Categorias
Política

O PGR, Paulo Gonet, dá uma calça arriada em André Mendonça

O PGR, Paulo Gonet, abriu a cova de André Mendonça dando a ele a prerrogativa de investigar ou não o filme “Lavagem de Dinheiro” de Flavio Bolsonaro, também conhecido como Dark Horse.

Claro que isso produziu medo coletivo no fascismo medular, porque Gonet obriga André Mendonça a dar uma cambalhota para, se for a fundo, trairá o clã, se negar o avanço das investigações, ficará nu diante da sociedade brasileira.

Na verdade, o PGR deu-lhe um engasga-gato, e não há como ele insistir na “neutralidade”.

André Mendonça pode manter esse mistério até novembro, depois das eleições, o que não serviria para tirar dos seus ombros e do próprio Flavio a acusação de jogo casado.

Se não aparecer com uma solução do caso, digo, elucidação do destino do dinheiro que Vorcaro entregou a Flavio, como já é sabido de boca própria, em áudio, Mendonça selará a pecha em Flavio de interferir no judiciário e de Mendonça aceitar esse jogo sujo.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Operação da PF na casa de Jaques Wagner revela muito mais de André Mendonça do que do senador

A condução e postura de André Mendonça nesse caso, foram o detalhe que mais chamou atenção negativamente, não só por arquitetar um plano que escondia da cúpula da PF tal operação, mas sobretudo por ter um comportamento diametralmente oposto do que vem tendo em relação ao mesmo caso Master quando o investigado é Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que colocou o STF numa barganha política com a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, da qual Mendonça é parte, porque esse grupo evangélico queria um representante da igreja no STF.

Da grande mídia não faltou boa vontade em utilizar o padrão Lava Jato para tentar sacudir o pais para fazer “justiça” com manchete. De cara, O globo, em seu site, colocou  mais de cinco chamadas diferentes na capa sobre o mesmo assunto. E sem qualquer pudor jornalístico, enfiou o pé na jaca na tentativa de, por osmose, enfiar Lula no caso e, consequentemente, associá-lo a Vorcaro e ao Master.

O fato é que a sociedade, cansada dessa prática de escandalização da mídia, praticamente não deu bola, não deu like e muito menos compartilhou as súmulas criadas pelo tribunal da mídia, e o resultado do “escândalo” foi muxoxo, pífio, para ser mais claro.

Isso não tirou o caso de pauta na opinião pública, ao contrário, colocou uma enorme interrogação sobre o comportamento dúbio, escancaradamente parcial de Mendonça, num claro guarda-chuva para Flavio, sublinhando que, se depender da relatoria do terrivelmente evangélico, Flavio estará blindado sem qualquer fenda que lhe custe algo próximo ao preço que está pagando diante da opinião pública, refletindo seu derretimento após pesquisas depois do vazamento do áudio pelo Intercept e sua visita a Vorcaro, já de tornozeleira eletrônica que, segundo Valdemar da Costa Neto, foi para cobrar o resto da grana que teria que totalizar R$ 134 milhões.

Por isso muita gente quer trocar o nome da operação compliance em tiro no pé do próprio Mendonça, pois, perante os brasileiros, o sujeito, num rodopio infrene, acabou mordendo o próprio rabo, colocando-se de forma displicente na berlinda no lugar de quem ele queria detonar, e junto, piorou ainda mais as coisas, que já não andam boas para o próprio Flavio Bolsonaro, filho do patrão supremo de Mendonça.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

André Mendonça, com sua blindagem a Flavio, escancara que o 01 é um corruptaço

Ninguém é ministro da Justiça de Bolsonaro impunemente, e este é um caso de importância estratégica para entender por que André Mendonça dorme em cima da papelada que virou notícia no Intercept, tirando o sossego de Flavio.

Sim, o bolsonarismo é uma pensão institucional para André Mendonça. Foi ministro da Justiça e, depois, ministro do STF pelas mãos do pai de Flavio, Jair Bolsonaro.

Nessa situação que envolve o senador Jaques Wagner, Mendonça foi o maestro e colocou uma questão no centro do debate nacional com uma pergunta, senador por senador,  tanto Jaques Wagner quanto Flavio Bolsonaro estão no mesmo plano institucional.

Não é preciso ser observador para entender que, tão cedo, Mendonça comandará qualquer ação da PF para dar um tranco no vigarista 01.

Atitudes como essa, que refreiam qualquer ação contra Flavio, fazem com que mais de meio país entenda que, se o papel de Mendonça é o de proteger Flavio, é porque tem material de sobra na sua mesa para ele esconder e, portanto, blindar Flavio na justiça, mas não de sua desgraça política.

Ou seja, a situação geral, fora do analfabetismo bolsonarista, é que isso estraga cada vez mais a imagem de um sujeito que nunca prestou e que dane-se a bondade de Mendonça com Flavio. Ele continuará cheio de angústias, porque até a banda mais podre do bolsonarismo assume publicamente que o rachadinha da fábrica de chocolate, das mansões e de uma cadeia de imóveis, inclusive em território comandado pela milícia, engasgou sua campanha.

Ao fim e ao cabo, no entanto, essa displiscência inadvertida de Mendonça com os crimes de corrupção de Flavio, acaba se constituindo num chicote que estala na própria bunda do protegido.

Esse tipo de comportamento de Mendonça, suicida de vez a campanha de um cara reonhecidamente vigarista até pelos pares.

Ao invés de salvar o defunto político, André Mendonça, com essa atitude de Corte de província, joga ainda mais terra em sua cova.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuar criando conteúdo de qualidade e mantendo esse projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos em X: https://x.comAnthropophagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofgista?igs

Categorias
Política

Vídeo: O que acham de Flavio Bolsonaro e André Mendonça, relator do caso Master, juntinhos na Marcha para Jesus?

Incluído na segunda proposta de acordo de delação do “irmão” Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro falou em “guerra espiritual” e classificou governo Lula como “mundo do mal”. Relator do caso Master, Mendonça pediu “sabedoria para fazer justiça a todos”.

Incluído na segunda tentativa de acordo de delação premiada do “irmão” Daniel Vorcaro, que destinou mais de 10 milhões de dólares ao clã supostamente para financiar o filme Dark Horse, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez um discurso em tom de campanha ao lado do ministro André Mendonça, relator do escândalo do Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF) e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na Marcha para Jesus, em São Paulo, nesta quinta-feira (4).

*Forum


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/G5ZN457hFHwFBCVZSvRgZ7?mode=gi_t

Siga-nos no X: https://x.comAntropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igs

Categorias
Política

Delação do fim do mundo: Assim já é chamada a colaboração de Vorcaro

Relator André Mendonça integra ala do STF que formou maioria para manter banqueiro preso e abriu caminho para possível colaboração premiada

A possível colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, já começa a ser descrita nos bastidores de Brasília como a “delação do fim do mundo”, diante do potencial impacto político que suas revelações podem ter sobre figuras dos Três Poderes. As informações são do jornalista Caio Junqueira, em seu blog, que relata o clima de tensão crescente na capital federal após decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a análise publicada, a maioria formada nesta sexta-feira (13) na Segunda Turma do STF para manter Vorcaro preso representa uma vitória clara da ala da Corte que demonstra preocupação com a preservação da imagem institucional do tribunal.

Esse grupo, de acordo com o blog, é liderado pelo presidente do STF, Edson Fachin, e conta com o apoio do ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao chamado caso Master.

Disputa nos bastidores do poder
Ainda segundo o relato publicado por Caio Junqueira, essa ala do Supremo conseguiu derrotar uma parte expressiva do establishment político que atuou nos bastidores para tentar garantir a soltura do banqueiro.

De acordo com a análise, havia expectativa entre setores políticos e institucionais de que a liberdade de Vorcaro pudesse reduzir as chances de um acordo de delação premiada, o que explicaria a mobilização de atores relevantes do sistema político.

Com a decisão do STF de manter a prisão preventiva do empresário, o cenário mudou e a hipótese de colaboração ganhou força nos bastidores de Brasília.

“Batalha vencida”, mas tensão continua
Apesar da vitória momentânea no Supremo, a avaliação apresentada no blog é de que o episódio representa apenas uma etapa de uma disputa maior que ainda está em curso.

Segundo a análise, a tensão institucional deverá atingir seu ponto máximo quando Vorcaro decidir se falará e quais nomes eventualmente citará em uma colaboração premiada.

Caso isso ocorra, o empresário poderá revelar relações e pressões envolvendo autoridades dos Três Poderes, inclusive entre aqueles que, segundo o relato do blog, torceram ou atuaram pela sua soltura.

Investigação amplia pressão sobre o caso
O caso envolvendo o Banco Master tem provocado forte repercussão em Brasília e se desdobra em diferentes frentes de investigação.

Entre os episódios citados nas apurações recentes estão a informação de que Vorcaro declarou ter pago R$ 68 milhões a uma empresa mencionada em investigação da Polícia Federal, além do fato de que o advogado que deixou a defesa do empresário possui clientes que poderiam eventualmente ser citados em uma delação, de acordo com o 247.

Outro ponto que amplia a dimensão institucional do caso é a atuação da Controladoria-Geral da União (CGU), que analisa um relatório de investigação envolvendo servidores do Banco Central ligados ao escândalo do Banco Master.

Com a manutenção da prisão do banqueiro e a crescente expectativa em torno de uma possível colaboração premiada, o caso passou a ser visto em Brasília como uma das crises políticas e institucionais mais sensíveis do momento, capaz de provocar fortes abalos nos bastidores do poder.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh

Categorias
Política

O PGR, Paulo Gonet, desanca o bolsonarista, André Mendonça

O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, enviou um documento oficial ao Supremo Tribunal Federal expondo um conflito direto com o ministro André Mendonça.

No texto, Gonet contesta decisões recentes do magistrado que resultaram na suspensão de depoimentos e de quebras de sigilo em investigações que envolvem o sistema previdenciário.

O PGR argumenta que as interrupções determinadas pelo ministro prejudicam o andamento de apurações críticas e criam obstáculos para a colheita de provas necessárias ao esclarecimento de supostos esquemas de corrupção e fraude.

A manifestação da PGR detalha que a atuação do ministro teria extrapolado os limites processuais ao interferir em atos que são de competência exclusiva do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Gonet ressalta que a paralisação de diligências fundamentais coloca em risco a eficácia do combate ao crime organizado, gerando uma insegurança jurídica que afeta a credibilidade das instituições.

O documento utiliza termos contundentes para descrever a divergência, evidenciando uma crise de confiança entre a cúpula da procuradoria e um dos membros da Suprema Corte.

Além das críticas formais, o PGR solicitou que o STF reveja as decisões monocráticas de Mendonça para permitir a retomada imediata dos trabalhos de investigação.

O conflito ocorre em um momento de alta tensão política, no qual processos envolvendo figuras influentes e grandes movimentações financeiras aguardam definições judiciais.

A disputa agora aguarda análise do plenário ou da presidência do tribunal, enquanto os bastidores do Judiciário e do Ministério Público registram um dos embates mais diretos entre as duas instituições nos últimos anos.”

*Do Facebook de Lavínia Fadigas


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704 e Pix: 24981274823. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Luis Nassif: É hora de barrar a conspiração PF-André Mendonça

O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, precisa abandonar a postura defensiva e impor limites concretos aos abusos de André Mendonça.

A informação da jornalista Mônica Bérgamo — de que há uma discussão interna na Polícia Federal sobre a possibilidade de decretar a prisão de Fábio Luiz da Silva, o Lulinha — não é um episódio isolado. É o sintoma mais recente de uma instituição que opera sem freios, e que exige resposta imediata.

O conjunto de irregularidades da Operação Master revela uma PF que já abusava do poder antes mesmo de contar com o aval do Ministro André Mendonça:

  • Vazamentos das mensagens do celular de Daniel Vorcaro nos primeiros dias de perícia.
  • Alimentação sistemática da campanha contra os Ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por meio de colunas em O Globo. Registro necessário: não se trata de defender Toffoli ou Moraes, mas de identificar a origem e o destino dos vazamentos.
  • Quebra do sigilo de Fábio Luiz — endossado por André Mendonça — sem qualquer indício concreto de envolvimento com a operação.
  • Divulgação seletiva da movimentação bancária de Fábio Luiz, omitindo deliberadamente as características que contextualizariam os dados.
  • Conflito aberto entre André Mendonça e o Procurador-Geral da República Paulo Gonet.
  • Tentativa de controlar o acordo de delação com Daniel Vorcaro — prerrogativa exclusiva do Ministério Público Federal.

Este último ponto é particularmente grave. As lições da Lava Jato são inequívocas: sem supervisão judicial efetiva, procuradores moldavam o conteúdo das delações segundo suas motivações políticas. Os delatores, sem a quem recorrer, cediam. Colocar esse poder nas mãos de uma força-tarefa sem controle institucional não é descuido — é escolha.

O juiz da Lava Jato 1 era Sérgio Moro; da Lava Jato 2 é André Mendonça. O roteiro que se desenha agora é familiar. Logo que Toffoli assumiu a relatoria do caso, as páginas dos jornais foram inundadas de notícias sobre “mal-estar” na PF. O mesmo jogo recomeça com Gonet — desta vez com a CNN como veículo. A pressão não é espontânea; é estratégia.

Acordos de delação são prerrogativas do Ministério Público Federal. Deixar nas mãos dessa Polícia Federal é caminho certo para manipulação política.

As lições da Lava Jato mostraram que, sem a supervisão de um juiz, procuradores praticamente definiam o conteúdo das delações, de acordo com suas motivações políticas. Sem ter a quem recorrer, os delatores acabavam se submetendo a essas manipulações.

Nos últimos dias, setores da força tarefa começaram os primeiros lances contra Gonet. Repetem o que ocorreu com Toffoli. Logo que assumiu a relatoria do caso, jornais passaram a ser coalhados de notícias sobre “mal-estar” na PF.

Agora, começou o jogo com Gonet, como mostra a CNN, um dos canais disponíveis para a Lava Jato 2:

Nas mãos da força tarefa do Master, e do Ministro André Mendonça, como dois e dois são quatro, os delatores serão induzidos a direcionar suas delações para alvos previamente escolhidos pelo grupo.

Será o mesmo agora.

O governo precisa acordar e se dar conta de que a conspiração já começou. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, não se mostrou com pulso para impedir os abusos de parte da corporação. Por outro lado, o Supremo Tribunal Federal precisa sair da defensiva e colocar um limite nos abusos de André Mendonça.

Com a força-tarefa do Master e André Mendonça operando em conjunto, o desfecho provável é previsível: os delatores serão conduzidos a apontar alvos previamente escolhidos pelo grupo. A Lava Jato tinha Sérgio Moro como juiz de apoio. A Lava Jato 2 tem André Mendonça — cujos primeiros atos foram exatamente a quebra do sigilo de Fábio Luiz e a abertura de toda a investigação para a CPMI do INSS, sabendo que a maioria dos envolvidos com o Master são políticos do Centrão.

O governo precisa sair do estado de dormência. A conspiração não está sendo tramada — ela já está em curso. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, não demonstrou disposição para conter os excessos de parte da corporação. O Supremo Tribunal Federal, por sua vez, precisa abandonar a postura defensiva e impor limites concretos aos abusos de André Mendonça.

Ou se age agora, ou se perde o controle.

*Luis Nassif/GGN


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Mendonça, o novo bibelô dos jornalões, foi escolhido ministro da Justiça por Bolsonaro para blindar sua turma

O que há de disponível no momento para a direita, é o terrivelmente evangélico, André Mendonça, que rebrotou da capoeira para acalmar os ânimos do judiciário com as folhas maduras com as quais tenta um caminho sombrio para determinar como parte do STF pode fixar em pechas morais em Lula em pleno ano eleitoral.

Sim, para a mídia, sobrou do maior partido de extrema direira, o imponderável.

O que a bolsomídia do baronato midiático quer, é que o brasileiro dê uma apalpadela, no escuro, na própria memória para que não se lembre que Mendonça foi o escolhido por Bolsonaro para blindar seus filhos e comparsas da sua turma para substituir Sergio Moro que, em projeto de traição ao chefe da gangue da qual Moro era parte, armou uma cama de gato e foi descoberto pela Abin paralela.

Está tudo documentado no Google, basta dar um clique na busca por aquela fatídica reunião ministerial em que Bolsonaro faz uma análise sobre a tarição de Moro para, em seguida, meter-lhe o pé na bunda.

Ou seja, foi rato engolindo rato e, no caso de Bolsonaro, escolhendo um novo roedor para o Ministério da Justiça que, por sua lealdade à turma na tarefa de blindar toda a cambada do governo Bolsonaro, teve sua recompensa com uma cadeira de ministro do STF pelas mãos do genocida golpista.

Basta pegar uma pipoca, sentar de frente para um IA da vida ou, grosso modo, para o próprio Google, que entenderá que o atual herói a mídia nativa, André Mendonça é fruto de dois guinchos gorfados por Bolsonaro. O que, na verdade, é um seminário autoexplicativo da linha oficial de um governo bandido que, em bate-boca com o traidor, Bolsonaro o demitiu e deu à pasta do Ministério da Justiça a importância de culto ao terrivelmente evangélico.

Isso nos permite enxergar plenamente o que a mídia espera de Mendonça, rebocado no STF, para glamourizar o mega picareta, rei do Rio das Pedras e Muzema, Flavio Bolsonaro, a novo pastor do gado bolsonarista e, consequentemente o espelho do próprio pai, preso por uma lista incalculável de crimes.

Nunca foi tão fácil entender o lamaçal que a serpente midiática trafega na busca por um candidato antipetista para que a Faria Lima, onde Vorcaro é Deus, junto com o PCC e a grande mídia, além de toda a fauna de abutres do país sugam o sangue dos brasileiros.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Luis Nassif: André Mendonça terá papel central nas eleições de 2026

No horizonte das eleições, Mendonça e a PF jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, consolidando candidaturas bolsonaristas.

Não há mais margem para dúvidas. O grande personagem das eleições de 2026 será o Ministro bolsonarista do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.

Digo bolsonarista não apenas por ter sido nomeado por Jair Bolsonaro, mas porque mostrou, no inquérito do Banco Master, que trabalhará alinhado com o bolsonarismo.

Ontem ocorreu uma chuva de vazamentos do inquérito do Banco Master. Atribuiu-se à CPMI do INSS. É um sofisma. Logo no início do inquérito do Master, a Polícia Federal vazou mensagens contidas no celular de Daniel Vorcaro. A postura de Dias Toffoli foi trazer o inquérito para o STF e indicar peritos sérios, que impedissem os vazamentos.

A razão era óbvia. O caso Master tem tudo para repetir a Lava Jato 1. Há um sentimento disseminado de corrupção, um caso que envolve dezenas de personagens. Nessas circunstâncias, as investigações são comandadas pela cobertura jornalística, e esta se submete ao vazamento de informações. Quando há a parceria mídia-PF – como agora – o desfecho é previsível.

Antes, tinha-se uma operação comandada por um juiz de 1a instância, com a mídia garantindo a onda que intimidou os tribunais superiores. A operação foi desmanchada quando cessou a cobertura midiática e o STF pode decidir sem pressão.

Agora tem-se uma Lava Jato 2 em que o Sérgio Moro de ocasião é um Ministro da Suprema Corte. É totalmente dele a responsabilidade pela chuva de vazamentos do inquérito. Os principais suspeitos do caso Master são políticos bolsonaristas e do Centrão. Ao enviar o inquérito para o Congresso, era óbvio que a consequência seria o vazamento das informações, de acordo com os interesses do Centrão. Firmou-se ali, sem nenhuma sutileza, o pacto que deverá marcar a campanha eleitoral desse ano, com a PF e Mendonça jorrando vazamentos, em conluio com grandes jornais, visando consolidar as candidaturas bolsonaristas.

E vai se queixar para quem? Para o bispo? Fosse um juiz de tribunal superior, e se o Conselho Nacional de Justiça funcionasse, Mendonça estaria respondendo a um inquérito sobre seu estratagema, para vazar as informações.

Do mesmo modo, teria que explicar as razões que levaram à quebra do sigilo de Lulinha, se as suspeitas se referiam expressamente às supostas ligações com o tal careca do INSS.

O país entra desarmado em uma eleição que poderá definir o nosso futuro como nação. Tem-se a situação esdrúxula de um candidato umbilicalmente ligado às milícias, ao Escritório do Crime, a processos nítidos de enriquecimento ilícito, sendo levado ao poder por essa aliança terrível de mídia, mercado, Centrão e um Ministro do Supremo atuando como articulador da orquestra.

*Luis Nassif/GGN


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-nos no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-nos no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10

Categorias
Política

Mídia industrial agora é terrivelmente evangélica

A Veja, que lançou Collor como caçador de marajás e deu no que deu, chegando a Paulo Guedes, que devolveu o Brasil ao mapa da fome no governo do genocida, Bolsonaro, responsável pela morte de mais de 700 mil brasileiros por covid, agora é evangélica desde criancinha.

Ou seja, a revistona sempre teve talento de visionário às avessas. É só lembrar que Eduardo Cunha era tratado como rei do Brasil na sua campanha pelo golpe em Dilma.

Como não pretendo descrever c da canalhice dessa bíblia do fascismo nacional, vou somente gargalhar por ver André Mendonça ser tratado como já foram duas ex-celebridades de duas das mais recentes farsas desse país, Joaquim Barbosa, no mensalão e Sergio Moro, na Lava Jato.

Mendonça, como é sabido, não existe, o que existe é Bolsonaro que, de dentro da Papuda, regerá uma orquestração das mais cretinas, via seu afilhado terrivelmente evangélico, para tentar a ferro e fogo mudar o resultado eleitoral para a Presidência da República debaixo de pau.

O homem já recebeu autorização do patrão, preso por tentativa de golpe e assassinato de Lula, Alckmin e Moraes.

Sim, é isso que restou da direita pós-Bolsonaro, o próprio, transmutado em Flavio e, agora, em Mendonça.

Isso significa que a mídia está mostrando os dentes para Lula, como sempre fez em defesa dos candidxatos da oligarquia.

A matéria publicada pela Veja é um apito de cachorro para convocar os mais alucinados bolsonaristas para uma guerra santa contra o PT, mas sobretudo contra Lula.

O que devemos esperar disso? Porque, para a mídia, do pescoço para cima do candidato Lula, tudo é canela, sem choro nem vela.

E se a esquerda não responder à altura, dará aval para que essa panela chamada elite brasileira possa usar qualquer pinguela para associar o presidente da República a qualquer esparrela.


Queridos amigos leitores

Nosso blog é um espaço dedicado a compartilhar conhecimento, ideias e histórias que inspiram. Para continuarmos criando conteúdo de qualidade e mantendo este projeto vivo, contamos com o seu apoio! Se você gosta do que fazemos, considere contribuir com uma pequena doação. Cada gesto faz a diferença e nos ajuda a crescer. Pix: 65725972704. Agradecemos de coração o seu apoio.


Siga-nos no Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100070790366110

Siga-nos no Whatsapp https://chat.whatsapp.com/GvuXvoe7xtB1XJliMvNOX

Siga-os no X: https://x.com/Antropofagista1

Siga-os no Instagram: https://www.instagram.com/blogantropofagista?igsh=YzljYTk10