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A velha mídia mergulha de cabeça na campanha da chapa miliciano/estuprador

Globo, Veja e Estadão, acompanhados por outros pesos-pesados da velha mídia, parecem ter transformado a disputa eleitoral em uma operação política na qual o jornalismo corre o risco de virar mero instrumento de campanha. O que deveria ser cobertura equilibrada, fiscalização rigorosa e informação de interesse público passa a ser questionado diante da seletividade com que os fatos são apresentados, amplificados ou simplesmente deixados de lado.

Não se trata de exigir neutralidade absoluta de veículos que possuem linhas editoriais e interesses econômicos bem definidos. Trata-se de cobrar responsabilidade pública de empresas que concentram enorme poder de comunicação e que, por isso mesmo, têm o dever de oferecer ao cidadão informações capazes de ajudá-lo a formar sua própria opinião — e não de tentar conduzi-lo pela mão até o candidato escolhido pelos interesses que essas empresas representam.

O problema se agrava quando questões que exigem esclarecimentos, como as relações políticas, os financiamentos, os compromissos assumidos e as alianças de uma candidatura, não recebem o mesmo tratamento dispensado aos adversários. Quando um candidato é submetido a uma lupa permanente, enquanto outro parece desfrutar de uma proteção editorial, a pergunta inevitável é: quem está fiscalizando os fiscais do poder?

Globo, Veja e Estadão conhecem muito bem o peso de suas manchetes, editoriais, comentaristas e escolhas de pauta. Sabem que não é preciso declarar apoio formal a um candidato para favorecer sua campanha. Basta determinar quais assuntos dominarão o noticiário, quais denúncias ganharão destaque, quais contradições serão repetidas à exaustão e quais temas desaparecerão discretamente do horizonte público.

É assim que a disputa política pode ser distorcida sem que seja necessário publicar um único pedido explícito de voto. A influência se exerce pela repetição, pela omissão, pela hierarquia das notícias e pela construção cotidiana de uma narrativa que apresenta determinados candidatos como aceitáveis, enquanto transforma seus adversários em ameaças permanentes.

E há uma contradição histórica que não pode ser ignorada: setores da velha mídia que reivindicam para si o papel de guardiões da democracia precisam responder por seus próprios critérios democráticos. Não basta invocar a liberdade de imprensa quando são criticados. Essa liberdade, indispensável à sociedade, não elimina a obrigação de apurar os fatos com rigor, distinguir informação de opinião e submeter todos os atores políticos aos mesmos padrões de escrutínio.

A questão central, portanto, não é se Globo, Veja e Estadão têm o direito de defender suas posições editoriais. Têm. A questão é se o poder econômico e comunicacional que acumulam está sendo empregado para esclarecer o eleitor ou para favorecer uma candidatura por meio de uma cobertura seletiva.

Quando a velha mídia escolhe quais escândalos merecem manchete e quais contradições podem ser empurradas para debaixo do tapete, o eleitor tem todo o direito de desconfiar, comparar fontes e exigir explicações.

A democracia não pode ficar refém de meia dúzia de grupos de comunicação, assim como não pode depender da versão conveniente de nenhum candidato. O voto pertence ao povo, não aos donos dos jornais, das revistas e das emissoras de televisão.

E, se esses grandes veículos pretendem participar do debate político por meio de suas linhas editoriais, que o façam às claras, com argumentos, fatos verificáveis e responsabilidade. O que não podem exigir é que a sociedade confunda influência com autoridade moral, concentração de audiência com monopólio da verdade e repetição de uma narrativa com prova de que ela corresponde à realidade.

No fim das contas, a pergunta é simples: a velha mídia está cobrindo a eleição ou tentando interferir nela? A resposta exige examinar suas manchetes, suas omissões, seus critérios e o tratamento que dispensa a cada candidatura.

É justamente essa comparação que os leitores, telespectadores e cidadãos precisam fazer, sem aceitar passivamente que os interesses dos grandes grupos de comunicação sejam apresentados como se fossem os interesses do Brasil.


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Política

A mídia que mostrava as ruas contra Dilma, agora esconde o povo que protesta contra Flavio Bolsonaro

★ É impressionante como a grande mídia muda de comportamento conforme seus interesses políticos.

Em 2013, Globo, Folha, Estadão e companhia faziam questão de mostrar, ao vivo, as manifestações contra Dilma Rousseff. Convocavam, davam ampla cobertura e repetiam as imagens dos protestos até transformar as ruas no principal assunto do país. Aquela cobertura ajudou a aumentar a pressão política que, anos depois, desembocaria no impeachment de Dilma, considerado por seus críticos um golpe parlamentar.

Agora, quando estudantes, trabalhadores e gente do povo vão às ruas protestar contra Flávio Bolsonaro, cadê aquela disposição toda para mostrar a multidão? Cadê as transmissões ao vivo, as manchetes de destaque e a repetição das imagens nos telejornais?

Quando o protesto interessa à mídia, vira espetáculo. Quando contraria seus interesses, parece que deixa de existir.

O povo continua nas ruas, mas, pelo que se denuncia, falta à grande mídia a mesma vontade de mostrar essas manifestações que demonstrava quando o alvo era Dilma e o PT.

E isso não é pouca coisa. Quem aparece na televisão ganha visibilidade; quem vira notícia entra no debate nacional. Quando uma manifestação recebe cobertura maciça e outra é deixada de lado, milhões de pessoas acabam vendo apenas uma parte da realidade.

A pergunta é simples: por que tanta disposição para mostrar as manifestações contra Dilma e tão pouco interesse em dar o mesmo espaço aos protestos contra Flávio Bolsonaro?

A população não precisa da Globo, da Folha ou do Estadão para ir às ruas. Mas esses veículos têm o poder de mostrar o que acontece ou fingir que nada importante está acontecendo.

O povo protesta, a multidão ocupa as ruas, mas a velha mídia parece querer escolher qual povo merece ser visto e qual deve ser escondido.

Isso não é jornalismo independente. É uma cobertura que precisa ser questionada, cobrada e confrontada com os fatos.

Porque a rua não pertence à Globo, não pertence à Folha e muito menos ao Estadão. A rua pertence ao povo. E nenhuma empresa de comunicação tem o direito de apagar sua voz simplesmente porque ela incomoda seus interesses políticos.

A tática da grande mídia brejeira sempre foi essa. Nesse caso em que ela tenta dematerializar o Brasil como ele é, a coisa fica escancarada porque os jornais de mais peso mundo afora, destacam as gigantescas manifestações que ocorrem em apoio a Lula e em repúdio a Flavio Bolsonaro por todo mal que ele e Jair Bolsonaro representam.

É a velha fórmula dos Mainho e cia., como dizia o grande cartunista, Henfil, sobre o jogo feito nas sombras do poder midiático, “se uma coisa não aconteceu, mas a Globo diz que acoteceu, então, é verdade. Mas se a coisa aconteceu e a Globo ignora, então, não aconteceu”.

O estilo da mídia brasileira, sobretudo da Globo, sempre foi esse, o de poetar sentimentos do povo, desde que não se pinte uma paisagem política que se choque com os intersses da grande mídia e de seus comparsas de oligarquia.

Assim seguirá, em vão, tentando manter de pé uma candidatura miliciana, escondendo o que de fato as ruas estão gritando. Por isso nunca saiu das próprias ventas esse cheiro de enxofre que caracteriza essa mídia sucupirana.


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Política

Estadão revela presença do PCC na PM de Tarcísio de Freitas

Estadão expõe infiltração do PCC na PM e amplia pressão sobre Tarcísio

A revelação publicada pelo Estadão de que investigações apontam a atuação de núcleos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) dentro da Polícia Militar de São Paulo coloca o governo Tarcísio de Freitas diante de uma das mais graves crises de segurança pública de sua gestão. Segundo as apurações, policiais militares são suspeitos de integrar uma estrutura que prestava serviços à facção criminosa, incluindo vazamento de informações, proteção de interesses do grupo e participação em execuções.

O caso reforça o alerta de que o principal desafio da segurança pública paulista deixou de ser apenas o enfrentamento do crime organizado nas ruas. A suspeita de infiltração em setores da própria corporação indica que o PCC pode ter encontrado espaço para operar a partir de agentes encarregados justamente de combatê-lo.

As investigações ganharam força após o assassinato do empresário e delator Antônio Vinicius Gritzbach, morto no Aeroporto de Guarulhos, episódio que desencadeou uma série de operações contra policiais suspeitos de manter vínculos com a organização criminosa. As apurações apontam a existência de grupos especializados em fornecer informações privilegiadas ao PCC e em executar ações de interesse da facção.

A repercussão do caso aumenta a pressão sobre o governador Tarcísio de Freitas e sua política de segurança. O episódio alimenta questionamentos sobre os mecanismos de controle interno da corporação e sobre a capacidade do Estado de impedir que organizações criminosas se infiltrem em instituições responsáveis por garantir a ordem pública.

Embora as investigações estejam em andamento e as responsabilidades individuais ainda dependam de conclusão judicial, a gravidade das suspeitas evidencia um problema institucional que desafia diretamente o governo paulista e exige respostas consistentes para restaurar a confiança na Polícia Militar.


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Política

Estadão denuncia Flavio, mas alivia para o que é ainda pior, que é a academia do crime dentro do Congresso

O editorial do Estadão foi extremamente ácido com o 01 do clã mais bandido da história do Brasil. Mas em certa medida, o editorial está chutando cachorro morto.

É fato que a direita sempre trablahou, dento do Congresso, como garçom da elite brasileira, uma elite que, a cada dia, vem se revelando mais podre e antinacional, por isso mesmo, mostra como o poder da grana é a fórmula de sucesso dos filhotes da escória herdeira da aristocracia cafeeira, escravocrata e ladra.

Na verdade, isso deixa claro quanto custa até hoje para um pais de pouco mais de cinco séculos, sendo quase quatro em que viveu da escravidão feroz dos negros.

Esse é um ponto da histótia do qual a elite econômica desse país quer distância. O Estadão não foge à regra, não associará a escória do dinheiro grosso ao mais corrupto amontoado de vigaristas, assassinos, ladrões, corruptos de direita que dominam o Congresso Nacional, sobretudo depois da chegada de Cunha à presidência da Câmara. Lembrando que Cunha foi tratado não só pelo Estadão, mas por toda mídia industrial como herói nacional, por reger o golpe contra Dilma.

Qualquer enciclopedista sério lembrará que, a partir da farsa do mensalão, seguida da farsa da Lava Jato, em que a justiça no Brasil era feita através de manchetes dos jornalões, sob o julgamento do tribunal da mídia.

É desse filão de aspectos espúrios que nasce Cunha prsidente da Câmara, festejado pelas redações como o novo herói nacional por ter colocado a cabeça de Dilma Rousseff a prêmio, numa escandalosa cumplicidade com empresários e barões da mídia que avançaram, com sangue nos olhos, sobre a presidenta do Brasil.

De lá para cá, com um de seus ilustres herdeiros, Arthur Lira, o Brasil viu, sem a menor hesitação, quem regularizou a corrupção da direita dento do Congresso.

Essa gente, praticamente, criou uma língua nacional própria com todo tipo de velhacos que, a príncípio, causou surpresa e o desencadeamento disso só piorou com o afrouxamento de uma parcela da sociedade que verdadeiramente serviu de avalista para o estupro dos cofres públicos.

Tudo, absolutamente tudo, com a complacência de veículos da envergadura eonômica do Estadão, num silêncio sob medida para os interesses das classes eocnomicamente dominantes.

É correto o Estadão afirmar que o clã Bolsonaro não gerou nada de bom para o país. assim como diz o periódico, em seu editorial, que ninguém pode se surpreender com as mentiras de Flavio. O que ele não diz é que Flavio e o clã estão longe de ser exclusividade nessa esbórnia da direita que atua no Congresso Nacional.

Pior, não cita seus patrocinadores, nem do sistema produtivo, menos ainda do sistema financeiro, que formam uma verdadeira academia do crime, que se transformou naquela choldra parlamentar.

Ou seja, por mais duras e verdadeiras que teenham sido as palavras do Estaxdão, ainda assim foi extremanente seletivo e generoso com a escória de direita que hoje atua no Conresso, irrigada pelos milionaríssomos desse país.

Mídia de banco é mídia de banco.


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Sem uma palavra crítica a Alcolumbre, mídia ataca Lula confessando-se derrotada por ele no primeiro turno

Lula está em 48,6 a 48,7% dos votos válidos, segundo a mais recente pesquisa CNT/MDA, afirmando que Lula está a 1,3 ou 1,4 ponto percentual de liquidar a eleição já no dia 2 de outubro, primeiro tuno.

A coisa é tão séria que simplesmente a mídia hegemônica, com toda a liberdade de imprensa, omitiu vergonhosamente essa pesquisa do instituto que mais acertou em 2022.

Isso é de uma violência manipuladora que jamais estaria no menu de uma imprensa séria. Dar resultados de pesquisas eleitorais que agradam à mídia, é muita canalhice, mas também explica o apoio à quadrilha Bolsonaro ligada ao bando que está sendo defenestrado pelo  governador interino do Rio de janeiro, Ricardo Couto, que mistura milícia com tráfico, com escritório do crime, contravenção de toda ordem que a política carioca, berço do bolsonarismo e por isso dominado pelo clã, é escancarada.

Então, O Globo, por exemplo, o maior jornalão em circulação no país, não por acaso com sede no Rio de Janerio, fala em revés de Lula, em derrota de Lula ou qualquer coisa negativa de Lula, o que nos faz lembrar as matérias desse mesmo periódico em prol de Collor, contra Lula, mas sobretudo contra o povo, principalmente quando o caçador de marajás caçou as contas correntes e as poupanças do povo brasileiro com três dias de páginas inteiras de exaltação dos Marinho ao “feito” de Collor.

É sobre isso que falamos, assim como o powerpoint de Andreia Sadi e as falácias da lavajatista, Malu Gaspar, sem falar em Merval Pereira, porque este, não tem graça.

Na verdade, Grupo Globo, Folha, Estadão, em defesa da agiotagem nacional, está naquela cruzada de todos ou tudo contra Lula, porque não têm a coragem de dizer o fato concreto, são todos contra os trabalhadores, os pobres e os miseráveis.

Na realidade, essa gente só está contra Lula, ou seja, contra o povo, isso a cinco meses da eleição. Imagina quando estiver a uma semana o que essa gente sapecará nos jornalões contra o presidente da República para que não exerça o seu quarto mandato.


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Política

A mídia e o segredo da invenção

A rota mais fácil para o paraiso da manipulação são os cortes e recortes dos fatos.

Com a chegada da inteligência artificial, a mídia estrutura seus textos com altos percentuais de termos e adjetivos que se travestem de análise para marcar, com certos tipos de frases, a estrutura clássica da dominação emocional.

Os modelos de liguagens reproduzem muito bem exatamente esse padrão para ter o mínimo de probalidade de uma palavra ou expressão ser mal interpretada contra os hábeis manipuladores da mídia.

Ou seja, toda a formulação de uma matéria passa por um filtro para ter a precisão cirúrgica que atinja o alvo. Soma-se a isso os motivos centenários dessa forma de escrita por encomenda para servir como mercadoria política em prol das classes dominantes.

No Brasil, a imprensa industrial, sobretudo das Organizações Globo, não se furta a usar todos os procedimentos para proteger seus objetivos e entregar a mercadoria pronta aos patrões, que são a sua rica clientela.

Esse é o padrão Globo de jornalismo, seguido pelo Estadão, Folha, Veja e congêneres.

Digo isso para alertar que, mais uma vez, a mídia de cartas marcadas seguirá sendo a mais agressiva, a mais extremista, despudorada e raivosa direita nacional. E será ela, como já está fazendo, quem tentará a todo custo convencer o eleitorado a repudiar a reeleição de Lula, seja com entrevistas combinadas com candidatos de direita, economistas de direita dos mais pândegos, para vender uma direita romanceada de moderada, enquanto pintam Lula como o diabo em forma de presidente.

Essa turma que está se estapeando entre si no campo da direita, tentando subir no pódium dos que odeiam o PT e seus candidatos, é titica perto da campanha que está estourando contra Lula na grande mídia, ao mesmo tempo em que tenta catapultar a candidatura de Flavio Bolsonaro.

A quebra de sigilo de Lulinha não encontrou qualquer ligação dele com o careca do INSS. Assim, uma mudança de rumo para atingir o objetico de atacar Lula, será feita e a charanga que usa o martelete contra o presidente durante 24 horas nos jornalões e TVs da grande mídia, seguirá apontando o dedo para um outro recorte para que os olhos da ´população fiquem parados, pensativos e imaginativos.

Essa mídia costureirazinha viverá, até a eleição deste ano, de tentativas sabidas de manipulações de sentimentos coletivos de forma pirata em busca do triunfo da direita que, consequentemente, busca, na prática, o fracasso da campanha de Lula.

Simples assim.

Que a campanha de Lula se prepare para a guerra da mídia que plantará todo santo dia uma semente de ódio contra a reeleição do presidente da República.


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Na cruzada pró-Tarcísio para a presidência, mídia sonega os milhões que Vorcaro casou na campanha de 2022 do pupilo

A mídia está carregando a mão quando o assunto é Banco Master, levantando a mão contra Toffoli, Lewandowski, unindo “descobertas” e utilizando a máquina publicitária, uma equação que desaparece com as relações de Tarcísio com Vorcaro, suas doações, assim como a de uma líder do PCC.

Ou seja, é uma falta de vergonha generalizada que qualquer ser pensante, saca que a fé dos apóstolos tarcisitas é interesseira. Por isso prima por sonegar o todo envolvendo Vorcaro e o Banco Master para produzir um caminho de flores para o escolhido que, certamente, no governo, produziria o que é do interesse dos barões da midia e afins.

Esse arremedo de jornalismo já mergulhou de cabeça na campanha de Bolsonaro no momento mais decisiv,o em 2018, colocando Haddad e Bolsonaro no mesto cesto, expondo uma abundância de cinisco que jorrou o título da jornalista Vera Magalhães no editorial do Estadão em que sapecou em garrafais “Uma Escolha Difícil”.

Lógico que foi um ataque cirúrgico a Haddad, já que Bolsonaro era um cagado de produzir congestão em quem ouvisse seu nome e fosse minimamente civilizado.

Isso é um tipo de ditadura gosmenta, que só é viável se houver muitos interesses em jogo. Não só isso, foram 4 anos de um governo assassino, que provocou de forma deliberada a morte de 700  mil brasileiros por covid e, por questão de princípio neoliberal, jogou na mais absoluta miséria 34 milhões de brasileiros que fazem parte da massa do povo.

O jornal panfleto de Tarcísio, agora, em plena campanha, tenta perfurar poços que façam a campanha de Flavio Bolsonaro se tornar inviável para que o nome de Tarcísio surja naturalmente como candidato, já que o bolostrõ depende, até a raiz do cabelo, da bênção de Jair Bolsonaro.

Então, é melhor abrir a gaveta e guardar o rolo de papel que tem anotações sobre as relações amigas entre Daniel Vorcaro e Tarcísio de Freitas e produzir geringonças editorializadas para abrir portas, de forma repugnante, ao aliado oficial do baronato midiático, da Faria Lima, do PCC, das fintechs e do próprio Vorcaro, até porque, junto da encomenda, vêm embalados Ciro Nogueira como vice e Rueda como presidente do União Brasil.


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Política

Os ganhos ilimitados que o capitalismo promete aos incautos, esquece, o Estadão diz que o capitalismo é para os fracos

Ora, um sistema capitalista que acha populismo escandaloso um aumento real do salário mínimo de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, presta?

Na hora de vender a apologia dos deuses da grana, os cultores potencializam a musculatura, pelo menos de forma visual, do capitalismo, picam com luva de pelica seus escritos quando são cobrados um pouquinho da divisão da riqueza do eldorado, não é ideologia, é um conto, conto do vigário.

Que mercado é esse, endeusado pelos seculares escravocratas, como é o caso do Estadão, que em 2026 não consegue produzir nada além de um salário de fome para a maioria do povo?

Bastou um cadico de nada de reajuste acima da inflação, para o Estadão arrotar não a vanguarda econômica, mas uma sarcopenia financeira provocada por uma merreca de dinheiro, direcionada a quem produz a riqueza. Essa gente acaba por colocar a algema nas próprias mãos. De um lado, vende um capitalismo produtor de riquezas, do outro, na hora de pagar a mão de obra, um patrao raquítico vendendo o almoço para comprar a janta e, qualquer coisa fora dessa maravilhosa matemática, é populismo.

Gostaria de saber o que realmente vale nessa história a despeito da categoria empresarial no Brasil, que não aguenta nem o próprio fardo, mas arrota que carrega o país nas costas.

Essa é a sonda fiel, é a régua que mede a pujança do capitalismo paratatá? Isso é um poço de iniquidade, é o livre mercado às avessas, com rvestimento alegórico de purpurinas e lantejoulas para um pequeno diabo perseguir a riqueza em seus investimentos regados de um indecoroso fracasso.

O Estadão precisa resolver de que lado ele está nessa história, das mihões de toneladas de ouro que o capitalismo promete aos capitalistas ou uma montanha de dívidas que, em pouquíssimo tempo, um trouxa que ouviu o canto da sereia capitalista, deparar-se com a sua produção de vertigem sistemática.

Ora, o Estadão não engana ninguém com seu editorial que arrota fábulas capitalistas e vomita debilidade na hora de pagar a mão de obra. venddendo uma bagagem degradante de um sistema que equivale à miséria do país.


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Alcolumbre rebaixa o Senado. Até tu Estadão?

A matéria do Estadão desta terça (2), não deixa dúvida, foi uma carraspana de um jornal francamente opositor histórico do PT.

Se, na medida das palavras, cobra razoabilidade, temperando sua fala, o Estadão, no seu editorial, cobra coerência do líder máximo do Congresso, Davi Alcolumbre.

Há nisso uma percepção clara de que o Estadão está mostrando a Alcolumbre que ele não está jogando contra Lula, mas sim, a favor, e que a torcida brasileira setá toda com o presidente Lula por razões óbvias, já que é atribuição do mandatário do país a escolha dos mnistros do STF.

Portanto, ]ão tem o menor sentido os faniquitos repetidos de Alcolumbre contra a indicação de Jorge Messias pela Presidência da Reúplica ao STF. É absolutamente constitucional

Na verdade, ele não só rebaixa o Senado, como sapecou o Estadão em garrafais, mas arrasta com ele a própria imagem de Rodrigo Pacheco que, se não é o sinônimo de unaniidade diante da população, não é alguém que carrega algo grave que o desabone.

O que parece é que Acolumbre usa o ex-presidente da casa como boi de piranha no Senado com as suas já pra lá de manjadas, técnicas fisiologistas para hipertrofiar sua musculatura políica dentro do governo Lula.

Para piorar, Alcolumbre escolheu a pior hor apara fazer isso, já que pesquisas apontam que cresceu mais de 700% a busca da população  brasileira por “Imposto de Renda” após pronunciamento do presidente Lula.

Seja como for, ver o Estadão dar um passa-moleque em Alcolumbre, em plena crise de narcisismo, não tem preço. É uma peroba que deve servir de sossega leão no presidente do Senado.


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Estadão critica a Câmara e pede a cassação de Eduardo Bolsonaro

Em editorial publicado nesta terça-feira (16), o Estadão acusa a Câmara dos Deputados de se tornar um “valhacouto de canalhas” se não cassar o mandato do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O texto destaca a omissão da Câmara em relação às ações do parlamentar, que vive nos Estados Unidos desde o início de 2025 e tem sido acusado de atuar contra os interesses nacionais, endossando ameaças de intervenção estrangeira e conspirando contra o Brasil.

Ações de Eduardo Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro está licenciado da Câmara e reside nos EUA, onde exerce atividades políticas e diplomáticas informais. Em 2025, ele tem acumulado faltas às sessões da Câmara (mais de um terço das presenças obrigatórias, o que pode levar à cassação por “abandono de função” a partir de março de 2026). Além disso, ele é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por instigar sanções eonômicas dos EUA contra autoridades brasileiras, visando beneficiar o pai, agora condenado, por tentativa de golpe de Estado.

Em agosto de 2025, Eduardo endossou uma declaração da porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que ameaçou ações militares dos EUA contra o Brasil (como envio de caças F-35 e navios de guerra) em retaliação à condenação de Jair Bolsonaro. Isso foi visto como apologia a intervenção estrangeira, violando o decoro parlamentar e a soberania nacional.

Manobra para evitar cassação

Em 16 de setembro de 2025, o PL indicou Eduardo como líder da minoria na Câmara, substituindo a deputada Caroline de Toni (PL-SC), que assumirá como vice-líder para exercer funções presenciais. Como líder, ele fica isento de faltas às sessões, o que é uma estratégia para blindá-lo de punição por ausências. Parlamentares da oposição, como o líder do PT Lindbergh Farias (RJ), criticaram a manobra como “imoral” e “traição à pátria”, reforçando pedidos de cassação.

Crítica do Estadão à Câmara
O editorial do Estadão, intitulado “O que falta para cassar Eduardo?”, é uma das críticas mais duras recentes à inação da Câmara. O jornal argumenta que preservar o mandato de Eduardo é uma falha “miserável” da Casa em honrar a representação popular, transformando-a em um refúgio para traidores.

Acusação de cumplicidade

“A cada dia que preserva o mandato de Eduardo Bolsonaro, um impatriota que se homizia nas prerrogativas de deputado licenciado, a Câmara falha miseravelmente em cumprir sua missão de honrar a representação popular.”

Referência à ameaça estrangeira

O jornalão cita o endosso de Eduardo à fala da Casa Branca como “infâmia” e quebra de decoro, questionando: “Se a apologia de uma intervenção militar estrangeira contra o País não se enquadra como quebra do decoro parlamentar, o vale-tudo está autorizado.”

Consequências para a Câmara

Se não agir, a Casa se tornará um “valhacouto de canalhas”, sujeita a conchavos partidários e cálculos eleitorais. O Estadão enfatiza que a cassação é “questão de honra institucional, apreço pela democracia representativa e respeito pelo Regimento Interno e pela Constituição”. A sociedade não pode assistir passivamente a representantes que conspiram contra o país.

Urgência

O texto cobra o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), por não avançar nos processos, apesar de ter enviado denúncias ao Conselho de Ética em agosto de 2025.

Essa crítica ecoa em redes sociais, com posts no X (antigo Twitter) chamando a manobra de “insulto à democracia” e exigindo “Eduardo Bolsonaro cassado”. Por exemplo, a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) destacou que o PSOL protocolou pedido de cassação, argumentando que Eduardo atenta contra a democracia.

Vários partidos de oposição e o presidente Lula (PT) têm pressionado pela cassação de Eduardo por violação ao decoro, traição à soberania nacional e abuso de prerrogativas. Aqui vai um resumo em tabela dos principais avanços:

Cassação de Eduardo Bolsonaro

  • Maio/Julho 2025 | PT, PSOL | Representações no Conselho de Ética  Pedidos de cassação por ações nos EUA contra o Brasil; PT protocolou suspensão cautelar do mandato e bloqueio de salário. |
  • 10 de julho 2025 | PT (Lindbergh Farias e Humberto Costa) | Petição ao STF | Reforço para cassação por desrespeito aos deveres parlamentares; inclui notícia-crime por apologia à ditadura e incitação a crimes. |
  • 14 de agosto 2025 | PT e Lula | Pressão pública | Lula cobra base governista: “Ele está traindo o país”; PT reitera cassação por atuar contra interesses nacionais. |
  • 15 de agosto 2025 | Hugo Motta (Presidente da Câmara) | Envio ao Conselho de Ética | Quatro pedidos (3 do PT, 1 do PSOL encaminhados; Motta critica Eduardo, mas sinaliza oposição a exercício remoto do mandato. |
  • 21 de agosto 2025 | PT (Lindbergh Farias) | Pedido de suspensão preventiva | Bloqueio de remuneração (salário, cota parlamentar); cita violações constitucionais. |
  • 16 de setembro 2025 | Oposição (PT, PSOL) | Crítica à manobra de liderança | Lindbergh: “Manobra para blindá-lo”; exige cassação imediata. |
  • 16 de setembro 2025 | Estadão | Editorial | Cobra ação urgente da Câmara para evitar cumplicidade. |

Implicações e Próximos Passos

A crítica do Estadão reflete um consenso crescente na oposição e na imprensa de que a Câmara, sob Motta, prioriza acordos políticos em vez de punir traições. Se o Conselho de Ética aprovar a cassação, o plenário da Câmara votará; a perda do mandato tornaria Eduardo inelegível por 8 anos. Campanhas como a do PT e PSOL buscam mobilização popular para pressionar. Enquanto isso, Eduardo continua recebendo salário (R$ 46,3 mil/mês), mas verbas foram bloqueadas judicialmente em julho de 2025.

Se a consulta for sobre um post ou notícia específica no X, ou se houver mais detalhes (como um link), posso aprofundar com ferramentas adicionais. Caso contrário, isso resume o episódio central da crítica à Câmara e os pedidos de cassação.


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