Dia: 14 de abril de 2024

Biden alerta Netanyahu: Estados Unidos não vão participar de uma ofensiva de Israel contra o Irã

Biden afirmou que os EUA auxiliaram Israel a neutralizar “quase todos” os drones e mísseis iranianos.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comunicou ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que Washington não se envolverá em qualquer ação ofensiva contra o Irã, após o ataque massivo com drones e mísseis lançado pela nação persa contra o território israelense no último sábado (13).

Biden expressou a posição dos EUA durante um telefonema com Netanyahu no sábado à noite, conforme relatado por um funcionário sênior da Casa Branca à rede americana CNN, sob anonimato.

O distanciamento dos Estados Unidos aparentemente não desencorajou a ideia de Israel de responder com vigor. Em declarações televisionadas na manhã deste domingo (14), o ministro da Defesa, Yoav Gallant, declarou que o confronto com o Irã “ainda não terminou”, indicando uma possível retaliação ao ataque.

Em uma série de comunicados no sábado, o Irã adotou um tom de ameaça em relação ao envolvimento dos Estados Unidos no “conflito direto” entre os países. Em uma nota emitida pela delegação permanente do Irã na ONU, o país afirmou que o ataque aéreo foi uma resposta a um bombardeio ao anexo consular da Embaixada do Irã na Síria em 1º de abril, que resultou na morte de sete membros da Guarda Revolucionária, incluindo dois generais, um deles sendo Mohammad Reza Zahedi, comandante das Forças Quds.

Na nota, a missão iraniana na ONU destacou que os ataques com drones e mísseis representavam o fim da retaliação de Teerã, mas alertou sobre uma “resposta mais severa” em caso de retaliação israelense, ressaltando que os Estados Unidos “devem se abster” de se envolver em uma questão que diz respeito apenas aos dois países.

Após o telefonema com Netanyahu, Biden afirmou em comunicado que os EUA auxiliaram Israel a neutralizar “quase todos” os drones e mísseis iranianos. Nos últimos dias, o líder americano ordenou o envio de aeronaves militares e destróieres de defesa antimísseis para o Oriente Médio, diante da clara ameaça iraniana ao seu principal aliado na região.

Israel já perdeu a guerra há muito tempo

Aquele doce Israel , vendido originalmente, desde 1948, como centro de excelência da ciência, das artes, das letras, com adição de açúcar, não existe mais..

Na medida em que a globalização da comunicação avançou, o cenário dessa grande farsa, foi sendo descortinado. A proibição automática de questionar qualquer ação protagonizada por Israel, ficou no passado.

Para piorar, diante dessa nova realidade, os sionistas de Israel recrudeceram, estalaram o verniz e perderam a pose, restando somente o que existe de mais medieval, em termos de civilização dos tempos atuais.

Israel, hoje, representa tudo de ruim, perverso e frio que um psicopata carrega consigo.

Certamente, a gota d’água para ser classificado como neonazista em todo o mundo, deu-se depois do último ataque e o roubo das terras da Palestina, com a destruição de gaza como um todo, mas sobretudo dos hospitais, fazendo com que tudo virasse pó, tendo com principais alvos, mulheres, crianças, idosos e doentes, sem dar chance sequer de perguntar se, no mundo, já existiu coisa pior do que o Estado terrorista de Israel. Certamente, não há.

Está aí tudo registrado, in loco, e não há como reverter a percepção real do que de fato Israel representa e que tem apoio incondicional do que existe de mais nefasto, nazista, fascista, bárbaro e medieval como civilização.

Assim, tal decadência cultural, moral e ética, que hoje representa o Estado sionista, pode-se afirmar, sem medo de errar, que Israel perdeu a guerra e tem tudo para perder a própria existência do Estado.

Qualquer nova “agressão” terá “resposta mais pesada”, diz presidente do Irã

Mais cedo, ministro das Relações Exteriores do país afirmou que o Irã “não hesitará em proteger seus interesses”

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, afirmou neste domigo (14) que qualquer “nova agressão contra os interesses da nação iraniana será recebida com uma resposta mais pesada”. As informações são do canal de notícias estatal iraniano IRIB.

O ministro das Relações Exteriores do país, Hossein Amirabdollahian, fez observações semelhantes numa publicação no X (antigo Twitter), dizendo que o Irã não tem intenção de “continuar as operações defensivas, mas se necessário, não hesitará em proteger os seus interesses legítimos contra qualquer nova agressão”.

“Exercer o direito de defesa legítima mostra a abordagem responsável do Irã à paz e segurança regional e internacional”, acrescentou.

Com Lula, bancos públicos ampliam operações de crédito e superam os privados

No contexto da política de fortalecimento de empresas estatais implementada por Luiz Inácio Lula da Silva, os bancos públicos brasileiros ampliaram brutalmente suas carteiras de crédito em 2023, em comparação com os bancos privados. As informações foram divulgadas em reportagem do Poder360. Entre os seis principais bancos do país, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil […]

No contexto da política de fortalecimento de empresas estatais implementada por Luiz Inácio Lula da Silva, os bancos públicos brasileiros ampliaram brutalmente suas carteiras de crédito em 2023, em comparação com os bancos privados. As informações foram divulgadas em reportagem do Poder360.

Entre os seis principais bancos do país, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e BNDES apresentaram os maiores aumentos em seus estoques de crédito total, com crescimentos de 10,6%, 10,3% e 7,4%, respectivamente, em relação ao ano anterior.

Em contraste, entre os bancos privados, Santander liderou com um aumento de 5,6%, seguido por Itaú com 3,1%, enquanto Bradesco registrou uma retração de 1,6%.

No que diz respeito ao volume total de dinheiro disponível para empréstimos, Itaú manteve a liderança com R$ 1,2 trilhão. Caixa e Banco do Brasil seguiram de perto, cada um com estoques de R$ 1,1 trilhão.

Somando os saldos, os bancos estatais emprestaram um total de R$ 2,7 trilhões ao longo do ano, um aumento de 9,9% em relação ao ano anterior.

Os bancos privados, enfrentando um ambiente de juros mais altos, mostraram uma expansão mais modesta de 2,9%, totalizando R$ 2,6 trilhões.

A taxa Selic permaneceu alta, atingindo 13,75% ao ano de janeiro a agosto de 2023, antes de sofrer cortes graduais que a levaram a 10,75%.

Quanto ao lucro, apenas Itaú entre os bancos privados viu um aumento significativo no lucro líquido recorrente, de R$ 30,8 bilhões em 2022 para R$ 35,6 bilhões em 2023. Bradesco e Santander, por outro lado, enfrentaram reduções de 21,2% e 27,3%, respectivamente.

Os bancos públicos, exceto o BNDES que viu uma diminuição de 4,8%, geralmente registraram aumentos no lucro, totalizando R$ 58,1 bilhões, um aumento de 8,4% em relação ao ano anterior.

Em termos de inadimplência, a taxa de pagamentos atrasados acima de 90 dias teve comportamento semelhante entre os bancos públicos e privados, com variações mínimas exceto no caso de Bradesco, que experimentou o maior aumento, chegando a 5,1%.

O que acontecerá no conflito depende de Israel ouvir os EUA

Ataque sem precedentes do Irã deixa líderes em alerta sobre qual será a reação de Israel.

Em décadas de antagonismo entre Israel e o Irã, nunca houve um ataque dos iranianos dentro de Israel. Isso marca um novo ponto.

O que irá acontecer a seguir depende de Israel ouvir os Estados Unidos e não escalar o ciclo de retaliação.

A onda massiva de drones e mísseis do Irã foi 99% interceptada, e Israel disse que os danos foram limitados. Desencadeada pelo ataque israelense de 1º de abril contra a embaixada iraniana na Síria, o bombardeio deixa a região em tensão.

Ainda não sabemos exatamente por que Israel realizou o ataque na Síria, mas analistas dizem que o Irã foi forçado a retaliar para dar uma resposta interna e demonstrar força na região. O Irã diz que o assunto está agora concluído.

O presidente Joe Biden disse que os EUA não se juntarão a qualquer ofensiva israelense contra o Irã. A verdadeira questão é se o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ouvirá os avisos de seu maior aliado.

O ex-primeiro-ministro israelense, Ehud Barak, disse à CNN que Israel ganhou esta rodada e Netanyahu deve pensar antes de qualquer ação, alertando que Israel ainda está envolvido em Gaza, os reféns permanecem presos e a fronteira entre Líbano e Israel é altamente volátil.

Enquanto isso, apesar da escalada atual entre Israel e a inteligência dos EUA, não há evidências de que o Irã planejou ou agiu nos ataques do Hamas em 7 de outubro.