Ano: 2025

Quantos carros fortes Flávio Bolsonaro precisou usar para levar 16 milhões em espécie de sua lojinha de chocolate pra comprar sua mega mansão?

É hora dos empreenderes saberem de boca própria como o super empresário, 01,Eduardo Bolsonaro, conseguiu transformar chocolate em barra em ouro em pó.

Até Elon Musk que acumula fortuna incalculável ficou com inveja do midas do clã Bolsonaro. por conseguir com uma lojeca de 40m2, vender tanto que deu pra comprar uma mansão cinematográfica por 16 milhões em grana viva.

Sim, porque esse é era o preço na época que pegou, não o que disse que pagou que já era muito, mas muito menos que o preço real.

O patrão do Queiroz, o gerente de negócios do esquema de peculato e formação de quadrilha, é um portento.

Esta na hora do Brasil saber os bastidores dessa mágica.

Certamente com tal informação, podemos anunciar, sem medo de errar, o fim de todos os males do mundo.

Após resposta da Meta, AGU vê grande potencial para violação de direitos humanos e convoca audiência pública: ‘grave preocupação’

Órgão federal cita riscos à legislação e direitos fundamentais com as novas diretrizes da empresa.

A Advocacia-Geral da União (AGU) manifestou nesta terça-feira (14) “grave preocupação” com aspectos da resposta da Meta à notificação extrajudicial enviada na última sexta-feira (10). A empresa confirmou a implementação da nova Política de Conduta de Ódio no Brasil, defendendo que as alterações ampliam o espaço para a liberdade de expressão.

No entanto, a AGU entende que essas mudanças podem violar a legislação brasileira e os direitos fundamentais dos cidadãos. A nota destaca que a nova política tem o “potencial de permitir graves violações de direitos humanos no país” e contraria posicionamentos anteriores da Meta em discussões no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o Marco Civil da Internet.

Segundo a AGU, os atuais termos de uso das plataformas, assim como as mudanças propostas, não estão alinhados à legislação nacional. Para aprofundar o debate, o órgão anunciou a realização de uma audiência pública nesta quinta-feira (16), com participação dos ministérios da Justiça e Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania, e da Secretaria de Comunicação Social.

A audiência discutirá os efeitos da nova política, os riscos da substituição do Programa de Verificação de Fatos no exterior e o dever de cuidado das plataformas digitais. A Meta havia alegado que as alterações simplificam a política de moderação de conteúdo para permitir debates mais amplos em temas como gênero, orientação sexual e profissões, justificando que a política anterior limitava “debate político legítimo”.

Para a AGU, no entanto, essas mudanças abrem espaço para discursos que podem desrespeitar os direitos humanos. “A iniciativa preocupa porque pode desestabilizar a proteção aos direitos fundamentais, algo que deveria ser assegurado pelas plataformas”, ressaltou o órgão.

 

PF envia ao STF provas obtidas nos EUA sobre escândalo das joias de Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta (9) um pen drive contendo imagens e depoimentos obtidos nos Estados Unidos no caso do esquema de desvio e venda ilegal de joias recebidas pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O material é fruto de uma cooperação com o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) e pode embasar uma eventual denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os documentos e depoimentos foram levantados no contexto do Acordo de Assistência Jurídica em Matéria Penal (MLAT), firmado entre a PF e o DOJ, no ano passado.

O MLAT é um tratado bilateral que facilita a cooperação entre autoridades de diferentes países e é um instrumento para a proteção de dados pessoais e para que autoridades brasileiras possam compartilhar dados com autoridades estrangeiras.

Em abril do ano passado, uma equipe da PF foi aos Estados Unidos e trabalhou em conjunto com o FBI (Federal Bureau of Investigation) no caso. Os agentes visitaram quatro cidades americanas: Miami, Orlando, Nova York e Wilson Grove.

Os policiais foram em lojas onde auxiliares de Bolsonaro teriam vendido os itens valiosos da Presidência, com ajuda do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente. Cid, em colaboração com a PF e o FBI, detalhou endereços e nomes dos locais onde ocorreram as negociações.

Imagens de câmeras de segurança foram confiscadas para ajudar no inquérito, à época. O material mostra, por exemplo, Mauro Cid negociando a venda de relógios.

O envio faz parte de um inquérito que investiga a comercialização de bens de luxo presentes do governo saudita, que deveriam integrar o acervo público brasileiro. A documentação foi remetida ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, e inclui imagens de câmeras de segurança, notas fiscais e depoimentos de testemunhas colhidos nas cidades norte-americanas.

O inquérito aponta que Bolsonaro e aliados teriam utilizado aeronaves oficiais para transportar os itens de luxo aos EUA. Entre os objetos investigados estão dois kits de joias: o “Kit Rosé”, que inclui abotoaduras e um relógio da marca Chopard, e o “Kit Ouro Branco”, com itens da Rolex, vendidos por até US$ 68 mil.

Segundo a PF, o esquema teria movimentado R$ 6,8 milhões. Parte do dinheiro obtido com as vendas teria sido utilizada para financiar despesas pessoais de Bolsonaro durante sua estadia nos Estados Unidos entre dezembro de 2022 e março de 2023.

A corporação destacou que o ex-presidente não movimentou suas contas bancárias no período, preferindo operar em espécie. A utilização de dinheiro vivo é uma das formas preferidas por criminosos devido a dificuldade de rastreamento.

Em julho de 2024, Bolsonaro foi indiciado pela PF por peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Outros 11 aliados também foram enquadrados, entre eles o ex-ministro Bento Albuquerque e o advogado Frederick Wassef. De acordo com o inquérito, Bolsonaro tinha “plena ciência” do esquema desde 2019.

Agora, cabe à PGR decidir se apresenta denúncia ao STF. Caso seja aceita, Bolsonaro será julgado pelos ministros da Corte.

Por que Israel bombardeia as casas dos palestinos no meio da noite?

Bombardeios noturnos de Israel são parte da estratégia de forçar os palestinos a fugirem de suas casas; quase mil famílias palestinas já foram aniquiladas,

s 22 horas do dia 28 de outubro de 2024, a força aérea israelense atingiu um prédio de cinco andares em Beit Lahiya, na área norte de Gaza. Esta região tem sido bombardeada pelos israelenses desde 8 de outubro de 2023. Não houve trégua para os moradores dessa cidade, que fica ao norte do campo de refugiados de Jabaliya. Durante os primeiros meses do bombardeio, Sahar, de 42 anos, fugiu da área com seu filho de onze anos e o restante de sua família. Ela disse à Human Rights Watch que isso se deu “devido ao bombardeio excessivo contra casas de civis, que matou famílias inteiras”. Asma, de 32 anos, saiu de Beit Lahiya para a área supostamente segura de al-Mawasi. “Vivemos em um cenário de desastre”, diz ela. “E não temos esperança, morremos de fome e estamos sitiados.”

A família Abu Nasr não deixou a região de Beit Lahiya. Na verdade, encontraram abrigo no prédio da outra parte da família, achando que a localização do prédio, em uma área residencial, poderia lhes dar alguma imunidade contra os ataques israelenses. Na noite de 28 de outubro de 2024, havia 300 pessoas morando nos dez apartamentos do edifício. O local estava cheio, mas eles se sentiam seguros.

Quando o míssil foi lançado às 22h, a escada foi destruída e, portanto, impediu a fuga de qualquer pessoa que não estivesse no térreo do edifício. Muhammed Abu Nasr, de 29 anos, morava no térreo com sua esposa e filhos. Eles pularam o muro do edifício e foram para a casa de um vizinho. Mais tarde, Muhammed disse ao escritor Asil Almanssi: “Não dormi aquela noite inteira, pensando em meus pais, meus irmãos, minhas sobrinhas e sobrinhos. Como pude deixá-los e fugir? Eu fui realmente um covarde, um traidor? Os pensamentos me atormentavam, e eu não conseguia saber se tinha feito a coisa certa ou não.” Mas era a única coisa que ele poderia ter feito. Ter ficado em um prédio com uma escada bombardeada teria sido insensato. As famílias presas no prédio ligaram para a Defesa Civil de Gaza. Não havia nada que pudesse ser feito por elas até a manhã seguinte. Eles fizeram as malas e aguardaram o amanhecer, quando esperavam que pudessem ser resgatados dos andares superiores do prédio danificado.

Então, como se tivessem previsto isso durante toda a noite, às 4h da manhã, os israelenses atacaram esse edifício residencial mais uma vez. Dessa vez, eles atingiram o núcleo dos apartamentos. Muhammed Abu Nasr, agora deitado na casa de um vizinho, ouviu “uma explosão mais alta do que qualquer outra coisa que eu já havia ouvido. Parecia que um terremoto havia sacudido toda a área, com o chão tremendo violentamente e partes das paredes da casa em que eu havia me refugiado desabando”. Era uma bomba enorme. Muhammed ouviu sua família pedindo ajuda e gritando que havia cadáveres entre eles. Não havia nada a ser feito. Os aviões israelenses enchiam os céus. Era possível que houvesse outro ataque.

Quando as equipes de resgate começaram a remover os escombros, encontraram sobreviventes, feridos com pernas quebradas e pulmões perfurados. Mas também descobriram que mais de 100 pessoas da família Abu Nasr estavam mortas. Esse foi um massacre horrendo de uma família em uma área residencial bem conhecida. Carroças e ombros resistentes transportaram os feridos para o Hospital Al-Helou, uma maternidade que sofreu ataques israelenses em novembro de 2023, mas que agora segue funcionando parcialmente. Foi no hospital que Asil Almanssi ouviu Bassam Abu Nasr (de cinco anos), o único sobrevivente de sua família imediata, dizendo repetidamente: “Quero meu pai”. Mas seu pai havia sido morto pelos israelenses.

Por que às 4 horas da manhã?
Durante a Primeira Grande Guerra (1914-1919), ambos os lados usaram aeronaves para transportar bombas que pudessem ser lançadas em alvos inimigos, inclusive em áreas residenciais. Essas aeronaves não possuíam bons dispositivos de navegação, mas seus adversários tampouco tinham algo além de holofotes para encontrá-las no céu. Voar com bombardeiros lentos à luz do dia os teria exposto aos velozes caças, e é por isso que eles voavam sob a cobertura da escuridão da noite. É por isso que os bombardeios durante a Grande Guerra e a Segunda Guerra Mundial foram realizados à noite. Após a Grande Guerra, o primeiro-ministro britânico Stanley Baldwin disse à Câmara dos Comuns a verdade sobre o uso do bombardeio aéreo naquela época: “O bombardeiro sempre conseguirá passar. A única defesa está no [ataque], o que significa que você precisa matar mais mulheres e crianças e mais depressa do que o inimigo se quiser se salvar” (10 de novembro de 1932).

Os comentários de Baldwin em 1932 ocorreram sete anos após duas outras potências europeias (Espanha e França) terem incentivado mercenários dos Estados Unidos a bombardear a cidade marroquina de Chefchaouen em plena luz do dia. A Espanha e a França queriam acabar com a rebelião liderada por Abd el-Krim, conhecida como a Guerra do Rif (1921-1926). Os pilotos dos Estados Unidos, que formavam o Esquadrão Lafayette, voaram em bombardeiros biplanos Breguet 14 e realizaram 350 bombardeios. Como os combatentes do Rif tinham armas antiaéreas razoáveis onde estavam localizados, o Esquadrão Lafayette foi instruído a bombardear áreas indefesas, como a cidade de Chefchaouen e seus vilarejos vizinhos.

“Nosso objetivo”, escreveu o capitão Paul Rockwell, “era Chefchaouen, a cidade sagrada das tribos Djebala”. A cidade, observou ele, “já havia sido bombardeada anteriormente e, devido ao seu prestígio e sacralidade como santuário sagrado, esperava-se que um ataque aéreo contra ela intimidasse os Djebalas e fosse eficaz para afastá-los da causa de Abd el-Krim”. Em outras palavras, o bombardeio não tinha como fim atingir alvos militares, mas causar sofrimento psicológico entre os combatentes do Rif. O esquadrão bombardeou a cidade e seus arredores cerca de cinco vezes por dia, lançando “mais de quatro toneladas de projéteis”, o que era muito para aquela época. Eles até bombardearam um vilarejo que já havia se rendido. Não sabemos o número de mortes de civis. Esse número não foi registrado.

“A cidade parecia adorável vista do ar”, escreveu Rockwell, “abraçada por sua alta montanha e cercada por muitos jardins e plantações verdes”. A cidade foi bombardeada para enviar uma mensagem aos rebeldes do Rif. Essa foi a guerra colonial em sua forma mais voraz. E, por ter ocorrido nas colônias, o massacre em Chefchaouen foi esquecido (ao contrário, por exemplo, do bombardeio espanhol e alemão de Guernica – uma cidade europeia – em 1937, agora eternizado na famosa pintura de Pablo Picasso).

Na década de 1970, as autoridades municipais determinaram que as paredes da cidade fossem pintadas de azul para atrair turistas e – dizem alguns – para repelir mosquitos; a cidade, quando a visitei há uma década, é lembrada por suas paredes azuis e não pelo massacre de 1925. Nunca aprendemos as lições da história.

O povo de Gaza não tem capacidades antiaéreas. Eles não podem abater as aeronaves israelenses. No máximo, eles conseguem atingir drones que voem baixo. As aeronaves que bombardeiam as áreas residenciais de Gaza não voam à noite porque têm medo de serem abatidas. Eles voam à noite porque são capazes de amedrontar totalmente a população, matando famílias inteiras em suas casas e, assim, ameaçando outras famílias com a aniquilação. “Intimide os Djebalas”, escreveu Rockwell, o que pode ser facilmente atualizado para “intimide os palestinos”. Uma bomba que cai em uma casa às 4h da manhã com certeza matará os civis que estiverem dormindo lá. Isso faz com que os civis queiram fugir de suas casas. Criar as condições para essa fuga é o crime de limpeza étnica. “Vivemos em um desastre”, disse Asma, que fugiu de sua casa, mas não saiu de Gaza.

O inimaginável
Para muitos palestinos, mesmo depois desse ano terrível de genocídio, sair de Gaza é perder a Palestina, ou seja, fazer parte da Nakba (catástrofe) permanente que foi iniciada pelos israelenses em 1948. Eles não se abalarão, mesmo com as ondas de bombardeios noturnos que exterminam família após família. Até o momento, quase mil famílias foram totalmente aniquiladas. Uma investigação da Al Jazeera registra que 393 membros da família al-Najjar foram mortos, 226 membros da família al-Masry e 225 da família al-Astal.

Em 10 de outubro de 2023, às 20h30, uma bomba de 2 mil libras (907 kg) aterrissou na casa da família al-Najjar em Deir al-Balah, no centro da Faixa de Gaza. A bomba matou 21 membros da família, parte dos 393 membros da família al-Najjar mortos ao longo do ano passado. Suleiman Salman al-Najjar, de 48 anos, estava no Hospital Mártires de al-Aqsa naquela noite. Ele sobreviveu à bomba. Mas sua esposa, Susanne Subhi Asalam Najjar, de 40 anos, e quatro de seus filhos – Farah (23 anos), Nadim (20 anos), Yazan (14 anos) e Safa (17 meses) – morreram. Mais tarde, ele disse à Anistia Internacional que, embora tenha conseguido recuperar o corpo de seu filho Nadim, só conseguiu encontrar uma mão da filha Safa. “Todos estavam sob os escombros. A casa foi completamente pulverizada. Os corpos foram reduzidos a pedaços. Nossas vidas foram destruídas em um momento. Nossa família foi destruída. Algo que era impensável agora é nossa realidade.”

É a velha mídia, estúpido!

A classe média sempre acreditou que sua prosperidade dependia de informação vinda da mídia industrial, sobretudo da Globo.

Globo que sempre foi contra os trabalhadores, a industrialização, o desenvolvimento e com isso foi produtora de pobreza e miséria desse país.

Negar o Brasil a gente viu na Globo.

Ninguém fez mais mal a cultura nacional que a Globo que é o grande império de comunicação de massa ancorada pelos EUA a partir da ditadura militar.

É só observar agora, a sua oratória para justificar e pavimentar na mente dos fracos a ideia de que crianças palestinas merecem ser esmagadas, despedaçadas, e tratadas como entulho que precisa ser incinerada.

A defesa de um assassino de guerra do exército terrorista de Israel dias atrás, mostra que o sionismo, se não é auxiliar no projeto da Globo, é o próprio começo de tudo.

A mídia brasileira nunca foi nossa. Sempre foi contra a gente.
Isso foi indispensável para atrasar o país por décadas.

Qualquer termo de equação política no Brasil passa pela grande mídia.

O Projeto Neofascista no Brasil nasce aí e aí se sustenta.

E quanto mais a desordem capitalista se aprofunda, mais agressiva fica a grande mídia que acha que sempre vai levar a sociedade brasileira na base do grito.

Esse é o enfrentamento que a esquerda terá que trabalhar.

O golpe contra Dilma de 2016 e suas consequências nefastas, foi todo massificado pela Globo e afins.

Merval, o idiota do bigodinho escrotinho da Globo, é apenas o cavalo dos Marinho, por isso seus artigos, se é que podemos chamar aquilo de artigo, estão cada dia mais purulentos e buraquentos, e assim seguirão para tentar tirar o poder do PT a fórceps.

Trump mostra o tamanho do pepino em que os EUA estão nas mãos

Trump é o retrato do barata voado império escancaradamente decadente

A questão não é se Trump fará ou não o que ameaça, mas a decadência dos EUA pra ter um sujeito desses na presidência.

Muito antes de se mostrar totalmente inepto para lidar com catástrofes como os incêndios de Los Angeles, os EUA não produziu um único aparelho respirador durante a pandemia de Covid. Ficou 100% dependente da China.

Trump é só mais um falastrão que não tem a menor ideia de como tentar frear o trem chamado China que está atropelando o império.

Só a mídia nativa, 100% pró EUA, vive da nostálgica visão de um país que um dia foi um império. Desde Buch os EUA estão procurando a bola. Daí, ficam estampando em garrafais as ameaças funestas de um presidente condenado por inúmeros crimes como Trump.

Enquanto o cão Trump ladra, a caravana da China tratora os Yankees com recorde de superávit comercial de trilhão.

Superávit comercial da China atinge recorde de quase 1 trilhão de dólares em 2024

Autoridades chinesas afirmam que o resultado não é um objetivo traçado pela política econômica na China.

O saldo da balança comercial da China foi de 7 trilhões de yuans (R$ 5,8 tri ou quase 1 trilhão de dólares) em 2024, atingindo um novo recorde para a crescente economia do país.

O valor das exportações de bens da China em 2024 foi de 25,45 trilhões de yuans (R$ 21,18 trilhões), o que representou um aumento de 7,1% em comparação com 2023, e o oitavo ano de crescimento consecutivo, segundo dados divulgados pela Administração Geral de Alfândegas (AGA) nesta segunda-feira (14). As importações tiveram um crescimento de 2,3% e somaram 18,39 trilhões de yuans (R$ 15,3 tri) em 2024.

O resultado tem a ver com o nível de oferta e demanda globais, “a divisão industrial do trabalho e a competição de mercado”, disse Wang Lingjun, vice-chefe da Administração Geral de Alfândegas da China em coletiva de imprensa, onde frisou que o superávit comercial não é um objetivo da política econômica da China.

No final do ano passado, a Conferência Central de Trabalho Econômico da China afirmou que há no país “insuficiente demanda interna, dificuldades de produção e operação para algumas empresas”, e que “emprego e crescimento da renda” estão sob pressão.

Assim, a conferência, que é a reunião anual mais importante sobre economia do país, determinou como tarefas prioritárias para 2025, entre outras, impulsionar o consumo interno, aumentar a renda e reduzir os custos para grupos de renda média e baixa. 2025 é o último ano do 14° Plano Quinquenal.

O nível de superávit comercial “não é sustentável”, disse o economista Yao Yang, em entrevista ao Brasil de Fato. “Há muitos países adicionando tarifas sobre as exportações chinesas, incluindo o Brasil. Haverá ações defensivas tomadas por outros países”.

Yao, que é reitor da Escola Nacional de Desenvolvimento da Universidade de Pequim, afirma que há uma transformação na estrutura econômica da China e que a conjuntura econômica global está levando o governo a tentar acelerar o processo de mudança.

“Há uma espécie de urgência para acelerar a transformação de uma economia impulsionada pela exportação para uma economia impulsionada pelo consumo doméstico, então é por isso que o governo colocou o consumo como primeira prioridade neste ano”, explica o economista.

Destino e tipo das exportações

O setor manufatureiro foi responsável por 98,9% das exportações da China em 2024, de acordo com o diretor do Departamento de Estatística e Análise da AGA, Lyu Daliang.

A exportação de circuitos integrados da China aumentou 18,7%, a exportação de módulos de tela plana aumentou 18,1% e a de equipamentos de engenharia naval e marítima aumentou 60,1% em 2024, de acordo com o funcionário.

Ameaçados por Trump, Canadá e México enviam bombeiros para ajudar a combater incêndios em Los Angeles

Presidente eleito dos EUA reúne declarações tensas contra países vizinhos; chamas na Califórnia já deixaram 24 mortos.

Apesar das ameaças recebidas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, o Canadá e o México enviaram bombeiros para ajudar no combate dos incêndios florestais em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo afirmou o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, em suas redes sociais no último domingo (12), seu país destacou uma equipe de 60 bombeiros para atuar na Califórnia.

O ministro da Preparação para Emergências e Pacificação do Canadá, Harjit Sajjan, especificou que a ajuda foi solicitada pelos estadunidenses e respondida por Ottawa.

“Sessenta bombeiros de Alberta e da Colúmbia Britânica serão mobilizados amanhã [nesta segunda (13)] e estamos trabalhando para identificar e preparar mais recursos para enviar nos próximos dias”, declarou por meio da rede social X, antigo Twitter.

Dentre os recursos mobilizados, o Ministério de Transportes e Mobilidade canadense enviou dois aviões-tanques, devido à falta de água para combater as chamas em Los Angeles. A pasta ainda comunicou que, nesta semana, mais duas aeronaves levarão uma tripulação com pilotos, copilotos e técnicos de manutenção.

A ajuda decorreu de uma conversa entre Trudeau e o governador californiano Gavin Newsom, na sexta-feira (10). “Nós dois sabemos que o Canadá e os Estados Unidos são mais do que apenas vizinhos. Somos amigos — especialmente quando os tempos ficam difíceis. A Califórnia sempre nos apoiou quando lutamos contra incêndios florestais no norte. Agora, o Canadá ajuda no seu combate”, declarou o premiê.

Em resposta, Newsom, do Partido Democrata, agradeceu aos “vizinhos canadenses por uma mão amiga em momentos de necessidade”.

Já o México, sob a Presidência de Claudia Sheinbaum, enviou um grupo de ajuda humanitária para Los Angeles no último sábado (11). “Somos um país generoso e solidário. Agradecimentos à equipe do Plano DN-III-E do Ministério da Defesa, aos combatentes florestais e a Laura Vazquez Alzua, coordenadora nacional da Proteção Civil”, escreveu a mandatária no X.

Segundo o governo mexicano, a equipe enviada à Califórnia é formada por seis especialistas em proteção civil da Coordenação Nacional de Proteção Civil, vinculada à Secretaria de Segurança e Proteção ao Cidadão; 30 bombeiros florestais da Comissão Nacional Florestal do Ministério do Meio Ambiente e Recursos Naturais; 32 especialistas em incêndios florestais da Defesa e dois representantes do Ministério das Relações Exteriores.

O governador da Califórnia também agradeceu ao México pela ajuda: “isso é o que os amigos fazem, é disso que se trata os relacionamentos, amigos necessitados ajudando uns aos outros. Queremos estar ao lado do povo do México em tempos de necessidade e desastres e estamos extremamente humildes e gratos pelo fato de a presidente ter se disposto a enviar uma equipe”, declarou durante a chegada da delegação no estado.

Newson ainda falou sobre a boa relação da Califórnia com o México sob a administração de Sheinbaum e anteriormente com Manuel Andrés López Obrador (2018-2024).

A poucos dias da posse presidencial, marcada para 20 de janeiro, Trump ameaça diversos países com medidas que seriam impostas em seu próximo governo.

O republicano prometeu impor uma tarifa de 25% sobre todas as importações canadenses, uma medida que poderia ser devastadora para a economia do Canadá, em crítica aos gastos dos EUA com produtos e apoio militar a Ottawa. Além disso, fez declarações sobre anexar o país vizinho ao território estadunidense.

Em relação ao México, o magnata reúne uma série de declarações tensas desde sua campanha eleitoral, na qual uma das principais pautas era a anti-imigração. Trump também ameaçou impor tarifas de 25% ao México se não impedisse a entrada de drogas e de migrantes sem documentos no seu país.

Na última declaração provocativa, Trump disse que gostaria de mudar o nome do Golfo do México para “Golfo da América”. O presidente eleito também já afirmou que o país latino-americano é essencialmente governado por cartéis e acusou associações ilegais entre empresas para fixar preços de produtos e assim interferir no mercado e na economia.

24 mortos nos incêndios

Os incêndios em Los Angeles continuam a devastar a segunda maior cidade dos EUA pelo sexto dia, reduzindo comunidades inteiras a escombros e deixando milhares de desabrigados.

O número de mortos pelos incêndios chegou a 24 no domingo (12), enquanto autoridades alertavam sobre a chegada de ventos perigosos que podem aumentar a gravidade do desastre.

O Instituto Médico-Legal do Condado de Los Angeles divulgou uma lista dos mortos sem fornecer identidades. Oito corpos foram encontrados na região do incêndio em Palisades e 16 nos arredores do incêndio em Eaton, segundo o relatório.

Os esforços intensos dos bombeiros retardaram parcialmente a propagação do incêndio em Palisades, que estava se aproximando da luxuosa área de Brentwood e do densamente povoado Vale de San Fernando.

No entanto, as condições devem piorar com o “comportamento extremo do fogo e condições que ameaçam a vida” nos próximos dias. Essas rajadas de vento podem atiçar as chamas e levar brasas para novas áreas, alertaram os bombeiros.

Na última semana, os combatentes careciam de água para conter os incêndios. A situação foi revertida com a chegada de caminhões-tanque, segundo o chefe do Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, Anthony Marrone.

Enquanto isso, os evacuados ainda não podem retornar às suas casas “enquanto a bandeira vermelha permanecer”, declarou Marrone, que sinalizou uma possível mudança no cenário a partir da próxima quinta-feira (16).

O número total de moradores sob ordens de evacuação agora é de cerca de 100 mil, após atingir o pico de 180 mil.

*BdF

Como levar a sério quem dá voz a Merval, o fecal?

A erosão jornalística dos grandes meios de comunicação é de fato demolidora.

Um diamante de titica lapidado pelos Marinho para somar forças com o neofascismo aperfeiçoou a sua própria montanha de estupidez.

Ninguém merece Merval Pereira o presidente da ABL que não tem livro nenhum.

Se os Marinho só tem Merval para tentar impedir a reeleição de Lula em 2026, Lula já está eleito.

O sujeito segue chamando Moro, a figura mais desmoralizada da história do Brasil de “herói nacional”

Para piorar, traz em seu banquete de fezes verbais, a figura mais bizonha do neoliberalismo paratatá, Pedro Malan, como símbolo da inteligência nacional.

Merval, esse pobre diabo, cãozinho dos Marinho, já anunciou mais de mil vezes o funeral político de Lula que deve gargalhar dessa benção chamada Merval

Merval certamente admira sua própria mediocridade.

Isso é fato.

Vai morrer se sujeitando a ser “jornalista” de uso pessoal dos Marinho.