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Ao vivo STF: assista sessão hoje de julgamento do futuro de Moraes

É nítido que o Grupo Globo está forçando a mão sobre Alexandre de Moraes para desviar o foco dos crimes de Flavio Bolsonaro.


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Fachin, a rigor, blindou ainda mais Flávio Bolsonaro, exaltou Mendonça e jogou Moraes aos leões

Se alguém ainda tinha dúvida sobre quem sai politicamente fortalecido desse rearranjo no Supremo, basta olhar para o resultado: Flávio Bolsonaro emerge mais protegido do que nunca, enquanto Alexandre de Moraes é empurrado para o centro de uma fogueira política que interessa diretamente ao bolsonarismo.

A ironia é brutal. No momento em que o campo bolsonarista precisava desesperadamente de uma narrativa para transformar seus problemas em combustível eleitoral, surge um cenário perfeito: Moraes convertido em alvo permanente, enquanto André Mendonça, indicado por Jair Bolsonaro ao STF, ganha espaço e protagonismo justamente no ambiente em que Flávio precisa de proteção política.

É difícil não perceber o tamanho da contradição.

O grupo de Flávio pode comemorar. Aquilo que parecia ser um cerco vai se transformando, aos olhos de seus aliados, em uma espécie de corredor de proteção. A atenção pública se desloca, o debate muda de foco e, no lugar das perguntas incômodas que deveriam permanecer no centro da mesa, a política brasileira volta a consumir a velha guerra contra Moraes.

E é aí que a frase ganha uma atualidade impressionante: Fachin, a rigor, acaba produzindo um efeito político que favorece Flávio Bolsonaro, fortalece a posição de Mendonça e deixa Moraes exposto aos leões.

Não é preciso acreditar em conspiração para reconhecer o efeito concreto da movimentação. Na política, resultado também é mensagem. E a mensagem que chega ao bolsonarismo é cristalina: enquanto Moraes vira saco de pancadas, Mendonça aparece cada vez mais confortável no tabuleiro.

Para Flávio, isso é quase um presente.

A velha estratégia bolsonarista sempre funcionou melhor quando consegue trocar o assunto. Quando a pressão aperta, cria-se um inimigo maior, desloca-se o foco e transforma-se o debate institucional numa guerra de torcidas. Moraes, goste-se ou não de suas decisões, tornou-se novamente o personagem perfeito para esse roteiro.

E, enquanto todos olham para ele, quem está sendo beneficiado pelo deslocamento do foco?

Flávio Bolsonaro.

Essa é a pergunta que não pode desaparecer no meio do barulho.

Porque o mais curioso de tudo é que o bolsonarismo passou anos denunciando supostos privilégios e blindagens institucionais. Agora, quando o cenário produz um resultado politicamente favorável ao seu candidato, parece haver uma súbita amnésia coletiva.

Mendonça ganha oxigênio. Moraes vira alvo. E Flávio respira aliviado.

Se isso não é blindagem no sentido político da palavra, pelo menos é impossível negar que o efeito do rearranjo favorece exatamente quem mais precisava que os holofotes fossem desviados.

E o bando de Flávio, evidentemente, sabe aproveitar cada segundo.

A pergunta que fica é simples e incômoda: quem está pagando o preço político dessa operação de deslocamento de foco?

Até aqui, a resposta parece evidente: Moraes.

E quem está colhendo os dividendos?

Flávio Bolsonaro.

Há algo ainda que toca de perto a honorabilidade da presidência do STF na figura de Fachin, o gênio, Mario Frias, vendo que Flavio Dino lhe pegou pelo rabo, fez um pedido público para que fosse retirada das mãos de Dino a relatoria das emendas que acabou flagrando Frias e a produtora do filme Dark Horse, que receberam enxertos públicos de políticos do PL como, Bia Kicis e Marcos Pollon, exigindo que Fachin tirasse a relatoria de Flavio Dino e entregasse a André Mendonça, como bem comentou o jornalista Reinaldo Azevedo.


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Política

Calúnia contra Lula: PGR pede para Flávio Bolsonaro ser ouvido pela PF

Segundo Paulo Gonet, senador deve ser ouvido antes da manifestação final da PGR sobre investigação por calúnia contra Lula

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao ministro Alexandre de Moraes que devolva à Polícia Federal (PF) o inquérito que investiga o senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O objetivo é que o parlamentar seja ouvido antes da conclusão da investigação.

Gonet avalia que a necessidade de a PF realizar a oitiva com Flávio se dá “sobretudo em razão da possibilidade de retratação, capaz de isentá-lo de pena”.

A manifestação foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta segunda-feira (6/7). Segundo Gonet, a defesa de Flávio solicitou uma série de diligências à PF e pediu que o senador fosse ouvido apenas após o cumprimento dessas medidas. Os requerimentos, no entanto, foram indeferidos pela corporação.

O procurador-geral acrescentou que, embora a PF já tenha concluído o relatório final da investigação, ainda é necessário ouvir Flávio Bolsonaro, especialmente diante da possibilidade de retratação prevista no Código Penal para o crime de calúnia, hipótese que pode isentar o investigado de pena, segundo Pablo Giovanni, Metrópoles.

“A manifestação é, assim, pelo retorno dos autos à Polícia Federal a fim de que seja realizada a oitiva do investigado. Após, requer nova concessão de vistas para manifestação sobre o relatório conclusivo das investigações”, explicou Gonet.

A manifestação foi encaminhada a Moraes, que ainda não decidiu sobre o pedido.

Inquérito
Em relatório encaminhado ao STF em 26 de junho, a Polícia Federal concluiu que Flávio cometeu o crime de calúnia contra o presidente Lula.

Segundo os investigadores, o senador atribuiu ao presidente os crimes de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.


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Bolsonaro de volta à Papudinha? STF decidirá sobre golpista

O prazo da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) termina na quinta-feira (25/6), e o Supremo Tribunal Federal (STF) terá de decidir se mantém a medida ou determina o retorno dele ao sistema prisional.

O ministro Alexandre de Moraes autorizou a domiciliar por 90 dias após Bolsonaro receber alta hospitalar, em março, quando deixou o Hospital DF Star, em Brasília, onde tratou um quadro de broncopneumonia.

Na decisão que liberou a transferência para casa, Moraes citou a recuperação do ex-presidente e escreveu: “O ambiente domiciliar é o mais indicado para preservação de sua saúde, uma vez que, conforme literatura médica, devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias”.

Com o fim do período fixado, o STF poderá analisar novas informações médicas sobre Bolsonaro. A Corte também poderá determinar perícia, se considerar necessário avaliar o estado de saúde do ex-presidente antes de decidir sobre a continuidade da prisão domiciliar.

Ex-presidente estava na Papudinha antes da transferência
Bolsonaro passou a cumprir a prisão domiciliar em 27 de março. Antes disso, ele cumpria pena em uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha.

O ex-presidente recebeu condenação de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele estava preso desde novembro do ano passado, depois que a Justiça decretou prisão preventiva por descumprimento de medidas cautelares, diz o DCM.

Nos dias que antecedem o fim do prazo da domiciliar, a Polícia Civil do Distrito Federal também apura o caso de uma pistola registrada em nome de Bolsonaro. Policiais encontraram a arma com o soldado do Exército Brasileiro e agente do Gabinete de Segurança Institucional Estácio Leite da Silva Filho durante uma blitz em Taguatinga, no Distrito Federal.

Em depoimento, o policial militar que fez a abordagem relatou que o integrante do GSI disse trabalhar para Bolsonaro e afirmou que a arma pertencia ao ex-presidente. Segundo o agente, ele recebeu o armamento para verificar uma suposta falha mecânica no percussor e devolveria a pistola no dia seguinte.

A PCDF pediu autorização a Alexandre de Moraes para ouvir Bolsonaro por videoconferência nesse procedimento. A defesa afirma que a pistola estava sem condições de uso porque integrantes da equipe de segurança teriam retirado o percussor sem conhecimento do ex-presidente, por receio dos efeitos de medicamentos psiquiátricos usados por ele.


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Política

Escolta de Bolsonaro barra intimação do ex-presidente em caso de arma apreendida

Após relato da Polícia Civil de que a escolta impediu a entrega de uma intimação, Moraes determinou que Bolsonaro seja ouvido presencialmente em sua residência

A Polícia Civil do Distrito Federal informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que não conseguiu intimar pessoalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro para prestar depoimento no inquérito que investiga a circulação de uma arma registrada em seu nome e encontrada com um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Em ofício enviado ao STF na quarta-feira (18), a 17ª Delegacia de Polícia de Taguatinga pediu autorização para que Bolsonaro seja formalmente intimado por determinação da Corte e participe de uma audiência por videoconferência marcada para o próximo dia 24 de junho.

Segundo o delegado Thiago Boeing Schemes da Silva, a tentativa de entrega da intimação fracassou porque a equipe responsável pela escolta do ex-presidente impediu o cumprimento da diligência.

“A tentativa de cumprimento da intimação pessoal restou infrutífera, uma vez que a equipe de escolta responsável não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando a ciência pessoal do intimando”, afirma o delegado no documento encaminhado ao STF.

Pedido de intervenção
Diante da situação, a Polícia Civil solicitou a intervenção de Moraes para garantir a participação do ex-presidente na audiência.

O depoimento está relacionado ao inquérito instaurado após uma arma registrada em nome de Bolsonaro ser encontrada com um agente do GSI durante uma blitz realizada pela Polícia Militar do Distrito Federal.

Na ocasião, o servidor afirmou que transportava o armamento a pedido do ex-presidente para que fossem realizados reparos e manutenção. Posteriormente, a própria defesa de Bolsonaro confirmou ao Supremo que a arma havia sido entregue ao agente com essa finalidade.

A investigação busca esclarecer as circunstâncias em que o armamento deixou a posse direta do ex-presidente, foi transportado por um terceiro e posteriormente retornou à residência de Bolsonaro.

O novo documento da Polícia Civil acrescenta um elemento inédito ao caso. Embora a escolta do ex-presidente seja realizada por agentes públicos, a delegacia afirma que os policiais encarregados da diligência foram impedidos de efetuar a intimação.

O ofício não informa qual corporação integrava a equipe de escolta nem esclarece quem determinou que a diligência não fosse realizada. Também não há indicação de que Bolsonaro tenha sido pessoalmente comunicado sobre a tentativa de intimação.

Moraes autoriza oitiva de Bolsonaro
Diante do relato de que policiais civis foram impedidos pela escolta de Jair Bolsonaro de realizar a intimação do ex-presidente, o ministro Alexandre de Moraes proferiu nova decisão no caso e autorizou sua oitiva no inquérito instaurado pela Polícia Civil do Distrito Federal para apurar as circunstâncias envolvendo a pistola Glock calibre 9 mm registrada em seu nome e apreendida com um agente do GSI.

Embora a polícia tenha solicitado que o depoimento fosse realizado por videoconferência no dia 24 de junho, Moraes determinou que a oitiva ocorra presencialmente, às 15h do dia 23 de junho, na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária. O ministro justificou a medida afirmando que há restrição legal para o uso de comunicações eletrônicas pelo ex-presidente.

STF muda formato do depoimento de Bolsonaro

De acordo com Cleber Lourenço, ICL, em setembro do ano passado, Alexandre de Moraes determinou que a escolta do ex-presidente passasse a ser realizada exclusivamente pela Polícia Federal e pela Polícia Penal do Distrito Federal, em razão das medidas cautelares impostas ao ex-chefe do Executivo.

Agora, diante da impossibilidade de cumprimento da intimação, a Polícia Civil recorreu ao STF para assegurar a oitiva de Bolsonaro no inquérito.


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Brasil Mundo

PF monitorou fim da data de permanência legal de Ramagem nos EUA para ação de prisão

PF fez trabalho de cooperação por meio de um oficial de ligação que acompanhou os dados de Ramagem nos EUA

A coluna de Juliana Dal Piva, no ICL, apurou que a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos ocorreu após um trabalho de meses da Polícia Federal desde que Ramagem fugiu em setembro. Um dos pontos centrais para que a ação se desdobrasse nesta segunda-feira foi verificar quando vencia o período de permanência legal do ex-deputado nos EUA com o visto B1B2, o visto de turismo e negócios utilizado por ele para entrar na Flórida.

Além disso, a PF fez um trabalho de cooperação por meio de um oficial de ligação que estava atuando nos EUA e acompanhando os dados de Ramagem. Ele foi preso nesta segunda-feira (13) por agentes do ICE, o serviço de imigração dos Estados Unidos, na Flórida, onde permanecia desde que deixou o Brasil em 2025.

O ex-diretor-geral da Abin teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados em dezembro do ano passado, após ser condenado no processo da trama golpista em 11 de setembro.

Após fugir do Brasil, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) entrou nos EUA no dia 11 de setembro, o que demonstra que ele decidiu deixar o país antes mesmo de ser condenado. A PF já apura o caso desde o início de outubro.

Além disso, investigadores já identificaram que Ramagem iniciou sua fuga em Brasília a partir de um voo para Boa Vista, em Roraima, no dia 9 de setembro. O trajeto entre Boa Vista e a Guiana foi feito via terrestre. Nos dias seguintes, tanto ele como a mulher, Rebeca, passaram a postar imagens juntos para disfarçar o paradeiro do deputado. Por isso, antes dela viajar aos EUA, Rebeca foi alvo de busca pessoal e teve celulares apreendidos no aeroporto.

Em nota, a Câmara informou que não foi autorizada missão oficial no exterior para o deputado Ramagem, tampouco houve comunicação à presidência da Casa de afastamento do parlamentar do território nacional.

A Casa também declarou que o deputado apresentou atestados médicos nos períodos de 9 de setembro a 8 de outubro; e de 13 de outubro a 12 de dezembro. Ramagem integrava o chamado “núcleo crucial” da trama golpista, ao lado de outras sete pessoas, entre elas o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão e o ministro Alexandre de Moraes também determinou esta semana a perda de mandato parlamentar de Alexandre Ramagem.

A esposa do deputado, Rebeca Ramagem, chegou a publicar, no domingo (23), nas redes sociais, que a família viajou para Miami por “proteção”, alegando enfrentar “perseguição política desumana”.


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Bolsonaro vai para casa: Manifestação da PGR é pela prisão domiciliar de Bolsonaro

Decisão final cabe a Alexandre de Moraes, do STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (23), em que diz ser favorável à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão final cabe ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

De acordo com o ICL, após novo pedido protocolado pela defesa na última quarta-feira (18), Moraes havia remetido os laudos médicos de Bolsonaro à PGR na sexta-feira (20) e solicitado manifestação da PGR sobre o tema. O ex-presidente está internado desde 13 de março com um quadro de broncopneumonia.

Na manifestação, o procurador-geral Paulo Gonet afirma: “A evolução clínica do ex-presidente, nos termos como exposto pela equipe médica que o atendeu no último incidente, recomenda a flexibilização do regime, em linha com o que admite o Supremo Tribunal em circunstâncias análogas.”

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre a pena na Papudinha, em Brasília.


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A grande mídia, metabolicamente falando, é parte do bolsonarismo

De 2023 até então, Bolsonaro, que tinha plano de matar o presidente da República, Lula, o vice, Alckmin e o ministro do STF, Alexandre de Moraes, além do golpe de Estado para sobreviver e sustentar o corpo do clã, promoveu um conjunto de reações químicas que, agora, ocorrem nas células de uma organização criminosa viva para transformar em poder o que existe de mais facínora na vida nacional.

Nisso, está incluído, além do antigo bolsonarismo, do agro, da milícia, do peculato, da formação de quadrilha e dos assassinatos, a grande mídia, a Faria Lima, as big techs, as fintechs e os comandos criminosos, como revelou a operação Carbono Oculto da Polícia Federal. a gora, é tudo uma coisa só.

O objetivo é sequestrar o Estado e saquear o país da forma mais vil, como vimos nos quatro anos do governo Bolsonaro em que ele loteou as insituições do Estado para se manter de pé.

Houve uma profissionalização desse bando e, junto, o aprofundamento do desleixo com qualquer tipo de imagem ética ou coerência.

O tal powerpoint da GloboNews, tentando construir a fórceps a participação de Lula no esquema bilionário de Vorcaro e o Banco Master, é de um ridículo sem fim. Mas quem na Globo está preocupado com o ridículo?

O importante é catabolizar a imagem construída por Lula em seus três mandatos e, de quebra, anabolizar a imagem de Flavio, do seu pai e de todo o clã, mesmo que não tenham feito nada na vida além de mamar nas tetas do Estado e usá-lo para ser saqueado pelos próprios.

O escandaloso crescimento do patrimônio da família Bolsonaro mostra a que nível chegou  temperatura corporal dessa falange. Por onde eles passaram, absorveram e mudaram o sentido do funcionamento do Estado que lhes permitiu fazer uma fortuna incalculável.

Em resumo, podemos afirmar que o metabolismo do clã Bolsonaro, hoje, é mais forte que qualquer célula criminosa no Brasil e permite manter viva, crescer e se dividir em várias frentes, o que já ocorre dentro dos organismos do Estado brasileiro, inclusive nas entranhas dos três poderes, junto com o preço fixo que a conexão entre Bolsonaro e mídia estabeleceu de forma deliberada para dissipar o PT, Lula ou qualquer um da esquerda que se aventure a se manter no poder.

Detalhe, Wassef e Queiroz nunca estiveram tão ativos como nessa nova configuração da milícia bolsonarista em nome do prjeto Brasil/Muzema.


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Malu Gaspar plagia Chacrinha: vim para confundir, não para explicar

Hoje, Malu Gaspar superou até o grande Rolando Lero, da Escolinha do Professor Raimundo.

Na tentativa de desqualificar a nota de Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, na GloboNews, Malu usou a velha tática de dar uma versão confusa dos fatos para serem confusamente entendidos pela sociedade.

Mas parece que o tiro saiu pela culatra, pois o que aconteceu foi que, pela cara dos colegas, a gazua eleitoral utilizada pela sabuja lavajatíssima errou na dose até para consumo interno. A cara dos colegas era de quem estava entendendo p* nenhuma que a postulante a fiscal dos passos de Moraes produziu sob a premissa de desvendar negativamente a nota de Viviane Barci.

Como prêmio, levará um troféu do Chacrinha com sua máxima, “vim para confundir, não para explicar”.


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O peleleco do Vorcaro está pleso na gaiola

O Brasil parece mesmo um cartum. Quando se vê o pau mandado de Bolsonaro, Rogério Marinho, convocar coletiva de imprensa para dizer que senadores bolsonaristas estão reunindo votos para pedir o impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que comandou a condenação e prisão do golpista Bolsonaro, que incluia em seu plano de golpe em 8 de janeiro de 2023, o assassinato do atual presidente da República, Lula, do vice, Alckmin e do próprio ministro do STF, Alexandre de Moraes, tem-se a certeza que pelo menos uma parcela da população vive de galhofa para uma choldra de eleitores afeitos à patetices no campo de batalha política.

A absurda orientação, melhor dizendo, ordem do condenado, preso na Papuda que, diga-se de passagem, recebeu um aporte de R$ 3 milhões, depositados em sua conta por Daniel Vorcaro, querendo usar manchetes sensacionalistas da mídia contra o ministro para tentar desesperadamente inverter a lógica da vida institucional do país, dá para jurar que se vive num hospício.

No Brasil, a direita nunca viveu uma crise de identidade tão brutal como agora. A civilidade foi jogada no lixo pelo próprio Bolsonaro e seus súditos.

Isso pode ser classificado como ferocidade alegórica de um quadro de humor trash.

Lógico, toda essa paspalhice se estende ao mais sabujo dos filhos de Bolsonaro, Flavio, justamente por sublinhar, como de fato é, um soldado impávido cumprindo as ordens do papai, dizendo inclusive que quer vencer a eleição para a presidência para soltar o delinquente que parece se encontrar em uma confusão mental que ultrapassa as raias da loucura.

Duro é imaginar que a direita foi incapaz de superar uma besta como essa, porque não tem quadros minimamente competitivos para disputar a presidência da República em 2026. Então, parte para o terrorismo humorístico sem exigir do pintor ao menos um pincel para desenhar tal lambança.

*Imagem destaque: Izanio Charges


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