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Mentiras deixam Flávio Bolsonaro nu em praça pública

Há uma semana, Flávio Bolsonaro divulgou nota cobrando “ampla apuração” do caso de corrupção envolvendo o Banco Master. Ciro Nogueira, um dos maiores aliados da sua candidatura, tinha sido pego recebendo um mensalão de Vorcaro. Mas Flávio se fez de louco e manteve o personagem indignado. Como se não tivesse nada a ver com isso, o senador passou a desfilar com uma camisa estampada com os dizeres: “O Pix é do Bolsonaro. O Master é do Lula.” O cinismo e a desfaçatez foram ousados, o que faria o tombo ser ainda maior.

FLORIANÓPOLIS, SC - 10.05.2026 - POLITICA-FLAVIO BOLSONARO. Pré-lançamento da campanha para presidente do Senador Flavio Bolsonaro (PL) e Governador Jorginho Melo (PL) no Stage Parque em Jurerê Internacional em Florianópolis. Na foto Flavio Bolsonaro usa uma camisa verda com os escritos "O pix é do Bolsonaro o Master é do Lula". (Foto: Anderson Coelho/Folhapress)

Eis que o jornalismo trouxe à tona os fatos que o senador tentou esconder. Horas antes da #VazaFlavio ser publicada, o repórter do Intercept Thalys Alcântara perguntou para Flávio pessoalmente se ele negociou com Vorcaro pagamentos para a produção do filme sobre o seu pai. Flávio ficou desnorteado com a pergunta. Em um intervalo de 20 segundos, ele negou os pagamentos, gargalhou forçadamente, chamou o jornalista de “militante”, virou-se de costas e resmungou: “é dinheiro privado! é dinheiro privado”.

O senador começou a resposta negando os pagamentos, quase teve uma síncope e terminou admitindo. Foi uma cena tão constrangedora que quase fiquei com pena do senador (mentira).

Pouco tempo depois, o Intercept completou o drible da vaca e publicou conversas em que Flávio e Vorcaro se tratavam como grandes amigos. “Estou e estarei contigo sempre”, prometeu o senador para o maior ladrão do Brasil um dia antes dele parar na cadeia.

De lá pra cá, o senador não só omitiu essa intimidade com o banqueiro como negou de forma veemente qualquer relação com ele. Pior que isso: Flávio se apresentou como um dos maiores indignados com a lama do Banco Master. É um grau de cinismo alto demais até mesmo para os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro.

O senador ficou nu em praça pública enquanto era coberto por uma pororoca de mentiras. Segundo a agência de checagem Aos Fatos, ele contou ao menos 12 mentiras sobre o caso antes da publicação da reportagem. Ninguém pode se dizer surpreso, já que Flávio é reconhecidamente um mentiroso contumaz desde os tempos em que desviava dinheiro do seu gabinete para financiar prédios das milícias no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira, uma nova reportagem do Intercept revelou que a proximidade dos Bolsonaros com o mafioso era ainda maior do que se imaginava. Conversas privadas mostraram que Vorcaro topou receber Jair Bolsonaro em sua mansão em Brasília para “assistirem juntos” a um documentário, possivelmente “A colisão dos destinos” sobre a trajetória do ex-presidente. A reunião tinha como objetivo pedir o apoio de Vorcaro para financiar a produção do longa “Dark Horse”. Não se sabe se a reunião aconteceu, mas se sabe que o Pix para o filme caiu.

Explicar o inexplicável
A #VazaFlávio foi trágica para o bolsonarismo. Enquanto algumas figuras expoentes da fauna bolsonarista largaram a mão de Flávio, outros entraram em desespero na tentativa de encontrar uma narrativa que explique o inexplicável.

Cada um falou uma coisa diferente. Flávio admitiu que recebeu o dinheiro de Vorcaro para o filme, mas a própria produtora — endossada por Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo — negou ter recebido qualquer centavo.

*João Filho/Intercept Brasil


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Política

Flavio Rachadinha rachou a direita

Disputa política não é feita de roldão, muito menos de estalão, sobretudo disputas dentro do próprio campo quando a ambição por poder e dinheiro anda como cobra se arrastando pelo chão.

Um vacilo e a merda se avulta. Uma palavra mal colocada vira um vulcão de tapas e pescoções.

Bolsonaro colocou Flavio como candidato à presidência na base da carteirada. Flavio herdou votos, mas não herdou o comando.

Aparentemente, a direita tinha tudo, nome, voto e fuzil, mas Flavio rachou tudo e, agora, não tem palanque em lugar nenhum.

Ricardo Salles briga com Eduardo Bolsonaro. Ciro Nogueira, o “vice ideal”,é radioativo. Flavio tentou unir três direitas com Ciro, rachou todas e se dividiu em três pedaços.

Na verdade, Flavio fez rachadinha com gabinete político, repetindo a mesma prática com a direita. Desses três pedaços não governa nenhum, não lidera nada e essa questão resume tudo. É racha pra rodo tipo e pra todo gosto.

A denúncia da PF de que Ciro Nogueira recebia mesada de F$ 300 a R$ 500 mil de Vorcaro explodiu no colo de Flavio como uma bomba de pó de mico e, por mais que ele se coce daqui e dali, não consegue se desvencilhar dessa espécie de praga de mãe.

Flavio foi centrifugado para o centro do escândalo do Master pelo seu vice ideal, que era o  homem forte da Casa Civil do governo do seu pai.

Não dá para exorcizar esse fantasma que está no meio da sala de Flavio. Todos os caminhos de Ciro Nogueira levam ao clã, até porque Bolsonaro recebeu de Vorcaro direto em sua conta o valor de R$ 3 milhões.

Na direita, ninguém chega ao poder maior estando apenas abaixo de Bolsonaro sem cacife, sem uma rede engenhosa de frestas, bueiros pra todos os ratos.

Quando se afasta de Ciro, é Flavio quem fica nu. Não há como Bolsonaro, mais uma vez, livrar a cara do rachadinha.

Trocando em miúdos, Flavio derrete internamente enquanto finge que segura a campanha até outubro quando, na realidade, está com a brocha na mão.

A polêmica do detergente Ypê, por tabela, desmoraliza ainda mais sua campanha.

Para piorar, Flavio está num não lugar, não pode falar sobre corrupção, muito menos sobre economia. Pior ainda se abrir o bico para dizer que copiará o borralho produzido por Milei na Argentina, que dobrou o  número de famintos que nem osso de burro estão comendo.

Na preleção do jogo, o trato era que o time jogasse para Flavio ficar na cara do gol, só que a bola não chega aos seus pés, porque ninguém lhe dá um passe. É um time de catimbeiros sem noção de conjunto, mais preocupado em atrasar o jogo do governo, por questões pessoais do que jogar para o time.

Enquanto isso, Flavio, sem estrutura, vê seus números congelarem,  para, no capítulo seguinte, começar a derreter.


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Política

Para Flavio, Ciro Nogueira foi de vice ideal a encosto radioativo

Flavio Bolsonaro elogiou Ciro Nogueira publicamente como seu “vice ideal” ou “vice dos sonhos”, destacando credenciais como lealdade ao Bolsonaro pai, origem nordestina, comando do PP (partido forte) e perfil para compor chapa. Isso foi dito em entrevistas recentes (antes da operação da PF).

Poucos dias depois, veio a operação da Polícia Federal (fase do Caso Master/Banco Master), com buscas e apreensões envolvendo Ciro Nogueira por suspeitas de propina/mesada de centenas de milhares de reais do banqueiro Daniel Vorcaro para favorecer o banco. Aí o discurso mudou: Flávio falou que foi só “cortesia”, que as acusações são graves, que não respondeu por atos de aliados e que agora prefere uma vice mulher com experiência.

Por que o “encosto radioativo”?

Timing ruim: A operação explodiu no meio das costuras para 2026. PP ainda é relevante (federação com União Brasil, base no Congresso), mas Ciro virou peso morto.

Flávio e outros (como Tarcísio) se descolaram rápido para evitar sangria na pré-campanha.

É o clássico da política: aliado vira “encosto” quando a PF bate à porta. Ciro era estratégico. Nordeste + máquina partidária, mas corrupção alegada vira veneno eleitoral. Flávio está em modo dano controlado — priorizando imagem de “novo” e evitando carregar investigados. A ver se o PP aguenta o tranco ou se rola realinhamento. Política 2026 já está quente.

Seja como for, para a campanha de Flavio, Ciro Nogueira, agora, é uma bactéria do detergente Ypê que faz a população se afastar dessa prateleira no mercado eleitoral.


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Detergente Ypê não limpa a sujeira do Bolsomaster

Campanha de Flavio Bolsonaro, no mesmo dia em que se descobre que seu vice, até então, Ciro Nogueira, comprou um triplex no valor de R$ 22 milhões, depois de ser revelado pela PF que o senador recebia uma mesada de R$ 300  R$ 500 mil de Vorcaro, tocou o apito de cachorro. Convovou a massa de débeis para fabricar uma falsa polêmcia em torno de mais um episódio envolvendo a marca de detergente Ypê para fazer fumaça.

Isso mostra o tamanho da encrenca em que Flavio está enfiado. E olha que o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, envolvido até o talo em tenebrosas transações com Vorcaro e Flavio na compra de sua mansão cinematográfica em Brasília, ainda nem deu com a língua nos dentes, mas já está na fila para fazer delação premiada.

Daí essa falsa guerra dos bolsonaristas em defesa de um detergente, que já teve, ao menos em duas ocasiões, problema de contaminação, fazendo com que a própria empresa recolhesse um determinado lote do produto nas prateleiras Brasil afora, sem qualquer comoção da manada de ignorantes, que vive na superfície da terra plana apta a receber ordens do clã Bolsonaro para se atirar de cabeça sem ao menos saber o que está defendendo.

O fato concreto é que, se o troço já estava ruim para Flavio, a partir de um conjunto de descobertas sobre seu vice ideal, Ciro Nogueira, segundo o próprio, o sujeito tenta abastecer as redes com inutilidades para reduzir nem que seja uma mínima fração do escândalo do Bolsomaster.

O bolsonarismo sempre fez isso, substitui um escândalo concreto por uma catarse artificial para criar um influxo e desviar o foco daquilo que realmente é questão central na disputa eleitoral. É uma malandragem antiga do bando bolsonarista para colocar as toupeiras embotadas para tentar confundir a população.


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Política

Ciro Nogueira comprou um triplex por R$ 22 milhões um mês antes da emenda Master

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) comprou uma cobertura triplex de 514 m² em um prédio de luxo na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por R$ 22 milhões em julho de 2024. Isso ocorreu cerca de 26 dias antes de ele apresentar a chamada “emenda Master” (Emenda nº 11 à PEC 65/2023) no Senado, em 13 de agosto de 2024

Detalhes da compraCiro se tornou sócio de Daniel Vorcaro (dono do Banco Master) alguns meses antes. Segundo ele, o pagamento envolveu a entrega de um apartamento no mesmo prédio (avaliado em R$ 8 milhões) + parcelamento do restante em dinheiro.

Recentemente, ele trocou esse triplex por uma mansão projetada por arquiteto renomado nos Jardins (estimada em torno de R$ 30 milhões).
metropoles.com
Contexto da “Emenda Master”A emenda propunha aumentar o limite de garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante/investidor. A Polícia Federal investiga se o texto foi redigido pela assessoria do Banco Master, entregue em envelope ao senador e reproduzido integralmente por ele.
bbc.com

A PF vê indícios de que a emenda beneficiaria o banco de Vorcaro (envolvido em fraudes bilionárias), em troca de vantagens como, pagamentos mensais (R$ 300-500 mil). Aquisição de participação societária com deságio. Custos de viagens, hotéis e uso de imóveis.

Ciro Nogueira é alvo da Operação Compliance Zero (fase de maio de 2026), com buscas autorizadas pelo STF. Sua defesa nega irregularidades, afirma que a emenda era legítima e que as relações com Vorcaro são empresariais ou pontuais (como empréstimo temporário de imóvel). A emenda não foi aprovada.

O caso está em investigação e envolve suspeitas de corrupção e tráfico de influência.


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Política

O mensalão do bolsonistão

Ao contrário da farsa do mensalão, quando o tribunal da mídia condenava petistas por manchetes e o STF, acovardado, ratificava as sentenças dadas pelas redações e blogs de direita, nada ficou provado contra Zé Dirceu, Genoíno, entre outros acusados por Roberto Jefferson de pagarem propina mensalmente a mais de 260 deputados, quando jamais apareceu um único nome de deputado.

A coisa foi tão grotesca que nem a Polícia Federal foi chamada para investigar. No final da história, o ministro do STF, Joaquim Barbosa, teve que carnavalizar a “teoria do domínio do fato” por pura falta de provas.

Nesse caso do mensalão do bolsonistão, tudo se dá através de investigações sérias da Polícia Federal. Ou seja, a mesada que o senador Ciro Nogueira recebia de Vorcaro do Banco Master foi criteriosqamente investigqada pela PF para, depois, virar notícia, não o oposto.

Por isso, já de olho nos próprios fundilhos, Tarcísio de Freitas, que recebeu diretamente em sua conta, R$ 2 milhões do mesmo Vorcaro, assim como Bolsonaro, pai de Flavio, que recebeu R$ 3 milhões direto na corrente sanguínea, resolveram dar declarações que, mesmo carregadas de platitudes, não contestaram a gravidade da suspeita.

Claro que a PF não colocaria na mesa tal cartada contra Ciro Nogueira e, muito menos Valdemar da Costa Neto entregaria a rapadura de Tarcísio e Bolsonaro, se não conhecesse os caminhos nada republicanos que os presentes foram entregues pessoalmente aos beneficiados.

Dito isso, é preciso afirmar que o nome de Ciro Nogueira, Flavio e Jair Bolsonaro aparecem em diferentes níveis de envolvimento e suspeita.

Ciro Nogueira, até agora, é o nome mais comprometido. O momento, segundo a PF, é péssimo para ele, porque era o destinatário central das vantagens indevidas.

Documentos indicam que Ciro recebia pagamentos mensais do banqueiro Danial Vorcaro no valor de R$ 300 a R$ 500 mil.

Além disso, as viagens de luxo não deixam dúvidas do amor verdadeiro entre Vorcaro e Ciro Nogueira. Vorcaro teria pago ao menos três viagens internacionais para o senador, ex-todo poderoso chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro (Paris, Nova York e Alpes franceses), além de despesas em restaurantes e hotéis de alto luxo e roupas de frio das mais caras grifes.

Como se sabe, uma mão lava a outra e a contrapartida era obrigação, em troca, Ciro Nogueira usou seu mandato para apresentar e articular projetos no Congresso nas chamadas emendas Master, regidas, adivinha por quem, pelos próprios assessores do banco Master para fortalecer o império fraudulento de Vorcaro.

Flavio, senador, é apontado como um elo políico importante, diria mais, determinante. Embora sua defesa nevgue tal envolvimento nos crimes. Difícil de acreditar, porque, segundo Flavio, o vice dos seus sonhos, Ciro Nogueira, está com a cartola do banqueiro Vorcaro atochada até o pescoço.

Agora, Ciro foi escanteado, por Flavio, da chapa de 2026, destacando que sua lealdade é feita do mesmo material mau-caráter que herdou do DNA do pai.

Genética é genética.

O pânico no entorno de Flavio que, agora, como um bom rato, busca frestas para se desvincular do escândaço carimbado na própria testa, prejudicando assim suas pretensões eleitorais, bradando de frente para as câmeras que quer a CPI do Master, mas nos bastidores, opera às avessas do que diz publicamente.


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Flavio Bolsonaro apunhala Ciro Nogueira

Flávio Bolsonaro  reagiu de forma covarde e traiçoeira, classificou as acusações da PF contra Ciro Nogueira como “graves”, pediu apuração com rigor, mas evitou defender Ciro diretamente.

Recentemente, Flávio havia elogiado Ciro como possível vice, mas agora aliados admitem desgaste e Flávio tenta se distanciar, falando em escolher vice mulher.

É uma crise política no campo da direita. Ciro virou um “aliado tóxico” para a pré-candidatura de Flávio, especialmente por envolver o Centrão (PP) e o caso Master.

Ou seja, ainda tem muitos paninhos nessa relação enferrujada, mas a história mudou de figurino e, certamente, quando puxa o carro de Ciro Nogueira, junto, está dando uma cama de gato no centrão, aliado fundamental de Flavio.

Como ficará o enfeite do Flavio Rachadinha daqui por diante, depois de envenenar a imagem de Ciro Nogueira, é que são elas.

Sem chance de oxigenar sua candidatura com outros ares menos tóxicos, Flavio se encontra numa zona carregada de minas e, qualquer passo que der em falso, poderá explodir de vez sua candidatura à Presidência da República.

A conferir.


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Flavio Bolsonaro ronca grosso contra o Master, mas não dá pio sobre Vorcaro e Ciro Nogueira

Flavio, que está até o talo nesse imbróglio envolvendo Ciro Nogueira, o homem forte do governo do seu pai como chefe da Casa Civil, agora, vice de Flavio na candidatura à presidência, ficou leproso em 24 horas e mandou aquela do caviar do samba de Zeca Pagodinho, “nunca vi, nem convivi, eu só ouço falar”.

Vorcaro, idem. Flavio roncou grosso contra a catedral da bandidagem sem tocar no nome do papa da corrupção, Daniel Vorcaro.

Não demora, veremos vídeo dele falando mal de rachadinha, da compra de mansão com dinheiro vivo, da loja de chocolate e de um número sem fim de imóveis comprados com dinheiro de corrupção, sem tocar no nome de Fabrício Queiroz, seu gerente de negócios escusos.

O cínico já fez dancinha, fingiu jogar bola, já já aparecerá em IA cantando louvores do evangelhistão, fazendo segunda voz com Malafaia.

O fato é que Vorcaro e Ciro Nogueira estão como carrapicho grudado  no corpo de Flavio, e somente agora, após a Polícia Federal realizar operação contra Vorcaro, seu banco e Ciro Nogueira, é que aparece Flavio defendendo investigação rigorosa sobre o caso Master, mas não sobre Ciro Nogueira e Vorcaro, por motivos óbvios.

Há pouco tempo circulou um vídeo do 01 do clã Bolsonaro, mostrando sua ligação com o Banco Master, sem saída, tentando afastar sua imagem do escândalo, deu faniquito nas redes sem contrapor de manera objetiva ao que estava sendo acusado, ficando só no palavrório, como agora, um dia após a PF descobrir o esquema de Ciro Nogueira com Vorcaro, ele a´parece fazendo pose de justiceiro contra o banco que doou R$ 5 milhões direto nas contas de Bolsonaro e Tarcísio, como denunciou o insuspeito presidente do seu partido, o PL, Valdemar da Costa Neto.

Flavio está naquela zona de explosão, comprimido entre a realidade e suas mentiras onde tudo mostra o ambiente infestado de corrupção em que ele é parte e a pressão da própria sociedade, revelando a diferença entre o que ele faz e o que fala.

A operação Compliance Zero está sendo péssima para Flavio que, agora, o obriga a se separar, sem sucesso, de Ciro Nogueira e Daniel Vorcaro, companheiros nos negócios e na política.


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Parceria de Ciro Nogueira com Vorcaro vira problemão para campanha de Flavio Bolsonaro

Investigado na Operação Compliance Zero, ex-ministro de Bolsonaro e presidente do PP era tratado como peça importante para aproximar Centrão e bolsonarismo em 2026.

Em julho de 2021, Jair Bolsonaro entregou a Ciro Nogueira o que chamou de “alma do governo”. A nomeação do senador do PP para a Casa Civil simbolizou a rendição do então presidente ao Centrão, bloco que Bolsonaro havia atacado na campanha de 2018, mas ao qual recorreu para se blindar de pedidos de impeachment, conter os danos políticos da CPI da Covid e reorganizar sua base para a eleição de 2022.

Quase cinco anos depois, o mesmo Ciro Nogueira surge no centro de uma nova crise política. Alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, que investiga o esquema envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro, o senador passou de potencial aliado estratégico a fator de desgaste para o projeto presidencial do senador Flávio Bolsonaro.

Nos bastidores de Brasília, Ciro vinha sendo tratado como uma das principais pontes entre o bolsonarismo e o Centrão para a disputa de 2026. Presidente nacional do Progressistas e um dos articuladores da federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, o senador controla uma estrutura considerada essencial para qualquer candidatura competitiva: bancada numerosa, fundo eleitoral bilionário, tempo de televisão, prefeitos e governadores.

A própria federação se tornou um ativo cobiçado pelo entorno de Flávio Bolsonaro. Nos últimos meses, aliados do senador discutiam a possibilidade de aproximar o bolsonarismo da União Progressista ainda no primeiro turno da eleição presidencial.

O nome de Ciro chegou a ser citado como possível vice na chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro. A avaliação de aliados era que o senador do PP poderia ajudar o bolsonarismo a ampliar seu trânsito no Congresso e reduzir resistências no empresariado e em setores mais moderados do Centrão. A operação desta quinta-feira (07), porém, alterou o cenário.

Segundo a Polícia Federal, a investigação aponta indícios de que Ciro Nogueira teria utilizado o mandato parlamentar em benefício dos interesses de Daniel Vorcaro e do Banco Master. A PF afirma que o senador teria recebido vantagens indevidas e cita suspeitas envolvendo pagamentos mensais, aquisição societária com deságio, uso de bens de alto valor e custeio de despesas pessoais.

A investigação também aponta que uma emenda apresentada por Ciro Nogueira para ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão foi elaborada com participação de integrantes ligados ao Banco Master.

A operação autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, incluiu mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 18,85 milhões em bens, direitos e valores.

A ofensiva da PF produziu efeito imediato nos bastidores políticos. Aliados de Flávio Bolsonaro passaram a defender distância pública do caso, diante do receio de que o escândalo contamine uma eventual construção de candidatura presidencial. Integrantes do PL avaliam que a aproximação com Ciro e com a União Progressista pode se transformar em munição eleitoral para adversários, especialmente pelo peso que o caso Master ganhou nas últimas semanas.

O problema para o bolsonarismo é que Ciro não é apenas mais um aliado eventual. O senador se tornou, ao longo dos últimos anos, um dos principais operadores políticos da direita no Congresso. Foi ele quem comandou a entrada definitiva do Centrão no coração do governo Bolsonaro. Também foi um dos principais articuladores da sobrevivência política do governo durante a pandemia e nas sucessivas crises entre Planalto, Congresso e Supremo.

Mesmo após a derrota de Bolsonaro em 2022, Ciro manteve influência em Brasília. Continuou controlando o PP, ampliou o peso político da federação União Progressista e preservou trânsito entre setores do empresariado, lideranças do Centrão e integrantes da direita.

A leitura de aliados de Ciro era que ele poderia funcionar como fiador político de uma candidatura mais palatável ao Congresso e ao mercado. Agora, a própria presença do senador passou a representar um risco político.

Em nota, a defesa de Ciro Nogueira afirmou repudiar a operação e negou qualquer irregularidade. Os advogados alegam que o senador jamais praticou atos ilícitos e afirmam que ele está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O caso reacendeu em Brasília uma discussão antiga sobre o modelo de relação entre bancos, Congresso e emendas parlamentares.

Ao longo da última década, Ciro construiu a imagem de operador pragmático, capaz de transitar entre governos distintos sem perder influência. A investigação da PF ameaça justamente esse capital político: a capacidade de atuar como articulador confiável entre o poder econômico, o Congresso e projetos presidenciais.

Para Flávio Bolsonaro, o desgaste ocorre em um momento delicado. Sem Jair Bolsonaro elegível, setores da direita passaram a discutir alternativas para 2026, e a construção de alianças com partidos do Centrão era vista como etapa fundamental para viabilizar uma candidatura competitiva. A operação contra Ciro embaralha esse desenho e cria um novo problema para o entorno bolsonarista: como manter a aproximação com um dos homens mais poderosos do Centrão sem carregar junto o peso político do caso Master?

*Cleber Lourenço/ICL


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Polícia Federal faz buscas em casa de Ciro Nogueira, ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro

Os crimes do Banco Master de Vorcaro e o clã Bolsonaro rimam como um enredo de hábitos dos patrões.

Na verdade, aquilo não era um governo, era um porão de garçons que serviam aos maiores pilantras do país, fingindo honestidade. Só um bolsonarista piadiata para dizer que, no governo Bolsonaro, não havia corrupção, só rachadão e esquemão..

Mas sabe como é, como o bolsonarismo pode sobreviver diante da verdade? A arma de guerra dessa gente é a mentira, o cinismo, a desfaçatez. Pois, na história do Brasil, não há presidente mais corrupto do que Jair Messias Bolsonaro, que já como deputado, deixou como legado, Fabrício Queiroz para o promogênito do clã, Flavio Bolsonaro, o 01 da patifaria miliciana que, juntos, formaram o esquema de peculado, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Quando Bolsonaro passou o bastão para o filho e assumiu a Presidência da República, Ciro Nogueira fez o papel de Queiroz na Casa Civil e, como ninguém é de ferro, o esquema do BolsoMaster não poderia ficar fora da barbada.

Isso já nem escandaliza ninguém tal a disfaçatez dessa gente, que faz questão de mostrar seus ganhos numa espécie de banditismo ostentação. É só ver as mansões milionárias do clã, compradas com cacau em espécie, saído de sua fábrica de chocolate.

É imóvel pra todo lado, tudo pago em dinheiro vivo. Ciro Nogieria é apenas um que operou em favor do Master de Vorcaro e a Operação Compliance chegou em seu cangote, porque o ex-chefe da Casa Civil de Bolsonaro recebia entre R$ 300 a R$ 500 mil de mesada pelos serviços prestados a um dos chefes do cartel da igreja Lagoinha.

Certamente a Polícia Feceral nem precisou investigar tanto, e olha que Vorcaro ainda nem piou em delação, O preço da fatura será bem mais alto quando o galo cantar.

Uma coisa é certa, Ciro Nogueira era um dos, senão o principal ponto que ligava os mundos de Bolsonaro como presidente e, Vorcaro, como dono do Master, daí as buscas e apreensão da Polícia Federal contra Ciro Nogueira.

O clube dos abutrea da nação, o golpista, genocida, junto com Ciro Nogueira, fez da Presidência da República um parque de diversões.


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