Dia: 16 de dezembro de 2023

Vídeo: Alexandre de Moraes é interrompido por funk no STF e dá risada

Ministro do STF não conteve a risada quando funk interrompeu seu raciocínio. Funkeiro comentou a gafe nas redes.

O ministro Alexandre de Moraes caiu na risada durante uma votação na última quinta-feira (14/12) no Supremo Tribunal Federal (STF). Enquanto ele realizava leitura do voto, um funk tocou no plenário por cerca de 15 segundos e levou quem estava presente aos risos. Com Metrópoles

No vídeo não é possível saber quem deu play na canção “A vida te ensina lapidando seu talento”, de MC Marks. O funkeiro aproveitou a situação inusitada e compartilhou o vídeo do momento em suas redes sociais. “Quem não conhece é por estar sem internet”, escreveu no Instagram sobre a repercussão da música.

A Corte questionava a inclusão obrigatória de canais locais por empresas de TV por assinatura no momento da interrupção. “É a rádio-comunicação”, ironizou o ministro aos risos antes de retomar o voto. O julgamento foi suspenso antes dos demais ministros votarem.

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Na contramão do PL, Cláudio Castro afirma que Flávio Dino tem tudo para ser um ministro maravilhoso

O governador Cláudio Castro tem relações fraternas com Flávio Dino. À época em que Dino comandava o Maranhão e Castro, o Rio, após o impeachment de Wilson Witzel, fizeram dupla em defesa do fortalecimento de posições comuns no fórum de governadores, Vem daí a simpatia e a proximidade do político fluminense com o novo integrante do STF.

Por esta razão, o governador do Rio tem ido na contramão de seu partido, o PL, ao analisar a escolha de Flávio Dino para o Supremo.

Aliado de Jair Bolsonaro e membro do mesmo partido, Castro disse à Bela Megale, de O GLOBO, que Dino “tem tudo para ser um ministro maravilhoso”.

— Dino sempre foi muito correto comigo. Fui a Brasília para me reunir duas vezes com Dino. Ele veio ao Rio e esteve duas vezes comigo. Se continuar como foi na pasta da Justiça, nossa relação será ótima. Com Dino fazendo o que disse que fará, que é sair da política ao entrar no Supremo, ele tem tudo para ser um ministro maravilhoso — disse Castro.

Ambos se aproximaram após ações conjuntas para reprimir o crime organizado no Rio. Castro lembrou ainda que foi “elogiado” por Dino na sabatina.

Catar confirma negociações para nova trégua entre Israel e Hamas

Ministério dos Negócios Estrangeiros catari falou em esforços diplomáticos para a renovação do acordo; após o fim da pausa humanitária, no início de dezembro, exército israelense intensificou ataques em toda a Faixa de Gaza.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar confirmou, neste sábado (16/12), que esforços diplomáticos estão em andamento para alcançar uma nova trégua humanitária na Faixa de Gaza.

“O Catar afirmou os seus esforços diplomáticos em curso para renovar a pausa humanitária e expressou esperança, por meio do progresso alcançado, na construção de um acordo abrangente e sustentável que poria fim à guerra, impediria o derramamento de sangue dos nossos irmãos palestinos, levaria a negociações sérias e ao lançamento de um processo político que produza uma paz abrangente, permanente e justa, de acordo com as resoluções internacionais e a Iniciativa Árabe de Paz”, afirmou a pasta, em comunicado.

O relatório das negociações foi emitido um dia após os militares israelenses terem admitido que mataram, por engano, três reféns em Gaza durante os combates em Shujaia, no centro da região.

A expectativa é de que as autoridades de Tel Aviv e do Catar se reúnam na Noruega em uma tentativa de resgatar as negociações sobre a libertação de reféns detidos em Gaza em troca de um cessar-fogo e a libertação de vítimas palestinas também detidas por Israel, de acordo com fontes locais.

Desde o primeiro dia de dezembro, a trégua que durou sete dias entre Israel e o Hamas – mediada pela autoridade catari – não foi renovada. Ao lado de Egito e Estados Unidos, Catar teve o papel de manter conversas com ambas as partes do conflito com o objetivo de resolver as divergências a respeito das listas de reféns israelenses e prisioneiros palestinos, além de evitar atrasos.

Logo após o fim da pausa, o Ministério da Defesa de Israel prometeu reforçar as incursões terrestres contra o povo palestino, colocando a região sul do território como foco da fase mais recente da operação militar de Tel Aviv. O ministro Yoav Gallant se reuniu com o grupo de soldados israelenses e orientou para uma ação militar “maior” e em “toda a Gaza”.

“Vamos voltar a lutar, vamos usar a mesma força e mais. Lembre-se que enquanto você está se organizando, descansando e pesquisando, o inimigo está fazendo o mesmo. Você vai conhecer algo que está mais preparado. Assim eles encontrarão primeiro as bombas da força aérea, depois os projéteis dos tanques e artilharia, depois as ‘patas do D9’, e finalmente o tiroteio da infantaria”, afirmou Gallant.

Desde então, autoridades de Gaza e equipes humanitárias passaram a denunciar os abusos do Exército israelense que, ao intensificarem os ataques contra o território palestino, colapsaram o sistema de saúde, promoveram mais deslocamentos e limitaram o acesso a recursos humanitários básicos para a sobrevivência das vítimas locais.

 

O fim melancólico da república de Curitiba

Ministério Público do Paraná pediu a cassação do mandato do Moro.

Ou seja, isso corresponde a dizer que o estilo em intima harmonia entre Moro e as instituições de justiça paranaenses, findou-se.

O que era quase uma lei biológica entre Lava Jato e o sistema de justiça da República de Curitiba, foi para o vinagre. Paraná agora, para o lavajatismo, é terreno alagadiço. A arrogância atmosférica que ali pairava e dominava, foi-se. Uma justiça caseira, onde Moro fez moradia, acabou.

Sergio Moro foi traído pela velhíssima questão da ambição. O novo ambiente político fez o ex-juiz se esquecer da sua retaguarda. Estava demasiadamente deslumbrado.

Sem estilo próprio, incapaz de manter a fisionomia heroica de seus tempos de reinado na República de Curitiba, Moro perdeu tudo.

A expressão de seu olhar, é de quem, examinando o espelho, percebe que a cara caiu, o “herói” apodreceu, e seu enterro é inevitável. Hoje, até os holofotes e microfones da Globo, sua criadora, lhe são negados. Moro não tem mais nada, tudo se reduziu a pó.