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Renan Calheiros: emenda de Hugo Motta foi proposta para beneficiar Henrique Vorcaro

Lobista que mais brigou pela aprovação desse jabuti, inserido no projeto de lei, foi o pai de Daniel Vorcaro

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PI), foi o autor de uma emenda ao projeto de lei que criou o Sistema Brasileiro de Comércio e Emissões de Gases do Efeito Estufa. O texto obriga as seguradoras e entidades de previdência complementar do Brasil a investirem, no mínimo, um por cento de suas reservas técnicas anuais em créditos de carbono. Ou seja, garante fluxo de dinheiro, até mesmo de entidades de previdência, para as empresas que atuam na área, como ao menos duas de Henrique Mourão Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro.

Na última terça-feira, 12 de maio, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, criticou a emenda de Hugo Motta e apontou o possível motivo para que ela fosse elaborada.

“Lamentavelmente, há uma outra emenda, desta vez aprovada, que foi proposta pelo presidente da Câmara para obrigar que fundos de previdência e de pensão aportassem dinheiro nesses fundos no banco Master. Essa emenda foi aprovada e sancionada. E a cunhada do presidente da Câmara recebeu R$ 140 milhões do Master a pretexto de empréstimo que venceu, nunca foi cobrado e nunca teve parcela paga”, disse Renan. “A crise do Master está escalando e vai escalar cada vez mais. A cada dia temos envolvimento de pessoas em casos mais escabrosos do que os já conhecidos”.

O senador encaminhou ao Ministério da Previdência Social requerimento de informações sobre acesso às auditorias realizadas pela pasta em operações, contratos e investimentos dos fundos de previdência dos estados e municípios relacionados direta ou indiretamente a negócios do Banco Master.

“Precisamos verificar, portanto, qual foi a exposição dos recursos previdenciários subnacionais às estruturas financeiras fraudulentas e criminosas”, aformou.

O lobista que mais brigou pela aprovação desse jabuti, inserido no projeto de lei, foi o pai de Daniel Vorcaro, Henrique Mourão Vorcaro, preso na semana passada. Ele e a filha, Natalia Vorcaro Zettel, são os controladores de duas empresas que se beneficiariam da nova lei: a Global Carbon e a Alliance Participações. A Confederação Nacional das Seguradoras foi ao Supremo Tribunal Federal, em março deste ano, questionou a constitucionalidade da emenda de Hugo Motta, apresentada no dia 21 de dezembro de 2023. Na época, ele ainda não era o presidente da Câmara.

O Ministro Flávio Dino já votou no processo e concordou com as seguradoras. Entendeu que não se pode obrigar um segmento específico do mercado, que inclusive não é gerador de gases do efeito estufa, a investir na compra de créditos de carbono. “O critério de diferenciação – ser sociedade seguradora, entidade aberta de previdência complementar, sociedade de capitalização e ressegurador local – não está diretamente vinculado ao propósito da norma, na medida em que tais entidades não são as maiores contribuintes para a emissão de gases de efeito estufa. Há, portanto, violação ao princípio da isonomia”.

O STF vai retomar o julgamento no fim desta semana. A Procuradoria Geral da República e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli seguiram na mesma linha do relator Flávio Dino. Eles argumentaram que deve recair sobre o poluidor o ônus de fazer esse tipo de investimento, em créditos de carbono.

Procurado pelo ICL Notícias, a assessoria do presidente da Câmara enviou a seguinte resposta: “A emenda apresentada à época pelo deputado Hugo Motta foi resultado de um acordo partidário. O objetivo é garantir que parte do faturamento do setor de seguros seja voltada para a compra de crédito de carbono como forma de assegurar a aplicação de recursos na sustentabilidade ambiental, principalmente quando se trata de atividades poluidoras. A proposta foi aprovada pelas duas Casas do Legislativo, ou seja, pelos deputados e pelos senadores, e sancionada pelo presidente da República.”

Em março, Bianca Medeiros, cunhada de Hugo Motta, admitiu ao jornal Valor Econômico ter feito um empréstimo de R$ 22 milhões no Banco Master, em 2024, para comprar um terreno em João Pessoa, na Paraiba — valor menor que o divulgado por Renan Calheiros. “O contrato de crédito mencionado pela reportagem foi celebrado em condições usuais de mercado, mediante garantias fiduciárias compatíveis com o valor da operação e com previsão de quitação no curso normal do contrato, conforme as cláusulas pactuadas entre as partes”, informou Bianca.

O senador Ciro Nogueira apresentou uma emenda para aumentar o tamanho do Fundo Garantidor de Crédito e, assim, favorecer o Banco Master. Ela se tornou conhecida como emenda Master e hoje é motivo de investigação da Polícia Federal. A emenda de Ciro Nogueira não avançou no Senado. Já a emenda de Hugo Motta, na Câmara, foi aprovada e entrou no projeto de lei, sancionado pela Presidência da República, no dia 11 de dezembro de 2024, que agora é motivo de debate no STF.

*Heloisa Villela/ICL


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Política

Alcolumbre pediu a Lula blindagem contra delação de Vorcaro e recebeu um rotundo NÃO! Dá seus pulos

O teretetê do baiacu amazônico, que se sentiu o grandão, por ter articulado a derrota de Jorge Messias no Senado, tinha como chorumela a velha baba de quiabo de que estava sendo vítima de perseguição da PF. Ou seja, o ecletismo do presidente do Senado e sua cartola enterrada até o pescoço, nos bastidores, tentou mostrar a Lula sua alma humana, quando recebeu um esférico não e um conselho, se vira, gordinho!

Isso desceu como ácido na goela do infeliz, daí sua vingança, que julgou que seria uma grande derrota para Lula barrar a indicação de Jorge Messias para o STF. Ledo engano.

Isso revela que Lula não tenta manejar a PF por nada ou por ninguém, uma demonstração cabal de que o presidente, perseguido e condenado pela cloaca lavajatista, não interfere nas instituições e muito menos tem pena de vigarista.

Não é sem motivos que Alcolumbre é defenestrado por 81% dos brasileiros, perdendo apenas para os divinos fundilhos de seu parceiro de picaretagem no Congreso, Hugo Motta, com 87%.

As cortinas da história vão se abrindo e os papas, os reis e os bonachões dos parlamentos vão se decompondo.

A mídia, que tratou Alcolumbre como o deus dos deuses, fez questão de não dizer quem o sujeito é na prática, preferiu colocar paninhos em seu histórico e lhe meter duas asas de ganso.


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Política

O baiacu murchou

Vendido pela grande mídia como o glorioso/vitorioso numa guerra santa contra Lula, por conta da PEC da Bandidagem 2.0, em que se misturou todo tipo de interesse envolvendo o presidente do Senado e o principal candidato de direita à presidência, Flavio Bolsonaro, Alcolumbre simplesamente foi varrido da mídia da noite para o dia, assim de estalão. Compreensível.

Depois de inflar o ego do gabola, a pesquisa Atlas mostrou que o figurino do camarada está totalmente elameado perante a opinião pública. Com 81% de rejeição, o nome de Alcolumbre, o “grandão”, foi ao chão, não dse sustentou em 24 horas nem para figuração.

A pesquisa soou como uma denúncia que se impõe a todo aquele alarido “vitorioso” que a mídia havia berrado para inflar o ego do baiacu.

Hoje, no \brasil, Alcolumbre só perde para o seu parceiro de lambança, Hugo Motta que está com 87% de absoluta reprovação. Aliás, od dois são seguidos de perto pelo pai de Flavio, Bolsonaro está com 79% de rejeição.

Assim fica difícil, diz o chefe da redação, não há técnica/reeita que desentorte uma coisa dessa, o melhor a fazer é ficar bem longe do leproso, que ontem a midia chamou de seu.

Parafraseando Moreira da Silva, no final da operação, a calça de Alcolumbre virou calção.


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Pesquisa

Vitória de pirro: Pesquisa Atlas revela Alcolumbre e Hugo Motta como os políticos com pior avaliação no Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-AL), são os políticos mais mal avaliados do país, de acordo com a pesquisa Atlas Latam Pulse divulgada nesta quinta-feira (30).

Alcolumbre, que liderou o acordo para rejeitar a indicação do advogado-geral da União Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), registra apenas 3% de avaliação positiva, enquanto 81% dos entrevistados têm imagem negativa dele.

Hugo Motta aparece ainda pior: apenas 2% de avaliação positiva e 87% de imagem negativa. Com Termômetro da Política.


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Política

Trabalhador continua torcendo contra si mesmo

É o retrato mais cruel do Brasil de 2026: o assalariado que mal consegue pagar uma consulta no posto de saúde agora torce contra o SUS, faz campanha pelo patrão, vota no candidato do patrão e, quando o chefe vira deputado ou senador, aplaude a bancada que precariza seus direitos e o transforma em mão de obra descartável.

Enquanto isso, o mesmo trabalhador é empurrado para o abismo das apostas online. As bets explodiram no vácuo deixado pelo governo Bolsonaro e hoje são blindadas por uma poderosa “bancada das bets” no Congresso. O resultado está à vista: famílias inteiras endividadas, lares destruídos, depressão e suicídios provocados pelo vício que cabe no bolso de qualquer celular.

E o escárnio não para por aí.

Enquanto o povo quebra as contas com o “jogo do tigrinho”, a cúpula do Congresso viaja de jatinho privado com um dos maiores empresários do setor de apostas. O presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira foram flagrados em um voo vindo de São Martinho, paraíso fiscal no Caribe, propriedade do gigante “Fernandin OIG”. Cinco malas desembarcaram sem raio-X, sem inspeção, por ordem direta de um auditor fiscal — exatamente no período em que o Congresso discutia a regulamentação das bets.

Suspeita de contrabando, descaminho e favorecimento escandaloso? O caso foi parar nas mãos de Alexandre de Moraes por conta do foro privilegiado.

Ao mesmo tempo, o senador Flávio Bolsonaro, nome que ainda seduz parcelas da classe trabalhadora, acumula denúncias de rachadinhas, relações com milícias e atua como ponte para a liberação de cassinos e bingos. Pior: é relator da PEC das Praias, texto que pode entregar terrenos de marinha à iniciativa privada — abrindo caminho para resorts e grandes cassinos à beira-mar. Privatiza-se a praia pública, instala-se o cassino físico ao lado do digital que já rouba o salário do povo.

É o ciclo perfeito da exploração: primeiro endividam o trabalhador com bets, depois tiram seus direitos trabalhistas, depois destroem o SUS que ele tanto precisa e, por fim, transformam até a praia — último espaço de lazer gratuito — em playground de especuladores e da máfia dos jogos.

Como alertou Marilena Chauí, democracia exige igualdade, liberdade e participação consciente. O que vivemos hoje é a versão perversa dessa equação: o trabalhador, sem igualdade e sem consciência plena, torce contra si mesmo. Torce contra o SUS que um dia pode salvar sua vida. Torce contra direitos que um dia impediram sua exploração total. E entrega seu salário suado para o mesmo sistema que o humilha e o descarta.

O povo precisa acordar urgente. Antes que o último direito vire aposta perdida e a praia que era de todos vire muro de resort com cassino ao fundo — enquanto o trabalhador segue torcendo contra ele próprio.


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Política

Lula vê Motta sem rumo e teme ainda mais a Câmara em 2026, dizem aliados

O presidente Lula (PT) não tem conseguido levar o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), mais a sério. É o que dizem aliados próximos do presidente sobre os acontecimentos na Casa nas últimas semanas.

Motta está sendo considerado um presidente da Câmara imprevisível pelo Planalto. As surpresas, como pautar o projeto de lei da dosimetria no início da madrugada ou votar em sequência as cassações dos deputados Glauber Braga (PSOL-RJ) e Carla Zambelli (PL-SP), têm levado Motta a ser encarado não só como um líder instável como também um parlamentar inseguro.

Lula tem visto tudo como uma falta de direção, dizem aliados. O presidente também se queixa da qualidade dos parlamentares, que, segundo ele, não mostram capacidade de exercer o trabalho, e vê o diálogo extremamente prejudicado por causa disso.

Com respeito aos protocolos, Lula evita falar de Motta abertamente, mas o parlamentar não tem mais a confiança no Planalto. Segundo interlocutores, o presidente ofereceu uma aproximação concreta, indicando até uma possível aliança eleitoral na Paraíba no ano que vem, mas não teve uma resposta entusiasmada. Na leitura do governo, o parlamentar não quer “se comprometer com nenhum dos lados”.

A desconfiança não é nova. De acordo com o Uol, a relação entre o parlamentar e a alta cúpula do governo nunca mais foi a mesma após ele quebrar um acordo, colocar urgência no projeto que derrubava o decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e avisar pelas redes sociais, em julho.

Mais do que instável, ele também é visto como inconsistente. O governo acabou analisando a última semana, que resultou até em agressões a jornalistas, como uma grande derrota para Motta: teria desagradado tanto a petistas quanto a bolsonaristas e mostrado a sua fragilidade ao centrão, algo que a política dificilmente perdoa.

Integrantes do governo usam a tentativa de cassação de Glauber como exemplo. Quando viu que estava acontecendo uma espécie de acordo para salvar o parlamentar, Motta, de cima da mesa, começou a ligar para aliados, mostrando, para petistas, descontrole da situação. Essas imagens e o vídeo em que ele leva uma resposta da deputada constituinte Benedita da Silva (PT-RJ) sobre a promulgação da Constituição Federal, em 1988, rodaram os grupos do governo de forma jocosa.

Isso tem sido externado mais abertamente por integrantes do governo do que pelo presidente. “Eu acho que é inaceitável a maneira como tem sido conduzido [a Câmara] com [votar a cassação de] Glauber e os bolsonaristas, seja em passar a madrugada votando [o PL da] Dosimetria, uma anistia envergonhada, sem colocar em pauta as grandes questões do povo brasileiro, eu acho que é um erro grave”, disse o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral a Presidência, em café da manhã com jornalistas na última sexta (12).


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Política

Reunião no fim da noite expõe tensão da Câmara após decisão do STF e operação da PF

Encontro em sexta-feira com Brasília esvaziada mobilizou a presidência da Casa diante de decisão sobre Zambelli e operação contra ex-assessora ligada ao entorno de Lira

A convocação de uma reunião de líderes em plena sexta-feira no meio da noite, quanto Brasília já estava praticamente esvaziada, expôs o grau de preocupação interna na Câmara dos Deputados diante de dois episódios sensíveis: a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso envolvendo a deputada Carla Zambelli e a operação autorizada pelo ministro Flávio Dino que teve como alvo uma ex-assessora ligada ao entorno do ex-presidente da Casa, Arthur Lira.

O encontro, considerado atípico por parlamentares, ocorreu fora da rotina do Congresso e foi interpretado como um sinal claro de que o tema mobilizou a cúpula da Câmara, especialmente a presidência. Nos bastidores, a avaliação é de que a reunião teve como objetivo alinhar uma resposta política e institucional diante da repercussão crescente do caso no Judiciário e no meio político.

Ao final da reunião, por volta das 23h, a presidência da Câmara divulgou uma breve nota à imprensa. No texto, Hugo Motta buscou se justificar em relação à operação, tentou afastar qualquer suspeita sobre a atuação da Casa e, ao mesmo tempo, atribuiu ao Poder Executivo a responsabilidade pela execução das emendas parlamentares, ao afirmar que cabe ao governo federal e aos entes federados a contratação, o pagamento e a liberação dos recursos.

Uma forma de, através da nota, tentar deslocar o foco das críticas para o Executivo, desconsiderando o contexto mais amplo da execução orçamentária e o papel político desempenhado pelo Parlamento na indicação, organização e direcionamento das emendas. A estratégia, avaliam interlocutores, não elimina o desgaste institucional gerado pelo caso nem reduz a pressão sobre a Mesa Diretora.

Tensão na Câmara
O episódio ocorre em meio a um ambiente de tensão adicional provocado pelo prazo de 48 horas para o cumprimento da decisão do STF que determinou a cassação de Carla Zambelli, prazo que se encerra neste domingo (14). Apesar disso, Motta já indicou a interlocutores que pretende se manifestar formalmente sobre o tema apenas na segunda-feira, o que tem sido interpretado como uma forma de Motta querer reafirmar força diante do STF e marcar posição.

Parlamentares avaliam que o eventual descumprimento da decisão judicial pode gerar responsabilizações diretas, incluindo a possibilidade de afastamento do comando da Casa. Às vésperas do encerramento do ano legislativo, a sucessão de episódios reforça a percepção de que a crise ultrapassou o campo administrativo e passou a mobilizar o núcleo político da Câmara dos Deputados.

*ICL


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Glauber Braga é um Patrimônio Nacional, Hugo Motta é a escória

Na medida em que o trono de Bolsonaro desaba, no campo da direita vão surgindo novas dinastias fascistas, na busca por alterar o mapa pol´kitico e, com isso, vamos assistindo à nojeira que oscila entre o golpismo, o mau-caratismo, o ódio e o fascismo, usados como arma de guerra pela marafunda de interesses que, hoje, compõem a pauta da direita criminosa no Brasil.

Mas isso tem um custo, os dois presidentes, da Câmara dos Deputados e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, viram os ventos mudarem contra eles por práticas criminosas na tentativa de emparedar o governo Lula para obedecer os desmandos dos dois grupos que dão sustentação aos presidentes das casas.

É a velha história, a de que merda, quanto mais mexe, mais fede, e quanto mais fede, mais gera repulsa na sociedade.

A coisa se agiganta numa velocidade impressionante, em tempos de internet.

É inacreditável que a bata feudal de Motta e Alcolumbre não dê a eles um mínimo de prudência para investir, de forma tão podre, em suas ambições.

Essa gente acha que o Brasil ainda vive uma política de colônia para assumir papéis tão desprezíveis e execrados pela sociedade.

Com o andar acelerado do tempo, esses dois fizeram uma autofritura, baseados na cultura do fisiologismo político e pegaram o caminho errado, aderindo à prática fascista que herdaram de Bolsonaro, e estão enfrentando uma sociedade enfurecida com a total falta de escrúpulos de Motta e Alcolumbre.

Numa cadeia de ações criminosas, Hugo Motta, para agradar a horda de fascistas e sua alcateia, resolveu atacar o mandato de Glauber Braga que, certamente, é o deputado mais combativo e respeitado da Câmara pelo povo brasileiro, sem jamais se perder em devaneios.

Assim, ele detonou Moro. Assim, ele detonou Arthur Lira, chefe maior de Hugo Motta.

Porém, essa atitude, clássica de canalhas, de tentar cassar o mandato de Glauber, levantou a fúria de brasileiros em defesa de sua honra, de seu mandato, de sua história, mas sobretudo de sua postura de jamais arredar pé de suas lutas.

Por outro lado, parcela gigantesca da sociedade está triturando e cuspindo Hugo Motta nas redes, avisando que não aceitará mais uma tentativa de golpe contra aqueles que agem em prol do Brasil e do povo brasileiro.


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Política

Motta é manipulador e não manipulado como se vende

Hugo Motta, atual presidente da Câmara dos Deputados (eleito em fevereiro de 2025 com amplo apoio do Centrão, incluindo PL, PT e MDB), é frequentemente retratado como um “articulador neutro” e “moderado”, herdeiro de uma família política tradicional da Paraíba, cheia de picaretas profissionais.

No entanto, acusações de corrupção, desvios de emendas parlamentares e manobras políticas sugerem um perfil mais agressivo: alguém que usa sua posição para blindar interesses pessoais e familiares, manipulando agendas e aliados.

Motta se “vende” como vítima do sistema – refém de Moraes ou do STF, como alega Eduardo Bolsonaro em vídeo de setembro de 2025.

Mas evidências mostram o contrário: ele é o agente ativo, negociando em bastidores para manter poder.

Colunistas como Natuza Nery (GloboNews) o acusam de “oportunismo irresponsável” em pautas como o PL Antifacção, politizando temas sérios para barganhar com a extrema-direita.

Motta opera de forma rasteira como cobra criada numa família venenosa que sorri para todos enquanto entrega só aos seus.

A armação entre Motta, Tarcisio e Derrite para aliviar para as facções e tentar detonar as PF não deixa margem pra dúvidas de quem se trata.

O Motta verdadeiro joga nas sombras do poder. Fora dos olhos da sociedade.

Ele não precisa gritar, só continuar sorrindo enquanto manipula tudo e todos.


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Política

370 votos que ajudam o crime

Se a atuação do deputado Guilherme Derrite como relator do PL Antifacção tivesse uma trilha sonora, a música ideal seria aquele prefixo do antigo programa “Os Trapalhões”. Nunca se viu vexame maior de um parlamentar nessa função: sem negociar, Derrite jogou no lixo a proposta do governo e apresentou um primeiro substitutivo que foi malhado por todos como Judas em sábado de aleluia. Foi assim com a segunda, a terceira, a quarta e a quinta versões. Nesta terça-feira (18) foi votada na Câmara a sexta versão do monstrengo, aprovada por 370 votos a 110.

Não seria tão grave se as trapalhadas de Derrite fossem apenas cômicas, como acontecia com Didi, Dedé, Zacarias e Mussum. Mas, infelizmente, são trágicas.

A grande tragédia consiste no esforço bizarro que fizeram o deputado relator (licenciado do cargo de secretário de Segurança de São Paulo) e Hugo Motta para avacalhar um debate sério, que tinha o objetivo de ajustar a legislação ao grave cenário da criminalidade no país, com facções cada vez mais poderosas.

Na frente das câmeras o discurso dessa turma é de endurecimento no combate aos criminosos e integração das forças de segurança pública. Na prática, Derrite e seu grupo ignoraram o trabalho de meses feito pelo governo e se esforçaram ao máximo para tirar da Polícia Federal, da Receita Federal e da Justiça Federal as prerrogativas no enfrentamento ao crime organizado.

O problema aqui não é meramente político, de busca de protagonismo dos governadores nessa área que rende dividendos eleitorais. Se fosse só isso já seria péssimo.

Mas é pior.

Pela insistência em escantear a PF e outros órgãos federais, o que Derrite, Motta,Tarcísio de Freitas, Cláudio Castro, Ronaldo Caiado, além dos mentores semi-ocultos da proposta (Arthur Lira e Eduardo Cunha) pretendem mesmo é tornar menos eficaz as principais corporações brasileiras de combate aos bandidos — especialmente os de colarinho branco.

As trapalhadas dessa turma sinistra — Derrite à frente — ajudaram a escancarar uma verdade dolorosa, que todos já conheciam, mas nunca havia se mostrado tão explicitamente: há no Brasil um grande número de políticos empenhados em atrapalhar o combate ao crime organizado e favorecer bandidos poderosos.

O texto de Derrite tira recursos da PF, minimiza as chances de asfixia financeira, mantém facções de posse de seus bens, cria dubiedade sobre a legislação a ser aplicada contra as quadrilhas, endurece penas contra bagrinhos e facilita a vida dos financiadores bilionários da bandidagem.

Foi isso que 370 deputados aprovaram.

No fim da votação na Câmara, Centrão e extrema direita comemoraram.

Ao mesmo tempo, os bandidos mais poderosos do país também fizeram festa.

A noite desta terça-feira (18) diz muito sobre o Brasil.

Que saudade dos trapalhões originais…

*Chico Alves/ICL


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