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Namorada enviou a Vorcaro vídeo de Ciro Nogueira: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”

Mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que a modelo Martha Graeff enviou a ele um vídeo do senador Ciro Nogueira (PP-PI) em que o parlamentar declara apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A conversa ocorreu por mensagem direta no Instagram em 23 de julho de 2025.

No vídeo encaminhado pela namorada, Ciro Nogueira afirma: “Estamos com Bolsonaro. Sempre”. A gravação foi enviada por Martha Graeff às 11h27 daquele dia, segundo registros das mensagens analisadas nas investigações relacionadas ao Banco Master.

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A publicação com o título “Estamos com Bolsonaro. Sempre!” foi enviada por Martha a Vorcaro às 11h27 do dia 23 de julho de 2025. No vídeo, Ciro Nogueira diz que Bolsonaro é vítima de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país” e que pretende apresentar um Projeto de Lei para “proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais”.

“É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir. Isso eu considero uma perseguição sem precedente na história do nosso país. Nós estamos estudando até no congresso um projeto de lei para proibir qualquer tipo de cessamento de redes sociais, porque da forma como está se acontecendo no país, isso é uma censura prévia que nós não podemos admitir em hipóteses nenhumas”, afirma no vídeo.

Na gravação, o senador também declara que Bolsonaro é alvo de “uma perseguição sem precedentes na história do nosso país”. Em seguida, afirma: “É um homem que não tá sendo acusado de roubar, nem de matar e tá tendo cessado o seu direito de poder se manifestar, de poder ir e vir”.

*DCM


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“Sicário”, parceiro de Vorcaro, morre em Belo Horizonte

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão estava sob custódia na Superintendência Regional da PF quando atentou contra a própria vida

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e preso na Operação Compliance Zero, morreu na noite desta quarta-feira (4) em Belo Horizonte (MG). Ele estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal no estado quando atentou contra a própria vida.

Fontes da Polícia Federal informaram que o investigado apresentou morte encefálica após o ocorrido. Mourão era um dos presos na operação conduzida pela corporação, segundo o DCM.

De acordo com informações divulgadas pela PF, o preso foi socorrido por policiais federais que estavam no local no momento da ocorrência. Ele recebeu procedimentos de reanimação ainda na sede da instituição.

Superintendência Regional da Polícia Federal

Em seguida, o investigado foi encaminhado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital João XXIII, localizado no centro de Belo Horizonte. A unidade hospitalar realizou o atendimento médico após a chegada do paciente.

A Polícia Federal informou que o caso foi comunicado ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do processo relacionado à operação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a corporação, todos os registros em vídeo que mostram a dinâmica do ocorrido serão encaminhados às autoridades competentes. A PF também informou que abrirá procedimento para apurar as circunstâncias do fato.


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Política

iPhone apreendido de Vorcaro reúne contatos do topo da Câmara

Número comercial do ex-banqueiro concentrava contatos do atual e do ex-presidente da Câmara e de deputados de vários partidos

O iPhone 17 apreendido na primeira operação que levou à prisão de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, era, segundo fontes que acompanham as investigações, o número considerado “comercial” do empresário. É nesse aparelho que aparece uma agenda com nomes que alcançam o núcleo de comando da Câmara dos Deputados — incluindo o atual presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e seu antecessor imediato, Arthur Lira (PP-AL).

A informação é relevante porque indica que não se tratava de um telefone pessoal secundário, mas de um canal utilizado para interlocução institucional e empresarial. O aparelho foi recolhido na operação realizada no ano passado e integra o material sob análise das autoridades.

De acordo com o relatório técnico associado ao WhatsApp do telefone, os contatos são classificados em duas categorias:

  • Symmetric contacts (S): quando há reciprocidade — ambos os lados têm o número salvo.
  • Asymmetric contacts (A): quando apenas o titular do aparelho mantém o registro.

No caso de Hugo Motta e Arthur Lira, os números estavam salvos no celular de Vorcaro, mas não há indicação de que os parlamentares tivessem o contato do empresário registrado no próprio aparelho, ao menos segundo o documento analisado. O material não permite concluir se houve troca de mensagens.

A lista completa de parlamentares identificados no aparelho é a seguinte:

Contatos classificados como recíprocos (S)

  • Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG) – deputado federal
  • Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) – deputado federal

Contatos classificados como unilaterais (A)

  • Hugo Motta (Republicanos-PB) – deputado federal e atual presidente da Câmara
  • Arthur Lira (PP-AL) – deputado federal e ex-presidente da Câmara
  • Diego Coronel (PSD-BA) – deputado federal e corregedor da Câmara
  • Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – deputado federal
  • Altineu Côrtes (PL-RJ) – deputado federal
  • Doutor Luizinho (PP-RJ) – deputado federal
  • Fausto Pinato (PP-SP) – deputado federal
  • João Carlos Bacelar (PL-BA) – deputado federal
  • Márcio Marinho (Republicanos-BA) – deputado federal
  • Nikolas Ferreira (PL-MG) – deputado federal
  • Flávia Arruda (PL-DF) – ex-ministra da Secretaria de Governo
  • Rodrigo Maia (PSD-RJ) – ex-presidente da Câmara
  • Lucas Gonzalez (Novo-MG) – ex-deputado federal
  • Vinicius Poit (Novo-SP) – ex-deputado federal
  • Bilac Pinto (União Brasil-MG) – secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais
  • Fábio Mitidieri (PSD-SE) – presidente do PSD em Sergipe
    Entre os nomes listados, apenas dois aparecem com reciprocidade no registro técnico: Marcelo Álvaro Antônio e Paulo Abi-Ackel, ambos de Minas Gerais. Todos os demais constam como registros unilaterais no telefone classificado como comercial do empresário.

Obs. Nenhum deputado é do PT.

Embora a existência do contato não comprove interlocução, o fato de o número considerado comercial concentrar registros do atual presidente da Câmara e de seu antecessor indica que o aparelho era utilizado para manter organizada uma rede de alto nível institucional.

A presença de Nikolas Ferreira na agenda adiciona um elemento já conhecido publicamente. O jornal O Globo revelou que o deputado utilizou o jatinho de Vorcaro durante a campanha eleitoral de 2022, em agendas vinculadas à campanha do então presidente Jair Bolsonaro. O uso da aeronave inseriu o nome do banqueiro no ambiente político-eleitoral daquele ano.

A coincidência entre o registro telefônico e o episódio do jatinho não prova articulação institucional. Mas sugere que a relação entre o empresário e parte da classe política extrapolava o ambiente estritamente financeiro.

Outro ponto relevante é a multiplicidade de aparelhos. Este iPhone 17 foi apreendido na primeira fase da investigação. No início deste ano, uma nova operação resultou na apreensão de mais cinco celulares com Vorcaro. No mínimo, portanto, são seis dispositivos sob análise.

Isso significa que o telefone agora descrito representa apenas uma parte do universo de dados ainda em apuração.

A presença de lideranças partidárias, do atual presidente da Câmara, do ex-presidente e do corregedor da Casa em um aparelho apontado como número comercial do empresário insere um componente político evidente na investigação. O registro de contatos, isoladamente, não configura irregularidade. Mas evidencia o nível de interlocução institucional que Vorcaro buscava manter.

*Cleber Lourenço/ICL


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Política

Uso de jato por Nikolas na campanha é levado à Procuradoria-Geral Eleitoral

Deputados apontam possível omissão de doação estimável em campanha de 2022 e pedem apuração por falsidade ideológica eleitoral

Os deputados federais Lindbergh Farias (PT/RJ) e Rogério Correia (PT/MG) protocolaram na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), órgão do Ministério Público que atua junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma representação criminal eleitoral para apurar o uso, por Nikolas Ferreira (PL/MG), de aeronave executiva associada ao empresário Daniel Vorcaro durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022.

A peça afirma que o deslocamento ocorreu em “agenda político-eleitoral de apoio à candidatura presidencial de Jair Bolsonaro, com itinerário interestadual e finalidade explicitamente vinculada à mobilização eleitoral de público jovem”. Segundo os parlamentares, o próprio deputado reconheceu publicamente a utilização do jatinho no período de campanha, sustentando que não sabia quem era o proprietário da aeronave.

Para os autores da representação, a admissão do uso desloca o debate para o campo técnico-contábil. O documento registra que o representado “reconhece o fato objetivo relativo à utilização do jatinho no período de campanha”, o que, na avaliação dos deputados, fixa a materialidade do deslocamento e direciona a apuração para a regularidade do custeio e do registro na prestação de contas.

O texto é categórico ao tratar da natureza do benefício. “A utilização de aeronave executiva não constitui despesa acessória ou circunstância indiferente sob a ótica do financiamento eleitoral. É serviço de elevado custo operacional e valor de mercado significativo”, afirmam os parlamentares.

Pela legislação eleitoral, bens e serviços economicamente avaliáveis devem ser registrados como doação estimável em dinheiro, quando custeados por terceiro, ou como despesa de campanha, quando pagos pela própria candidatura ou partido.

Pontos centrais da apuração
A representação delimita quatro pontos centrais de apuração: se houve custeio por terceiro e qual sua identidade; se o serviço foi contabilizado na prestação de contas; qual o valor econômico do benefício usufruído; e se eventual omissão ocorreu com o dolo específico exigido pelo artigo 350 do Código Eleitoral, que trata de falsidade ideológica em documento público.

No documento, os deputados ressaltam que a alegação de desconhecimento sobre o proprietário da aeronave não afasta o dever de transparência. “Permanece intacta a questão institucional decisiva: houve ou não registro do serviço na prestação de contas correspondente, com identificação da fonte/custeio e atribuição de valor de mercado”, argumentam.

A peça também aborda o chamado “caixa dois” eleitoral, descrito como a utilização de recursos ou serviços de campanha não registrados na contabilidade oficial. Segundo os parlamentares, o artigo 350 do Código Eleitoral é frequentemente mobilizado nesses casos, por envolver a prestação de contas — documento público que deve refletir a verdade sobre a origem e a dimensão do financiamento político.

Além da instauração de Procedimento Investigatório Criminal Eleitoral, a representação requer a requisição integral das prestações de contas pertinentes, auditoria dirigida às rubricas de transporte, fretamentos, doações estimáveis e despesas logísticas no período do segundo turno, bem como a expedição de ofícios à ANAC, ao DECEA e a administradores aeroportuários para envio de planos de voo, diários de bordo, rotas, datas, prefixo da aeronave e identificação do operador, segundo Cleber Lourenço, ICL.

Os deputados pedem ainda a realização de estimativa pericial do valor de mercado das horas de voo, com base em parâmetros técnicos da aviação executiva, a oitiva do representado e dos responsáveis pela logística e pela contabilidade da campanha, e a apuração de eventual reiteração da conduta também no primeiro turno das eleições de 2022.

“Esse caso do Nikolas no avião de Vorcaro revela mais do que um episódio isolado de campanha. Ele aponta para a necessidade de esclarecer como se estruturaram apoios logísticos de alto custo naquele período”, afirmou Lindbergh Farias.

O contexto político amplia a repercussão do caso. Daniel Vorcaro é citado em investigações relacionadas ao Banco Master, que enfrenta apurações por suspeitas de irregularidades financeiras. Para os autores da representação, a coincidência entre o uso da aeronave e o atual cenário investigativo reforça a necessidade de apuração técnica sobre eventual financiamento indireto de campanha.

A eventual abertura de investigação pela Procuradoria-Geral Eleitoral terá como eixo a verificação objetiva da prestação de contas. Caso o serviço esteja devidamente registrado, a análise se concentra na regularidade formal do custeio. Se não houver lançamento contábil correspondente, a apuração pode avançar para a esfera penal e eleitoral, com reflexos sobre a regularidade das contas apresentadas à Justiça Eleitoral.


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O “conservador”, Vorcaro, transformou-se no patrono da direita bolsonarista

Como diria Galvão Bueno, e vai se craindo um clima terrível para os políticos bolsonaristas. Fritados em praça pública, os bolsonaristas mais proeminentes como Nikolas que, na mais recente manifestação da direita na Paulista, grifou que Moraes seria preso, decalcando o discurso de Bolsonaro no 7 de setembro de 2022, naturalizando o desrespeito à Suprema Corte e ao próprio ministro, Alexandre de Moraes, Nikolas certamente hoje é o assunto mais comentaedo nas redes por sua proximidade concreta, material e espiritual com Vorcaro que, segundo as vozes umbralescas da cúpula bolsonarista, que se declara conservadora, acaba sendo transformado no mestre e patrono do conservadorismo nativo.

Afinal, estamos falando de um sujeito que surgiu no seio neopentecostal da igreja de Lagoinha, cujo enriquecimento se dá a partir daí rumo ao mercado financeiro, fazendo de tudo isso uma espécie de feijoada completa do conservadorismo à moda miliciana.

Ou seja, o camarada, com uma pegada binária, com um pé no conservadorismo religioso e, outro, no conservadorismo financeiro, transformou-se em uma espécie de laranja nada sutil dos dois esquemas de enriquecimento ilícito.

Em poucos anos, Vorcaro criou seu próprio molde de conservadorismo que resultou numa fortuna incalculável de quem traçou seu caminho para a prosperidade no mundo do crime, enquanto se vendia como locutor evangélico e, posteriormente, um midas do mercado financeiro.

Essa é a visão que o brasileiro tem desse sujeito e de quem caminhou, par e passo, com o próprio, como é o caso de Nikolas Ferreira, detonado pelo Globo nesta terça-feira, 3 de março.

Esse monumento moral às avessas não poderá, nem com todo o esforço do mundo, manter um figurino que lhe permitia berrar honestidade enquanto catequizava bolsonaristas tolos para virar uma espécie de novo Bolsonaro.

Com os fatos de hoje, mostrados pela grande mídia, a terra se abriu debaixo dos pés de Nikolas que foi inteiramente engolido pelas revelações de que mantinha estreita relação com Vorcaro e usava dos mesmos dogmas “conservadores” para fazer carreira política e fortuna.

O suposto fenômeno político que o próprio se arroga, começa a amargar seu fim, ao estilo Pablo Marçal.


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Política

Um dia após bradar a prisão de Moraes, Nikolas Ferreira é detonado pelo Globo, denunciando que o deputado fez uma turnê pelo Brasil em campanha por Bolsonaro em avião de Vorcaro

Nikolas, Vorcaro e Lagoinha são uma coisa só. Em síntese, foi o que escreveu Malu Gaspar sobre o bibelô da direita nativa, que trombeteou a prisão de Alexandre de Moraes.

Nesta segunda, 2, Valdemar da Costa Neto disse que Bolsonaro recebeu de Daniel Vorcaro, diretamente em sua conta, não via PL, o valor de R$ 3 milhões, dizendo que vai exlodir uma bomba sobre o Banco Master.

Aeronave foi utilizada em caravana que percorreu pelo menos nove estados e o DF em busca de virada do então presidente contra Lula no segundo turno.

Nikolas, que frequenta a Lagoinha, aparece em uma foto nas redes sociais diante do Embraer 505 Phenom 300 ao lado de Batista, da mulher do pastor, Mariel, e da influenciadora cristã Jey Reis, que publicou o registro.

“MISSÃO CUMPRIDA!!”, diz Jey na postagem. “ Em cinco dias rodamos todas as capitais do Nordeste com lotação máxima em todos os lugares!!! A oportunidade de viver isso com esse mega time, pregar e mostrar amor pelo nosso país foi inesquecível!!! AMAMOS JESUS E AMAMOS O BRASIL!!”, escreveu a influencer, que publicou ainda outra foto na porta do jatinho com a hashtag #juventudepelobrasil em Recife.

Em seguida, no Globo, Malu Gaspar sapecou em garrafais:

“Nikolas e pastor da Lagoinha usaram jato de Vorcaro em campanha por Bolsonaro em 2022”

Será mesmo que Moraes será preso como bradou Nikolas Ferreira?


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Epstein e Vorcaro, duas ratazanas do mercado financeiro

O submundo do mercado financeiro expõe suas tripas diante do mundo, tanto Epstein quanto Vorcaro não são herdeiros de milionários, são financistas que se criaram e enriqueceram no esgoto do sistema financeiro, deixando claro que, além hábeis manipuladores, conhecem todos os caminhos paralelos do submundo financeirista.

Cada qual a seu modo, criarsm um sistema de aliciamento que lhes rendeu uma fortuna. Os dois, segundo a justiça, afortunaram-se com aprendizagem em segredos das brechas deixadas por um sistema com regulação totalmente frouxa e falha em dois países cujo Banco Central é independente, numa flagrante exposição do ambiente promíscuo, tanto nativo quanto nos EUA.

Como um sistema financeiro se mostrou tão inerte diante de dois criminosos que se locupletaram de verdadeiras fortunas, mansões, ilhas imponentes, extraídas da podridão desse esgoto financeirista. O que se observa é que o sistema parece ter sido  modelado por banqueiros para se beneficiarem a ferro e fogo dessa choldra.

Não é possível que esses camaradas tenham cavado a modo e gosto, túneis que lhes garantiriam invisibilidde eterna enquanto vegetavam sem produzir um único parafuso dentro dos ambientes mais perversos, imorais e desumanos.

Aonde encontraram estratégias que os levaram ao mapa da mina? Claro, silenciosamente, longe de um campo de batalha.

Ninguém sondou a alma de seus negócios, que são um supremo engodo, como assim?

Esse tempo topo, puderam falsear paisagens e delas escolher somente o melhor do fruto dessa esculhambação sem serem incomodados pelo próprio sistema financeiro e pela justiça?

Esses verdadeiros artistas do submundo do crime, mostram como o panorama da mistificação vale ouro se funcionarem como satélites que gravitam em torno de determinados sóis que lhes rendem verdadeiros tesouros.

Todo sadismo e todos os frutos que vemos emergir das revelações expõem que esses são processos clássicos de bolsonaristas, não de grandes mestres do futurismo financeiro, muito menos tem algum poder premunitório capaz de interprtar a luz no mais imbricado sistema para os mortais.

Seja como for,  os truques dos dois foram desmascarados e, se não são absolutamente iguais nas ações, o são nos resultados.

É disso que se trata, mas é disso também que a mídia, que é parte do sistema financceiro, não coloca na mesa nem um pedaço desse carvão, que fará o pedal utilizado pela talentosa dupla de criminosos que produziram duas bíblias da picaretagem financeira, utilizando apenas os buracos de um sistema totalmente fraudável para chegarem ao pico da riqueza.


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Política

Fachin consulta ministros do STF após mensagens citarem Toffoli no caso Master

Presidente da Corte ouviu colegas e recebeu esclarecimentos do próprio relator, que afirma não haver motivo para afastamento

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, procurou ministros da Corte nos últimos dias para tratar da repercussão das mensagens extraídas do celular do empresário Daniel Vorcaro que fazem menções ao ministro Dias Toffoli no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. No início da semana, a Polícia Federal entregou ao presidente do STF um relatório com o conteúdo encontrado no celular de Vorcaro. Entre o material estão trocas de mensagens entre o banqueiro e Dias Toffoli, além de mensagens que fazem menções a pagamentos ao ministro do STF.

Segundo relatos de integrantes do tribunal, Fachin buscou ouvir colegas para avaliar o ambiente interno da Corte após a divulgação de trechos do material periciado pela Polícia Federal. As mensagens mencionam pagamentos e tratativas que, segundo reportagens publicadas na imprensa, fariam referência ao nome de Toffoli.

O próprio Toffoli também conversou com Fachin e apresentou esclarecimentos sobre os fatos. De acordo com ministros ouvidos sob reserva, o relator reforçou que não identifica qualquer situação que configure impedimento ou suspeição e que, portanto, não vê fundamento jurídico para eventual afastamento da relatoria do caso.

A movimentação ocorre após a Polícia Federal encaminhar ao STF informações extraídas da perícia realizada no aparelho de Vorcaro, no âmbito das apurações sobre o Banco Master. Parte do material aponta para menções a pagamentos e a interlocuções que teriam relação com pessoas próximas ao ministro.

Nos bastidores, a avaliação de integrantes do tribunal é que o tema exige cautela institucional. Há o entendimento de que a mera citação de um ministro em mensagens privadas não configura, por si só, prova de irregularidade ou causa automática de impedimento. Ao mesmo tempo, o caso elevou a tensão interna, uma vez que envolve a imagem da Corte e a condução de um processo sensível.

A análise sobre eventual suspeição segue sob a competência da presidência do Supremo, que deverá avaliar os elementos formais apresentados e eventuais manifestações das partes. Até o momento, não há decisão sobre afastamento, e Toffoli permanece à frente da relatoria do caso Master.

A expectativa no tribunal é que qualquer deliberação observe estritamente os parâmetros legais previstos no Código de Processo Civil e no regimento interno da Corte, evitando decisões precipitadas em meio à pressão pública gerada pela divulgação das mensagens.

*ICL


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Política

Sem o patrocínio de Vorcaro, camarotes da Sapucaí sofrerão uma dieta rigorosa de celebridqades de ocasião

Pode-se dizer tudo de Daniel Vorcaro, mas há que se admitir que ele jogava nas onze quando o assunto era manipulação e cooptação, a ponto de condicionar apoio a sua rede de estradas rumo à riqueza fácil com auxiliares de peso e até celebridades forjadas pelos afluentes por onde corriam os rios que desaguavam no seu mar de dinheiro fácil.

Nesse jogo, é indispensável a compra de figuras que se venderam por um lugar de destaque social na área vip do carnaval carioca.

Tudo isso, em termos de equação, foi pensado e executado por Vorcaro na busca por prosperidade. Afinal, estamos falando do Midas do Banco Master, o rei  dos escândalos financeiros do reino europeu dento do Brasil tão desigual.

Quem conhece os luxuosos aposentos de um camarote da Sapucaí, sabe que essa gente não dispensava as graças e os favores de Vorcaro para coroá-lo, de alguma forma, de ganhos e mais ganhos fáceis.

Na verdade, Vorcaro sempre jogou na base da tabelinha com alguém do seu quintal, inclusive Bolsonaro e Tarcísio de Freitas que, juntos, receberam a majestosa quantia de R$ 5 milhões em suas campanhas eleitorais de 2022.

Vorcaro sempre se mostrou uma dama na hora de oferfecer os braços e mãos para expandir seu território de ação em relações condicionadas à sua pátria particular, mesmo para aqueles que viviam um momentozinho de estrelato numa perturbação pândega, como os frequentadores de seu camarote comprado a peso de ouro.

Hoje, essas classes opulentas de fachada, se quiserem posar como tal, terão que reservar uma grana preta do próprio bolso para ingressar no lugar de mais destaque entre o público da Sapucaí.


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Política

PF investiga: mesma teia de ‘influenciadores’ serviu a Vorcaro, Tarcísio, Nikolas e Flávio

No inquérito já aberto, Polícia Federal apura elo entre as ‘bets’ VaiDeBet, de Gustavo Lima, e 7GamesBet, de empresário ligado a Ciro Nogueira, e pagamento de mídia do esquema

A agência Qualimedia Digital Inteligence, uma espécie de pequena-gigante empresa de planejamento estratégico e marketing digital que tem em seu portfólio de clientes o portal UOL, o metrô de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna, está na base da pirâmide de pessoas físicas e jurídicas que desde esta quarta-feira (28) são formalmente investigadas pela Polícia Federal por disseminarem mentiras nas redes sociais a partir de perfis de “influenciadores digitais” e de sites de caráter tóxico.

Um relatório preliminar de investigação, usado como base da PF para abrir o procedimento oficial, mostra que a Qualimedia (que surge nos papéis prévios em nome dos empresários Beni Marcus Biston e Kleber Rodrigues) é sócia da agência Eleven. Dedicada à administração de perfis e carreiras de influenciadores digitais, a Eleven subcontrata ou administra os perfis @alfinetei, @futrikei, @garotxsdoblog, @otariano e os sites “Bacci Notícias”, de Luiz Bacci, Portal Babados, Lugar da Fama e Planeta Jovem.

Num dos fluxogramas desenhados pelos investigadores fica claro que nos dias 28 e 29 de dezembro de 2025 esses perfis de redes sociais e sites da chamada “esgotosfera” da internet engajaram-se no chamado “Projeto DV” (iniciais de Daniel Vorcaro) e postaram insistentemente críticas à “velocidade da liquidação” do Banco Master, à Federação Brasileira dos Bancos (Febraban, que elogiou e apoiou a ação do Banco Central), ataques ao diretor de normas do BC, Renato Gomes, e ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, além de acusações ao banqueiro André Esteves (BTG) como sendo um “idealizador” da liquidação do ex-banco de Daniel Vorcaro.

Teia de intrigas contra BC e elogios à extrema direita
Todas as denominações virtuais enredadas na teia tecida pelos investigadores da PF têm mais de 70 milhões de seguidores somados no país. Entre os meses de novembro de 2025 e janeiro de 2026, publicaram postagens elogiosas ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, referentes à redução do valor do IPVA, a obras do Rodoanel, a ações de segurança pública e denotando “firmeza” dele na cobrança à multinacional italiana Enel, culpando-a pelos apagões na capital paulista.

Segundo as investigações preliminares que agora serão aprofundadas, os perfis também foram usados para turbinar críticas do deputado Nikolas Ferreira à Caixa Econômica Federal em razão do atraso do sorteio da “Mega da Virada”, no dia 31 de dezembro do ano passado, e ainda para anunciar e cobrir a “caminhada da insensatez” do parlamentar, em janeiro deste ano, entre Paracatu (MG) e Brasília (DF) a fim de clamar por “liberdade” ao ex-presidente Jair Bolsonaro (sentenciado a 27 anos e 4 meses de cadeia por tentativa de golpe de Estado). No mesmo período, a fauna de influenciadores contida nesse mesmo zoológico virtual foi usada espalhar informações a favor da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à presidência.

Entre os vários serviços que oferece ao mercado digital, a Qualimedia é usada como chanceladora da audiência de portais e de páginas da internet na relação comercial com governos dos três níveis – federal, estaduais e municipais – e suas respectivas agências de publicidade licitadas para o atendimento. As auditorias de audiência da Qualimedia determinam o volume de recursos a ser recebido pelos veículos em cada campanha pública que ela designada a atuar como “AdTracker”. Muitas das agências que trabalham com o atual governo federal utilizam ou já utilizaram serviços da Qualimedia. Há um disclaimer no rol de informações advertindo que o relatório foi elaborado a partir de “OSINT – Open Source Intelligence”, ou seja, pesquisa em fontes abertas, e que “os achados apresentados… não devem ser entendidos como afirmações definitivas”.

Saiba quem eram os trens-pagadores
Associados à Eleven surgem nos papéis prévios os nomes de Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians e ex-deputado federal pelo PT de São Paulo, e do filho dele, Lucas Sanchez. O filho de Andrés Sanchez, por sua vez, surge no dossiê associado a Felipe Filipelli, publicitário dono da agência Banca Digital e filho do ex-vice-governador do Distrital Tadeu Filipelli (MDB). A Banca Digital contratou a empresa Lorena Magazine, responsável por bancar financeiramente publicações elogiosas a supostas ações de Tarcísio de Freitas no Rodoanel naquela miríade de @s descritas no início desta reportagem.

O capítulo financeiro será destaque nos procedimentos investigatórios da Polícia Federal. Nos levantamentos feitos anteriormente à instauração do inquérito e que balizam as ações, os nomes dos empresários mineiros Flávio Carneiro e Antônio Carlos Freixo protagonizam alentados parágrafos. Carneiro é dono de 100% do site PlatôBR e de 49% do Brazil Journal. Nos registros de posse da PF ele aparece como tendo admitido possuir 60% das ações do site de fofocas “Leo Dias”.

No ano passado, Carneiro e Freixo Júnior montaram uma Sociedade Para Fins Específicos chamado “FOONE” que, segundo os organizadores do dossiê, tinha participação oculta de Daniel Vorcaro, antigo controlador do Banco Master, por meio do Duke Fundo de Investimento em Participações e Multiestratégia. A Sociedade Para Fins Específicos unia as empresas de mídia de Carneiro à operação digital da Istoé e ao portal Infomoney, de Freixo, além do site de Leo Dias, num único “conglomerado” de mídia digital. O objetivo era partilhar captações publicitárias públicas e privadas em conjunto e partilhar os lucros. “Não deu certo. Foi um projeto que deu errado. Desfizemos essa sociedade ainda em 2025”, admitiu Flávio Carneiro ao ICL Notícias há duas semanas.

Vorcaro pode voltar para a cadeia
Caso o aprofundamento das investigações da Polícia Federal leve ao estabelecimento de conexão financeira entre Vorcaro, o fundo Duke, a FOONE e o pagamento das postagens derrogatórias ao Banco Central, ao seu diretor Renato Gomes e ao ministro Alexandre de Moraes, o ex-controlador do Master voltará ao regime de prisão preventiva em regime fechado por obstrução de Justiça. Criar obstáculos a uma investigação ou atrapalhar a atuação judicial com disseminação de mentiras e aleivosias, por exemplo, é crime inafiançável e sem possibilidade de relaxamento de medidas cautelares.

No material com o qual a PF trabalha há mapas gráficos determinando o “ecossistema digital de influenciadores”. Nele, lê-se que “foram identificadas contas relacionadas a pelo menos cinco agências de marketing e três empresas de aposta on line” responsáveis por viabilizar o pagamento das postagens que enaltecem Tarcísio de Freitas, Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira enquanto detratam o BC, Moraes e Gomes e tentam criar burburinho e confusão em torno da compreensão pública do fato “liquidação do Banco Master”.

As cinco agências de marketing digital referenciadas são MiThi, relacionada diretamente ao publicitário brasiliense Thiago Miranda, Portal GroupBR, Agência Grupo Farol, Deu Buzz e Mynd8. Todas estão sob investigação. Entre as ‘bets’, surgem destacadas a 7GamesBet, administrada por um operador de Goiás chamado Fernando Oliveira Lima. Este operador está referenciado nos textos de posse da PF e do BC como sendo alguém “estreitamente ligado” ao senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, e ao cantor sertanejo Gusttavo Lima. O cantor, por sua vez, é associado nos levantamentos prévios da Polícia Federal como sendo controlador da VaiDeBet, outra das empresas do ramo de “jogos de azar” eletrônicos que teriam viabilizado recursos para pagar as postagens. Por fim, a terceira ‘bet’ do sistema é a ZeroUm.Bet cujos administradores parecem ser meros testas-de-ferro na visão dos investigadores.

*Luis Costa Pinto/ICL


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