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Vídeo: Flávio Bolsonaro e a máfia do Rio de Janeiro

Falar de Flavio Bolsonaro não é uma tarefa qualquer dada à  interminável lista de envolvimento dele com todo tipo de crime e de criminoso.

É em torno dos esquemas, montados por Flavio, que a milícia e tráfico se somam para alçar mais poder na política carioca e fluminense. Mas a coisa não para aí, e uma gama de todos tipos e gostos de contraventores que, via clã Bolsonaro, sobretudo Flavio, está junto e misturado dentro do esquema político comandado por Flavio, que levou o Rio de Janeiro ao cume do caos.

Agora, Flavio, pretende se tornar presidente da República e transformar esses esquemas em caráter nacional, do Oiapoque ao Chuí.

Náo acredito que Flavio tenha deixado seu pai no chinelo nos esquemas do Rio, na verdade, ele deu continuidade, com outros membros do clã, ao que Jair Bolsonaro começou,

O vídeo abaixo, de Pedro Dória, que está longe de ter qualquer simpatia pelo PT, Lula e afins, ligados à esquerda, ganha uma dimensão inapelavelmente gigantesca, porque traça um panorama cirúrgico de um esquema que hoje comove o Brasil, tal a degradação política carioca e fluminense.

Sim, como disse o ionistro do STF, Flavio Dino, não há nada na história do Brasil que se compare a esse vulcão de banditismo produzido por uma escória gerenciada por Flavio Bolsonaro.

É muito importante assistir a esse vídeo e compartilhá-lo ao menos até o fim da fala de Pedro Dória sobre Flavio Bolsonaro e seu projeto de poder para o Palácio do Planalto, arrastando um bonde de criminosos para comandar o país. Isso é trágico só pelo fato de um sujeito como esse ser candidato à Presidêncoa da República debaixo das barbas da justiça, sem qualquer impedimento, mesmo com tudo o que se sabe desse marginal.

Assista:


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Política

O velório do bolsonarismo: Atos da extrema direita na Paulista e Rio fracassaram

Na Paulista, apenas 20 mil pessoas e No Rio de Janeiro, a USP contabilizou 4,7 mil participantes em Copacabana

A manifestação organizada por lideranças da direita neste domingo (1º), na avenida Paulista, reuniu somente cerca de 20,4 mil pessoas, de acordo com estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP/Cebrap) em parceria com a ONG More in Common. Ato semelhante realizado em setembro do ano passado reuniu 42 mil pessoas.

O levantamento tem margem de erro de 12%, o que indica um público entre 18 mil e 22,9 mil pessoas no momento de maior concentração, registrado às 15h53.

Um sistema de Inteligência Artificial identifica e contabiliza automaticamente as pessoas presentes na área analisada.

Ao final do ato na Paulista, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) avaliou a participação como positiva. “Achei que foi um bom número. Como sempre, os brasileiros aqui dando a cara a tapa, vindo pra rua, mostrando que não têm medo de perseguição”, declarou.

No Rio de Janeiro, a contagem realizada pelo Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e pela More in Common estimou 4,7 mil participantes na praia de Copacabana.

Considerando a margem de erro de 12%, o público teria variado entre 4,1 mil e 5,3 mil pessoas, com pico às 11h20. Não houve estimativas divulgadas para outras capitais do país.

*ICL


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Política

Assista à manifestação no Rio de Janeiro: Congresso inimigo do povo

As manifestações contra o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria em São Paulo e Rio de Janeiro terão transmissão ao vivo, neste domingo (14). Das 27 unidades federativas, 18 convocaram os atos para hoje.

No Rio, os atos acontecem no Posto 5 de Copacabana, e reúnem diversos artistas, com direito a apresentação de Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Gil, Chico Buarque e outros. Em São Paulo, o portal Diário do Centro do Mundo (DCM) acompanha o ato, além de receber o deputado estadual Leonel Radde (PT-RS) para bate-papo com os jornalistas. A manifestação ocorre na Avenida Paulista, no coração da grande SP.

https://youtu.be/RLCH2l3OiYc


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Política

Sob o governo Claudio Castro, a maior matança do Rio de Janeiro

A megaoperação da polícia no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho (CV) resultou em pelo menos 64 mortes, tornando-se um dos episódios mais letais de operações policiais na história recente da cidade.

O evento ocorreu nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte, e a resposta da comunidade foi imediata, com moradores levando aproximadamente 60 corpos para a Praça São Lucas.

A veracidade desses números ainda é incerta, podendo haver mais vítimas que não foram contabilizadas oficialmente.

Historicamente, essa operação superou os números de mortes anteriores em ações policiais como a da Favela do Jacarezinho e a da Vila Cruzeiro, marcando uma escalada de violência nas políticas de segurança pública sob a administração de Cláudio Castro.

De acordo com o ICL, moradores relataram que muitos corpos ainda se encontravam nas áreas altas dos morros, enquanto Raull Santiago, ativista presente no local, descreveu a operação como um evento brutal e sem precedentes, destacando o sofrimento das famílias.

As reações a essa operação foram intensas, com uma nota de 27 organizações da sociedade civil denunciando as ações da polícia e afirmando que “segurança pública não se faz com sangue”. As entidades defenderam que a operação é um reflexo da violência estrutural e do fracasso das políticas de segurança do estado.

A Polícia Civil e Militar do Rio, com cerca de 2.500 agentes na Operação Contenção, foi mobilizada para prender líderes do crime organizado e realizar buscas em território fluminense. No entanto, os bloqueios nas ruas e a subida do nível de alerta nas operações da cidade indicam que a situação chegou a um ponto crítico.

O governador Cláudio Castro expressou que a operação não se trata de uma abordagem convencional de segurança pública, mas sim de um estado de defesa, sugerindo a necessidade de uma colaboração com forças federais, já que o estado se encontra isolado em seus esforços para combater o CV.

Os relatos contínuos de violência e a luta da comunidade refletem um ciclo vicioso de dor e desespero, exacerbando a percepção de que a política de segurança do Rio falha em proteger os cidadãos. Santiago, em sua descrição perturbadora, enfatizou a dor dos familiares em luto, destacando o impacto emocional que essas perdas têm sobre a comunidade.

As condições nos locais de alta criminalidade são descritas como insuportáveis, com moradores clamando por intervenção e solução.A comunidade enfrenta uma realidade assustadora, onde a violência não parece ter fim, e as operações policiais, em vez de trazer segurança, muitas vezes resultam em mais mortes e sofrimento.

As vozes de desespero e dor ecoam em ruas que, em teoria, deveriam ser protegidas pelas forças do estado. A busca desesperada por respostas para a insegurança expõe a gravidade da crise de segurança ao qual o Rio de Janeiro está submetido.

Por fim, diante do luto e das exigências por justiça e mudança, a sociedade civil continua a se mobilizar, clamando por uma abordagem mais humana e eficaz para a segurança pública, questionando a lógica da militarização e da violência como métodos de resolução de conflitos.

As vozes dos moradores e ativistas se tornam cada vez mais essenciais, representando não apenas as vítimas, mas também a esperança de que um futuro diferente se torne possível, onde a vida e a dignidade sejam respeitadas.

Matança


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Política

Vídeos – Rio de Janeiro: 2500 policiais, bombas e tiroteios em ação contra 100 membros do CV

Os moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, acordaram nesta terça-feira (28) em meio a intensos confrontos entre forças de segurança e criminosos do Comando Vermelho (CV). A megaoperação, batizada de Operação Contenção, cumpre 100 mandados de prisão e 150 de busca e apreensão contra traficantes ligados à facção. Segundo balanço parcial, quatro suspeitos morreram e 23 foram presos.

A ofensiva mobiliza cerca de 2.500 agentes das forças de segurança, incluindo policiais civis, militares e promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

As investigações apontam que pelo menos 30 dos procurados são do Pará e que líderes do CV se refugiam nas 26 comunidades que compõem os complexos do Alemão e da Penha. Durante as primeiras horas da operação, foram apreendidos dez fuzis, duas pistolas e nove motocicletas.

O cenário na região foi de guerra. Traficantes reagiram a tiros, ergueram barricadas em chamas e lançaram bombas com drones contra as tropas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Colunas de fumaça podiam ser vistas de vários pontos da cidade.

https://twitter.com/i/status/1983114911090692491

Um policial do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foi atingido de raspão na perna. Três pessoas inocentes também ficaram feridas: um homem em situação de rua, baleado nas costas, foi levado ao Hospital Estadual Getúlio Vargas; uma mulher foi atingida enquanto treinava em uma academia; e outro homem foi ferido em um ferro-velho.

O secretário de Segurança Pública do Rio, Victor Santos, afirmou que toda a ação foi planejada pelo governo estadual. “Toda essa logística é do próprio estado do RJ. São aproximadamente 9 milhões de metro quadrado de desordem no estado do Rio de Janeiro”, disse o G1.

Segundo ele, cerca de 150 mil pessoas vivem nas áreas afetadas. “Essa é a realidade. Lamentamos profundamente as pessoas feridas, mas essa é uma ação necessária, planejada, com inteligência e que vai continuar”, declarou o secretário.

O governador Cláudio Castro reforçou a continuidade das operações e destacou o papel do Estado no enfrentamento às facções.

“Estamos atuando com força máxima e de forma integrada para deixar claro que o poder é do Estado. Os verdadeiros donos desses territórios são os cidadãos de bem, os trabalhadores. Seguiremos firmes na luta contra o crime organizado”, afirmou.

https://twitter.com/i/status/1983139318622298547

*DCM


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Economia Mundo

BRICS preparam resposta ao pacote tarifário de Trump

Chanceleres negociam declaração conjunta contra restrições unilaterais ao comércio mundial.

Os chanceleres do BRICS se reunirão no Rio de Janeiro nos dias 28 e 29 para discutir uma resposta conjunta ao pacote tarifário dos EUA, implementado durante o governo de Donald Trump. Além da crise comercial, as discussões incluirão o financiamento para ações contra as mudanças climáticas.

O pacote tarifário, que havia sido suspenso temporariamente, impõe tarifas sobre produtos de quase todos os países, visando proteger a indústria norte-americana, causando quedas nas bolsas e aumentando o risco de recessão. A China, como maior economia do bloco, continua sujeita a essas tarifas.

O embaixador brasileiro, Mauricio Carvalho Lyrio, destacou que o grupo pretende reafirmar seu apoio ao comércio multilateral e criticar as medidas unilaterais. Ele também mencionou a necessidade de fortalecer a Organização Mundial do Comércio (OMC), cujas funções de mediação estão comprometidas desde as ações de Trump em 2019, segundo o Congresso em Foco..

Essa reunião serve como preparação para a cúpula de chefes de Estado do BRICS, agendada para julho no Rio, onde o ministro Mauro Vieira liderará os debates. A reunião busca transformar-se em uma plataforma contra práticas protecionistas, também abordando financiamento climático, o papel do Sul Global no comércio e a reforma da governança internacional, além de apoiar o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF).

 

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Política

Polícia Federal indicia governador bolsonarista do Rio de Janeiro por corrupção e peculato

Cláudio Castro é suspeito de envolvimento em esquemas de desvio de dinheiro público quando ocupava os cargos de vice-governador e vereador na capital fluminense.

A Polícia Federal (PF) indiciou o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, mas não informou os detalhes do indiciamento, nem os crimes que estão sendo imputados a ele. De acordo com a PF, o inquérito está sob segredo de Justiça. Pelo mesmo motivo, nem o Superior Tribunal de Justiça (STJ) nem a Procuradoria-Geral da República (PGR) deram informações sobre o caso.

Apuração do UOL apontou, no entanto, que o bolsonarista é acusado de crimes de corrupção passiva e peculato por desvio de recursos públicos. Segundo o portal, o irmão de consideração de Castro, Vinícius Sarciá, também foi indicado sob acusação desses mesmos delitos.

O indiciamento é parte da Operação Sétimo Mandato realizada em dezembro de 2023 pela PF. Na ação, a corporação cumpriu mandados de busca e apreensão para investigar supostas propinas em contratos para projetos sociais do governo do estado. Castro não foi alvo de mandados da operação, mas, na ocasião, o governo do estado informou que a Sétimo Mandato não trazia nenhum novo elemento à investigação, que já transcorria desde 2019, e que não havia nenhuma prova contra o governador.

Nota de Cláudio Castro
Nesta terça-feira (30), a assessoria de imprensa do governo do estado divulgou nova nota, na qual informa que a defesa de Castro está entrando com pedido de nulidade do relatório do inquérito que indicia o chefe do governo fluminense.

“Causa estranheza o fato de, em todos esses anos, o governador sequer ter sido convocado a prestar qualquer esclarecimento sobre os fatos. As informações que sustentam a investigação são infundadas e a defesa reitera que tudo se resume a uma delação criminosa, de um réu confesso, em documentos que estão sob segredo de Justiça e continuam a ser vazados, o que vem sendo contestado junto aos tribunais superiores em razão de sua absoluta inconsistência”, afirma o texto.

A nota diz ainda que o governador confia na Justiça e que está seguro de que tudo será esclarecido até o fim do processo legal.

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Cotidiano

Rio tem 27 ônibus incendiados após morte de sobrinho de miliciano

Matheus da Silva Rezende, sobrinho do miliciano Luís Antônio da Silva Braga, foi morto em confronto com a polícia.

A morte de Matheus da Silva Rezende, sobrinho do miliciano Luís Antônio da Silva Braga, mais conhecido como “Zinho”, desencadeou uma série de incêndios a ônibus no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (23/10).

Matheus morreu em um confronto com policiais civis na comunidade Três Pontes, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo a polícia, o sobrinho de Zinho era conhecido como Teteu e Faustão e era apontado como segundo na hierarquia da milícia.

Até o momento, pelo menos 27 ônibus foram incendiados na zona oeste do Rio. Além disso, existem relatos de outros veículos incendiados e vias interditadas.

A Prefeitura do Rio de Janeiro entrou em estágio de “mobilização”, segundo nível em uma escala de cinco e significa que há ocorrências de alta impacto na cidade.

Segundo o governo municipal, a ação criminosa tem provocado reflexos nos bairros de Guaratiba, Inhoaíba, Paciência, Cosmos, Santa Cruz e Magarça.

A MobiRio, empresa pública responsável pelo o sistema BRT, informou que o corredor Transoeste estava circulando, por volta das 16h, apenas as linhas 13 (Alvorada x Mato Alto – Expressso), 25 (Alvorada x Mato Alto – Parador) e 22 (Jd. Oceânico x Alvorada – Parador).

  • Caminhão incendiado na Avenida Brasil, na altura da Estrada de Manguariba;
  • Carro incendiado na Avenida Cesário de Melo, na altura da Rua dos Carpinteiros;
  • Ônibus incendiado na Avenida Brasil, na altura da Rua Agaí;
  • Ônibus incendiado na Avenida Brasil, na altura do Assaí;
  • Ônibus incendiado na Avenida Brasil, na altura do Centro de Distribuição Guanabara;
  • Ônibus incendiado na Estrada do Mato Alto, na altura do OBom Atacadão;
  • Ônibus incendiado na Rua Guarujá, na altura da Rua Groselha;
  • Ônibus incendiado na Estrada do Campinho, na altura da Rua Perico;
  • Ônibus incendiado na Estrada da Matriz, na altura do Quartel dos Bombeiros;
  • Caminhão incendiado na Avenida Brasil, na altura da Estrada do Campinho, sentido Itaguaí;
  • Caminhão incendiado na Estrada das Agulhas Negras, na altura da Rua Jornalista Gastão de Carvalho;
  • Ônibus incendiado na Avenida Cesario de Melo, na altura da Rua Carvalhal;
  • Ônibus pega fogo na Av. Cesário de Melo, na altura do BRT Vilar Carioca;
  • Ônibus pega fogo na Rua Felipe Cardoso, na altura do BRT Cajueiros, em Santa Cruz;
  • Ônibus pega fogo e interdita a Rua Guarujá, na altura do Viaduto de Cosmos.

Morte de Faustão
Matheus Rezende morreu após ser baleado em uma troca de tiros com agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE).

 

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Política

Vídeo: Octavio Guedes, na GloboNews, mostra o absurdo dos gastos dos militares na intervenção do Rio de Janeiro

A intervenção militar no Rio, de Janeiro de fevereiro a dezembro de 2018, que até hoje ninguém sabe o motivo, feita durante o governo Temer, narrada no vídeo abaixo por Octavio Guedes, na GloboNews, merece nota.

Inúmeros itens alimentícios de consumo dos militares da intervenção, teve parte dos recursos com desvio de finalidade, não disfarçam o absurdo histórico das raízes dessa inexplicável intervenção.

Confira:

https://twitter.com/lazarorosa25/status/1701674335587422227

 

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Cotidiano

Interpol evita massacre em escola no Rio de Janeiro

Adolescente de 17 anos planejava ataque para comemorar 24 anos do Massacre de Columbine, nos EUA.

Um adolescente de 17 anos que planejava um massacre em escola no centro do Rio de Janeiro foi apreendido pela Polícia Civil nesta sexta-feira (17), após um alerta enviado pela Interpol às autoridades brasileiras, segundo a Forum.

A apreensão ocorreu na própria escola onde o menino faria os ataques. A operação contou com homens da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e do Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância). Além disso, as investigações contaram com a colaboração entre a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Secretaria de Estado de Educação e a Interpol.

De acordo com as investigações, informações compartilhadas pelo adolescente na internet indicam que, além de planejar o massacre, ele também seria um apologista do nazismo. Um outro adolescente apologista das mesmas ideias teve um mandado de busca e apreensão cumprido contra si, em Realengo.

Além disso, as investigações apontam que o plano previa que o ataque fosse executado no próximo dia 20 de abril, data em que o Massacre de Columbine, nos EUA, completa 24 anos. Na ocasião, em 1999, dois alunos armados invadiram a Columbine High School, deixaram 12 alunos e um professor mortos, além de 24 feridos. Após o ataque, tiraram a própria vida.

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