países europeus, importantes nações da América Latina e governos asiáticos, como Índia, Indonésia e Cingapura, teriam recebido o convite.

Segundo o chamado “documento conceitual” preparado para orientar o encontro, a reunião ministerial discutirá o “ressurgimento do terrorismo político” e formas de ampliar a cooperação internacional nas áreas de inteligência, segurança pública e aplicação da lei.

O documento, citado pelo The Washington Post, afirma que a atenção estará concentrada principalmente em “terroristas de extrema-esquerda” que estariam “cada vez mais recorrendo à violência organizada e letal para promover seus objetivos políticos”.

Brasil está entre os países convidados
De acordo com o g1, o Brasil figura entre os países sul-americanos convidados para a reunião. A informação teria sido confirmada tanto pelo Itamaraty quanto pelo governo norte-americano.

O texto fornecido não informa se o governo brasileiro aceitou o convite nem qual autoridade poderia representar o país no encontro. O prazo solicitado pelos Estados Unidos para que os governos respondessem ao chamado terminou na sexta-feira, 10 de julho.

O convite foi enviado com poucos dias de antecedência, circunstância que provocou críticas e dúvidas entre representantes estrangeiros. Algumas autoridades afirmaram que seria improvável a presença de ministros das Relações Exteriores ou do Interior, devido à agenda diplomática já programada para o período.

Outros governos teriam questionado os motivos da convocação e a prioridade atribuída pelo governo Trump ao chamado terrorismo de esquerda, uma vez que não consideram essa ameaça central em suas próprias políticas de segurança.

Iniciativa desperta preocupação entre aliados
A proposta norte-americana gerou preocupação entre alguns aliados europeus e analistas independentes, que não compartilham necessariamente da avaliação de que exista um avanço coordenado do terrorismo transnacional de extrema-esquerda.

Representantes de países estrangeiros ouvidos pelo The Washington Post descreveram os objetivos do convite como pouco claros. Também houve questionamentos sobre a definição dos grupos que poderiam ser enquadrados como terroristas ou extremistas.

Dentro do próprio governo dos Estados Unidos, algumas autoridades demonstraram receio de que a iniciativa possa fazer parte de um esforço mais amplo para empregar instrumentos antiterrorismo contra ativistas e movimentos políticos domésticos considerados de esquerda.

Uma autoridade da administração Trump afirmou ao jornal norte-americano que alguns funcionários dos Estados Unidos decidiram não comparecer ao encontro. A identidade e os cargos desses servidores não foram informados.

A principal preocupação mencionada é que conceitos associados ao combate ao terrorismo possam ser aplicados de maneira abrangente, atingindo movimentos sociais, organizações políticas ou manifestantes que não estejam envolvidos em atividades violentas.

Governo Trump concentra discurso no Antifa
A reunião deverá abordar especialmente o movimento Antifa, expressão usada para identificar grupos e militantes antifascistas que atuam de maneira descentralizada em diferentes países.

O governo Trump tem associado o Antifa à violência política e ao extremismo de esquerda. Entretanto, autoridades e especialistas divergem sobre a possibilidade de tratar o movimento como uma organização transnacional estruturada, com comando centralizado e atuação coordenada.

A iniciativa do Departamento de Estado ocorre em meio à tentativa do governo norte-americano de construir uma agenda internacional voltada ao combate de grupos classificados pela Casa Branca como extremistas de esquerda.

A convocação de mais de 60 países demonstra que Washington pretende conferir caráter multilateral a essa política, estimulando o intercâmbio de dados de inteligência e a cooperação entre órgãos policiais.

Ao mesmo tempo, as dúvidas manifestadas por governos convidados revelam que não existe consenso internacional sobre a dimensão da ameaça descrita pela administração Trump nem sobre os critérios que serão utilizados para identificar pessoas ou organizações suspeitas.

Reunião anterior ocorreu em Haia
No final de maio, o Departamento de Estado já havia organizado uma reunião sobre o Antifa e o chamado terrorismo de esquerda em Haia, nos Países Baixos.

Segundo duas pessoas familiarizadas com o encontro ouvidas pelo The Washington Post, a reunião reuniu autoridades de segurança pública e de combate ao terrorismo, principalmente de países europeus.

Uma das fontes afirmou que o governo holandês se recusou a coorganizar o evento. Diante da negativa, a reunião foi realizada na Embaixada dos Estados Unidos em Haia.

O episódio reforçou as diferenças de avaliação entre o governo norte-americano e alguns de seus parceiros europeus. Para parte dos aliados, outras formas de extremismo e terrorismo representam ameaças mais imediatas à segurança de seus países.

Cooperação de inteligência está na pauta
Apesar das controvérsias, o documento de preparação do encontro prevê discussões sobre compartilhamento de informações de inteligência, cooperação policial e coordenação entre governos.

O governo norte-americano deverá defender a criação ou o fortalecimento de mecanismos internacionais capazes de rastrear atividades consideradas violentas, identificar redes de financiamento e acompanhar a movimentação de pessoas classificadas como extremistas.

Não está claro, no entanto, se os países convidados serão chamados a assinar algum documento conjunto ou a assumir compromissos formais ao final da reunião.

Também não há informações sobre como o governo dos Estados Unidos pretende distinguir manifestações políticas legítimas, ações de movimentos sociais e crimes enquadrados como terrorismo, segundo o 247.

A reunião convocada por Marco Rubio deverá, portanto, expor não apenas a política do governo Trump contra grupos identificados como de extrema-esquerda, mas também as divergências entre Washington e seus aliados sobre os limites das medidas antiterrorismo e os riscos de sua utilização contra adversários políticos.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Carta de Flavio Bolsonaro ao Secretário de Estado dos EUA revela que ele, se eleito, colocará seu governo à disposição deles

Frase estarrecedora foi enviada ao secretário de Estado Marco Rubio; nenhum governo brasileiro foi capaz disto, nem os militares

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou, no início de junho, uma carta ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Aparentemente, o objetivo principal era pedir que o governo Donald Trump desistisse de impor novas tarifas sobre produtos brasileiros. Por trás disto, no entanto, há no texto uma sabujice sem precedentes, um projeto de submissão política e econômica nunca antes vistos em nenhum governo do Brasil.

No último parágrafo do texto, o filho de Jair Bolsonaro simplesmente se compromete a colocar “à disposição dos EUA” sua equipe de transição. Veja abaixo:

“Como já afirmei, estou confiante de que serei eleito presidente do Brasil em outubro. Caso essa seja a vontade do meu povo, estou preparado para colocar imediatamente minha equipe de transição à disposição de seu governo, para que possamos concluir, o mais rapidamente possível, um amplo acordo de comércio e investimentos benéfico para ambas as nações –baseado em livre mercado, respeito mútuo e na aliança estratégica que nossos povos merecem”, escreveu Flávio.

Submissão
A iniciativa foi recebida com forte reação de integrantes do governo Lula, parlamentares da esquerda e setores da diplomacia brasileira. A oferta foi classificada como incompatível com a tradição de autonomia da política externa brasileira.

Críticos argumentam que a disposição de compartilhar estruturas de transição governamental com uma potência estrangeira antes mesmo da realização das eleições representa uma quebra de protocolo institucional e uma demonstração de subordinação política aos interesses de Washington.

A resposta de Rubio
A resposta de Rubio acabou ampliando o constrangimento político para Flávio Bolsonaro. Embora tenha agradecido o apoio brasileiro à classificação das facções criminosas como organizações terroristas, o secretário reafirmou integralmente a posição da administração Trump favorável às tarifas contra o Brasil.

“O embaixador Jamieson Greer deixou claro que nós permanecemos com diferenças substanciais em relação à solução das irregularidades apontadas nesta investigação”, escreveu Rubio, ao citar divergências relacionadas ao comércio digital, aos sistemas de pagamento eletrônico — incluindo o Pix —, à propriedade intelectual, ao acesso ao mercado de etanol e ao combate ao desmatamento ilegal.

Estratégia política fracassada
A carta foi enviada após uma série de reuniões realizadas por Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, no fim de maio, quando o senador buscava projetar sua imagem internacional e fortalecer sua pré-candidatura presidencial.

A estratégia, no entanto, acabou produzindo o efeito oposto ao esperado. Dias depois da visita, o governo americano anunciou a conclusão das investigações comerciais que propõem novas sanções contra o Brasil. No mesmo dia, Donald Trump publicou uma fotografia ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca, ampliando as acusações de interferência eleitoral e associando diretamente o senador à política de pressão econômica contra o país.

Para críticos do parlamentar, o episódio revelou uma contradição política: ao mesmo tempo em que buscava demonstrar proximidade com a Casa Branca, Flávio passou a ser cobrado por não conseguir impedir medidas que podem prejudicar exportadores e setores produtivos brasileiros.

Nem o apoio político garantiu recuo dos EUA
Apesar de elogiar o “otimismo eleitoral” do senador e agradecer sua disposição para construir uma ponte política entre Brasília e Washington, Rubio deixou claro que os Estados Unidos trabalharão com “os líderes escolhidos pelo povo brasileiro”, independentemente do resultado eleitoral.

Na resposta fica claro que, apesar da afinidade ideológica entre o bolsonarismo e o trumpismo, Washington não pretende flexibilizar sua agenda comercial em troca de alinhamentos políticos ou promessas de cooperação futura.

Na prática, a carta que pretendia afastar Flávio Bolsonaro da responsabilidade política pelo tarifaço acabou reforçando o fato. A família tentou, de fato, utilizar sua proximidade com Donald Trump para influenciar disputas internas brasileiras sem obter qualquer resultado concreto para impedir as sanções econômicas contra o país. Forum.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Mundo

Sanções e pressão diplomática: Marco Rubio lidera campanha dos EUA contra Maduro, diz jornal

Segundo Wall Street Journal, secretário de Estado norte-americano encabeça plano de governo Trump para forçar mudança de regime na Venezuela

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, está liderando uma grande escalada na campanha de Washington para remover o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, do poder, informou o The Wall Street Journal nesta terça-feira. (21/10).

O esforço, lançado sob o disfarce de uma operação antinarcóticos, evoluiu para uma estratégia mais ampla que combina sanções, pressão diplomática e uma presença militar crescente no Caribe, detalhou a reportagem.

Rubio, filho de imigrantes cubanos e ex-senador da Flórida, agora atua como conselheiro de segurança nacional e principal diplomata do presidente norte-americano, Donald Trump, o que lhe confere ampla autoridade sobre a política dos EUA para a América Latina. Autoridades disseram ao WSJ que o objetivo é duplo: interromper supostos fluxos de narcóticos para os Estados Unidos e enviar um sinal claro a Maduro de que “ele não pode mais permanecer no poder”.

A ofensiva caribenha de Rubio
Trump teria confiado a Rubio, juntamente com a chefe de gabinete, Susie Wiles, o vice-chefe de gabinete, Stephen Miller, e a procuradora-geral, Pamela Bondi, a supervisão da iniciativa. Bondi recentemente dobrou a recompensa norte-americana por Maduro para U$50 milhões (cerca de R$292,5 milhões) , declarando: “Nicolás Maduro é um narcoterrorista e fugitivo da justiça americana que delegou organizações terroristas para se manter no poder. Seu reinado não durará para sempre.”

O porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott, disse ao jornal: “O presidente é quem conduz e determina nossa política externa. É tarefa do gabinete implementá-la. O secretário Rubio tem a honra de fazer parte da equipe do presidente.”

O WSJ afirmou que, nas últimas semanas, os EUA realizaram vários ataques letais contra supostos navios de tráfico de drogas no Caribe, parte de uma escalada mais ampla que inclui o envio de contratorpedeiros da Marinha, forças de operações especiais e bombardeiros B-52 com capacidade nuclear perto da costa venezuelana. O Pentágono afirma que os voos são de rotina, mas autoridades os descreveram ao WSJ como uma “demonstração de força”.

Esta campanha, acrescentaram autoridades, alinha-se com objetivos sobrepostos dentro do círculo íntimo de Trump: conter a migração, interromper as redes de narcóticos e “defender a pátria” do que Rubio chamou de “um câncer no Hemisfério Ocidental”. Analistas especializados na Venezuela, no entanto, argumentam que a estratégia de Washington visa derrubar o governo e recuperar a influência sobre seu setor energético.

Ponto crítico regional
A liderança de Rubio sinaliza uma ruptura com as propostas diplomáticas anteriores. O ex-enviado Ric Grenell havia proposto a reabertura do setor petrolífero da Venezuela para empresas norte-americanas em troca de reformas políticas e libertação de prisioneiros, mas foi afastado em meados do ano. Sob Rubio, Washington reforçou as sanções, realizou trocas de prisioneiros e intensificou a pressão militar.

Maduro, por sua vez, denunciou a campanha como uma nova forma de agressão imperial, alertando que qualquer ataque dos EUA ao seu país desencadearia uma resposta regional. Em discurso em 1º de outubro, em uma cerimônia militar em Caracas, ele prometeu que ” se a Venezuela for atacada, todos nós seremos atacados ” e conclamou a América Latina a se posicionar como “um exército libertador”. Uma semana depois, no Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Venezuela acusou os Estados Unidos de violar o direito internacional e cometer “execuções extrajudiciais” em águas caribenhas.

Dirigindo-se diretamente a Trump no mês passado, Maduro disse: “Presidente Donald Trump, você deve ter cuidado porque Marco Rubio quer manchar suas mãos com sangue”.

*Al Mayadeen – Beirute (Líbano) – Opera Mundi


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: htts://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

Marco Rubio fez do clã Bolsonaro saco de pancada

Comunicados do Rubio e do ministro Mauro Vieira sobre conversa que travaram hoje.

Rubio:
“O Secretário de Estado Marco Rubio manteve uma conversa positiva com o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, para coordenar os próximos passos após a conversa de segunda-feira entre o Presidente Donald J. Trump e o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Secretário Rubio e o Ministro das Relações Exteriores Mauro Vieira concordaram em se reunir em breve e estabelecer um mecanismo bilateral para promover interesses econômicos mútuos e outras prioridades regionais importantes.”

Ou seja, Rubio, visto por Eduardo e Figueiredo como linha-dura contra o governo Lula, deu um sacode nos bolsonaristas ao priorizar diálogo econômico sem tocar em temas internos brasileiros.

É como se Rubio dissesse: “Vamos falar de negócios, não de política doméstica”.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1mode=ems_copy_c

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z

Categorias
Política

De vira-lata a cachorro louco mordendo o próprio rabo

A burrice é de fato infinita, a soberba então…

Quando o burro é gabola usa um artificio qualquer para tentar ajustar suas desmascaradas patacoadas.

Eduardo Bolsonaro conseguiu fixar sua imagem em nível de estupidez maior que a do pai.

Não satisfeito, o traíra mostrou que não tem competência nem para ser sabujo dos EUA.

Como toda a direita, o telefonema de Trump a Lula desnorteou esses pangarés, mas Eduardo e se chaveirinho Figueiredo quiseram mostrar que a idiotice não tem fundo.

Marco Rubio virou o Rubio papão dos patetas. Será o grande carrasco do Brasil de Lula e vai atropelar o próprio patrão nos EUA.

Quem manda na porra toda é o Rubião das massas.

Não tem ninguém para dar uma sugestão a Eduardo de calar a boca e parar de bancar o paspalho de rodinha de playboy “porradeiro”?

O sujeito está passando recibo de tolo para quem acredita em suas baboseiras, mas para a maioria da população é só um cachorro louco mordendo o próprio rabo.


Queridos leitores,
Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 45013993768. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/K8Zc6XOHkN258pOahSE1L1mode=ems_copy_c

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk1ODg3Z