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Criminosos somente não se entendem na hora da partilha do roubo

O império bolsonarista, construído sobre rachadinhas, milícias, joias sauditas e esquemas bilionários, está rachando de dentro para fora. Como ratos famintos disputando os últimos restos de um banquete roubado, o clã Bolsonaro e seus aliados devoram uns aos outros enquanto a Polícia Federal aperta o cerco. O que era para ser uma família unida no crime agora virou um campo de batalha aberto, expondo a podridão que sempre esteve por trás da máscara de “defensores da pátria”.

A PF desvendou um esquema milionário de lavagem de dinheiro público envolvendo o PCC, os filhos de Jair Bolsonaro, Daniel Vorcaro e o Banco Master. Provas de lavagem e evasão de divisas foram encontradas, e a pressão sobre o ministro André Mendonça para autorizar uma operação cirúrgica contra o clã virou insuportável. O desvio de recursos públicos alimentou não só contas no exterior, mas também as engrenagens de facções criminosas. Enquanto o povo passa fome, o dinheiro sujo irrigava campanhas, igrejas e bolsos privados.

No meio do fogo cruzado, Michelle Bolsonaro decidiu lavar as mãos como Pilatos e abandonar o marido Jair ao próprio destino. Pior: ela partiu para o ataque aberto na internet, sabotando Flávio e Eduardo sem piedade. A guerra de bastidores explodiu. Os filhos acusam a madrasta de traição da pior espécie. O clima nos corredores do bolsonarismo está mais tenso que corda de forca. Michelle não está apenas se defendendo — está implodindo a extrema-direita de dentro, acendendo o pavio de uma guerra familiar destruidora.

Flávio Bolsonaro, desesperado, perdeu o freio. Em acordos costurados com Trump, o senador ameaçou os brasileiros com absurdos dignos de ditador bananeiro: os EUA jogariam bomba atômica no Brasil para matar brasileiros e roubar nossas riquezas. Uma carta secreta vazada para os americanos colocou Flávio diretamente na mira da Procuradoria-Geral da República. O que era briga interna agora é alvo federal.

Enquanto isso, os bolsonaristas desesperados mobilizaram sua artilharia pesada de influenciadores para destruir Michelle. Revelações bombásticas sobre Damares Alves também vieram à tona, arrastando mais lama para o pântano. E a PF encontrou o elo bomba: conexão direta entre a campanha de Flávio, o rombo bilionário de Edir Macedo e a grana de facções criminosas. O pânico tomou conta. A lama subiu tanto que já suja até Tarcísio de Freitas, o “postinho” que sonhava ficar ileso.

É isso que acontece quando o bolo do roubo acaba: os criminosos que se abraçavam no palanque agora cravam facas uns nos outros. Bolsonaro, Michelle, Flávio, Eduardo, Damares, Tarcísio, Edir Macedo e toda a quadrilha que destruiu o país entre 2019 e 2022 estão expostos. Não existe mais narrativa que segure. Não existe mais “perseguição política” que explique. O que há é uma gangue desmoronando sob o peso dos próprios crimes.

Acorda, Brasil!

O clã que prometia salvar a nação era apenas mais uma quadrilha bem-organizada. Agora, na hora da partilha do roubo, eles se destroem. E o povo, que sempre pagou a conta, assiste ao espetáculo final dessa farsa sangrenta. Chega de ser trouxa. A verdade está saindo do esgoto — e ela fede a rachadinha, PCC, Banco Master e hipocrisia evangélica de fachada.

O circo está pegando fogo. E ninguém vai apagar esse incêndio por eles.

*Luís Celso é Formado em Ciências Contábeis pela UFRJ, Aposentado pelo INSS, tendo trabalhado como Supervisor no Banco da Amazônia e também como Diretor Regional do SESC e do SENAC nos Estados do Acre e de Rondônia.


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Política

Flavio se confessa derrotado

Ver Flavio Bolsonaro reconhecendo sua culpa de tudo o que lhe tem acontecido de ruim na pré-campanha, não tem preço.

O primogênito do sacripanta genocida derrete mais que sorvete no asfalto em brasa. O motivo, todos sabem, a vorcaria do Master que o tratorou.

O irmãozão camarada, amigo da bolsonarada, deu-lhe um pé no peito e até os eleitores mais fieis de Bolsonaro, já mandaram, aí não dá!

Pior, mesmo que aquele bando de oportunistas, que se fartaram da grana grossa da Secom, em seus áureos tempos de lambe-botas de Bolsonaro para justificar o cachê, dizem agora, em última análise, que Flavio é um corrupto, não vale nada, mas é o presente que temos, e justificam tal calhordice em coisas ainda piores como pauta de costumes às avessas, defendendo sempre o lado hegemônico, numa leviandade para provocar discussões fúteis e inúteis em busca sempre do cálculo político que eles julgam ser digno daquilo que reconhecem como ponta de lança, com troca de argumentos que beiram ao caos.

Embora cada vez mais perdido no emaranhado de péssimas notícias de sua pré-campanha, e com o terrivelmente evangélico dando aquela blindada padrão em Flavio, o sujeito não para de cair. sem qualquer anteparo retórico que possa ao menos reduzir a velocidade de sua queda.

A verdade é que a bomba Vorcaro/Master explodiu a candidatura de Flavio Bolsonaro dentro do próprio PL, numa invasão de verdades incontestáveis, vide a confissão cômica de Valdemar da Costa Neto em plena GloboNews, aumentando a perceepção da gravidade do esquema de corrupção que envolve todo o clã Bolsonaro, o que faz Flavio ser cada vez mais chamado de corrupto e mentiroso, sendo crucificado, inclusive, pelos pares, como fez o senador Girão no podcast daquele doutor com cara de carranca, que não iteressa sequer saber o nome, pois é daquelas peças de pior qualidade moral.

Então, quando Flavio ataca Lula, ele sai bastante derrotado pela própria língua.

Na realidade, é a prova de que, com seu sofrível discurso contra o presidente da República, diante da incapacidade e inutilidade para explicar o inexplicável sobre o áudio, o sujeito parece alcoolizado.

Ele, mais do que ninguém, sabe o que lhe deu a pernada, mas não sabe como ficar de pé novamente.

Na verdade, a cada dia que passa, Flavio e seus timoneiros de campanha se assustam com o tamanho do rombo feito no casco de sua canoa. Mas não tendo como explicar, ataca Lula dando soco no vento, pedindo pelo amor de Deus para que o trombone invisível, cornetado pela sociedade pare de buzinar em seu ouvido, porque, ao fim e ao cabo, ele se confessa derrotado para os fatos que, somados com sua lambança via Eduardo sobre o Pix e as tarifas de Trump contra o Brasil, hipertrofiaram ainda mais sua imagem negativa com os múltiplos escândalos de sua relação promíscua, corrupta e criminosa com o maior bandido do sistema financeiro da história do Brasil, Daniel Vorcaro e seu Banco Master.


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Detergente Ypê não limpa a sujeira do Bolsomaster

Campanha de Flavio Bolsonaro, no mesmo dia em que se descobre que seu vice, até então, Ciro Nogueira, comprou um triplex no valor de R$ 22 milhões, depois de ser revelado pela PF que o senador recebia uma mesada de R$ 300  R$ 500 mil de Vorcaro, tocou o apito de cachorro. Convovou a massa de débeis para fabricar uma falsa polêmcia em torno de mais um episódio envolvendo a marca de detergente Ypê para fazer fumaça.

Isso mostra o tamanho da encrenca em que Flavio está enfiado. E olha que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, envolvido até o talo em tenebrosas transações com Vorcaro e Flavio na compra de sua mansão cinematográfica em Brasília, ainda nem deu com a língua nos dentes, mas já está na fila para fazer delação premiada.

Daí essa falsa guerra dos bolsonaristas em defesa de um detergente, que já teve, ao menos em duas ocasiões, problema de contaminação, fazendo com que a própria empresa recolhesse um determinado lote do produto nas prateleiras Brasil afora, sem qualquer comoção da manada de ignorantes, que vive na superfície da terra plana apta a receber ordens do clã Bolsonaro para se atirar de cabeça sem ao menos saber o que está defendendo.

O fato concreto é que, se o troço já estava ruim para Flavio, a partir de um conjunto de descobertas sobre seu vice ideal, Ciro Nogueira, segundo o próprio, o sujeito tenta abastecer as redes com inutilidades para reduzir nem que seja uma mínima fração do escândalo do Bolsomaster.

O bolsonarismo sempre fez isso, substitui um escândalo concreto por uma catarse artificial para criar um influxo e desviar o foco daquilo que realmente é questão central na disputa eleitoral. É uma malandragem antiga do bando bolsonarista para colocar as toupeiras embotadas para tentar confundir a população.


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Vivi para ver a grande mídia em peso se associar à nata da bandidagem carioca

As esfuziantes manchetes desta quinta, 30, que, em garrafais,  ofereciam a cabeça de Lula na bandeja, não escondiam a total adesão à campanha de Flavio Bolsonaro, do clã de bandidos mais famoso do Brasil.

Mas isso não é sequer 10% do novelo que está por trás desse rolo que, hoje, opera no Congresso como operava até dias atrás na Alerj sob o comando de Flavio, que só está sendo totalmente desbaratado pelo desembargador Ricardo Couto, governador interino do estado do Rio de Janeiro que, somente no primeiro escalão, degolou mais de 1.600 cabeças da medusa bolsonarista carioca e fluminense.

Fato esse escanteado pela grande mídia em clara proteção à imgaem dos Bolsonaro.

O suplício de Flavio no Rio está apenas começando, pois o desembargador segue agora fazendo um pente fino e, junto, uma faxina no segundo escalão.

Ou seja, nesse esquema do clã Bolsonaro na Alerj tem contraventor de todo sabor, tamanho e gosto. Todo tipo de bandidagem carioca e fluminense tem um representante na Alerj sequestrada pelo clã Bolsonaro. É coisa de gangsters mesmo.

A faxina no esquema do governo Claudio Castro, pau mandado dos Bolsonaro, está fazendo barba, cabelo e bigode.

Também por isso, Flavio começa a rifar Castro para tentar estancar a sangria. E tudo issso é colocado pela mídia, em suas matérias, de forma protocolar para que o cheiro de esgoto do esquema comandado pelo clã no Rio não contamine o ar político no Brasil inteiro.

Sim, porque a catedral bolsonarista era a Alerj, e ela está sendo literalmente demolida por Ricardo Couto, com risco de contaminar o esquema de Flavio no Congresso, dominado por bolsonaristas sob a mesma batuta de Jair.

Isso revela que a direita, mas sobretudo a grande mídia nunca desceu tão baixo.

Todos sabem que políticos de direita não têm projeto de pais, vivem do patrocínio corrente do lobby das grandes corporações que não querem saber de Brasol, mas de seus interesses.

Ao fim e ao cabo, o que se viu nesta quinta no Congresso foi uma espécie de monumento de ações praticadas pela bandidagem carioca dentro da alerj que está sendo varrida pelos grileiro da milícia, do tráfico, do bicho, dos assassinos de aluguel.

Sem o menor pudor, a mídia romancista, aliada de Flavio contra Lula, quer apssar a ideia de que Flavio é apenas um senador que se candidata à Presidência da República em um capítulo da guerra ideológica entre direita e esquerda, não é, e a mídia sabe, de cor e salteado, a teia de criminosos que o clã Bolsonaro comanda no Congresso como comandou na Alerj, mostrando quais os valores e tons morais que a mídia industrial no Brasil opera como propaqgandista dessa gigantesca facção.


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Submissão saudável: O clã Bolsonaro engole a pílula vermelha e quer as mulheres de joelhos no século XXI

“A Bíblia fala da submissão da esposa ao marido, mas é a submissão saudável” — Michelle Bolsonaro, novembro de 2025.

Em um país que registra mais de 1,5 mil assassinatos de mulheres por questões de gênero apenas em 2025, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o clã Bolsonaro continua a defender, com orgulho e em alto e bom som, a ideologia da “pílula vermelha” — aquela que, inspirada no filme Matrix, promete “acordar” os homens para a suposta opressão feminina e restaurar o domínio masculino absoluto. Misoginia disfarçada de tradição cristã. Machismo tóxico embalado em Bíblia. E o pior: pregado não só pelos homens da família, mas pelas próprias mulheres bolsonaristas, que transformam a submissão em bandeira política.

Heloísa Bolsonaro, esposa de Eduardo, já havia deixado claro o recado em 2022, mas o veneno continua circulando: “Não há mulher insubmissa e livre”. Para ela, casamento é submissão pura e simples. “Casamento é submissão. E é por isso que escolhi com quem eu me casei”, declarou em evento político, criticando o feminismo por “desvalorizar o lar” e exigindo “homem com testosterona, um homem masculino”. A mensagem é cristalina: mulher livre é ilusão. A verdadeira liberdade, segundo o evangelho bolsonarista, é abaixar a cabeça.

Damares Alves, ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos — sim, a ironia é brutal —, repetiu a doutrina em audiência pública na Câmara: na concepção cristã, “o homem é o líder do casamento” e a mulher deve ser submissa. Não era opinião isolada. Era política de Estado.

E o retrocesso não parou. Em novembro de 2025, Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e atual voz ativa do PL Mulher, subiu ao palco em evento em Londrina (PR) para defender abertamente a “submissão saudável” da mulher ao marido. “A Bíblia fala da submissão da esposa ao marido, mas é a submissão saudável”, disse ela, acrescentando que mulheres na política devem fazer “política colaborativa” e não competir com os homens. Colaborativa. Ou seja: auxiliar, nunca protagonista. Exatamente o que o movimento redpill prega mundo afora: o homem no topo, a mulher no suporte. Em pleno 2026.

Enquanto influenciadores da “machosfera” e canais redpill explodem nas redes, disseminando ódio contra o empoderamento feminino e associando-o ao “caos da sociedade moderna”, o clã Bolsonaro incorpora o discurso sem disfarce. O mais grave é que a grande mídia brasileira, tão rápida em pautar qualquer escândalo envolvendo a esquerda, tratou essas declarações com discrição cirúrgica — poucas manchetes de capa, pouca repercussão nacional, quase nenhum debate profundo sobre o significado real desse retrocesso misógino.

Mulheres bolsonaristas — esposas, ex-ministras, ex-primeiras-damas — vendem a submissão como virtude familiar e cristã. E o mais chocante: milhões de mulheres brasileiras continuam votando nessa corja maldita, entregando o próprio futuro a quem as quer de joelhos.

Não é conservadorismo. É regressão. Não é fé. É controle. No século XXI, com direitos conquistados a duras penas, o bolsonarismo oferece às mulheres a “pílula vermelha” da servidão voluntária — e chama isso de salvação. O Brasil que avança, o Brasil das mulheres que lutam, das mães que criam sozinhas, das trabalhadoras que sustentam lares, merece mais do que esse culto ao machismo travestido de família tradicional.

A submissão que eles vendem não é paz. É prisão. E enquanto o clã Bolsonaro a celebra, a violência contra a mulher sangra o país. Acordem — da pílula vermelha, dessa vez de verdade.


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Lula cresce no maior reduto eleitoral do clã Bolsonaro

O crescimento em 4% da aprovação de Lula e a redução dos mesmos 4% na sua reprovação num estado dominado pela milícia bolsonarista, em que o clã de Jair, Flavio, Eduardo e Carluxo, é o patrão, não é pouca coisa.

Soma-se a isso a guerra das toupeiras da extrema direita que dá para se ter uma ideia de que o mapa eleitoral, no Brasil, moveu as placas tectônicas.a favor do presidente Lula.

Aqui falamos do “insuspeito” Paraná Pesquisas, uma das principais ferramentas do anima gado que a direita se lambuzou nos últimos anos.

Não é por acaso, que a extrema direita, mesmo dentro do curral onde Bolsonaro toca seu berrante com mais intensidade, está pra lá de dividida.

Não é nem na base dos tapas e beijos. É furdunço grosso entre cachorros loucos, dentro e fora da rinha.

Esses sisnais sublinham que a direita não tem discurso, ou seja, não tem marca própria. Para ser bem ojetivo,  o bolsonarismo nunca teve, porque, ao contrário do que reza a lenda, que Bolsonaro estava no auge de sua popularidade em 2018, o cão, que matou mais de 700 mil brasileiros por covid e devolveu o Brasil ao mapa da fome, com 34 milhões de brasileiros na miséria, só chegou à predidência da República através de um acordo entre bandidos para que Lula fosse preso sem qualquer prova de crime, e Bolsonato vencessse a eleição no segundo turno, porque criou aquela farsa dqa facada, sem sangue e sem faca para não participar de nenhum debate com Haddad em franco crescimento.

Portanto, na direita, já se sabia que o professor da USP liquidaria a toupeira mor do clã com risco de nocauteá-lo já na primeira série de borrachadas.

Ainda assim, nao se pode desprezar essa mudança de temperatura em favor de Lula no redudto fluminense, porque o principal mapa da milícia no Brasil, onde Bolsonaro é o patrão dos patrões,, era todo borrado dessas criaturas do intermúndio da bandidagem carioca.

Então, meus caros, ninguém  vence eleição de véspera, mas perde. nessa nova lógica a favor de Lula, na medida em que transcorre a disputa elitoral, esse resultado mais que acentua que, no universo carioca/fluminense, Lula cresce a olhos vistos no território dominado pelas toupeiras débeis onde se observa que Flavio Bolsonaro, a toupeira 01, decresce.


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Política

Se é Bolsonaro, é mau

Bolsonaro segue sendo reconhecido como o mais perverso presidente da história do Brasil, ou seja, o clã Bolsonaro é um laboratório de iniquidades, que se tornou uma marca oficial da família.

O brasileiro, que tem conexão emocional com os Bolsonaro, sabe que tem as mãos sujas de sangue, porque a essência de toda essa família é a de transmitir ódio no lugar de humanismo e isso tem utilidade para fixar na mente das pessoas que o mal e o crime dão lucro, a começar pelo varão da família, Jair Bolsonaro, seguindo com o 01 até o 04.

O B dos Bolsonaro é o B de bárbaros, e eles acham que essa é uma marca da barbárie que faz sucesso entre os bolsonaristas e, por isso, inundaram o Brasil de ódio como modelo original de governabilidade.

A ideia faz sucesso entre os maiores delinquentes do país, sobretudo no meio de um legítimo miliciano como o vizinho de Bolsonaro que assassinou Marielle.

Flavio precisa ser desmascarado desse padrão político em que veste o manequim de fascista cordial.

Bolsonaro, na verdade, como revelado na pandemia, confunde-se com terrorismo de Estado que se somou ao vírus da covid numa guerra contra a população que matou mais de 700 mil brasileiros.

Se isso não é um alerta para quem votou em Bolsonaro em 2018 ou 2022, que fique registrado que não há dúvidas de que todos lá sempre reservarão ao povo o que existe de pior.

Essa gente nao é amiga de ninguém. Para o clã, não existe amizade sem interesse, por isso o pai é idolatrado pelos filhos, porque ficou rico, e muito rico, utilizando-se desse expediente.

Jamais, em tempo algum, viu-se no Brasil um president4e que fizesse tanto mal à população e Flavio pretende fazer o mesmo se chegar à cadeira da presidência.


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Política

Grande mídia começa a abandonar Flavio Bolsonaro

Em se tratando de mídia industrial, sobretudo da Globo, nenhuma vírgula é dada fora de contexto. E se não há como passar panpo para a folha corrida de Flavio, que somada à sua inutilidade, forma uma química de combustão extremamente explosiva.

A grande mídia chegou à conclusão de que não há vitamina possível que mova peças estratégicas, por mais bem feita que seja uma campanha, que tire de Flavio a pecha de filho mais vigarista do vigarista Bolsonaro.

Embalagem não reciclável, inutilizável

Num programa da GloboNews, a jornalista Flávia Oliveira desancou o primogênito do sacripanta, desmistificando de forma translúcida, “que não existe bolsonarimo moderado” e que Flavio é tão reacionário quanto o pai, no sentido mais fascista da palavra.

A fala da jornalista foi de pronto compartilhada por Natuza Nery e, pasmem, até Merval Pereira foi sintético em dizer que não dava para comparar Flavio com Lula, por Flavio ser filho de um golpista e, portanto, golpista ser.

Já sobre Lula, Merval encheu os pulmões para dizer, em alto e bom som, que, neste caso, trata-se de um político democrata.

Nessas falas, não há nada de novo.

Juliana Dal Piva, no ICL, onde faz um belíssimo trabalho, disse em podcast que, de acordo com suas investigações sobre o clã Bolsonaro, Flavio é o mais corrupto dos filhos do vigarista e golpista mor.

Dias atrás, Pedro Dória, do Globo, Estadão e do Meio, onde é redator, fez uma chamada afirmando que o nome de Flavio como candidato à presidência, foi mal recebido pela própria direita. Dória diz textualmente que não há lava roupa possível que remova 1% de sujeira da sua sinópse e, portanto, é uma candidatura que já nasceu morta.

Há uma corrente bactericida dentro do próprio ambiente do patrão de Queiroz e medalhonador de assassinos milicianos como Adriano da Nóbrega.

Mesmo com a legião de sectários imbeleicizados pela própria mídia durante décadas, Flavio não tem chances de superar Lula num embate virtual, que fará presencial.

O sujeito não tem qualquer domínio de bola e, por isso mesmo, não tem condições de conduzir a pelota um passo sequer.


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Brasil Mundo

Qual será a influência de Trump na eleição presidencial do Brasil?

Pouco ou, na verdade, nada tem sido falado sobre a influência de Trump no resultado da eleição no Brasil.

Na realidade, nem esquerda, nem direita trazem à baila esse debate, mas certamente ambos os lados discutem essa questão na cúpula das campanhas.

Uma coisa é certa, isso não passará em branco. A direita não fala, mas está com Trump entalado na goela pelos elogios que teceu a Lula e sua proximidade com o presidente, que já tem um encontro marcado com ele nos EUA em março. Lula diz que terá uma conversa olho no olho com Trump.

Sem a idolatria do capitalismo americano, a direita nativa, que já não tem projeto de país, como nunca teve, não podeerá usar a administração Trump como referência de nada, já que ele desbundou Eduardo Bolsonaro, o que significa que a Casa Banca descartou qualquer menção de poio  Bolsonaro que pudesse significar para os bolsonaristas uma esperança de anistia ao genocida.

Trump, hoje considerado o político mais tóxico dos EUA, sobretudo pela perseguição nazista aos imigrantes, está levando os republicanos a uma condição que não se tem notícia na história do partido, tal as lambanças cotidianas que o grandalhão não para de produzir, a última, o racismo nu e cru em que pblicou um ataque inacreditável a Obama e sua esposa, Michelle. Sem falar no que vem sendo revelado sobre a abertura da caixa preta do caso Epstein em que Trump é praticamente um sócio dos crimes do personagem central, Jeffrey Epstein.

Lula, até então, tem mantido uma dianteira cada vez mais larga quando o assunto é Brasil e EUA, pois, como disse o New York Times, soube fazer um enfrentamento a Trump com cem por cento de êxito no caso das tarifas que, segundo o jornal amerciano, deveria servir de exmplo para outras nações mundo afora.

Pode-se afirmar que, mesmo a esquerda, no Brasil, execrando a figura de Trump e o bolsonarismo sendo execrado por Trump, nos EUA, que Lula está nadando de braçadas de vários corpos no clã Bolsonaro.

Parece contradição, mas, na verdade, é política feita com P maiúsculo pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que concede a ele o prêmio de craque do jogo.


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Política

Moral da Malu: Com a direita toda na cadeia por tentativa de golpe, a grande mídia será a adversária de Lula em 2026

De postos de gasolina a fintechs, o crime se infiltrou no dia a dia dos negócios do Brasil.

Um Congresso que não suporta um raio-x em que deputados e senadores de direita turbinam suas contas, dentro e fora do Congresso, com trajetórias criminosas, a direita brasileira morreu, sequer tem candidato à Presidência da República para disputar com Lula.

A confrmada candidatura de Flávio pode passar por algumas cirurgias e ele mudar de ideia e a direita não terá quem ela possa declarar amor.

Essa é a visão do inferno para a direita brasileira. Basta interpretar cada personagem que se destacou na direita do Congresso para perceber que há uma frustração generalizada diante da caótica situação em que se encontra esse modelo de cloaca no Brasil.

Após meses alimentando notícias de que Tarcísio seria o candidato da Faria Lima e afins, a mídia já se convenceu que ele á carta fora do braralho na disputa presidencial.

Bolsonaro não entregou a rapadura, por saber, e com razão, que uma vitória de Tarcísio lhe custaria uma traição que a alta burguesia lhe cobraria.

Mas Bolsonaro cortou as asinhas de Tarcísio para ao menos, mesmo que inativo na cadeia, continuar alimentando a imagem de líder dos reacionárioa brasileiros.

Em síntese, não há saída. A direita demorará muito tempo para fazer o dever de casa varrendo o clã  Bolsonaro da vida nacional ou amargando um ostracismo nunca antes visto no Brasil

Essa conta já foi feita pela oligarquia e pelos meios de comunicação que operam no modo contenção para que Lula liquide a fatura do jogo no primeiro tempo com uma goleada histórica e carregue a tinta num governo  mais à esquerda, mais pró-trabalhadores, com mais mecanismos de distribuição da riqueza nacional para o máximo possível de brasileiros. Ou seja, tudo o que as classes economicamente dominantes não querem nem ouvir falar.

É cedo para dizer como será a atuação da mídia industrial diante desse qudro trágico para a direita, mas uma coisa é certa, ela não jogará leve para colher algum fruto que ainda pode salvar. Se consguirá, diante de uma sociedade cada vez mais crítica a esse modus operandi, são outros quinhentos.


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