15 de maio de 2021
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A Bovespa recém-divulgou o fluxo de capitais estrangeiro no mercado de ações até a última sexta-feira, dia 4.

E a saída em outubro já acumulou R$ 6,2 bilhões (quase US$ 2 bi), levando a parcial negativa deste ano para R$ 27 bilhões, quase 10% a mais do que os 24,8 bilhões que se evadiram no ano de 2008, com a crise mundial.

E olhe que, assustada com a fuga de dólares, a Bovespa começou a considerar os ingressos destinados à compra de ações em lançamento (IPOs e follow-ons) nas contas.

Desde a crise mundial, em 2008, até o ano passado, havia entrada líquida de recursos no mercado acionário brasileiro, exceção a uma pequena saída (R$ 1,4 bi) em 2011.

No final do governo Temer, os dólares começaram a bater asas e o saldo, em 2018, ficou negativo em R$ 10 bi.

Em pouco mais de 9 meses, quase triplicamos o valor.

Quem falava na tal “enxurrada de dólares” entrando no Brasil com a direita no poder deveria estar agora com cara de tacho, se esta gente movesse um músculo no rosto de sua hipocrisia em suas caras de “sabidos”.

Nossos apertos cambiais estão crescendo também na corrente de comércio exterior: até a primeira semana de outubro, as exportações registram queda de 15,7% em relação ao mesmo período, contra uma baixa de 1,8% nas importações.

 

 

*Com informações do Tijolaço

 

Celeste Silveira

Produtora cultural, parecerista de projetos culturais em âmbito nacional

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