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Bolsonaro abriu a porta para o Master e para as bets. Lula fechou as duas portas. Ponto final

Há uma gigantesca diferença política que merece ser lembrada sem maquiagem, mas a grande mídia faz questão de não ver e reportar, mesmo que tenha diferença cristalina entre o governo do clã Bolsonaro, do qual Flavio é um dos componentes centrais, já Lula, um velho alvo dos ataques mais vis da mídia, por representar os trabalhadores e as camadas mais pobres da população. Fato reconhecido pelos principais jornais estrangeiros, como ressaltou neste sábado (26), o Financial Times.

Enquanto o governo Bolsonaro convivia harmonicamente com o banditismo e expansão do Banco Master de Vorcaro, irmãozão de Flavio, que até agora não explicou os R$ 134 milhões que recebeu do banqueiro, Lula triturou a máquina que produziu o maior roubo do sistema financeiro brasileiro, que deveria ter um busto na Faria Lila, se o sistema financeiro fosse sério, mas não é. Por isso segue apoiando Flavio Bolsonaro.

O mesmo precisa ser dito sobre a abertura do mercado das apostas de quota fixa, das bets,  por Bolsonaro. Lula foi enfático, certeiro e recebeu o apoio de quase 80% da sociedade nas redes sociais, até porque 75% da população clamava por essa decisão.

No caso do Master, a transferência do controle do então Banco Máxima para Daniel Vorcaro foi autorizada pelo Banco Central em outubro de 2019, durante o governo Bolsonaro e sob a presidência de Roberto Campos Neto. Em 2021, a instituição passou a se chamar Banco Master. Em novembro de 2025, já no governo Lula, o Banco Central decretou sua liquidação extrajudicial, citando grave crise de liquidez e graves violações das normas do sistema financeiro.

Nas bets, a cronologia também é eloquente: a legislação de 2018, sancionada por Bolsonaro, criou a modalidade de apostas, as bets. Lula, por sua vez, em 25 de setembro de 2026, assinou uma medida provisória proibindo a oferta, a intermediação e a publicidade das bets em todo o território nacional.

Ou seja: de um lado, a expansão de um sistema que posteriormente entrou em profunda crise e um mercado de apostas que se espalhou pelo país desttroçando a vida de milhões de brasileiros e suas famílias, como revelam incontáveis histórias. De outro, medidas de contenção, fiscalização e, agora, a proibição das bets.

A comparação é direta, um governo abriu espaço; o outro decidiu fechar.

Com um detalhe: Flavio já anunciou que, se eleito, reabrirá as bets. Alguém tem dúvida de que ele fará o mesmo para reabrir o Banco Master do comparsa, Danie Vorcaro?

E é justamente essa cronologia que precisa ser colocada sobre a mesa quando se discute quem criou as condições para determinados problemas e quem tomou medidas drásticas para enfrentá-los, em favor do povo brasileiro.

Diferente disso, qualquer análise ou é de bolsonarismo malandro ou descarado, com as falas do grande mentiroso, Flavio Bolsonaro. Que fique claro, que votar nele, votará pela volta das bets e do Banco Master de Vorcaro.


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Fachin tira de Mendonça relatoria de caso Moraes e abre caminho para assumir inquéritos do Master e INSS

Presidente do STF também pediu o envio das íntegras dos processos das investigações do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do Banco Master

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, determinou neste sábado (12) a troca da relatoria do relatório da PF que aponta Alexandre de Moraes como interlocutor do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Ele agora assume o comando do caso no lugar de André Mendonça.

Na mesma decisão, ele pediu o envio das íntegras dos processos das investigações do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do Banco Master. Com isso, ele paralisa os andamentos dos dois casos.

Na decisão, ele afirma que a medida se dá diante da possibilidade de o julgamento do caso resultar em situação de impedimento do juiz, ou seja, quando um magistrado não tem condição de julgar um caso.

Nesta sexta (11), Fachin decidiu manter na pauta da sessão marcada para a próxima terça-feira (15) apenas o julgamento sobre o caso do relatório das mensagens de Vorcaro. Com isso, ele negou pedido do decano Gilmar Mendes para que fosse também colocada em discussão a investigação contra o colega André Mendonça, mas marcou a análise desse outro caso para a semana seguinte, no dia 23.

Segundo o presidente, a manutenção apenas do julgamento contra Moraes “assegura a precisa delimitação do objeto da deliberação deste tribunal, viabilizando a apreciação de matéria cujo contraditório e elucidação preliminar já se terá aperfeiçoado”.

Moraes e Mendonça são atualmente os pivôs da maior crise da história recente do Supremo.

Fachin chegou a avaliar tirar de Mendonça a relatoria dos casos Master e INSS para tentar conter a crise instalada na corte.

Fachin reuniu auxiliares na tarde de domingo (6) para tratar da disputa entre Mendonça e Alexandre de Moraes. O encontro com assessores mais próximos foi chamado para articular o caminho e a forma com a qual o presidente do Supremo deverá dirigir o momento inédito.

Essa discussão teve início antes da ordem de Mendonça desta terça-feira (8) de afastar Andrei Rodrigues do comando da Polícia Federal. A determinação foi a julgamento na Segunda Turma da corte e chegou a formar maioria, porém o julgamento foi suspenso após pedido de vista (mais tempo para analisar a matéria) de Gilmar Mendes.

Por fim, na quarta (9), o presidente tirou Moraes da relatoria do inquérito das fake news, controlado por ele durante mais de sete anos, e suspendeu as decisões conflitantes de André Mendonça e Flávio Dino sobre o comando da Polícia Federal, mantendo Andrei Rodrigues no cargo de diretor-geral.

Até a sessão de terça já ficaria suspenso o trâmite da investigação conduzida por Mendonça envolvendo Moraes. O presidente do STF também proibiu qualquer procedimento que trate de potencial apuração contra integrantes da corte e determinou que qualquer medida nesse sentido seja submetida a ele antes.

Ana Pompeu/ICL


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Política

Fachin tira as fake news de Moraes, mas mantém o Master com Mendonça

A decisão de Edson Fachin de retirar das mãos de Alexandre de Moraes o inquérito das fake news produz uma pergunta inevitável: se a preocupação é preservar a imparcialidade, a segurança jurídica e a credibilidade do Supremo, por que o mesmo rigor não aparece quando o assunto é a relatoria do caso Banco Master nas mãos de André Mendonça?

Fachin assumiu a relatoria do inquérito das fake news e retirou do processo as acusações que Moraes havia apresentado contra Mendonça. A medida ocorre justamente no momento em que os dois ministros estão em rota de colisão por causa do caso Master e das revelações envolvendo Daniel Vorcaro.

O problema político, portanto, está no contraste.

De um lado, Moraes é afastado de um inquérito que conduziu por anos. De outro, Mendonça permanece à frente de uma investigação de enorme repercussão política, financeira e eleitoral, na qual aparecem personagens diretamente relacionados ao campo bolsonarista — inclusive Flávio Bolsonaro. A própria imprensa internacional já registra que o caso Master tem implicações sobre a disputa presidencial de 2026 e que Flávio está entre os políticos atingidos pelas suspeitas relacionadas ao escândalo.

É justamente aí que nasce a suspeita política de seletividade.

Se o argumento é impedir que ministros investiguem uns aos outros em meio a uma guerra interna no Supremo, então a lógica deveria valer para todos. Não basta tirar uma investigação das mãos de Moraes e deixar intacto o poder de Mendonça sobre o processo que pode atingir adversários e aliados políticos em plena campanha eleitoral.

E há um agravante, Mendonça foi indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro e se tornou uma figura central do campo conservador na atual crise da Corte. Reuters observa que suas decisões passaram a ter peso direto no cenário eleitoral e que ele é visto por setores da direita como uma espécie de referência dentro da disputa ideológica do Supremo.

Não é preciso afirmar que Fachin esteja deliberadamente protegendo Flávio Bolsonaro para enxergar o problema. Basta olhar para a arquitetura das decisões.

Moraes perde o controle do inquérito das fake news. Mendonça continua com o Master. E o principal beneficiário político desse rearranjo, aos olhos da oposição, é justamente o candidato bolsonarista que aparece no entorno do escândalo.

É uma equação que precisa ser explicada.

Porque, quando um caso envolve Moraes, a palavra de ordem é afastamento, redistribuição e controle institucional. Quando envolve Mendonça e uma investigação que alcança figuras do bolsonarismo, a régua parece ser outra.

E é justamente essa diferença de tratamento que alimenta a percepção de que o Supremo está diante de algo maior do que uma simples disputa entre ministros.

O Banco Master não é uma briga particular entre Moraes e Mendonça. É uma investigação com ramificações financeiras, políticas e eleitorais. Vorcaro está no centro do escândalo; mensagens e relações com autoridades provocaram uma crise inédita no STF; e a disputa entre os ministros passou a interferir diretamente na condução das investigações.

Por isso, retirar Moraes do inquérito das fake news sem resolver de maneira igualmente transparente a questão da relatoria do Master, não encerra a crise.

Apenas muda o eixo da crise.

E deixa no ar uma pergunta incômoda:

Fachin está realmente colocando ordem na casa ou apenas redistribuindo o poder dentro dela — com Mendonça preservado justamente onde isso pode produzir consequências eleitorais favoráveis a Flávio Bolsonaro?

Enquanto essa pergunta não tiver uma resposta convincente, qualquer discurso sobre neutralidade institucional continuará esbarrando na realidade.

Porque não basta parecer imparcial.

O Supremo precisa ser imparcial — e, sobretudo, precisa parecer imparcial para todos.


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Política

Mudanças propostas por Flávio reduziriam controle ambiental sobre mineradora ligada ao Master

Emendas de Flávio favoreceriam mineradora ligada ao Master ao enfraquecer fiscalização ambiental

Emendas apresentadas por Flávio Bolsonaro podem abrir caminho para o enfraquecimento da fiscalização ambiental sobre atividades de mineração, segundo críticas de especialistas e parlamentares que acompanham a tramitação das propostas. O ponto mais sensível é que as mudanças beneficiariam uma mineradora vinculada a interesses  do Banco Master de Daniel Vorcaro, ampliando os questionamentos sobre eventual conflito entre atuação legislativa e interesses privados.

As alterações propostas reduziriam instrumentos de controle e de monitoramento ambiental justamente em um setor historicamente marcado por graves acidentes e elevado potencial de impacto socioambiental. Na avaliação de críticos, flexibilizar mecanismos de fiscalização significa aumentar o risco de danos ambientais, reduzir a capacidade preventiva dos órgãos públicos e dificultar a responsabilização de empresas em caso de irregularidades.

O tema ganha ainda mais repercussão porque ocorre em meio às investigações e às suspeitas envolvendo a relação de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro e o Banco Master. A Câmara dos Deputados, inclusive, recebeu uma Proposta de Fiscalização e Controle destinada a apurar possíveis irregularidades relacionadas às negociações atribuídas ao senador e ao banqueiro, além da utilização de emendas parlamentares.

O debate também contrasta com o movimento recente do governo federal de reforçar a estrutura de fiscalização da atividade minerária, com investimentos anunciados para ampliar a atuação da Agência Nacional de Mineração (ANM) e o combate a ilícitos no setor.

Caso as alterações avancem, ambientalistas alertam que o precedente poderá enfraquecer a capacidade de fiscalização em um dos segmentos econômicos que mais exigem rigor técnico e acompanhamento permanente. Para os críticos, qualquer flexibilização das regras precisa ser analisada com transparência, sobretudo quando seus potenciais beneficiários mantêm relações comerciais ou políticas com agentes públicos responsáveis pela elaboração das propostas.

Ou seja, fica cada vez mais evidente que Flavio estava cobrando de Vorcaro pagamento por serviços prestados ao maior bandido do sistema financeiro da hsitória do Brasil.


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Política

Novo lançamento do kit irmãozão entre Vorcaro e Flavio Bolsonaro tem até sniper além de milícia

Matador de longo alcance, ou seja, a milícia de Vorcaro tinha até sniper. É ou não irmãozão de Flavio?

Põe irmãozão nisso!

Milícia com sniper lembra o ex-Bope, Adriano da Nóbrega, condecorado por Flavio na cadeia com medalha de Tiradentes, por comandar o escritório do crime e seu patrãozão da milícia em Rio das Pedras e Muzema.

Sim, existem laços afetivos entre os dois, a mãe e esposa de Adriano estavam lotadas como fantasmas no gabinete do então deputado estadual, Flavio Bolsonaro.

O sniper é a versão física do cancelamento de quem cruza na frente dessa gente. Detalhe, sem direito à resposta. Pior, é coisa de longo alcance.

Trocando em miúdos, o lema era, aqui a gente mira na informação antes que ela mire em você. Nada mais bolsonarista do que isso.

É um pacote completo, compra-se um banqueiro esperto do Master e já vem acoplado a ele uma milícia e um sniper.

Toda essa ingênua afinidade entre os irmãozões de R$ 134 milhões é de fazer inveja em qualquer bandido que está em cadeia de segurança máxima.

Não é o caso de Flavio, ainda, mas convenhamos, o sujeito tem cacife para tanto, não só ele, claro, mas o sacroclã inteiro. Pai, madastra e pupilos são, por si só, um prêmio de loteria no mundo paralelo.

E assim, os exercícios dos nossos pensamentos nos levam à obviedade nesse pacto de sangue entre Flavio e Vorcaro. E o sujeito ainda tem o descaramento de posar de vítima de Moraes.

Uma amizade que sempre foi planejada e que se transformou num negócio sustentável, com o Master irrigando a amizade para pagar os favores que Vorcaro obteve durante o governo Bolsonaro.


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Cínico, Flavio liga Master ao governo Lula, omitindo sua conexão corrupta com Vorcaro

Em mais um exercício de cinismo político, Flávio Bolsonaro tenta associar o Banco Master ao governo Lula, enquanto silencia deliberadamente sobre as próprias conexões de seu grupo político com Daniel Vorcaro. A estratégia é velha: desviar o foco dos fatos que lhe são inconvenientes e transferir para adversários a responsabilidade por relações e interesses que também orbitam seu campo de influência.

Ao atacar seletivamente, Flávio busca construir uma narrativa conveniente para o debate público, mas omite informações essenciais que poderiam expor contradições incômodas. A tentativa de vincular o Master exclusivamente ao governo federal ignora episódios, personagens e relações que aproximam Vorcaro de figuras ligadas ao bolsonarismo, tornando o discurso ainda mais contraditório.

O resultado é um espetáculo de hipocrisia política: quem exige explicações dos outros se recusa a prestar contas sobre os próprios vínculos. Antes de apontar o dedo para adversários, Flávio Bolsonaro deveria esclarecer sua própria proximidade com personagens centrais desse enredo.

Sem isso, suas acusações soam menos como busca por transparência e mais como uma operação de cortina de fumaça para esconder fatos que o constrangem, como o áudio que enviou a Vorcaro cobrando o restante da grana, usando o filme Dark Horse como lavagem de dinheiro, sua visita à casa de Vorcaro já com tornozeleira eletrônca e o mimo de R$ 3 milhões que Bolsonaro recebeu do banqueiro na campanha presidencial de 2022.

Isso é chamar os americanos de idiotas, de patetas como se eles não tivessem informação do rolo em que essa família está envolvida até o talo.

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Sem qualquer proposta para o país, o cada vez mais empepinado, Flavio Bolsonaro, usa o cinismo como arma de defesa

Flavio está naquela situação típica de um político pangaré, se fala, cai; se não fala, cai também.

O que se sabe até então de Flavio Bolsonaro, é que ele gosta muito de  dinheiro, não é exatamente apegado a poder, mas ao que o poder pode lhe render de maneira nua e crua.

Esse é o ponto, esse é o legado do primogênito de Jair Bolsonaro. Claro que hoje ele vive um pesadelo sem intervalo diante do que havia sonhado, enriquecer às custas do que podia brotar de dinheiro quando esteve, junto com o pai, com o poder nas mãos.

Seu paladar é aguçado para grandes fortunas, sem qualquer sentimento que beire algo minimamente moral. Foi nesse ponto que Flavio também forjou seu cinismo despudorado. Isso nada tem a ver com o jeito rude do não menos corrupto de Jair Bolsonaro. E é justamente nesse ponto que Bolsonaro se transformou numa lenda para os piores reacionários do país, gente rancorosa que simplesmente não sorri, não debate, briga, ofende, calunia, utiliza as formas mais vis de relação com outras pessoas.

E não se engane, há uma legião desses zumbis vagando por aí prontos para vomitar fel contra quem eles julgam ser inimigo pessoal do seu universo mental microscópico.

Pois bem, Flavio não empolga essa gente ao bancar um conservador sabor Bolsonaro. Seu objetivo é direto e reto em busca de fortunas fáceis, de acumulação, tudo à vista pago com dinheiro vivo para não deixar rastro.

Não importa se, para isso, tenha que colocar medalha no peito de assassino, como fez com Adriano da Nóbrega com a Medalha Tiradentes, a maior honraria fluminense.

Só que ele não empolga nada, ninguém, Não tem carisma. Suas falas são puro improviso de quem não tem intresse em outra coisa que não seja dinheiro, mesmo nessa luta da família para reconquistar o poder, Flavio é insosso, se comparado, por exemplo, ao cachorro louco, Eduardo, tão ou mais corrupto que o irmão, mas com ódio visceral contra a esquerda.

Flavio prefere ser um corrupto boa praça que não bate de frente e que aceitta, sem constrangimento, a sugestão de Paulo Figueiro, neto de um ditador, para criar um teatrinho em defesa das mulheres “desautorizando” o gnomo de jardim.

Por isso tudo caminha para o fracasso eleitoral, até porque, de forma objetiva, o néctar do poder, mesmo que seja na liderança do poder de direita, é mais ambicionado pelo clã do que a própria cadeira presidencial.

O que essa gente, incluindo Flavio, não aceita sob qualquer hipótese, é dividir um quinhão qualquer de espaço para candidatos de direita, mesmo que essa falta de fusão realmente concatenada signifique a vitória de Lula, contanto que os Bolsonaro sigam sendo a voz dos piores, mais rudes e odiosos reacionários do Brasil.

Isso não ganha jogo.

Junte tudo isso ao escândalo do Master em que nenhum outro corrupto se mostrou tão afeito, integrado e complementado pelas pilantragens de Vorcaro como o próprio Flavio.

Para piorar, agora ainda tem que enfrentar o esculacho da madrasta que sugere que, além de outros bacanais, o sujeito foi useiro e vezeiro das orgias promovidas a peso de ouro por Daniel Vorcaro com modelos europais, importadas para alegrar os marmanjos que comeram na mão do banqueiro pilantra, com capacete, com tudo.


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Lula se irrita com Jaques Wagner no caso Master

Presidente se irrita com suposto envolvimento de Wagner no Caso Master e com explicações dadas pelo senador

O presidente Lula (PT) ficou contrariado com o suposto envolvimento do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), no caso Master, após a Polícia Federal apontar indícios de benefícios relacionados ao Banco Master e ao grupo de Daniel Vorcaro. A crise ganhou força também depois de uma entrevista do senador à BandNews, na qual ele comentou um telefonema recebido do presidente após ser alvo da operação, informa Bela Megale, de O Globo.

Auxiliares de Lula afirmam que dois pontos pesaram de forma especial para ampliar a irritação do presidente. O primeiro foi o fato de Wagner ter garantido a Lula que não havia nada que pudesse comprometê-lo em relação ao grupo de Vorcaro. A investigação da PF, porém, apresentou elementos em sentido oposto, segundo o relato publicado.

O segundo foco de desgaste foi a entrevista concedida por Jaques Wagner à BandNews. De acordo com a apuração, o senador falou sem autorização prévia sobre a ligação que recebeu de Lula após a ação da Polícia Federal. Segundo o 247, na mesma entrevista, Wagner afirmou que não deixaria a liderança do governo no Senado, salvo se o presidente determinasse sua saída, o que gerou constrangimento político ao Palácio do Planalto.

Nos bastidores, a avaliação é que o clima para a permanência de Wagner na liderança ficou deteriorado. Integrantes do PT e de uma ala do governo consideram frágeis as explicações apresentadas pelo senador para rebater as acusações presentes no inquérito policial.


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Cedae abortou saque de R$ 44 milhões no Master; diretor se reuniu com Vorcaro após colapso

Funcionários da Cedae ligados ao ex-governador Cláudio Castro abortaram o resgate de R$ 44 milhões investidos no Banco Master em maio de 2025, quando notícias sobre a situação crítica do conglomerado de Daniel Vorcaro ganharam corpo. Após o colapso da instituição financeira, um diretor indicado por Castro ainda teve um encontro presencial com o banqueiro, mostra investigação interna da estatal a que o ICL Notícias teve acesso.

Antonio Carlos dos Santos, indicado por Castro para a Diretoria Financeira e de Relações com Investidores (DFI) da Cedae, vinha ignorando alertas de colegiados internos da estatal para reduzir o valor investido no Master, que passava de R$ 200 milhões, desde julho de 2024. Antes de assumir o cargo na estatal, em novembro de 2022, ele havia ocupado o cargo estratégico de assessor-chefe do gabinete de Castro, entre junho e setembro de 2022.

Em 28 de maio de 2025, o gerente financeiro da empresa Rodrigo Borges Mendes, chegou a expedir uma ordem ao Banco Master para o resgate imediato de R$ 44.779.327,32. A determinação foi cancelada 1 hora e meia depois por ordem de Mauro Luis Rodrigues Marques, assessor direto de Santos na DFI. O relatório da Comissão de Ética da Cedae afirma que não foi identificada até hoje “justificativa formal registrada nos autos para a reversão da operação”.

“O Gerente Rodrigo Borges assumiu em entrevista que cancelou um resgate de R$ 44 milhões do Banco Master cumprindo ordens do assessor Mauro sem saber o motivo”, destaca a investigação.

A Cedae só iniciaria os trâmites para de fato recuperar o direito investido em setembro de 2025, após o Banco Central (BC) negar a compra do banco de Vorcaro pelo BRB.

Mesmo diante da iminente quebra do banco, Santos –apoiado pelo então presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, outra indicação direta do núcleo duro do governo Castro– aceitou que a devolução do dinheiro da Cedae fosse feita pelo Master em prestações mensais de R$ 20 milhões – o que faria com que a estatal demorasse cerca de 1 ano para recuperar tudo que tinha investido.

O derretimento do Master veio depois do acordo de parcelamento, em outubro de 2025: o rating do banco despencou para CC na classificação da Fitch, o que representa, na prática, risco iminente de calote. O saldo que a Cedae ainda tinha a receber era de R$ 220.486.968,53.

O Master não pagou os valores prometidos em outubro e novembro. Ainda assim, Antonio Carlos dos Santos tentou negociar. Ele se reuniu diretamente com Daniel Vorcaro em 10 de novembro. Mesmo diante do colapso do banco, o objetivo não era pressionar o banqueiro a devolver imediatamente o dinheiro da Cedae. Segundo o relatório da Comissão de Ética, Santos queria “tentar alterar o contrato e exigir a ‘vinculação de garantias reais’”.

Contudo, “as garantias reais não chegaram a ser consolidadas a tempo”, destaca o documento.

Investimento após jantar de Castro com Vorcaro
Como o ICL Notícias revelou neste sábado (30), Santos iniciou informalmente as tratativas para o investimento de R$ 200 milhões no Banco Master em maio de 2023, uma semana após o governador Cláudio Castro ter um jantar de R$ 60 mil pago por Daniel Vorcaro em Nova York.

O jantar de luxo de Castro com o banqueiro ocorreu no dia 11 de maio de 2023, quando ambos participavam de eventos nos Estados Unidos.

TSE marca para 2 de junho julgamento de recurso de Claudio Castro –  CartaCapital

Seis dias depois, em 17 de maio de 2023, Santos e seus assessores diretos receberam um representante do Banco Master na sede da Cedae, no Centro do Rio de Janeiro, para uma reunião. O encontro marcou o início da negociação para o aporte no conglomerado de Vorcaro, mesmo contrariando as regras internas da companhia naquele momento.

Ao mesmo tempo que mantinha encontros com a cúpula do Master, Santos iniciou uma revisão.

*Igor Mello/ICL


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Política

O bolsonarista, Cláudio Castro, é alvo da PF por aportes de R$ 3 bilhões do Rioprevidência no Master

Estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão no RJ e no DF por ordem de André Mendonça (STF)

A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (26) uma operação que tem como alvo o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, no âmbito de uma investigação sobre investimentos bilionários do estado em fundos ligados ao Banco Master. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, e inclui o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

Segundo a PF, durante a gestão de Castro, cerca de R$ 3 bilhões teriam sido direcionados ao conglomerado financeiro controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Os recursos saíram principalmente do Rioprevidência — fundo responsável pelos pagamentos de aposentados e pensionistas do estado — e da Cedae, companhia estadual de abastecimento de água.

O advogado Carlo Luchione, responsável pela defesa de Cláudio Castro, informou que acompanharia as buscas realizadas na residência do ex-governador, na Barra da Tijuca.

O caso também repercute na Assembleia Legislativa do Rio. Neste mês, o deputado estadual Flávio Serafini, do PSOL, anunciou ter conseguido assinaturas para instalar uma CPI na Alerj com o objetivo de investigar os investimentos do estado no Banco Master. A comissão, porém, ainda não foi oficialmente instalada.

Dados apresentados pelos parlamentares apontam que o Rioprevidência aplicou aproximadamente R$ 1 bilhão diretamente no banco, além de cerca de R$ 1,6 bilhão em fundos administrados pela instituição. Parte desses aportes, segundo os deputados, ocorreu mesmo após alertas do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, que havia recomendado a suspensão de novos investimentos no banco.

A Cedae também realizou aplicações financeiras no Banco Master, em valores que somam aproximadamente R$ 200 milhões.

*ICL


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