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Brasil Mundo

Governo Lula repudia tarifas dos EUA, anuncia reação com base na Lei da Reciprocidade e critica atuação da família Bolsonaro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu com firmeza às tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros. Em nota oficial, o Palácio do Planalto classificou a medida como injustificada e afirmou que utilizará os instrumentos previstos na Lei da Reciprocidade Econômica para responder às restrições impostas por Washington.

Segundo o governo, a decisão norte-americana prejudica a relação comercial entre os dois países e contraria os princípios de cooperação que historicamente marcaram o diálogo bilateral. A administração Lula também destacou que avaliará todas as alternativas diplomáticas e comerciais disponíveis para defender os interesses da indústria, do agronegócio e dos trabalhadores brasileiros.

Além da reação às tarifas, integrantes do governo aproveitaram para criticar a atuação da família Bolsonaro no episódio. Auxiliares presidenciais afirmam que parlamentares e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro têm atuado junto a setores políticos dos Estados Unidos para pressionar o Brasil e desgastar a imagem internacional do país.

Para o Planalto, a tentativa de transformar divergências políticas internas em instrumentos de pressão externa representa uma afronta à soberania nacional. O governo sustenta que eventuais disputas partidárias devem ser resolvidas dentro das instituições brasileiras, sem interferência estrangeira.

A crise comercial ocorre em meio ao aumento das tensões políticas entre o governo Lula e o grupo bolsonarista. Enquanto o Planalto busca construir uma resposta institucional às medidas adotadas pelos Estados Unidos, aliados do presidente defendem que o episódio reforça a necessidade de unidade nacional na defesa dos interesses econômicos e da autonomia do Brasil.


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Política

Cínico, Flavio liga Master ao governo Lula, omitindo sua conexão corrupta com Vorcaro

Em mais um exercício de cinismo político, Flávio Bolsonaro tenta associar o Banco Master ao governo Lula, enquanto silencia deliberadamente sobre as próprias conexões de seu grupo político com Daniel Vorcaro. A estratégia é velha: desviar o foco dos fatos que lhe são inconvenientes e transferir para adversários a responsabilidade por relações e interesses que também orbitam seu campo de influência.

Ao atacar seletivamente, Flávio busca construir uma narrativa conveniente para o debate público, mas omite informações essenciais que poderiam expor contradições incômodas. A tentativa de vincular o Master exclusivamente ao governo federal ignora episódios, personagens e relações que aproximam Vorcaro de figuras ligadas ao bolsonarismo, tornando o discurso ainda mais contraditório.

O resultado é um espetáculo de hipocrisia política: quem exige explicações dos outros se recusa a prestar contas sobre os próprios vínculos. Antes de apontar o dedo para adversários, Flávio Bolsonaro deveria esclarecer sua própria proximidade com personagens centrais desse enredo.

Sem isso, suas acusações soam menos como busca por transparência e mais como uma operação de cortina de fumaça para esconder fatos que o constrangem, como o áudio que enviou a Vorcaro cobrando o restante da grana, usando o filme Dark Horse como lavagem de dinheiro, sua visita à casa de Vorcaro já com tornozeleira eletrônca e o mimo de R$ 3 milhões que Bolsonaro recebeu do banqueiro na campanha presidencial de 2022.

Isso é chamar os americanos de idiotas, de patetas como se eles não tivessem informação do rolo em que essa família está envolvida até o talo.

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Política

Governo Lula faz 12 mil prisões e impõe prejuízo de R$ 2 bi ao crime organizado

Balanço aponta, ainda, para a apreensão de mais de mil armas e 30 mil munições, além de 3 mil prisões relacionadas à violência contra a mulher

A intensificação do combate ao crime organizado por parte do governo Lula resultou em R$ 2 bilhões de prejuízos estimados às facções e 12,3 mil pessoas presas, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta sexta-feira (26).

Os resultados fazem parte do Programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em maio. As ações envolvem o trabalho coordenado de forças federais, estaduais e municipais em todo o território nacional.

Na frente de asfixia financeira, um dos principais eixos do programa, as ações já levaram à apreensão de R$ 706 milhões em bens, além do bloqueio de R$ 320 milhões em ativos e da apreensão de 115 toneladas de drogas. Também foram aplicados R$ 12,7 milhões em multas e recuperados R$ 6,9 milhões em tributos, retirando recursos que financiavam a atuação das organizações criminosas.

Além disso, foram retiradas de circulação 266 armas longas, 606 armas curtas, 289 armas artesanais, quase 30 mil munições, explosivos e diversos acessórios utilizados pelas organizações criminosas.
Para viabilizar tais ações, foram mobilizados cerca de 15,8 mil profissionais de segurança pública em 11 operações nacionais.

“O crime organizado não será enfrentado apenas com prisões. Precisamos retirar sua capacidade financeira, impedir a circulação de armas, fortalecer o sistema prisional e integrar inteligência, investigação e controle financeiro. Quando atacamos o patrimônio das organizações criminosas, retiramos o oxigênio que mantém essas estruturas funcionando”, declarou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

Violência contra a mulher

Outra importante frente de atuação é a proteção às mulheres. Segundo o MJSP, até o momento, as ações integradas já resultaram em 3.062 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da realização de 2.731 ações educativas presenciais, 455 ações de conscientização nas redes sociais e do alcance de mais de 51 mil pessoas em atividades de prevenção em todo o País.

Dados recém-divulgados também pelo MJSP mostram que, nos meses de abril e maio, o número de casos de feminicídio teve uma queda de 11,45% no País, na comparação com igual período de 2025, passando de 262 para 232 vítimas, o que significa 30 mulheres assassinadas por questões de gênero a menos.

Tais ações também fazem parte do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fevereiro deste ano. Vermelho.


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Política

Governo Lula registra Pix como propriedade intelectual em meio a disputa com os EUA

Sistema de pagamentos brasileiro ganha status de marca de alto renome

O ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou na quarta-feira (10) que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu ao Pix o status de marca de alto renome, com associação formal ao Banco Central. A classificação representa um nível elevado de proteção jurídica no país e impede o uso indevido da marca em qualquer segmento, mesmo fora do setor financeiro.

Segundo o ministro, trata-se de um reconhecimento raro e com forte peso institucional. Marcas de alto renome são aquelas amplamente conhecidas pelo público e que acumulam, ao longo do tempo, reputação, confiança e prestígio, garantindo proteção reforçada pela legislação brasileira de propriedade industrial.

Proteção ampliada e caráter institucional
Com o novo status, o Pix passa a ter salvaguardas mais amplas contra usos não autorizados, independentemente do ramo de atividade. De acordo com o Ministério da Indústria e Comércio, esta é a primeira vez que uma marca vinculada a um órgão governamental recebe essa classificação no país.

A formalização deve ser publicada na próxima semana. O anúncio foi feito durante reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável, o chamado Conselhão, realizada no Ministério das Relações Exteriores.

Durante o encontro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também participou de um momento simbólico em que posou com uma bandeira estilizada em homenagem ao sistema de pagamentos, com a frase “O Pix é do Brasil” no centro de um círculo azul.

Contexto político e disputa narrativa
A decisão ocorre em um cenário em que o Pix tem sido alvo de disputas políticas e debates públicos mais intensos desde o fim de 2024. Naquele período, mudanças em regras de monitoramento de transações pela Receita Federal geraram reação da oposição, que chegou a afirmar, de forma incorreta, que haveria taxação do sistema.

As declarações contribuíram para desgaste político do governo, levando à revogação das medidas após forte repercussão negativa, impulsionada inclusive por conteúdos virais nas redes sociais.

Pressões externas e críticas internacionais
Além do ambiente doméstico, o Pix também passou a ser mencionado em discussões internacionais.

Recentemente, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos publicou críticas ao sistema de pagamentos brasileiro em relatório sobre práticas econômicas.

Nesse contexto, o governo brasileiro tem reforçado o discurso de defesa do Pix como infraestrutura pública estratégica e símbolo de soberania digital, argumento que ganhou ainda mais espaço diante de tensões comerciais e políticas com os Estados Unidos.

A valorização do sistema de pagamentos também se insere na estratégia do governo de reforçar a imagem de políticas públicas digitais bem-sucedidas.

O Pix, lançado pelo Banco Central, consolidou-se rapidamente como o principal meio de transferência financeira instantânea no país, tornando-se um dos projetos mais populares da administração pública recente.

*ICL


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Pesquisa

Avaliação positiva do governo Lula dispara e aprovação chega a 46,6%, aponta pesquisa Meio/Ideia

Novo levantamento aponta crescimento de aprovação de Lula em todas as regiões e faixas etárias, com destaque para jovens, independentes e classe média

Opresidente Luiz Inácio Lula da Silva registrou um crescimento significativo em sua aprovação e na avaliação de seu governo, segundo a pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28). O levantamento, realizado entre 23 e 27 de maio de 2026, ouviu 1.500 eleitores e aponta que a aprovação do governo chegou a 46,6%, um aumento de 2,6 pontos percentuais em relação à rodada anterior.

Além da aprovação geral, o índice de avaliação do governo como ótimo ou bom subiu para 35,6%, um avanço de 4,1 pontos percentuais. O percentual de entrevistados que julgam a gestão como regular ficou em 21,7% (+0,7 ponto), enquanto aqueles que a consideram ruim/péssimo caíram para 40,7% (-5,6 pontos). O levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos e nível de confiança de 95%.

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Crescimento entre jovens, independentes e classe média
Entre os jovens de 16 a 24 anos, Lula passou de 30% para 48,6% de avaliação positiva, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) caiu de 55,2% para 39,5%. Eleitores independentes, sem posição política definida, aumentaram o apoio a Lula de 40,7% para 45,3%. Na classe média alta, com renda superior a cinco salários mínimos, o presidente também virou o jogo, alcançando 48,6% contra 41,5% do adversário, evidenciando a expansão do apoio em segmentos estratégicos.

A percepção positiva do governo se mantém em áreas críticas: economia, saúde, educação e segurança pública. O levantamento mostra que os avanços nos índices de avaliação se distribuíram de maneira homogênea em todas as regiões do país e em diferentes faixas etárias, reforçando a confiabilidade e a consistência do crescimento da aprovação presidencial.

A pesquisa confirma que Lula mantém não apenas aprovação elevada, mas também apresenta crescimento consistente na avaliação do governo, consolidando sua posição como líder político confiável em todas as regiões e segmentos do eleitorado.

Lula lidera em todos os cenários eleitorais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28). O petista soma 46,5% das intenções de voto, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) registra 41,4%.

De acordo com o levantamento, a diferença entre os dois pode variar entre 0,1 e 10,1 pontos percentuais, considerando a margem de erro de 2,5 pontos para mais ou para menos. Na rodada anterior, divulgada em 5 de maio, os dois apareciam em empate técnico: Flávio tinha 45,3% contra 44,7% de Lula.

A nova pesquisa mostra uma queda de 3,9 pontos percentuais nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro em menos de um mês. O desgaste ocorreu após a divulgação de um áudio em que o senador pede dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Forum.


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Pesquisa

Pesquisa Quaest: aprovação do governo Lula sobe para 46%

Intenção de voto para segundo turno permanece em empate técnico, com o presidente marcando 42% e Flávio Bolsonaro 41%

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta que 46% dos brasileiros aprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 49% desaprovam a atual gestão. Em comparação ao levantamento de abril, houve oscilação dentro da margem de erro: a desaprovação caiu de 52% para 49%, enquanto a aprovação subiu de 43% para 46%.

A Quaest realizou 2.004 entrevistas domiciliares presenciais dos dias 8 a 11 de maio com eleitores de 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03598/2026.

A pesquisa também mediu as intenções de voto em primeiro e segundo turno das eleições presidenciais. No primeiro turno, Lula assume a liderança com 39% das intenções de voto no primeiro turno. Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 33%. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 4% cada.

Em relação ao levantamento anterior, realizado em abril, Lula oscilou de 37% para 39%, enquanto Flávio Bolsonaro passou de 32% para 33%. As mudanças ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Para o segundo turno, permanece o cenário de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. Lula aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 41%. Brancos, nulos e quem diz que não vai votar vão a 14%, e indecisos, 3%.

Na pesquisa anterior, realizada em abril, Flávio Bolsonaro liderava numericamente o cenário. Em março, os dois apareciam empatados com 41% cada. Segundo a Quaest, as oscilações ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Entre os eleitores independentes — aqueles que não se identificam nem com o lulismo nem com o bolsonarismo — o cenário permanece equilibrado. Nesse grupo, 31% afirmam votar em Flávio Bolsonaro, 29% em Lula e 35% dizem que não pretendem votar em nenhum dos dois.

Segundo a Quaest, a polarização entre Lula e o grupo bolsonarista concentra atualmente 72% das intenções de voto. Em eventual segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico: o petista registra 42%, contra 41% do senador.

Aprovação do governo
O levantamento mostra melhora nos índices do governo em alguns segmentos. Entre as mulheres, por exemplo, a aprovação subiu de 45% para 48%, enquanto a desaprovação caiu de 49% para 44%. Já entre os eleitores de 35 a 59 anos, a aprovação passou de 41% para 47%.

Regionalmente, o Nordeste segue como a região de maior apoio ao presidente, com 63% de aprovação. Nas demais regiões, a desaprovação permanece predominante, especialmente no Sul, onde chega a 61%. Entre os católicos, a aprovação cresceu de 49% para 55%, enquanto entre os evangélicos a desaprovação permanece elevada, atingindo 65%.

A avaliação geral do governo também apresentou leve melhora: 34% classificam a gestão como positiva, contra 31% em abril, enquanto a avaliação negativa caiu de 42% para 39%.

Questionados sobre a reeleição de Lula, 41% afirmaram que o presidente merece mais quatro anos de mandato, enquanto 55% disseram que ele não merece continuar no cargo.

A pesquisa também apontou percepção dividida em relação ao cenário político do país. Para 53% dos entrevistados, o Brasil segue na direção errada, enquanto 38% consideram que o país está no caminho certo.

Outro dado do levantamento mostra equilíbrio no sentimento de rejeição política: 44% disseram ter mais medo da volta da família Bolsonaro ao poder, enquanto 42% afirmaram temer um novo governo Lula.

*ICL


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Brasil Mundo

Brasil exige soltura do ativista Thiago Avila, preso por Israel

Ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza com ajuda humanitária

O governo Lula exige que Israel solte o brasileiro Thiago Avila. O ativista fazia parte da flotilha que tentava chegar até Gaza, com ajuda humanitária e em barcos que estavam cruzando o mar Mediterrâneo.

“Os governos do Brasil e da Espanha condenam, nos termos mais enérgicos, o sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais por parte do Governo de Israel”, afirmou uma nota conjunta dos dois países.

“Ambos encontravam-se em embarcações da flotilha Samud, abordadas por forças israelenses na altura da Grécia, e não foram liberados quando da interceptação dessas naves, e posterior desembarque dos passageiros e tripulantes na ilha de Creta”, afirmou.

“Esta ação flagrantemente ilegal das autoridades de Israel, fora de sua jurisdição, é uma afronta ao Direito Internacional, acionável em cortes internacionais, e configura delito em nossas respectivas jurisdições”, dizem as autoridades dos dois países.

“Os governos do Brasil e da Espanha exigem do governo de Israel o retorno imediato de seus cidadãos, com plenas garantias de segurança, e que se facilite o acesso consular imediato para sua assistência e proteção”, completa a nota.

De acordo com informações obtidas pelo ICL Notícias, 55 barcos navegavam em águas internacionais entre a Itália e a Grécia quando um ataque foi organizado contra a flotilha.

Lasers apontados para as pessoas e armas semiautomáticas foram usados e 21 pessoas foram sequestradas.

Pelo menos 34 pessoas sofreram ferimentos e foram transferidas para um hospital. Sem celulares, por conta do confisco por parte das autoridades, esses ativistas não conseguiram registrar os ferimentos.

Thiago, porém, não foi autorizado a desembarcar com o restante dos participantes e foi levado à força para Israel. Relatos apontam que qualquer um que tentasse evitar a operação eram alvo de violência.

*Jamil Chade/ICL

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Economia Política

Governo prevê aumento no salário mínimo em 2027; veja quanto

O governo Lula está desenvolvendo o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, com base em uma previsão de aumento do salário mínimo para R$ 1.717. De acordo com integrantes da equipe econômica, se confirmado, o valor representará uma alta de 5,9% em relação ao salário mínimo atual, de R$ 1.621.

O PLDO, que será divulgado na próxima quarta-feira, também trará a meta de superávit fiscal de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para o próximo ano. Esse projeto serve como base para a construção do orçamento federal de 2027 e orienta os parâmetros fiscais do governo.

O salário mínimo oficial, no entanto, só será definido no final de 2026, levando em consideração o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e a aplicação de um ganho real de 2,5%, conforme a regra estabelecida em 2024.

O salário mínimo é um indicador importante, não apenas para aqueles que recebem o piso como remuneração, mas também para aposentados, pensionistas e beneficiários de programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Sua variação afeta diretamente uma série de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do BPC/Loas, seguro-desemprego, e a contribuição previdenciária de microempreendedores individuais (MEIs).

Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) dependem do salário mínimo. Por isso, o ajuste no valor impacta de forma significativa as contas públicas, já que o piso serve de referência para a definição de vários pagamentos realizados pelo governo.

Além disso, o salário mínimo influencia as indenizações pagas pelos Juizados Especiais a quem vence ações na Justiça. A variação no valor do piso pode afetar diretamente a renda de milhões de brasileiros, especialmente em tempos de alta de preços, como ocorre com a inflação, que tem subido em função de fatores como o aumento nos preços dos combustíveis e alimentos.


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Economia Política

Brasil tem o melhor resultado da Bolsa no mundo em 2026

Melhor bolsa do mundo em 2026

Imaginem a cara de cool dos Nostradamus do caos, que preciam o sinal dos tempos da economia brasileira no terceiro mandato de Lula.

A opinião dessa gente sobre economia, não vale um traque.

Ibovespa subiu forte com um torque do motor da economia brasileira, consequentemente o dólar desabou.

O nome disso é fluxo gringo, que acaba desaguando em invetimento estrangeiro pesado para a compra de ações brasileiras que estão em alta e o reflexo no dólar, diante de uma farta oferta de dólar, cai do pé como fruta madura.

Minério, petróleo e soja, subindo, ajudam as empresas que pesam 30 % do Ibovespa, catapultando a Bolsa junto.

Responsabilidade fiscal, reforma aprovada e risco plítico zero fazem o gringo apostar no real, valorizando a Bolsa.

Se o IPCA vem baixo, o Banco Central tem espaço para cortar a Selic e, como se sabe, juros menores é igual a Bolsa maior, mais atrativa. O dólar fica menos atrativo e real mais valorizado.

Moral da história em números concretos:

Ibovespa

Fechamento: 198.199 pontos

Variação do dia: + 1,52% em relação ao dia anterior.

Isso significa que a Bolsa bateu mais um recorde, renovando o de ontem, que foi a 195.129,25.

Detalhe fulminante no ano: Melhor bolsa do mundo em 2026, subindo 31,12% em dólar.

Para sapecar ainda mais o galeto, o fechamento do dólar foi de R$ 5,06, menor nível em dois anos,

Detalhe, só no mês de abril, o Ibovespa subiu 6,7%

Os pessimildos, contratados pela mídia para prever o caos econômico do terceiro governo Lula, sifu!


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Economia Política

Pacote energético do governo Lula busca frear o impacto da guerra no Brasil

Com isenções, subvenções e linhas de crédito, governo reage à crise global para proteger os consumidores contra a alta do diesel e do gás de cozinha

A guerra no Oriente Médio tem pressionado os preços dos combustíveis no mercado internacional, com reflexos no Brasil, especialmente no óleo diesel, no gás de cozinha (GLP, gás liquefeito de petróleo) e no querosene de aviação. Atento à situação, o governo federal anunciou na segunda-feira (6) um pacote de medidas para impedir que a alta dos preços prejudique os brasileiros.

De acordo com o Planalto, o plano de ação é amplo e visa atingir cadeias de fornecimento de combustíveis, alcançando também o setor aéreo.

“Em conjunto, as ações geram um novo alívio para os consumidores e os setores produtivos brasileiros, reduzindo os efeitos internos do choque de preços causado pela guerra. E fortalecem a soberania energética e a segurança do abastecimento no país, garantindo que a população brasileira continue sendo uma das menos afetadas pela crise geopolítica”, afirma o governo Lula.

Diesel

Para conter a alta no preço do óleo diesel, o governo atua com subvenções por meio de uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Lula.

No caso da importação de diesel rodoviário, a subvenção será de R$ 1,20 por litro, com o governo federal dividindo o valor com 25 estados que aderiram ao plano. A medida se soma à subvenção anterior de R$ 0,32/litro, o que resulta em um auxílio de R$ 1,52 por litro para o diesel importado, permitindo que as distribuidoras vendam o combustível mais barato para os postos, alcançando os consumidores. A validade será de abril a maio, ao custo de R$ 4 bilhões, com metade pago pelo governo federal e o restante pelos estados.

O mesmo acontece com o diesel nacional, com subvenção de R$ 0,80 por litro, elevando o auxílio às distribuidoras para R$ 1,12 por litro. Este modelo será arcado somente pela União ao custo estimado de R$ 3 bilhões por mês. Nas duas ações, a contrapartida é o aumento do volume vendido pelos produtores aos distribuidores.

Ainda no mesmo ramo, o governo anunciou um decreto para zerar os tributos de PIS e Cofins sobre o biodiesel. O combustível renovável compõe 15% do diesel vendido nos postos de gasolina. Assim, haverá uma economia de R$ 0,02 por litro de combustível.

Gás de cozinha

O governo também direcionou seu olhar para a segurança energética no que diz respeito ao gás de cozinha, o GLP.

A MP autorizou uma subvenção de R$ 850,00 para cada tonelada de GLP importado, o que representa cerca de R$ 11 por botijão de 13 kg. A ação visa equiparar o preço do combustível importado ao produzido no país. De acordo com o Vermelho, a estimativa é de um investimento na soberania energética de R$ 330 milhões por dois meses iniciais.

Setor aéreo

O governo ainda anunciou um decreto que zera o PIS e o Cofins sobre o combustível de aviação. A estimativa é de uma economia de R$ 0,07 por litro do combustível ao custo de R$ 100 milhões por mês. Já as tarifas de navegação da Força Aérea Brasileira de abril a junho serão pagas pelas companhias aéreas somente em dezembro.

Além disso, para garantir que as companhias que atuam no país sejam menos impactadas e, com isso, encareçam as passagens aéreas, o presidente assinou uma MP com duas linhas de crédito para o setor, com valor total que chega a R$ 9 bilhões.

Na primeira linha de crédito, são até R$ 2,5 bilhões por mutuário via Bndes para reestruturação financeira. Na segunda linha, será destinado R$ 1 bilhão a capital de giro de seis meses com garantia da União.

Por fim, o governo agravou as penalidades para postos e distribuidoras que se aproveitam de conflitos geopolíticos ou de calamidade para elevar preços, bem como enviou um Projeto de Lei ao Congresso para coibir preços abusivos na legislação penal, o que pode resultar em prisão de até 5 anos.


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