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Pesquisa

Atlas: Haddad na frente em São Paulo

No primeiro turno, o ex-ministro da Fazenda marca 42,6% das intenções e encosta no atual governador

Pesquisa AtlasIntel/Estadão sobre a disputa pelo governo de São Paulo, divulgada nesta segunda-feira (30), revela um cenário em disputa entre o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).

O levantamento também traz as intenções de voto por região do estado de São Paulo e mostra Haddad liderando na capital paulista:

Capital

  • Fernando Haddad: 47,4%
  • Tarcísio de Freitas: 41,5%
  • Outros: 5,9%
  • Não sabem/Nulos/Brancos: 5,3%

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Política

Direita foge e fugirá da pauta econômica na disputa presidencial

Na disputa eleitoral para a Presidência da República, a direita fugirá da pauta econômica. Os motivos são claros, Lula faz a economia voar batendo recordes reais de crescimento. Do outro lado, a economia americana chafurda no marasmo com Trump rumo à insolvência do império.

O nome disso é alta pintura fora do quadro, o que significa que tal fato está fora do script eleitoral no Brasil desde a redemocratização.

Lula pegou o país com 34 milhões de mendigos, miseráveis, produzidos pela política nefasta de Bolsonaro e Guedes para a glória maior do classismo financeirista.

Esses dois, um, burro de carroça e, outro, a besta do balão, são o caso da nudez crua e seca do capitalismo neoliberal mais selvagem da terra.

Não é sem motivos que o baronato da agiotagem nacional usa de todas as formas possíveis, mesmo as mais caquéticas, para tentar sequestrar o Brasil, através de uma taxa de juros imunda, parelha somente com a milícia que atua criminosamente nas favelas e periferias de todo o  Brasil.

Durante muitos anos de tecnocracia neoliberal, a mídia e seus sabujos coroavam de louros a cabeça dos Ceos, coachs e outras porcarias mais do campo corporativo, que criaram histórias paralelas à do Brasil real para vender a bíblia do neoliberalismo como a própria cadeira dos reis.

A nós súditos desse helenismo contemporâneo, sempre coube o papel passivo de ter o direito máximo de balançar a cabeça em sinal de negação.

Pois bem, o que veremos agora, é basicamente inédito no Brasil, a direita fugindo dos temas econômicos, por duas questões diametralmente opostas. Se Lula e Haddad, como mostram os números, promoveram a queda do dólar, a queda da inflação, os recordes recorrentes da bolsa de valores, por uma visão humanista da economia, por outro lado, assistimos a Trump descambar para a graça natural de um império em ruínas, que tenta corrigir os números econômicos na cartilha nua e crua do fascismo.

O silêncio sobre tal tema em tal caso, ou seja, as eleições, será estratétigo para a direita, porque não terá como a direita esclarecer para o seu eleitorado por que os tecnocratas, que desdenharam da politica econômica de Haddad e Lula, agora, estão aí paralisados, alheios, sem pai e mãe, nem vizinho, em caso contrário a tudo o que pregaram a vida inteira.

É muita ironia diante dos nossos próprios olhos.


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Política

Haddad diz que caso Master pode ser a maior fraude bancária do país

Ministro apoia atuação do BC e destaca impacto no Fundo Garantidor

O caso envolvendo o Banco Master pode se configurar como a maior fraude bancária da história do país, disse nesta terça-feira (13) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, o governo acompanha de perto a atuação do Banco Central (BC) e mantém diálogo permanente com a autoridade monetária desde a decretação da liquidação da instituição financeira.

“O caso [Master] inspira muito cuidado, podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país, podemos estar diante disso. Então temos que tomar todas as cautelas devidas, com as formalidades, garantindo todo o espaço para a defesa se explicar, mas, ao mesmo tempo, sendo bastante firmes em relação àquilo que tem que ser defendido, que é o interesse público”, disse o ministro ao chegar ao Ministério da Fazenda.

Haddad informou que tem conversado diariamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e fez questão de manifestar apoio público ao trabalho conduzido pelo BC no caso.

“Estou absolutamente seguro com o trabalho que o Galípolo e a equipe fizeram”, afirmou Haddad, durante conversa com jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda, em Brasília.

“Eu já disse isso, é um trabalho muito robusto”, reforçou.

Haddad ressaltou que a condução do processo exige rigor técnico e transparência, diante da gravidade das suspeitas e do potencial impacto sobre o sistema financeiro nacional.

Articulação com o TCU
O ministro também revelou que tratou do assunto com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo. Segundo ele, houve avanços na interlocução entre os órgãos de controle e o Banco Central.

De acordo com Haddad, a reunião realizada na segunda-feira (12) entre Galípolo, Vital do Rêgo e o relator da apuração no TCU, Jhonatan de Jesus, indicou uma convergência de entendimento sobre os procedimentos adotados pelo BC na liquidação do Banco Master.

“Aparentemente, houve uma boa convergência em relação à leitura dos fatos e à importância da apuração”, disse Haddad.

Impacto sobre FGC
Ao comentar os desdobramentos do caso, o ministro destacou a relevância do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por proteger depositantes em situações de quebra bancária. O ministro lembrou que o fundo é abastecido não apenas por bancos privados, mas também por instituições públicas.

“O FGC é composto por recursos de todo o sistema, inclusive de bancos públicos, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal”, afirmou.

Após a liquidação do Banco Master, o FGC deverá honrar depósitos elegíveis de até R$ 250 mil por pessoa física, conforme as regras vigentes. O titular da Fazenda ressaltou que o episódio reforça a importância de mecanismos de proteção ao sistema financeiro e aos correntistas.

Para Haddad, a investigação completa do caso será fundamental para esclarecer responsabilidades e evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer.

*Agência Brasil


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Política

Haddad critica chacina de Cláudio Castro no Rio: ‘Chefes do narcotráfico estão morando em Miami’

Ministro da Fazenda afirmou que o crime se financia com combustíveis e disse que o governador do Rio está ‘desinformado’

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez declarações contundentes nesta sexta-feira (31) sobre o combate ao crime organizado no Rio de Janeiro e a recente operação que deixou mais de uma centena de mortos nos complexos do Alemão e da Penha, afirmando que as lideranças criminosas não se encontram nas comunidades, mas sim em locais de luxo e até mesmo no exterior.

Em uma clara crítica à estratégia de segurança do governo fluminense, Haddad afirmou que as lideranças do crime organizado “não vivem em comunidades como os complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, e sim de frente para praia”. O ministro disse ainda que os chefes do narcotráfico “estão morando em Miami, morando em Portugal, morando em outro canto”.

Haddad indicou que o governador Cláudio Castro (PL) estaria “desinformado” sobre o modo de operação do crime organizado em seu estado, e mencionou que as recentes ações tomadas pelo governo do Rio contrariam decisões judiciais.

“Me parece que o governo do Rio não estava informado adequadamente, a julgar pelas ações, pelas medidas que tomaram, que foram contrariadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Superior Tribunal de Justiça essa semana”, disse o titular da Fazenda.

O foco financeiro e o papel da Receita Federal
O ministro destacou a importância de atacar o financiamento das facções. Segundo ele, “a questão dos combustíveis, que é uma das principais fontes de financiamento do crime organizado no Rio”, permitiu ao governo federal avançar no combate a essas organizações.

Haddad citou a Operação Carbono Oculto, deflagrada pela Receita Federal, que identificou conexões do PCC (Primeiro Comando da Capital) com o setor de combustíveis e o mercado financeiro, incluindo ações de busca e apreensão na Faria Lima, centro financeiro de São Paulo. O ministro indicou que a Receita possui informações relevantes também sobre o Comando Vermelho.

Para dar seguimento a esse trabalho, Haddad afirmou pretender consolidar em lei a Delegacia de Combate ao Crime Organizado, que já opera desde 2023 sob gestão da Receita Federal. “No mundo inteiro a Receita Federal atua com o suporte dos órgãos de segurança pública, porque ao atuar na fiscalização, ela acaba se deparando com crimes tributários e não tributários”, justificou Haddad.

Sonegação e crime organizado
O ministro da Fazenda também relacionou o combate ao crime organizado diretamente à pauta legislativa, pedindo apoio do governador Castro ao projeto de lei para tributar os devedores contumazes.

“Devedor contumaz é uma palavra chique para falar sonegador, e, por trás do sonegador, o que tem, na verdade, é o crime organizado”, disse Haddad, argumentando ainda que essa prática está diretamente ligada à lavagem de dinheiro. O projeto de lei complementar nº 164 de 2022, que trata do tema, foi aprovado no Senado e teve urgência aprovada na Câmara.

Colaboração e contraste nas operações
Em resposta a críticas de governadores sobre a suposta falta de atuação federal na segurança pública, Haddad reforçou que o Ministério Fazenda tem colaborado, sobretudo no fornecimento de informações sobre os fluxos financeiros dessas organizações.

Como exemplo da eficiência da abordagem federal, Haddad mencionou a Operação Fronteira, encerrada na mesma sexta-feira. “Em 15 dias, foram presas 27 pessoas. Nós apreendemos 213 mil litros de bebida no terreno, 3,5 toneladas de droga, sendo que 600 quilos de cocaína”, declarou o ministro. “Não teve tiro, não teve morte”, completou.

A Operação Contenção, deflagrada pelas polícias do Rio de Janeiro na terça-feira (28), deixou pelo menos 121 pessoas mortas nos complexos do Alemão e Penha.

*BdF


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Política

Haddad imputa a Eduardo Bolsonaro cancelamento de reunião com secretário do Tesouro dos EUA

Ministro da Fazenda afirma que reunião com Scott Bessent foi cancelada após pressão de aliados de Donald Trump

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (11) que a reunião com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, prevista para ocorrer nesta quarta-feira (13), foi cancelada após pressão de “forças de extrema direita que atuam junto à Casa Branca”. Segundo Haddad, essas forças agiram diretamente para minar a interlocução entre os dois países.

A reunião teria como pauta principal o tarifaço de 50% imposto pelo governo Donald Trump a produtos brasileiros. O encontro vinha sendo articulado desde julho, a pedido do presidente Lula (PT), após uma reunião considerada produtiva entre Haddad e Bessent em maio.

“A militância antidiplomática dessas forças de extrema direita teve conhecimento da minha fala, agiu junto a alguns assessores, e a reunião foi desmarcada”, afirmou o ministro em entrevista ao programa Estúdio i, da GloboNews.

Haddad: Eduardo Bolsonaro se posicionou publicamente contra o diálogo

Haddad apontou ainda que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) teria se posicionado publicamente contra o diálogo entre os governos brasileiro e americano. O ministro acredita que essa atuação contribuiu diretamente para o cancelamento da reunião.

“Eduardo publicamente deu uma entrevista dizendo que ia procurar inibir esse tipo de contato entre os dois governos. Depois disso, aconteceu o episódio do cancelamento. Não há coincidência nesse tipo de coisa”, disse Haddad.

Apesar de tentativas posteriores de reagendar o encontro, o governo norte-americano alegou “falta de agenda” e não retomou o contato.

Resposta ao tarifaço de Trump
Durante a entrevista, Haddad detalhou a Medida Provisória que está sendo finalizada pelo governo como resposta às tarifas. O pacote inclui três frentes principais: linhas de financiamento para empresas afetadas, ajustes tributários específicos e compras públicas para absorver parte da produção voltada ao mercado americano.

As medidas visam mitigar os impactos do tarifaço em setores-chave da economia brasileira, como alimentos, vestuário e manufaturados, que tinham forte presença no mercado dos EUA.

Críticas à fala de Tarcísio de Freitas
Haddad também rebateu declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que afirmou que Lula deveria “ligar diretamente para Trump” para resolver a questão comercial.

“É no mínimo um pouco ingênua. Talvez uma pessoa que ainda não tenha traquejo das Relações Internacionais”, comentou Haddad, ressaltando que encontros entre chefes de Estado requerem preparação diplomática e técnica prévia para serem efetivos.


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Política

Nesta quinta, Lula fará pronunciamento sobre tarifaço de Trump em rede nacional

Material já foi gravado; Fernando Haddad (Fazenda) acredita que Trump vai recuar

O pronunciamento ocorrerá em rede nacional às 20h30.

O presidente Lula (PT) deve se manifestar em rede nacional de rádio e televisão na noite desta quinta-feira (17) para responder ao tarifaço anunciado por Donald Trump. O governo norte-americano decidiu aplicar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros a partir de agosto, medida que foi classificada como “agressiva” e “injustificada” por autoridades brasileiras.

No discurso gravado, Lula reafirma a disposição do Brasil para negociar, mas destaca que o país não aceitará imposições unilaterais.

Lula voltou a mencionar a Lei da Reciprocidade Econômica, que autoriza o Brasil a adotar medidas comerciais equivalentes, e também sinalizou a possibilidade de levar o caso à OMC (Organização Mundial do Comércio).

A fala do presidente complementa uma série de ações recentes do governo federal em defesa da soberania brasileira, incluindo postagens nas redes sociais de ministérios e autoridades que contestam os argumentos dos Estados Unidos para justificar as novas tarifas.

A mais recente carta do governo brasileiro aos Estados Unidos — assinada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo chanceler Mauro Vieira — reforça a insatisfação do Brasil e exige uma resposta formal à mensagem enviada em maio, que não obteve retorno. O documento também destaca que, ao contrário do que afirma Trump, os Estados Unidos mantêm superávit comercial com o Brasil, ou seja, vendem mais do que compram.

De acordo com o ICL, o endurecimento do discurso brasileiro reflete a preocupação do governo com os impactos econômicos e diplomáticos da medida, além de uma tentativa de preservar a imagem do país em um momento de reconstrução da política externa e valorização do multilateralismo.

Haddad acredita em recuo de Trump

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou duramente a postura do governo dos EUA, que além da tarifa de 50%, anunciou uma série de investigações comerciais envolvendo o Brasil, com alegações que vão de pirataria ao sistema de pagamentos Pix.

Na avaliação do ministro da Fazenda, Trump vai recuar na taxação ao Brasil, porque “vai encarecer o café da manhã americano”.

Haddad disse não trabalhar com a hipótese de que o Brasil não superará essas ameaças e ironizou o foco das investigações.

“Os Estados Unidos deviam estar copiando o Pix. Você não se incomoda com criptomoeda e vai se incomodar com o Pix? Qual é o sentido disso?”, questionou o ministro, insinuando que o lobby das empresas de cartão de crédito poderia estar por trás das críticas americanas à ferramenta brasileira de pagamentos instantâneos.

Haddad também demonstrou perplexidade com o avanço das tarifas sem retorno às tentativas de negociação feitas pelo governo brasileiro desde maio.

Segundo ele, foram realizadas ao menos dez reuniões com autoridades norte-americanas, incluindo uma com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, que sinalizou abertura para um diálogo sobre a tarifa original, de 10%. A elevação para 50%, sem aviso prévio, pegou o governo de surpresa.

“Se com 10% havia espaço para uma negociação, do que nós estamos falando agora?”, questionou.

Haddad ainda criticou o uso da pauta ambiental como justificativa para as novas barreiras comerciais, lembrando que Trump é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, responsável, segundo o ministro, pela pior fase de aumento do desmatamento na Amazônia. “Estamos revertendo o desmatamento. Este país vai ser penalizado?”, questionou.


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Governo Lula coloca o pé na forma e domina totalmente a comunicação nas redes e na grande mídia

Lula e Haddad dão show.

Não dá para a grande mídia editar detalhes e adicionar os interesses dos bilionários na guerra do IOF.

Lula e Haddad estão ocupando todos os espaços do campo e tocando a bola de pé em pé.

O resultado é uma lavada nas redes com mais de 90% de menções negativas contra as piranhas do Congresso que travaram o IOF para os ricos da Faria Lima, que não querem pagar imposto de renda como todos os brasileiros pagam na fonte ou no consumo a partir de um mísero grão de arroz.

Haddad foi claro, “deixa os ricos fazerem caretas, não arredaremos o pé nem um centímetro da proposta porque temos a obrigação de fazer justiça social via justiça fiscal”.

Deixa que os trilhos gemam dentro do Congresso de abutres do povo, nós vamos recorrer ao STF porque estamos operando, dentro da lei, em benefício dos mais pobres, diz Lula com outras palavras não menos duras contra Alcolumbre e Motta, dois sabujos dessa corja de bilionários que quer erguer paredes toda vez que tem que participar de um intera a favor da isonomia e, consequentemente, da busca por menos desigualdade social, tão cara à sociedade brasileira que sempre beneficiou a cobertura como bem explica Haddad.

Que o governo use essa prática direta com a sociedade como padrão didático, porque tem o que mostrar e deve explicar diretamente ao povo para que a mídia, aliada direta dos grandes sabotadores da nação, não encontre espaço no debate público para manipular a sociedade.


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Depois da prisão do primo traficante, Nikolas parece mais descompensado e agressivo, por quê?

O molequinho, tratado no dízimo evangélico desde sempre, que se acha com poderes e habilidades comunicacionais divinas, ficou enfezado com Haddad pelo ministro, no Congresso, desmascarar a farsa dos tais 300 milhões de visualizações de seu vídeo fake sobre o Pix.

Haddad está certíssimo. Aquilo foi uma armação grotesca, tanto que, tocando na ferida, o ministro conseguiu a reação despirocada de Nikolas denunciando que a sua farsa havia sido desancada.

Mas parece que a coisa não para aí.


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Além de ser apontado pelos bolsonaristas e, logicamente, por Bolsonaro como moleque traidor, Nikolas não consegue esconder que seu humor e “perspicácia” foram para as picas depois da prisão de seu primo traficante, filho do tio, a quem Nikolas destinou uma grana preta extraída dos cofres públicos.

Tem coelho nesse mato do fedelho.

Suas atitudes tão agressivas, depois que a polícia pegou o primo com 30 quilos de droga, sugerem que tem uma montanha de caroços debaixo desse angu.

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Com o arregão de Bolsonaro no STF, bolsonaristas que sobraram no Congresso partem para a algazarra

Bolsonaro será condenado em agosto e preso em outubro, avaliam advogados e aliados. Essa notícia é a pá de cal no bolsonarismo.

Mesmo sem ninguém pisar nos calos de Nikolas Ferreira perguntando alguma coisa sobre seu parente traficante, preso com quilos de cocaína e maconha, o nanico moral se empombou com Haddad por dizer que os tais 300 milhões de visualizações de seu vídeo era historinha para animar parquinho de debilóides.

No fundo, isso não passa de uma constatação inapelável.


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Depois da arregada vexatória de Bolsonaro para Moraes nesta terça (10), no STF, ao vivo e a cores, chega a notícia de dentro do próprio PL que a prisão de Bolsonaro não passará de Outubro.

Isso significa que o bolsonarismo, que ainda resta na xepa, não passará da mesma data.

Daí a gritaria dos futuros defuntos políticos foi de estalão, mostrando que essa turma de pé inchado está ligada no automático com o genocida.

Cai em desgraça ele, cai todo o bando.

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As ratazanas guincham e a caravana passa

Esbofeteando os línguas de trapo na mídia, PIB do Brasil cresce 1,4% no 1º trimestre de 2025 ficando em 5º lugar no ranking das economias que mais cresceram no mundo.

Brasil está entre os países que mais cresceram no período
Consumo das famílias brasileiras cresce 1% no PIB.
Investimentos sobem 3,1%.

Esses dados, conforme reportagens recentes, destacam a resiliência da economia brasileira frente aos desafios globais

Mas a super fodástica lavajatista, Mirian Leitão, meteu um olho gordo nos resultados extraordinários da economia com uma praga de bruxa e sapecou sua maldição riscada com facão : “O lado B do crescimento é a inflação”

Mailson da Nóbrega ninguém, um neoliberal fracassado e despeitado, sacou do bolso a sua amarelada bola de cristal e desconjurou: “na próxima o PIB cai”. Só pra animar o gado do pneu e do ET.

Alta de 9,1% dos investimentos indica que a economia brasileira vai muito bem, obrigado.

Mas sabe como é a Verinha Magalhães, colegial apaixonada pelo enxadrista, Sergio Moro.

A moça, que dizia que Lula não era player para ser entrevistado no seu Roda Viva, não para de amaldiçoar a pasta de Haddad..

É a velha história: as ratazanas guincham e a caravana passa.

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