20 de maio de 2022
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Onda de choque da erupção do vulcão Hunga-Tonga Hunga-Ha’apai foi registrada em vários continentes e também em estações meteorológicas do Brasil.

A erupção do vulcão Hunga-Tonga Hunga-Ha’apai, na nação polinésia de Tonga, no começo deste sábado, foi um evento de escala global. O violento processo eruptivo gerou uma nuvem de cinzas que atingiu até 30 quilômetros de altura e alcançou a estratosfera do planeta, porém os efeitos desta erupção no clima planetário ainda não podem ser avaliados porque a quantidade de material liberado ainda não foi totalmente dimensionada e a erupção pode ter novos episódios explosivos.

Em 1991, por exemplo, a erupção do Pinatubo, nas Filipinas, gerou tamanha quantidade de cinzas e gases que acabou por gerar um resfriamento temporário do planeta que durou dois anos, interrompendo por breve período a escalada de temperatura planetária gerada pelos gases estufa do aquecimento global. O mesmo ocorreu na história recente com o vulcão El Chichón.

O processo eruptivo deste sábado foi tão violento que a enorme onda de choque gerada foi visível nas imagens de satélite meteorológico como GOES e Himarawai que estão entre as mais impressionantes desde que a ciência passou a observar o planeta a partir do espaço. Vê-se a enorme coluna de cinzas eclodindo no meio do Pacífico e se expandindo ao alcançar altitudes mais elevadas enquanto uma onda de choque se expande radialmente a partir do centro da erupção.

O evento, um dos maiores em se tratando de vulcões no mundo na história recente; foi tão significativo que o som da explosão do vulcão em Tonga acabou sendo ouvido pelas pessoas a centenas de quilômetros de distância. Moradores de Fiji, a 800 quilômetros do vulcão, gravaram vídeos dos ruídos gerados pelo processo eruptivo.

Centenas de quilômetros de distância. Moradores de Fiji, a 800 quilômetros do vulcão, gravaram vídeos dos ruídos gerados pelo processo eruptivo.

*Com informações do MetSul

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Celeste Silveira

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