Dizem as más línguas que o Metrópoles vorcarizou por R$ 27.283,800.
Justo o periódico de Luiz Estevão, que tenta diuturnamente associar Lula a Vorcaro, sem sucesso, aparece com essa singela casualidade nas manchetes nacionais.
Isso não é pouca coisa. R$ 27 milhões é uma valor que manteria um bom padrão de vida para qualquer um mortal durante uma vida inteira se não fizer besteira.
Sim, é verdade, o portal Metrópoles recebeu a bagatela acima descrita de Vorcaro entre 2024 e 2025.
Mas de que diabos você está falando? Não é possível que o novo vingador da direita tenha caído numa esparrela dessa, mesmo sendo alguém do ramo.
Hoje mesmo, o portal sapecou, em garrafais, na chamada, o nome de vários personagens da vida nacional que supostamente receberam uma gorjeta adocicada do patrão do sicário, que disseram ter suicidado, fato que tem sido cada vez mais contestado na praça por falta de imagens.
O fato é que, nessa lista social que mostra uma matemática milionária de supostos agrados de Vorcaro para pessoas da papa fina, os nomes do próprio Luiz Estevão e do Metrópoles não aparecem, no lugar, uma tosse seca que escapa depois da triste contingência.
Na verdade, a luz solar, o calor e a eletricidade para tocar o caso, só podem ser observados de fato, se Vorcaro realmente fizer uma delação premiada robusta, sem biocos e biombos para que ele possa colocar uma pedra tumular sobre cada um que será enterrado publicamente por ele.
A chamada da mídia avisa que tal fenômeno se transformara em matéria prima na próxima semana quando o bicho vai pegar.
Lembrando sempre que, aqui, falamos sem exceções para atordoar o eleitorado que os vultos da política nacional de extrema direita receberam do banqueiro evangélico da Lagoinha, Bolsonaro, R$ 3 milhões e Tarcísio, R$ 2 milhões, debaixo do discurso de Flavio, o rachador encurralado, que fez fortuna na estrada paralela da vida que, de forma mecânica, faz um discurso cheio de bravatas contra a corrupção.
Se Vorcaro abrir mesmo a boca, chegando perto do nariz, uma bomba política infra-atômica condensada mandará para os ares toneladas de carvão anticorrupção dos bolsonaristas de plantão e seus pares, ibclusive Estevão.
Enfim, não precisa de telescópio para ver o passado de Luiz Estevão, que se iguala ao do próprio Bolsonaro. O sujeito fez uso do mesmo ar, da mesma água e do mesmo fogo que a dinastia Bolsonaro fez e faz.
A ver.
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Relatório do Coaf classifica como atípicos repasses milionários do Banco Master, de Daniel Vorcaro, ao Metrópoles e cita envio imediato a empresas ligadas a Luiz Estevão
Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o Banco Master repassou R$ 27.283.800 ao Metrópoles Marketing e Propaganda LTDA, empresa que controla o portal Metrópoles, entre 2024 e 2025. O documento classifica as operações como “inusitadas” e indica movimentação “incompatível com o faturamento médio mensal” da empresa.
Segundo o relatório, revelado nesta quarta-feira (9) em reportagem do jornal Estadão, parte dos valores recebidos pelo Metrópoles foi transferida de forma imediata para empresas ligadas à família do ex-senador Luiz Estevão, dono portal condenado por corrupção que chegou a ser preso. O Coaf afirma que esse padrão “pode configurar possível movimentação de recursos em benefício de terceiros”.
As comunicações que deram origem ao relatório foram feitas pela Caixa Econômica Federal, que apontou o recebimento de “valores inusitados”, além da rápida saída dos recursos após o crédito.
O documento cita transferências para empresas como Madison Gerenciamento S/A, Sense Construções e Participações S/A e Macondo Construções e Participações S/A, todas com participação de Luiz Estevão e de suas filhas.
Em um dos trechos do alerta feito ao Coaf, a Caixa explica o motivo pelo qual considerou a movimentação atípica:
“A comunicação ao Coaf é justificada pois no período analisado foi movimentado recursos incompatíveis com o faturamento médio mensal da pessoa jurídica, identificamos o recebimento de transferências de valores inusitados, a movimentação foi caracterizada pelo recebimento de crédito com o débito imediato dos valores, há indícios de movimentação de recursos em benefício de terceiros e movimentação com pessoas expostas politicamente”.
Os dados mostram ainda que o Master foi o principal remetente de recursos ao Metrópoles em 2025, com transferências que chegaram a R$ 5,7 milhões. No segundo semestre de 2024, os repasses somaram R$ 838,8 mil. O restante foi enviado entre janeiro e outubro de 2025.
Datas dos repasses levantam suspeitas Luiz Estevão afirma que os pagamentos estão relacionados ao patrocínio do Will Bank, então ligado ao Master, à transmissão da Série D do Campeonato Brasileiro de 2025 pelo Metrópoles, além da venda dos naming rights da competição.
A sequência dos fatos, porém, não é linear.
Os repasses começaram em janeiro de 2025, enquanto a Série D teve início apenas em 19 de abril. O acordo de transmissão entre Metrópoles e CBF só foi anunciado nos dias 2 e 3 de julho, e as primeiras partidas exibidas ocorreram na 11ª rodada, em 5 e 6 de julho.
Já a implementação dos naming rights ocorreu ainda depois: a marca do Will Bank passou a aparecer nas placas dos estádios apenas em 26 de julho, na 14ª rodada da competição.
Assim, os pagamentos começaram meses antes da efetiva exposição da marca nas transmissões e nos jogos.
Quem é Luiz Estevão Ex-senador cassado em 2000, Luiz Estevão foi condenado a 31 anos de prisão por irregularidades nas obras do Fórum Trabalhista de São Paulo. Ele responde por crimes como corrupção ativa, peculato, estelionato e formação de quadrilha.
Começou a cumprir pena em 2016, após o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitar seus recursos. Em 2020, deixou a prisão e passou a cumprir pena em regime domiciliar. De acordo com a Forum, posteriormente, foi beneficiado por um indulto concedido com base no decreto de Natal assinado pelo então presidente Jair Bolsonaro.
Além do setor de comunicação, atua nas áreas imobiliária, de eventos e esportiva. Reportagem anterior da Fórum mostrou que ele negociou diretamente com o Will Bank o acordo de patrocínio e naming rights da Série D.
Metrópoles omitiu repasses enquanto explorava relações do Master A revelação dos repasses ocorre em meio à publicação, pelo Metrópoles, de reportagens que abordam, em tom de suspeição, pagamentos do Banco Master a políticos, autoridades e agentes públicos, além de explorar as relações do banqueiro Daniel Vorcaro com integrantes do sistema político e institucional.
Ao mesmo tempo, o portal não informa ao leitor que sua própria empresa recebeu mais de R$ 27 milhões do banco.
O relatório do Coaf não apenas confirma esses repasses, como aponta que as operações foram consideradas atípicas, com movimentações fora do padrão e transferência imediata de parte dos recursos para empresas ligadas a Luiz Estevão, controlador do veículo.
Histórico recente levanta questionamentos sobre atuação editorial A atuação do Metrópoles já havia sido questionada em outro episódio recente.
Em dezembro de 2025, o portal publicou reportagem insinuando que a Polícia Federal teria apreendido carros de luxo em endereços ligados ao Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi). Reportagem da Fórum revela que documentos oficiais da PF, porém, mostram que foram apreendidos apenas documentos e computadores.
Uma matéria do DCM revelou ainda que, antes da publicação, o Metrópoles havia procurado o sindicato com uma proposta de conteúdo pago, no valor de R$ 97 mil, no formato “Expressão de Opinião”. Após a recusa, a matéria com informações incorretas foi publicada.
Advogados do Sindnapi afirmaram à Fórum que o portal atuou como “parte interessada” e criticaram a falta de apuração.
O episódio é citado porque envolve a combinação entre abordagem comercial e cobertura editorial — aspecto que volta ao centro do debate com a revelação dos repasses do Banco Master.
O que diz Luiz Estevão Luiz Estevão nega irregularidades e sustenta que os pagamentos têm origem contratual.
“O valor foi maior. Eles não pagaram tudo. Ainda estão devendo dinheiro e estamos atrás de receber (…) O valor não está nada fora. E ainda temos que comprar os direitos da CBF, que não disponibiliza gratuitamente, não. O dinheiro que eu recebi passa a ser meu e faço com ele o que eu quiser. Posso comprar publicidade no Estadão, posso transferir esses recursos para outras empresas minhas, comprar um imóvel, fazer o que quiser”, declarou o empresário.
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Se você quiser ler um artigo vigarista sobre a Lei Rouanet, leia, no Metrópoles, a coluna de Mario Sabino, velho carregador de chuteiras de Mainardi. Ele desinforma, manipula, mente descaradamente, e mostra a receita embusteira da direita para lidar com cultura.
Logo no café da manhã, ler uma badalhoquice de um trapaceiro porcalhão, é de doer. Sabino não economiza na sua bola de excrementos para falar de tema que não tem mínima ideia. Talvez por isso segundo ele, era o especialista da Veja sobre o assunto, e Mainardi colunista de cultura.
Isso mesmo, nos piores anos de jornalismo de esgoto, Mainardi era o colunista de cultura daquele pardieiro chamado Revista Veja. Sabinão, que sabenada da Lei Rouanet, diz, no Metrópoles, que era especialista no tema na mesma pocilga. Acho que estava se desculpando pelo borralho.
O sujeito, que assina um artigo, defendendo que dinheiro público (Lei Rouanet) destinado a cultura deve ser entregue todo nas mãos de banqueiros, presta?
Pois é, o seu objetivo era atacar, segundo sua régua e regras, artistas petistas. Era nesse ponto da cascata que ele queria chegar.
Na verdade, Mario Sabino, quando sapeca em garrafais essas chamada: “Bilhões da Lei Rouanet: o mundo artístico brasileiro é outro Centrão” ele quer fazer um strike mirando nas leis de incentivos à cultura Paulo Gustavo e Aldir Blanc, que prometem e muito uma grande mobilização.