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Moraes pede manifestação da PGR, antes de mandar Bolsonaro de volta à prisão

O caso é sobre a arma registrada em nome do ex-presidente estava no carro de um militar responsável por sua segurança

Na decisão, Moraes citou a Lei de Execuções Penais. O trecho mencionado prevê que comete falta grave o condenado que possui, de forma indevida, instrumento capaz de colocar em risco a integridade física de terceiros. Com isso, o ministro quer saber se a presença da arma durante o cumprimento da medida cautelar pode gerar consequências para Bolsonaro.

A apreensão da pistola
O caso ganhou repercussão após a apreensão de uma pistola Glock calibre 9 mm durante uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal, realizada na última segunda-feira (15). A arma, registrada em nome do ex-presidente, estava no carro de um militar responsável por sua segurança. Ela foi recolhida por não estar acompanhada do certificado de registro.

Em depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal, Bolsonaro reconheceu ser o proprietário da pistola. Segundo documento enviado ao STF, ele afirmou que a arma permanecia em sua residência enquanto cumpre prisão domiciliar. Também teria dito que não poderia ficar desarmado porque havia “três mulheres em casa”.

Depoimento sob sigilo
A oitiva foi conduzida pelo delegado Thiago Boeing, da 17ª Delegacia de Polícia. O policial permaneceu por cerca de 40 minutos no condomínio onde Bolsonaro mora. Em nota, a Polícia Civil informou que o ex-presidente respondeu a todas as perguntas, mas destacou que o conteúdo do depoimento está sob sigilo.

O advogado Paulo Cunha Bueno acompanhou a oitiva. Segundo ele, Bolsonaro repetiu a versão já apresentada ao Supremo. A defesa sustenta que o ex-presidente apenas pediu a um militar da equipe de segurança que verificasse o funcionamento da arma, após suspeitar de uma falha. Também nega que tenha determinado a retirada da pistola para conserto.

Paulo Bueno afirmou ainda que as medidas impostas a Bolsonaro não incluíam a entrega das armas registradas em seu nome. Por isso, considera improvável que o episódio influencie uma eventual decisão de Moraes sobre a manutenção da prisão domiciliar.

Pistola com militar da GSI
A pistola apreendida estava em poder de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), atualmente vinculado à Casa Civil. O órgão é responsável pela segurança dos ex-presidentes da República. O caso é investigado pela Polícia Civil do Distrito Federal e acompanhado pelo STF.

Especialistas apontam que o episódio pode resultar em sanções administrativas. Também avaliam a possibilidade de questionamentos com base no Estatuto do Desarmamento, a depender das conclusões das investigações.


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Política

Bolsonaro vai para casa: Manifestação da PGR é pela prisão domiciliar de Bolsonaro

Decisão final cabe a Alexandre de Moraes, do STF

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (23), em que diz ser favorável à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão final cabe ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.

De acordo com o ICL, após novo pedido protocolado pela defesa na última quarta-feira (18), Moraes havia remetido os laudos médicos de Bolsonaro à PGR na sexta-feira (20) e solicitado manifestação da PGR sobre o tema. O ex-presidente está internado desde 13 de março com um quadro de broncopneumonia.

Na manifestação, o procurador-geral Paulo Gonet afirma: “A evolução clínica do ex-presidente, nos termos como exposto pela equipe médica que o atendeu no último incidente, recomenda a flexibilização do regime, em linha com o que admite o Supremo Tribunal em circunstâncias análogas.”

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre a pena na Papudinha, em Brasília.


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Política

Assista à manifestação no Rio de Janeiro: Congresso inimigo do povo

As manifestações contra o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria em São Paulo e Rio de Janeiro terão transmissão ao vivo, neste domingo (14). Das 27 unidades federativas, 18 convocaram os atos para hoje.

No Rio, os atos acontecem no Posto 5 de Copacabana, e reúnem diversos artistas, com direito a apresentação de Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Gil, Chico Buarque e outros. Em São Paulo, o portal Diário do Centro do Mundo (DCM) acompanha o ato, além de receber o deputado estadual Leonel Radde (PT-RS) para bate-papo com os jornalistas. A manifestação ocorre na Avenida Paulista, no coração da grande SP.

https://youtu.be/RLCH2l3OiYc


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Mundo

Mais de 100 mil participam de manifestação histórica em Haia na Holanda contra o genocídio em Gaza

Dezenas de milhares de manifestantes vestidos de vermelho marcharam por Haia no domingo para exigir uma ação governamental que ponha fim à campanha de Israel em Gaza.

Os organizadores consideraram-na a maior manifestação do país em duas décadas, com grupos de direitos humanos e agências de ajuda – incluindo a Amnistia Internacional, a Save the Children e os Médicos Sem Fronteiras – a estimarem a multidão pacífica em mais de 100.000 pessoas.

As ruas da capital política neerlandesa estavam repletas de idosos, jovens e até alguns bebés no seu primeiro protesto.

A cor vermelha dominou a manifestação. Atendendo ao chamado dos organizadores, os participantes se vestiram de vermelho para traçar simbolicamente uma “linha vermelha” contra os ataques em Gaza, pedindo que o governo dos Países Baixos rompa com a cumplicidade diante do que classificam como um genocídio.

Os manifestantes percorreram um percurso de cinco quilómetros em torno do centro da cidade de Haia, para criar simbolicamente a linha vermelha que, segundo eles, o governo não conseguiu estabelecer.

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Política

O cheiro de bueiro na manifestação convocada pelo nauseabundo Bolsonaro

Os restos mortais do bolsonarismo não poderiam ter imagem mais melancólica.

Uma samambaia amarelada carregada de fungos e outras pragas.

Nem para figuração o troço serviu. Babou geral.

Um fenômeno de público às avessas.

Natural, pois, a essa altura dos acontecimentos, o gado já procura outras praças pra pastar.

Uma manifestação emboracada. Um choque de ventos contrários.

Bolsonaro já fala conformado que vai entrar um rolete de fumo no seu sonho de anistia.

Bolsonaro, hoje, não passa de um duendezinho político., um caco da bomba que prometeu explodir em Copacabana.

A impressão auditiva foi um pum. Um peidinho.

Nem Gustavo Gayer foi.

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Política

Militares, lelé e da cuca, vão à manifestação apoiar um militar expulso do exército por ato terrorista

Os cavalos de Figueiredo estão lá em Copacabana apoiando um sujeito que recebeu a maior desonra militar que um recruta zero terrorista pode receber.

O cara espalhou bomba pelos quartéis onde diz ter servido.

Bolsonaro foi preso e sumariamente expulso das Forças Armadas por práticas criminosas contra a própria instituição.

Sem falar que foi terminantemente proibido de colocar os pés em qualquer unidade militar por sua traição e toxicidade.

Por aí se vê o nível de indigência dos militares que apoiam o delinquente.

Os Napoleões de sanatório, e suas “honras” são a parte tragicômica dessa micareta fascista.

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Política

Deu ruim: Somente 2% do público previsto na manifestação pró-anistia de Bolsonaro em Copacabana

Apenas 18,3 mil pessoas compareceram ao ato bolsonarista no Rio de Janeiro, segundo dados da USP.

O ato deste domingo (16) de Jair Bolsonaro, em Copacabana, no Rio de Janeiro-RJ, reuniu apenas 18,3 mil pessoas, representando menos de 2% do público estimado, segundo um levantamento da Universidade de São Paulo (USP). Os dados foram divulgados pelo jornal O Estado de São Paulo.

Bolsonaro e seus aliados chegaram a projetar a presença de 1 milhão de manifestantes na mobilização em defesa da anistia aos envolvidos na tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023.

Prestes a ser preso por liderar a tentativa de golpe de Estado após a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro fracassou miseravelmente em sua última tentativa de angariar apoio popular a um projeto que anistiaria os envolvidos nos atos antidemocráticos.

Bolsonaristas se frustraram com a manifestação esvaziada na praia de Copacabana, que ficou muito aquém da promessa de Bolsonaro. Imagens transmitidas pela TV Globo mostram que o ato não conseguiu ocupar quarteirões inteiros nem mobilizar uma multidão, reunindo apenas um grupo diante do palco, com presença espalhada pela avenida e chegando até a faixa de areia.

A Primeira Turma do Supremo marcou para 25 de março a análise pelo colegiado da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.

Encaminhada pela PGR ao Supremo em 18 de fevereiro, a denúncia posiciona Bolsonaro como líder de uma organização criminosa que agiu para contrariar o resultado das urnas após a vitória do presidente Lula nas eleições de 2022.

Em caso de condenação por todos os crimes a que foi denunciado, as penas de Bolsonaro poderiam variar de 12 anos a mais de 40 anos de prisão.

A defesa do ex-mandatário afirmou em manifestação ao STF que não há provas contundentes que apontem Bolsonaro como autor de ordens para a execução de um golpe de Estado ou que tenha praticado qualquer ato de violência. Bolsonaro reclamou do que considerou um ritmo acelerado para tratar das acusações de que é alvo.

Se Bolsonaro pretendia pressionar o STF, deu ruim, deu péssimo. a prisão se aproxima.

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Política

Pedindo para ser preso hoje, Bolsonaro vai para manifestação que armou contra o Procurador Geral da República

Criar furdunço nas ruas contra o PGR, só confirma as acusações que lhe pesam no lombo feitas pelo próprio PGR.

Isso não é tática de defesa, mas falta de horizonte de quem será preso em breve. Talvez hoje, dependendo do que falar ou fizer.

A guerra que Bolsonaro está convocando contra uma instituição do Estado brasileiro, só confirma sua liderança no ato golpista de 8 de Janeiro de 2023.

Essa típica molecagem de Bolsonaro, pode sim ser uma arma com o gatilho engatado contra a própria cabeça.

Prometendo respostas às acusações feitas contra si pela PGR, seu ataque costumeiro pode ter um desfecho nada habitual.

Pior, Bolsonaro corre sim o risco de ser preso hoje ainda, bancando o peru de natal que morre de véspera.

Se pensa que colocará estribos numa instituição da República, na realidade, Bolsonaro está colocando seu pescoço na forca antes da hora.

A conferir.

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Opinião

Bolsonaro, o tiro e a culatra

A atmosfera que ronda a convocação de Bolsonaro para produzir um confronto direto com o STF, começa a dar aquele ponto de azedo, talhado.

Assim, de ontem para hoje, há um clima no ar de que Bolsonaro encontrou um jeito de ir mais rápido para a Papuda.

A ideia da manifestação e o patrocínio são de Malafaia, o que piora ainda mais a adesão de aliados importantes para Bolsonaro.

As notícias que chegam são as de que, confirmados mesmo de ir ao ato, são poucos.

As ex-ministras, Damares e Tereza Cristina, já avisaram que não irão, entre outras figuras do universo bolsonarista. Mas há também uma fileira de governadores, como Caiado, Zema, Cláudio Castro, entre outros, não responderam se irão.

Na mídia corporativa, a convocação está sendo extremamente criticada e, com isso, apoiadores de Bolsonaro, da Jovem Pan, por exemplo, não escondem que estão morrendo de medo de, no dia 25 de fevereiro, a coisa virar um grande fiasco, como, muitos preveem.

Seja como for, uma opinião é praticamente unânime, Bolsonaro encurtou o tempo para ser preso.

Na verdade, o papo que rola é que ele está na porta da Papuda, com essa ideia de jogar os bolsonaristas mais fanáticos contra o STF, mas sobretudo, Alexandre de Moraes.

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Opinião

Bolsonaro não foi à manifestação porque soube que o convescote fascista babaria

O bolsonarismo, hoje, provou que não faz quórum sequer para criar um coletivo. Essa babada da Paulista tinha que acontecer para mostrar que o deslumbramento com o genocida, se não está anêmico, perdeu muita musculatura.

Sem o rótulo de presidente da República, cercadinho do Palácio da Alvorada com mídia todos os dias, o teatro de Bolsonaro ficou vazio, servindo de galhofa e viralizou nas redes sociais.

Bolsonaro desbotou, se tem algum projeto para voltar a disputar um lugar qualquer na política, tem caixa para, no máximo, cair na terceira divisão do baixo clero, se muito.

Todos os seus clichês surrados já foram excretados, ninguém mais dobra a aposta nesse espantalho.

Ou seja, a imagem de Bolsonaro, depois que deixou a presidência da República, é de uma samambaia, só cresce para baixo. Nem pitoresco o sujeito é mais, pois não causa nenhuma surpresa em qualquer declaração ou ação.

Em última análise, Bolsonaro foi moído pelos fatos depois de ser triturado por Lula em outubro de 2022.

A manifestação que flopou:

https://twitter.com/direitasiqueira/status/1728872614624645613

https://twitter.com/NP__Oficial/status/1728866563082817947