Dia: 27 de janeiro de 2025

500 pessoas mais ricas do mundo perdem US$ 108 bi em dia de “efeito DeepSeek”

Os bilionários cujas fortunas estão ligadas à inteligência artificial foram os maiores perdedores.

As 500 pessoas mais ricas do mundo, puxadas pelo cofundador da Nvidia, Jensen Huang, perderam um total combinado de US$ 108 bilhões na segunda-feira (27), à medida que uma venda liderada por tecnologia, ligada ao desenvolvedor de IA chinês DeepSeek, fez os principais índices despencarem.

Os bilionários cujas fortunas estão ligadas à inteligência artificial foram os maiores perdedores: Huang viu sua fortuna cair US$ 20,1 bilhões, uma queda de 20%, enquanto a perda de US$ 22,6 bilhões do cofundador da Oracle, Larry Ellison, foi maior em termos absolutos, mas representou apenas 12% de sua fortuna, de acordo com o Índice de Bilionários da Bloomberg. Michael Dell, da Dell, perdeu US$ 13 bilhões, e Changpeng “CZ” Zhao, cofundador da Binance, viu sua fortuna diminuir em US$ 12,1 bilhões.

Os titãs do setor de tecnologia, como um todo, viram US$ 94 bilhões de riqueza evaporarem — cerca de 85% da queda total do índice da Bloomberg. O Índice Nasdaq Composite caiu 3,1%, e o S&P 500 caiu 1,5%.

A DeepSeek, com sede em Hangzhou, vem desenvolvendo modelos de IA desde 2023, mas a empresa chamou a atenção de muitos investidores ocidentais neste fim de semana, quando seu aplicativo de chatbot gratuito DeepSeek R1 liderou as paradas de downloads em todo o mundo. Tantos novos usuários se inscreveram que a DeepSeek teve dificuldades para manter o aplicativo online, enfrentando quedas e forçando-a a restringir inscrições a usuários com números de telefone chineses.

A entrada inesperada da DeepSeek na corrida da IA, que segundo a empresa custou apenas US$ 5,6 milhões para ser desenvolvido, desafia a narrativa do Vale do Silício de que enormes gastos de capital são essenciais para desenvolver os modelos mais fortes. Isso foi um duro golpe nos bilionários cujas fortunas estão ligadas à cadeia de suprimentos de IA ocidental, que tem sido o maior motor do mercado de ações nos últimos dois anos.

Roteiro parecido
As avaliações em alta para os chamados hyperscalers de IA — incluindo Meta, Alphabet e Microsoft — geraram bilhões em riqueza para seus proprietários desde que a OpenAI lançou o ChatGPT em novembro de 2022. Essas empresas, na maior parte, operaram com um roteiro semelhante: gastar enormes quantias para desenvolver e operar sistemas de IA, acumulando semicondutores de ponta e os suprimentos de energia necessários para operá-los.

O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou na sexta-feira que a empresa planejava gastar de US$ 60 bilhões a US$ 65 bilhões em projetos relacionados à IA este ano, bem acima das estimativas de Wall Street. Os gastos de capital em todas as grandes empresas de tecnologia estão a caminho de alcançar US$ 200 bilhões em 2025, de acordo com um relatório da Bloomberg Intelligence.

Apesar da receita limitada para justificar todos os seus investimentos até agora, os mercados recompensaram as ações de tecnologia dos EUA com avaliações recordes, que, por sua vez, geraram ganhos históricos de riqueza para seus proprietários. A Nvidia se destacou como o maior vencedor individual do boom da IA até agora, com a fortuna de Huang aumentando quase oito vezes para US$ 121 bilhões desde o início de 2023 até sexta-feira. A fortuna de Zuckerberg subiu 385% para US$ 229 bilhões no mesmo período e a de Jeff Bezos, da Amazon.com Inc., aumentou 133% para US$ 254 bilhões.

Embora Huang e Ellison tenham sofrido perdas, as fortunas de outros grandes bilionários da tecnologia saíram ilesas. A fortuna de Zuckerberg terminou o dia em alta, ganhando US$ 4,3 bilhões à medida que a Meta se recuperou de uma queda no início da sessão. A riqueza de Bezos subiu cerca de US$ 632 milhões.

*Infomoney

Nvidia perde US$ 598 bi em valor, maior queda para uma única ação na história

Ações da fabricante de chips despencaram 17% nesta segunda, a maior queda desde março de 2020.

A queda da Nvidia, alimentada pela preocupação dos investidores com a startup chinesa de inteligência artificial DeepSeek, apagou uma quantidade recorde de valor de mercado da maior empresa do mundo.

As ações da Nvidia despencaram 17% na segunda-feira, a maior queda desde março de 2020, eliminando US$ 589 bilhões da capitalização de mercado da empresa. Isso superou o recorde anterior — uma queda de 9% em setembro que eliminou cerca de US$ 279 bilhões em valor — e foi a maior da história do mercado de ações dos EUA.

A queda reverberou pelo resto do mercado devido ao peso que a Nvidia tem em índices importantes. Incluindo a queda de segunda-feira, as vendas de ações da Nvidia causaram oito das dez maiores quedas em um único dia no Índice S&P 500, com base no valor de mercado, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. O S&P 500 caiu 1,5% na segunda-feira e o Nasdaq 100 despencou quase 3%.

Nvidia chama DeepSeek de “excelente” avanço em IA e minimiza preocupações

A declaração da Nvidia indica que a empresa acredita que a companhia chinesa não violou as restrições dos EUA que limitam o acesso a chips avançados dos EUA na criação de sua tecnologia

O fabricante de semicondutores liderou uma venda mais ampla em ações de tecnologia após a abordagem de baixo custo da DeepSeek reacender preocupações de que grandes empresas dos EUA investiram muito dinheiro no desenvolvimento de inteligência artificial. A empresa chinesa parece oferecer um desempenho comparável a uma fração do preço.

O mais recente modelo de IA da DeepSeek, lançado na semana passada, é amplamente visto como competitivo com os da OpenAI e da Meta Platforms Inc. O produto de código aberto foi fundado pelo chefe de um fundo quantitativo, Liang Wenfeng, e agora está no topo das classificações da App Store da Apple Inc.

“Preocupações surgiram imediatamente de que isso poderia ser um disruptor do atual modelo de negócios de IA, que depende de chips de alto desempenho e extensa potência computacional e, portanto, energia”, disseram os analistas da Jefferies em uma nota para os clientes.

A Nvidia tem sido a maior beneficiária do influxo de gastos em IA porque projeta semicondutores usados na tecnologia. Embora esses gastos pesados pareçam prontos para continuar, os investidores podem se tornar cautelosos em recompensar empresas que não estão mostrando um retorno suficiente sobre o investimento.

A Meta anunciou na sexta-feira planos para aumentar os gastos de capital em projetos de IA este ano em cerca da metade, para até $65 bilhões, levando suas ações a um recorde histórico. Isso ocorreu após a OpenAI, SoftBank Group Corp. e Oracle Corp. anunciarem uma joint venture de $100 bilhões chamada Stargate para construir centros de dados e projetos de infraestrutura de IA nos EUA.

Em uma tentativa de retardar o progresso da China em IA, os EUA proibiram a exportação de tecnologias avançadas de semicondutores para o país e estão limitando as vendas de chips de IA avançados da Nvidia para outros. Mas o progresso da DeepSeek sugere que engenheiros de IA chineses encontraram uma maneira de contornar as proibições de exportação, focando em maior eficiência com recursos limitados.

A Nvidia disse em um comunicado na segunda-feira que o modelo da DeepSeek é um “excelente avanço em IA” e indicou que a empresa chinesa não violou as restrições dos EUA que limitam o acesso a chips avançados dos EUA na criação de sua tecnologia. Também acrescentou que a inferência, ou o trabalho de execução de modelos de IA, requer “um número significativo de GPUs da Nvidia e networking de alto desempenho.”

*Infomoney

Insatisfeitos com Trump, moradores da Califórnia coletam assinaturas para plebiscito sobre independência

Uma nova proposta para realizar um plebiscito sobre a separação da Califórnia dos Estados Unidos foi aprovada pelas autoridades locais para a fase de coleta de assinaturas, informou a CBS News.

A iniciativa surge em um contexto de tensão política, com o retorno de Donald Trump, um republicano, ao poder, enquanto a Califórnia continua sendo um bastião democrata. Além disso, os moradores têm criticado a resposta insuficiente das autoridades aos incêndios devastadores que atingiram Los Angeles nas últimas semanas.

A medida propõe que os eleitores respondam à seguinte questão na votação de novembro de 2028: “A Califórnia deveria deixar os Estados Unidos e se tornar um país livre e independente?”

A secretária de Estado Shirley Weber anunciou que Marcus Ruiz Evans, principal defensor da proposta, precisará reunir ao menos 546.651 assinaturas de eleitores registrados até 22 de julho de 2025 para que a questão possa ser incluída na cédula de votação.

“Calexit significa que nossas leis são determinadas pelo povo da Califórnia, e não por burocratas não eleitos em Washington que não escolhemos”, afirma o site de Ruiz Evans, residente da cidade de Fresno.

Em entrevista ao jornal The Independent, Ruiz Evans afirmou que os californianos estão indignados com a vitória eleitoral de Trump e expressou confiança de que pode mobilizar apoio suficiente para tornar seu sonho de independência uma realidade.

Gustavo Petro eleva o tom contra os EUA em carta a Donald Trump: ‘Resisti à tortura e resisto a você’

Presidente da Colômbia disse que os EUA podem tentar um golpe ‘como fizeram com Allende’, mas que o governo vai resistir.

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, se posicionou neste domingo (26) contra as ameaças do chefe do Executivo dos Estados Unidos, Donald Trump, de aumentar as tarifas contra produtos colombianos. Em carta publicada nas redes sociais, o mandatário afirmou que os EUA “não dominarão” os colombianos e que o “bloqueio não assusta” Bogotá.

No texto, Petro afirma também que “não gosta do petróleo dos EUA” e que Trump vai acabar com o mundo com a sua “ganância”. Ele ainda conclui afirmando que a Casa Branca pode tentar dar “um golpe de Estado” e repetir o que foi feito com o ex-presidente chileno Salvador Allende, mas que fracassará ao tentar enfrentar o povo latinoamericano.

“Com a sua força econômica e arrogância, pode tentar um golpe de Estado como fizeram com Allende. Mas eu morro na minha lei, resisti à tortura e resisto a você. Não quero traficantes de escravos perto da Colômbia, já tivemos muitos e nos libertamos. O que quero ao lado da Colômbia são os amantes da liberdade. Se você não puder me acompanhar, irei para outro lugar. A Colômbia é o coração do mundo e você não entendeu”, disse no texto.

As falas vem na esteira de uma troca de declarações entre os dois mandatários, depois que o colombiano rejeitou receber dois aviões militares com colombianos deportados dos EUA. Segundo o mandatário, os colombianos não podiam ser tratados como criminosos, já que o direito à migração está previsto no direito internacional. Em resposta, o governo estadunidense ameaçou impor tarifas de 25% aos produtos colombianos, caso as deportações não fossem aceitas.

Os dois governos negociaram e chegaram a um acordo ainda no domingo (26). Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, as tarifas e sanções financeiras impostas pelos EUA serão suspensas temporariamente. No entanto, as sanções de visto contra autoridades colombianas, bem como as inspeções alfandegárias mais rigorosas de cidadãos colombianos e navios de carga continuarão em vigor até que o primeiro avião com deportados chegue à Colômbia.

Petro também disse na nota que os EUA não gostam da liberdade dos colombianos e que o seu governo não vai se “ajoelhar” frente à política da Casa Branca. Ele afirmou também que, se o governo estadunidense coloca tarifas de 50% ao “fruto do trabalho humano”, Bogotá também iria fazer o mesmo com os produtos dos Estados Unidos.

“A Colômbia agora deixa de olhar para o Norte, olha para o mundo. O nosso sangue vem do sangue do Califado de Córdoba, da civilização daquela época, dos romanos latinos do Mediterrâneo, da civilização daquela época, que fundou a república, democracia em Atenas. Nosso sangue tem os negros resistentes transformados em escravos por você. Na Colômbia é o primeiro território livre da América, antes de Washington, em toda a América, lá me refugio nas suas canções africanas”, disse.

Em seu texto, o presidente também fez referências a lideranças históricas tanto latinoamericanas, como o liberador Simón Bolívar, quanto intelectuais estadunidenses como Noam Chomsky. Segundo Petro, esses são exemplos de figuras que ajudaram e ajudam a pensar possibilidades para os povos americanos.

Ele afirmou também que o “bloqueio não assusta” o governo colombiano e que o país está “aberto ao mundo” para construir a liberdade.

“Seu bloqueio não me assusta; porque a Colômbia, além de ser o país da beleza, é o coração do mundo. Eu sei que você ama a beleza como eu, não a desrespeite e ela lhe dará sua doçura. A Colômbia está aberta ao mundo todo a partir de hoje, de braços abertos, somos construtores de liberdade, vida e humanidade”, concluiu.

*BdF

Enquanto Trump e Netanyahu, lançam o guia definitivo do inferno, China come silenciosamente os dois pelo fígado

Convenhamos, Israel é um EUA de papelão.

Não dá um traque sem largar a mão do Tio Sam.

Por isso o sionista, Benjamin Netanyahu, acha que Trump pratica o nazismo do bem. Tudo depende de uma palavrinha ajeitadora.

Mas há um mundo correndo por fora na raia 6 que está vindo com tudo pra atropelar essa parceria das trevas.

As empresas de tecnologia dos EUA, perdem US$ 1 trilhão após anúncio de IA chinesa mais eficiente.

Em bom português, Nvidia dos EUA e ações de techs, desabam com a chinesa “DeepSeek”

Modelo acessível da chinesa DeepSeek provoca quedas históricas em ações de gigantes dos EUA, como Nvidia e Microsoft.

Dilma avisou:

Os chineses em tecnologia de ponta, estão há cinquenta anos luz na frente dos EUA.

O pânico é geral inclusive entre analistas de mercado no Brasil, incrédulos com o chocolate de 7×1 que a China está dando nos EUA.

De nada adianta os EUA promoverem ataques cibernéticos contra a chinesa DeepSeek. A bola já está no fundo das redes yankees.

Enquanto isso, Trump em picadeiro, segue com essas politicagens diversionista de pão e circo, de deportação em massa.

Na verdade, ele está apenas confessando ao mundo que não tem como os EUA travarem economicamente a China.

Querendo ser Trump, Milei anuncia muro contra bolivianos

Em conexão com a xenofobia e a saga anti-imigração dos Estados Unidos, Milei deve adotar medida semelhante no quintal da América Latina.

Em um movimento que ecoa as políticas migratórias xenófobas de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a Argentina anunciou a construção de um alambrado de 200 metros na cidade de Aguas Blancas, na província de Salta, ao norte do país, que faz fronteira com Bermejo, na Bolívia. Veja mais sobre a política de Milei na TVT News.

Milei adota tática semelhante a de Trump
A construção de alambrado de 200 metros, na cidade de Aguas Blancas na fronteira com a Bolívia, foi apresentada como uma resposta ao fluxo migratório na região, mas tem gerado debates e críticas de setores da sociedade e especialistas em direitos humanos. As informações são do Uol.

A decisão, anunciada pelo governo de Javier Milei, reflete a proximidade ideológica de extrema direita entre o presidente argentino e o presidente dos Estados Unidos. Durante seu primeiro mandato, Trump defendeu e implementou a construção de um muro na fronteira com o México como parte de sua política de combate à imigração ilegal, um símbolo de sua postura dura contra imigrantes. Agora, em seu retorno, já começou a expulsar imigrantes. Os casos envolvem, inclusive, suspeitas de tortura.

Milei, que expressa abertamente sua admiração por Trump, parece seguir os passos do líder americano ao adotar uma abordagem semelhante, ainda que em escala menor.

Em um movimento que ecoa as políticas migratórias xenófobas de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, a Argentina anunciou a construção de um alambrado de 200 metros na cidade de Aguas Blancas, na província de Salta, ao norte do país, que faz fronteira com Bermejo, na Bolívia. Veja mais sobre a política de Milei na TVT News.

Milei adota tática semelhante a de Trump
A construção de alambrado de 200 metros, na cidade de Aguas Blancas na fronteira com a Bolívia, foi apresentada como uma resposta ao fluxo migratório na região, mas tem gerado debates e críticas de setores da sociedade e especialistas em direitos humanos. As informações são do Uol.

A decisão, anunciada pelo governo de Javier Milei, reflete a proximidade ideológica de extrema direita entre o presidente argentino e o presidente dos Estados Unidos. Durante seu primeiro mandato, Trump defendeu e implementou a construção de um muro na fronteira com o México como parte de sua política de combate à imigração ilegal, um símbolo de sua postura dura contra imigrantes. Agora, em seu retorno, já começou a expulsar imigrantes. Os casos envolvem, inclusive, suspeitas de tortura.

Milei, que expressa abertamente sua admiração por Trump, parece seguir os passos do líder americano ao adotar uma abordagem semelhante, ainda que em escala menor. *Com TVT.

EUA: agentes federais prendem quase mil imigrantes em apenas 1 dia

É o maior número de prisões de pessoas ilegais em solo norte-americano desde que Trump voltou ao poder, de acordo com o Serviço de Imigração.

A política anti-imigratória do novo governo de Donald Trump resultou na prisão de 956 pessoas nesse domingo (26/1). É o maior número de detenções de pessoas ilegais em solo norte-americano desde que Trump voltou ao poder, de acordo com o Immigration and Customs Enforcement (ICE) – o Serviço de Imigração dos EUA.

Agências federais com amplos poderes de detenção fizeram batidas em várias cidades, incluindo Chicago, Newark, Nova Jersey e Miami, segundo informou a BBC.

Desde que assumiu o cargo, Trump expediu 21 decretos para reformar o sistema de imigração dos EUA e impôs uma política linha-dura para caçar imigrantes.

 

Pânico do mercado com o DeepSeek, da China, e questiona: ‘Ocidente se deu conta de seu atraso tecnológico?’

DeepSeek, IA chinesa de baixo custo, causa pânico em Wall Street e levanta questionamentos sobre atraso tecnológico do Ocidente.

O economista Paulo Gala levantou uma questão crucial em suas redes sociais nesta segunda-feira (27), ao comentar o impacto do lançamento do DeepSeek, uma inteligência artificial (IA) desenvolvida na China, que está causando turbulências nos mercados globais. Em sua postagem, Gala comparou o momento atual ao “momento Sputnik”, quando a União Soviética surpreendeu o mundo com o lançamento do primeiro satélite artificial, em 1957, deixando o Ocidente em alerta sobre seu atraso tecnológico.

“O IA chinês DeepSeek faz tudo que o ChatGPT faz, só que com 1/10 do custo! Será que teremos um novo momento Sputnik em que o Ocidente se dá conta do seu atraso tecnológico?”, questionou Gala. Ele também destacou a queda livre do Nasdaq, que recuava mais de 3% nesta segunda-feira, impulsionada pela notícia do avanço chinês no setor de inteligência artificial.

O DeepSeek, desenvolvido por uma startup chinesa, lançou recentemente um assistente de IA gratuito que, segundo a empresa, utiliza chips de baixo custo e menos dados, desafiando a aposta generalizada dos mercados de que a IA impulsionaria a demanda por componentes de alta tecnologia, como os fabricados pela Nvidia, AMD e Micron Technology. A popularidade do DeepSeek já superou a do ChatGPT, tornando-se o aplicativo gratuito mais bem avaliado na App Store da Apple nos Estados Unidos.

Impacto nas Big Techs e no mercado – O anúncio do DeepSeek gerou uma onda de vendas em Wall Street, especialmente entre as ações de empresas de tecnologia. A Nvidia, uma das principais fabricantes de chips para IA, registrou queda de 6,9% nas negociações de pré-abertura. Outras gigantes do setor, como AMD e Micron Technology, também tiveram quedas significativas, de 3,7% e 6,4%, respectivamente.

Nesta semana, os olhos do mercado também estarão voltados para o Federal Reserve, que anunciará sua decisão sobre a taxa de juros na quarta-feira. A expectativa é que o banco central dos EUA mantenha a taxa de empréstimo estável, mas o cenário de incerteza gerado pelo avanço chinês no setor de IA pode influenciar as decisões futuras.

Enquanto isso, o DeepSeek continua a ganhar popularidade, e seu impacto no mercado e na geopolítica da tecnologia promete ser um tema central nos próximos meses. O Ocidente, agora, enfrenta o desafio de responder a essa nova realidade, que pode redefinir o futuro da inteligência artificial e da competitividade global.

Sobre a deportação em massa de Trump, diz Bolsonaro, “eu faria a mesma coisa”

O ex-presidente disse que muitos imigrantes não têm sequer “qualificação” para morar nos EUA.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse na última sexta-feira (24) que faria “a mesma coisa” que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação à política de deportações em massa. Em entrevista à CNN Brasil, Bolsonaro defendeu a iniciativa de Trump, justificando que muitos dos imigrantes não tinham sequer “qualificação” para ir aos EUA.

“Lá é a casa dele. Aqui é a nossa. Quem não está de forma legal tem que se regularizar. Não são apenas brasileiros. Se calcula que sejam um pouco mais de 10 milhões de ilegais lá. Uma parte disso foi gente que não tinha qualquer qualificação para ir para lá. Empurraram para lá ‘muito tipo de gente’ que frequentava presídios em outros países. Ele está fazendo a coisa certa […] No lugar dele eu faria a mesma coisa”, disse Bolsonaro.

O ex-presidente também fez uma comparação da situação dos imigrantes com ocupações do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). “É a regra do jogo. O que você acha do MST que invade uma fazenda e permanece lá dentro. Eles estão atrás de oportunidades, não tem onde plantar. Mas e o dono da fazenda, como fica? Então tem que ser dessa maneira. Quem quer ir para lá, busque uma maneira legal, como temos muitos brasileiros de forma legal lá. E conversando com esses brasileiros, eles eram favoráveis a não deixar aquela fronteira aberta como fez o (Joe) Biden”, completou.

A entrevista de Bolsonaro ocorreu antes da polêmica envolvendo a chegada de um voo com deportados no Brasil. Segundo relatos, o grupo, que tinha 88 brasileiros, chegou algemado e acorrentado, e sofreu agressões físicas e psicológicas nos agentes americanos. O governo federal e a Polícia Federal determinaram a soltura imediata dos deportados. A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou um avião para resgatá-los e levá-los até o destino final, que era o Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, diz Otavio Rosso, 247.

A defesa de Bolsonaro criticou o que chamou de “vazamentos seletivos”, mas não nega o conteúdo da delação de Cid.

Reclamar de vazamento seletivo, o que foi revelado aos brasileiros sobre a trama golpista, convenhamos, é piada.

Melhor seria Bolsonaro nada dizer.

O que ele está fazendo, porque não tem como sair do rodamoinho que essa delação de Mauro Cid revelou, nada mais é que confirmar o que foi publicado na mídia.

O fato é que essa delação desabou agora também nas cabeças de Eduardo e Michelle Bolsonaro como comandantes do grupo central do golpe.

Isso implica ainda mais Bolsonaro, por motivos óbvios e centrifuga para o olho do crime, filho e esposa do mandatário da nação e do golpe em si.

Como a coisa vazou pouco importa.

O cheiro de enxofre entra pelas ventas de qualquer maneira.

A defesa pode vir com mil desculpas esfarrapadas para tentar livrar a cara, agora também de Michelle e Eduardo que não livra a cara ninguém.