Dia: 7 de janeiro de 2025

Hossam Abu Safieh: o médico palestino que abalou os alicerces da “entidade israelense”

Com resiliência e vontade inabalável, Abu Safieh desafiou o Estado sionista, permanecendo fiel à sua profissão ao recusar abandonar seus pacientes no Hospital Kamal Adwan, em Gaza.

O Dr. Hossam Abu Safieh transmitiu uma mensagem poderosa ao mundo: que as nações, por mais fortes ou bem armados que sejam seus exércitos, podem ser derrotadas e abaladas pela vontade e determinação de um povo comprometido com sua luta nacional por justiça, dignidade e democracia.

O soldado israelense, no fundo, reconhece implicitamente não apenas quem tem direito e quem não o tem, mas também quem é verdadeiramente forte e quem é fraco. Será o soldado armado até os dentes com as mais avançadas tecnologias bélicas ou o médico armado com sua fé, a justiça de sua causa e seu juramento de servir à humanidade por meio de sua nobre profissão?

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

O Dr. Abu Safieh desafiou, com sua resiliência e vontade inabalável, a força de uma entidade equipada com diversos tipos de armas, mísseis, tanques e aviões. Ele permaneceu fiel à sua nobre profissão ao recusar abandonar o Hospital Kamal Adwan ou deixar seus pacientes, mesmo sob ameaças incessantes das forças de ocupação. Eles chegaram a assassinar seu filho, Ibrahim. “Eles mataram meu filho porque estamos transmitindo uma mensagem humanitária. Enterrei meu filho no muro do hospital”, declarou.

Dr. Hossam Abu Safieh saiu orgulhoso de seu refúgio no Hospital Kamal Adwan, erguendo-se alto e desafiando a tirania de um regime criminoso. Vestindo seu jaleco branco, caminhou com a dignidade de um combatente revolucionário, avançando corajosamente para um destino incerto.

A ocupação permanece sendo um agressor criminoso, por mais que tente mascarar sua imagem. Representa o exército de uma entidade imoral que continua roubando terras, perpetuando assassinatos, fome, deslocamentos forçados, prisões arbitrárias e torturas. Apesar das tentativas da comunidade internacional de absolver o ocupante de suas ações nazistas e fascistas, e de evitar a prisão de seus líderes acusados em tribunais internacionais por crimes de guerra e crimes contra a humanidade, seus atos falam por si.

As forças de ocupação dispararam a “última bala” contra o Hospital Kamal Adwan, destruindo completamente o sistema de saúde no norte da Faixa de Gaza. A entidade ocupante não demonstra nenhuma preocupação com a opinião pública internacional ou local, tampouco com organizações internacionais, de direitos humanos, de saúde ou qualquer outra. Tudo isso ocorre em meio a um silêncio árabe e internacional suspeito, com clara cumplicidade e parceria dos Estados Unidos, além de algumas capitais europeias que continuam exportando armas letais para o exército de ocupação israelense.

*Diálogos do Sul

Lula demite Paulo Pimenta da Secom, que será comandada por Sidônio Palmeira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu o martelo pela demissão de Paulo Pimentam(foto) do cargo de secretário de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República. O último dia de Pimenta no cargo será na quarta-feira, quando o governo realizará um ato em memória dos ataques golpistas de 8 de janeiro. A transição foi confirmada em uma reunião no Palácio do Planalto na manhã desta terça-feira (7).

A partir de quinta-feira, dia 9, Pimenta entrará de férias e, após o retorno, discutirá com Lula seu futuro na administração. Sidônio Palmeira, publicitário e marqueteiro com experiência em campanhas vitoriosas, assumirá a Secom na próxima semana, com posse prevista para terça-feira (14). Durante a transição, Pimenta tem se reunido diariamente com Palmeira para discutir as responsabilidades da pasta.

“Estamos fazendo uma transição com Sidônio, para que a partir da semana que vem ele possa assumir a tarefa de ser novo ministro da Secom. Estamos conversando entre equipes no sentido de que possa fazer da melhor maneira possível. Nosso compromisso maior é com o projeto do presidente Lula, e ninguém mais do que eu quer que ele tenha êxito e sucesso no trabalho que ele vai desenvolver aqui”, afirmou Pimenta em entrevista ao Globo.

Pimenta pode assumir a liderança do governo na Câmara

O futuro de Pimenta no governo ainda não foi definido, mas existem possibilidades de que ele assuma a liderança do governo na Câmara, cargo atualmente ocupado por José Guimarães (PT-CE), ou a Secretaria-Geral da Presidência, que é comandada por Márcio Macêdo. Questionado sobre sua nova função, Pimenta declarou: “Minha relação com o presidente é de lealdade, confiança e amizade, e eu solicitei ao presidente que pudesse manter uma programação que já tinha definido com minha família, de tirar alguns dias de férias e, só a partir do meu retorno, o presidente vai definir qual será minha nova tarefa.”

A troca na Secom reflete a estratégia de Lula de revitalizar a comunicação do governo na segunda metade de seu mandato. O presidente busca retomar um contato diário com o marqueteiro, semelhante ao que tinha com João Santana e Duda Mendonça em gestões anteriores. Sidônio Palmeira, que já trabalhou nas campanhas de Jaques Wagner e Rui Costa na Bahia, se destacou como um estrategista de marketing próximo a Lula durante a campanha de 2022.

Pelo que disse Moraes, em vez de 72 horas, bolsoloides terão que esperar 20 anos pra Bolsonaro dar o sonhado golpe

Sim, a pesquisa Quaest revelou que a terra plana deu uma empenada.
Não é tão plana assim e ainda está troncha.

Quaest: “dois anos depois, 86% desaprovam a invasão de 8 de janeiro.”
Isso não é pouca coisa e mostra que Bolsonaro, hoje é apenas uma assombração de si mesmo.

Uma potencia política às avessas.

Até porque o projeto esculpido por sua baba de ódio de tomar o poder a força, fez tanta água que afogou o próprio.

20 anos de cadeia, no mínimo é o que espera Bolsonaro de celas abertas para enjaular o animal.

Não há truque que tire o canalha dessa lenha.

Hoje, só 7% aprovam a tentativa de golpe comandada por Bolsonaro.
Outros 7% não sabem ou não responderam.

Não demora um mês de cadeia pa,ra essa gente toda que vivia com um rosário de capim pendurado no pescoço, dizer que nem sabe quem é Bolsonaro.

Jamil Chade: ‘Nos arquivos da ditadura, fica evidente que a tortura era institucionalizada’

Criação da Comissão da Verdade foi fundamental para recuperação da memória do período.

o analista internacional Jamil Chade comenta como a criação da Comissão da Verdade pela ex-presidenta Dilma Roussef — na qual ele era investigador — ajudou na recuperação da memória da ditadura militar no Brasil.

“Naqueles documentos ficava muito evidente que o próprio Itamaraty também funcionou para apagar o que acontecia no Brasil naqueles anos. Ou seja, não era uma atitude de um general, de um torturador que passou a mão né, que exagerou etc. Não, era uma operação de Estado, de fato, construída deliberadamente para silenciar qualquer tipo de críticos”.

*ICL

 

 

Anúncio de Zuckerberg é ataque ao STF e à soberania brasileira, aponta secretário da Secom

Declaração do CEO da Meta “soa como antecipação de ações que serão tomadas pelo governo Trump”, alerta João Brant.

Poucas horas após a gigante das redes sociais Meta anunciar, nesta terça-feira (7), mudanças em suas práticas de moderação de conteúdo, incluindo o fim do programa de checagem de fatos (fact-checking), o secretário de Políticas Digitais da Secom [Secretaria de Comunicação] da Presidência da República, João Brant, afirmou que o posicionamento da cúpula da empresa é uma “declaração fortíssima que se refere ao STF como ‘corte secreta’”.

A postagem foi feita após o dono da Meta, Mark Zuckerberg afirmar que “países da América Latina têm tribunais secretos que podem ordenar que empresas removam conteúdos de forma silenciosa”, disse o dono da Meta, Mark Zuckerberg, em uma referência indireta às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que visam conter a desinformação e disseminação de fake news nas redes sociais, de acordo com o jornal O Globo.

“É uma declaração fortíssima, que se refere ao STF como ‘corte secreta’, ataca os checadores de fatos (dizendo que eles ‘mais destruíram do que construíram confiança’) e questiona o viés da própria equipe de ‘trust and safety’ da Meta – para fugir da lei da Califórnia”, afirmou João Brant em publicação no X.

Em vez de usar organizações de notícias e outros grupos independentes, a Meta, dona do Facebook, Instagram e Threads, confiará nos usuários para adicionar notas ou correções a postagens que possam conter informações falsas ou enganosas. É um sistema conhecido como “Notas da Comunidade”, já usado pelo X, rede social de Elon Musk. Desde que assumiu o X, Musk, um grande aliado de Trump, tem posicionado cada vez mais a rede social como a plataforma por trás da nova presidência americana. Zuckerberg tende a seguir a mesma linha.

Na postagem, Brant ainda afirma que “Facebook e Instagram vão se tornar plataformas que vão dar total peso à liberdade de expressão individual e deixar de proteger outros direitos individuais e coletivos”, e que a “Meta vai atuar politicamente no âmbito internacional de forma articulada com o Governo Trump para combater políticas da Europa, do Brasil e de outros países que buscam equilibrar direitos no ambiente online”. “A declaração é explícita, sinaliza que a empresa não aceita a soberania dos países sobre o funcionamento do ambiente digital e soa como antecipação de ações que serão tomadas pelo governo Trump”, alerta.

Ao finalizar o texto, o secretário de políticas digitais declara que a Meta vai “asfixiar financeiramente as empresas de checagem de fatos”, e que o anúncio da plataforma reforça a importância das ações em curso na Europa, no Brasil e na Austrália, envolvendo os três poderes.

O CEO da Meta afirmou que o sistema atual de checagem de fatos da empresa “chegou a um ponto em que há muitos erros e censura demais.” Por isso, disse, “é hora de voltar às nossas raízes sobre a liberdade de expressão”. Assim como Musk, Zuckerberg reproduziu a narrativa de que os EUA estão mais avançados no que diz respeito à livre manifestação de pensamento e disse que “as eleições recentes (nos EUA) parecem um ponto de virada cultural em direção a uma nova priorização da liberdade de expressão”.

Muitos aliados de Trump desaprovam a prática da Meta de adicionar avisos ou alertas a postagens questionáveis ou falsas. O futuro presidente americano costumava criticar Zuckerberg, alegando que o recurso de checagem de fatos tratava postagens de usuários conservadores de maneira injusta. Desde que Trump venceu um segundo mandato em novembro, a Meta tem agido rapidamente para tentar reparar os laços tensos entre ele e sua empresa com os conservadores.

Ainda estou aqui: por motivos óbvios, mídia exalta o nome do santo sem citar o enredo do milagre

A resenha sobre o prêmio de melhor atriz, merecidamente, dado à Fernanda Torres, o Globo de Ouro, limita-se a isso.

O enredo não está disponível na impecável cobertura feita pela midia sobre a premiação. Porque, quem quiser assistir a uma aula de dissimulação, observará que, nos diálogos que ocorrem sobre o filme, a coisa está limitada zpenas à premiação da atriz brasileira, Fernanda Torres.

O porquê da premiação e o enredo do filme, extraído do livro, homônimo de Marcelo Rubens Paiva, Ainda Estou Aqui, são absolutamentamente censurados pela mídia corporativa, mídia esta, que é bom lembrar, apoiou solenemente o golpe de 1964, que é o foco principal  da trama do longa metrgem exibido em tela.

Mas o absurdo não para aí, Marceclo Rubens Paiva fez questão de textualmente dizer nas redes sociais.

“Tenho dito! Por conta da Comissão da Verdade, tive elementos para escrever o livro Ainda Estou Aqui, agora temos esse filme deslmbrante. E Dilma pagou um preço alto pelo necessário resgate da memória.”

Provavelmente a midia sabe que a memória da ditadura militar e do golpe que Dilma sofreu em 2016, em que se uniram militares golpistas, grande mídia e os cavaleiros do apocalipse, Eduardo Cunha, Aécio Neves e Michel Temer, não é algo convenientte para ser lembrado.

A ordem na grande mídia foi, garanta todos os holofotes no talento dramático de Fernanda Torres sem, com isso, harmonizar o kit macabro que traz o enredo do filme.

Gabinete especial, monitora ameaças, na Esplanad,a para o 8/1

Central concentra informações de inteligência até dia 12; período pode ser ampliado

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) está monitorando possíveis ameaças ou atentados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, nesta semana em que se completam dois anos desde os ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

O governo do DF criou uma célula presencial de inteligência em Brasília com monitoramento 24h. A medida tem como objetivo aumentar a vigilância e a coordenação entre as forças de segurança, para evitar situações críticas na capital da República.

A estrutura começou a funcionar na última semana de 2024, com foco em ações preventivas, que incluem o monitoramento de redes sociais e a identificação de movimentações suspeitas que possam indicar atividades de caráter terrorista.

No último final de semana do ano passado, dois homens foram presos suspeitos de planejar ataques à capital federal.

Alvo recente de uma tentativa de atentado a bomba, em novembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) reforçou o número de agentes de segurança para a virada do ano e mantém equipes de sobreaviso, na Praça dos Três Poderes.

A criação da célula presencial de inteligência envolve a colaboração de diversos órgãos, como o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e as polícias do Senado Federal, do STF, da Câmara dos Deputados, Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF). Inicialmente, a estrutura ficará ativa até o dia 12 deste mês, mas há intenção de torná-la permanente.

“A ideia inicial seria até o dia 12. Um período longo como esse é inédito e praticamente todos participaram, GDF, Legislativo, Judiciário, órgãos federais e Forças Armadas. Mas deu tão certo e houve tanto engajamento que estamos nas tratativas para tentar manter de forma permanente”, explica à CNN o secretário-executivo de Segurança do DF, Alexandre Patury.

O secretário detalha que a célula realiza varreduras em redes sociais e jornais, além de checar denúncias anônimas, tornando a investigação mais célere e funcional, com todas as forças atuando ao mesmo tempo e trocando informações.

Moraes deve aplicar pena média de 20 anos a Bolsonaro, Braga Netto e outros envolvidos em trama golpista

Advogados antecipam condenações severas no STF e expressam preocupação com a falta de segunda instância.

De acordo com Malu Gaspar, do Globo, advogados dos indiciados na investigação da trama golpista aguardam a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), prevista para fevereiro. Eles preveem que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), imponha penas médias de 20 anos de prisão aos principais investigados, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o general Walter Braga Netto, que já está preso.

“Com base nos crimes imputados e nos julgamentos anteriores do STF, a pena média deverá ser de 20 anos”, afirmou um dos advogados consultados pelo blog. Essa estimativa se baseia na condenação de Aécio Lúcio Costa Pereira em setembro de 2023, que recebeu 17 anos por danos qualificados, deterioração de patrimônio público, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e associação criminosa.

Os defensores destacam que, se os indiciados tiveram maior protagonismo na trama do que os manifestantes, as penas devem ser ainda mais rigorosas. “Se os indiciados tiveram mais protagonismo na trama golpista que os manifestantes, a pena tem que ser mais elevada”, acrescentou outro advogado.

Jair Bolsonaro enfrenta acusações de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e organização criminosa, com pena total que pode chegar a 28 anos. Braga Netto é acusado de ser um dos líderes da organização que visava manter Bolsonaro no poder através de divisão de tarefas e ataques virtuais a opositores e instituições.

A Primeira Turma do STF, composta por Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Flávio Dino e Cristiano Zanin, tem respaldado unanimemente as decisões de Moraes em casos envolvendo bolsonaristas e atos golpistas ao longo de 2024.

Uma das principais preocupações das defesas é que os casos serão julgados diretamente no STF, sem a possibilidade de segunda instância. “Não temos um segundo grau de apelação, com magistrados diferentes”, lamenta um dos advogados, reforçando a expectativa de penas elevadas para os principais indiciados.